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ATO UNIFICADO!
11/06/2021

ATO UNIFICADO!

Praça CENTENÁRIO - 9h. Vamos as ruas com segurança. Usando máscaras. O Ato reune partidos, centrais, movimentos sindicai...
26/05/2021

Praça CENTENÁRIO - 9h.
Vamos as ruas com segurança. Usando máscaras. O Ato reune partidos, centrais, movimentos sindicais e sociais de Alagoas. Vamos Juntos e Jutas

*UFAL 60 anos*A Universidade Federal de Alagoas vem, ao longo dos seus 60 anos de existência, formando gerações de profi...
25/01/2021

*UFAL 60 anos*

A Universidade Federal de Alagoas vem, ao longo dos seus 60 anos de existência, formando gerações de profissionais liberais, educadores, gestores, pesquisadores e artistas. Os que passam pela Ufal levam consigo a gratidão e o respeito por fazerem parte da maior e mais consolidada instituição de ensino superior do estado de Alagoas. Através do Ensino, da Pesquisa e da Extensão essa instituição transforma vidas, realidades sociais, políticas e econômicas, deixando seu legado na história de Alagoas, do Brasil e, também, internacionalmente.

O patamar de qualidade acadêmica que a Ufal conquistou a qualifica para enfrentar os desafios postos por uma conjuntura de ataques às Universidades públicas brasileiras e à Ciência, através dos contingenciamentos financeiros, redução da autonomia universitária, com flagrante perseguição ao pensamento crítico, à liberdade de cátedra e ao Estado Democrático de Direito.

O atual governo negacionista e antidemocrático tem violado a tradição democrática na escolha de reitores nas Universidades, não nomeando os mais votados, e tem tolhido a liberdade e a autonomia na produção científica que são essenciais para a função civilizatória da Ciência e da Universidade.

É inegável a contribuição da Ciência e das Universidades públicas no enfrentamento da pandemia. Frente ao negacionismo da pandemia e da vacina contra a Covid-19 e diante das milhares de vidas ceifadas, mortes evitáveis se o exemplo e o caminho escolhidos pelo governo Bolsonaro fossem de respeito à ciência, penso que as Universidades são espaços de resistência a esse negacionismo!

Diante dessa conjuntura negacionista, antidemocrática e de desprezo à vida, penso que a UFAL deve trilhar o caminho de superação de desafios, resistindo e buscando garantir a democracia interna, a preservação do pensamento crítico e as condições para a permanência dos estudantes até a conclusão do curso.

Nesta direção, segue a brilhante definição de Universidade expressa pelo professor Gilberto de Macedo no livro “Universidade Dialética”, publicado em 1985: _“A Universidade autêntica é reflexiva, compreensiva, criadora. Isso mostra logo que ela não é acomodada, passiva ou omissa. Mas crítica, ao permitir o conhecimento, dos homens [e das mulheres] e das coisas através do pensamento dialético [...]” _ (MACEDO, 1985).

Parabéns a Ufal pelos seus 60 anos de contribuição ao conhecimento e às mudanças necessárias para construção de um mundo justo e sem desigualdade social!

A UFAL é patrimônio do povo alagoano! Viva a UFAL! Viva a Educação pública! Viva a Ciência!

Maceio-AL, 25/01/2021

Valeria Correia
(Reitora Honorária UFAL e profª da Faculdade de Serviço Social).

https://www.instagram.com/p/CKeyopJLi6V/?igshid=18poryt8s24fx

*AGENDA 21.07, 19h, Youtube*                                                                                            ...
17/07/2020

*AGENDA 21.07, 19h, Youtube*

No nosso próximo debate, dia 21.07, às 19h, nós faremos uma reflexão sobre os primeiros *10 anos de implementação do Estatuto da Igualdade Racial*, aprovado pela Lei n. 12.288, de 20 de julho de 2010, que conforme preconiza o Art. 1, tem o objetivo de garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica.

Para esse momento, sob a minha mediação, contaremos com as presenças de dois tradutores da equipe de *intérpretes da UFAL*, Campus Arapiraca, *José Valdir Lima* e *Maria Luanna Alves* e com as presenças da *Profa. Dra. Marli de Araújo Santos (UFAL)*/ *Dr. Jeferson Santos da Silva (INEG/AL)* e do *Fabson Calixto da Silva*, mestre, doutorando em educação (PPGE/UFAL) e professor de Sociologia (SEDUC-AL).

Os interessad@s em participar e receber certificado com CH devem realizar a inscrição pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa) pelo link: https://bit.ly/2AXfDEQ.

*Link para live no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=gkXSb1xXWyo*

***ta

Neste debate os convidados farão uma reflexão sobre os primeiros 10 anos de implementação do Estatuto da Igualdade Racial, aprovado pela Lei n. 12.288, de 20...

A profª Jusciney Carvalho (CEDU/UFAL) está promovendo várias lives sobre  desconstrução do racismo. Confere no canal.   ...
26/06/2020

A profª Jusciney Carvalho (CEDU/UFAL) está promovendo várias lives sobre desconstrução do racismo.

Confere no canal.





Como parte do ciclo de diálogos necessários visando contribuir no combate ao racismo na sociedade brasileira, compreendemos que tratar da desconstrução socia...

*PL EMERGENCIAL DA AGRICULTURA FAMILIAR SERÁ VOTADO QUINTA-FEIRA, 25.06*   Nesta quinta-feira, 25.06, na Câmara dos Depu...
24/06/2020

*PL EMERGENCIAL DA AGRICULTURA FAMILIAR SERÁ VOTADO QUINTA-FEIRA, 25.06*

Nesta quinta-feira, 25.06, na Câmara dos Deputados, será votado o Projeto de Lei Emergencial da Agricultura Familiar. Redes e movimentos populares do campo e deputados/as progressistas elaboraram um conjunto de propostas a serem incorporadas ao PL Emergencial, que visa apoiar a agricultura familiar e camponesa durante o período de calamidade pública ocasionado pela pandemia do coronavírus.

Essas proprostas são matéria de cerca de 23 projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional, entre eles o PL 886/2020, de autoria de Padre João (PT/MG) e outros 12 deputados/as, e o PL 735/2020, de autoria de Enio Verri (PT/PR) e outros 46 deputados/as. Todas as proposições legislativas para a agricultura familiar serão analisadas, na próxima quinta-feira, sob o “guarda-chuva” do PL 735/2020, que será apreciado pelo Plenário da Câmara em regime de urgência.

Leia artigo sobre q saída do ex-ministro da Educação Weintraub escrito pela Profª Valeria Correia,  ex-reitora da UFAL. ...
22/06/2020

Leia artigo sobre q saída do ex-ministro da Educação Weintraub escrito pela Profª Valeria Correia, ex-reitora da UFAL. Link na Bio.

A saída do Ministro da Educação WeintraubPor Maria Valéria Costa Correia, ex-Reitora da Ufal e profa. da Faculdade de Se...
21/06/2020

A saída do Ministro da Educação Weintraub

Por Maria Valéria Costa Correia, ex-Reitora da Ufal e profa. da Faculdade de Serviço Social/Ufal

Avalio que o ex-ministro da Educação cumpriu bem o papel esperado pelo governo Bolsonaro de atacar a educação pública brasileira, perseguir professores, estudantes, e dar mais espaço para a mercantilização da educação. Seus gestos e medidas autoritárias, negacionistas, obscurantistas, persecutórias, ra***ta, ultraneoliberal e de gestão desastrosa e conflituosa seguem a linha do atual governo.

Weintraub escolheu como alvo as Universidades e emplacou uma acediosa plataforma de ataques à autonomia universitária, desde a interferência na forma de escolha de reitoras e reitores, às tentativas de punição às denominadas “balbúrdias” realizadas nas Universidades, com corte de seus orçamentos.

As Universidades foram eleitas pelo ex-ministro como inimigas, logo pelo Ministério que existe para apoiá-las e fomentá-las. O ex-ministro da Educação insistiu em desqualificá-las e depreciá-las durante toda sua gestão. Ao questionar sobre a necessidade de terem “autonomia de pesquisa, autonomia de ensino”, afirmou que esta autonomia servia para que as Universidades tivessem plantações extensivas de maconha e para que seus laboratórios de química produzam droga sintética, metanfetamina. Perseguiu professoras e professores ao anunciar a “caça” aos docentes, sarcasticamente apelidados de “zebras gordas”. Propagou que as Universidades públicas não produziam pesquisa, quando os próprios dados do MEC apontavam que essas são responsáveis por mais de 95% da produção científica do país. Desprezou a valiosa contribuição das Universidades públicas brasileiras ao desenvolvimento social e econômico do país.
O desprezo pelas áreas das Humanidades, Ciências Sociais e Artes foi uma característica marcante da sua passagem pelo MEC. Desde abril de 2019, o então Ministro da Educação já anunciava que iria diminuir os recursos para a área de humanas – Sociologia e Filosofia para priorizar áreas que para ele “geram retorno de fato”. O desprezo pela Sociologia e pela Filosofia integra uma guerra cultural propagada pelo governo. Querem sua proibição nas escolas e nas universidades e a imposição da “ação moralizadora”. Caracterizam-se pelo anti-intelectualismo e anticonhecimento e pela imposição de um pensamento único expresso nas propostas da Escola sem Partido e na militarização das escolas públicas.

A saída de Weintraub, certamente, não foi pelo seu programa de (des)construção da educação pública no país, mas pela sua situação recente que se mostrou insustentável para mantê-lo no cargo:

1-Está sendo investigado no inquérito das fake news conduzido pelo Ministro Alexandre de Moraes do STF; 2-Responde a inquérito por crime de racismo que teria cometido ao ironizar chineses em postagens em redes sociais;
3- Pode ser processado por crime de responsabilidade perante ao STF por desrespeito a esse, na reunião com o presidente em 22 de abril, reafirmando as mesmas ofensas na manifestação antidemocrática do dia 14/06.

Ressalto que antes de sair enviou ao Congresso, em 27 de maio, no período de auge da pandemia no Brasil, o Programa Future-se, que já havia sido rejeitado em 68% das Universidades e Institutos Federais. Programa que mercantiliza a educação superior e se constitui mais uma violação à autonomia universitária. E no último dia da sua gestão apresentou mais um gesto ra***ta ao emitir a Portaria Nº 545/2020 que cancela a política de cotas para negros, indígenas e pessoas com deficiência em cursos de pós-graduação. Essas cotas, na Ufal, foram instituídas em dezembro de 2018, consolidando o trabalho de uma comissão designada em 2016, logo que assumimos a gestão. Antes, em novembro de 2017, como política indutiva, lançamos um edital para professor visitante exigindo como contrapartida que os programas de pós-graduação disponibilizassem cotas para negros e indígenas.

Agora o ex-ministro da Educação é um fugitivo, pois viajou para os EUA, em 19/06, no mesmo dia em que foi protocolado no STF o pedido de apreensão de seu passaporte para evitar sua fuga do país. A saída do cargo de Weintraub, denominado pelo editorial da FSP (16/06) como “Jagunço do Bolsorarismo e prócer do golpismo”, alimentará as lutas pela defesa da educação pública brasileira e contra o obscurantismo anti-iluminista, anticonhecimento, racismo e protofascismo no país. Mas, não temos dúvida que a sua plataforma de agressão à educação pública e tentativa de refuncionalização das Universidades fazem parte do programa político do atual governo que nega evidências científicas e históricas inclusive dos fatos que significaram crimes à humanidade. Vale lembrar o primeiro Ministro da Educação deste governo, Ricardo Vélez, que negou o período sombrio da ditadura militar no país e tentou o ressignificar denominando-o de um “movimento cívico”, assinalando que este fato devia ser corrigido nos livros didáticos de história. O ministro da economia que se reportou ao Ato Institucional número 05, sob a alegação de que protestos nas ruas contra o governo Bolsonaro tornam razoável a instauração de um novo AI 5. Ato que marcou o endurecimento da ditadura, ampliando a repressão e tortura de indivíduos, e que tinha como alvo a Universidade.

Mesmo com esses e tantos outros absurdos que atentam contra a humanidade e que elevam a nossa indignação todos os dias, até a própria negação da pandemia do coronavírus, a banalização das mortes e as tentativas de impor uma normalidade em nome do lucro, ainda nutrimos esperança de superação desse pesadelo. Existem mais de 70% de brasileiras e brasileiros que defendem a vida, o conhecimento, a ciência e a democracia e que lutam contra todas as formas de opressão que estão sendo impostas na atualidade! Outros dias virão!

Avalio que o ex-ministro da Educação cumpriu bem o papel esperado pelo governo Bolsonaro de atacar a educação pública brasileira, perseguir professores, estudantes, e dar mais espaço para a mercantilização da educação. Seus gestos e medidas autoritárias, negacionistas, obscurantistas, per...

Em texto publicado nesta quinta (18) no Diário Oficial da União, o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, revogou  Por...
18/06/2020

Em texto publicado nesta quinta (18) no Diário Oficial da União, o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, revogou Portaria Nº 13, DE 11 DE MAIO DE 2016, que exigia que as Universidades Federais promovessem políticas de cotas em programas de pós-graduação.

O coletivo Outra Ufal vem através desta nota, com base no Art. 207 da Constituição Federal que estabelece a autonomia das Universidades Públicas Federais, e do conjunto de leis que abarcam as ações afirmativas, conquistas do movimento negro, antirra***ta no Brasil, reafirmar a importância da política de cotas na pós-graduação, aprovada pelo CONSUNI/Ufal através de resolução em 10 de dezembro de 2018 que estabelece cotas para negros, indígenas e pessoas com deficiência nos programas de pós-graduação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Repudiamos com veemência o ato do governo federal e exigimos a anulação de tal ato.

Ratificamos a manutenção da resolução do CONSUNI reafirmando o lugar da UFAL na defesa dos direitos.

A ação do governo federal só reafirma o seu descompromisso com a inclusão social. A inclusão, políticas étnico-racial, indígenas e quilombolas são de fundamental importância para a consolidação da nossa democracia. Não podemos permitir que direitos sociais sejam vilipendiados ao sabor de uma projeto de governo que ataca a democracia e àqueles que lutam progressivamente para a garantia e ampliação de tais direitos. Sem
justiça social não pode haver melhoramento da democracia.

A política de cotas nas pos-graduações da Ufal foi mais um passo dado para superar a dívida social histórica com o povo negro, indígena e pessoas com deficiência deste país.

Nenhum direito a menos!

Maceio-Al - 18 de junho 2020

Coletivo Outra Ufal

Participe de campanha em defesa do SUS: tire uma foto usando as hashtags:       . Publique em suas redes sociais marcand...
17/06/2020

Participe de campanha em defesa do SUS:

tire uma foto usando as hashtags: . Publique em suas redes sociais marcando o perfil do Fórum do SUS ou envie para nossos contatos!

Ultrapassando 1.000 mortes por dia e com o crescimento exponencial do índice de contaminação, o Brasil caminha para se tornar o epicentro mundial da pandemia causada pelo novo Coronavírus. O Governo Federal tem empreendido uma política de morte, negando a ciência, minimizando a Pandemia, militarizando o Ministério da Saúde, e não seguindo as recomendações da OMS. Banaliza a morte e estimula a reabertura do comércio e o uso indiscriminado da Cloroquina. Diante desse cenário genocida, o Fórum Alagoano em Defesa do SUS e Contra a Privatização da Saúde, soma-se à campanha Em defesa da vida e contra a política de morte do Governo Federal. A vida está acima do lucro!

Nesse 12 de junho se apaixone pela Educação Pública! Defenda-a! Outra Ufal: apaixonados pela Universidade Pública.      ...
12/06/2020

Nesse 12 de junho se apaixone pela Educação Pública! Defenda-a!
Outra Ufal: apaixonados pela Universidade Pública.

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Maceió, AL

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