Licenciatura Indígena - UFAM

Licenciatura Indígena - UFAM Essa é a página de divulgação do Curso de Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desen

A licenciatura Indígena, um curso regular, com ingresso bienal, com 3.550 horas, realizado em 04 anos, tem por finalidade promover a formação de professores pesquisadores com uma preparação prática, teórica e metodológica, por meio do pensamento crítico e reflexivo, para atuarem nas escolas indígenas da região do Rio Negro, respeitando a diversidade cultural e lingüística onde a base do conhecimen

to é produzida por meio do ensino via pesquisa, na qual a estrutura curricular é flexível e orientada pelas pesquisas desenvolvidas, com currículo pós-feito (pós factum), bilíngue, contribuindo para a formação técnica e pedagógica dos alunos, que permite a partir da gestão do conhecimento e de tecnologias sociais tradicionais indígenas e não-indígenas, intercultural, compreender a realidade educativa local e nacional e o contexto sociopolítico que a determina e discutir a gestão territorial de suas comunidades e das Terra indígena do Alto Rio Negro.

Licenciatura Indígena forma 28 indígenas em Santa Isabel do Rio NegroFoi realizada no sábado (16), em Santa Isabel do Ri...
20/07/2022

Licenciatura Indígena forma 28 indígenas em Santa Isabel do Rio Negro

Foi realizada no sábado (16), em Santa Isabel do Rio Negro, a formatura de 28 novos professores indígenas do curso de Licenciatura Indígena, do Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais (IFCHS), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A cerimônia de formatura contou com a presença do reitor, professor Sylvio Puga, do presidente da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), Marivelton Rodrigues, do coordenador do curso de Licenciatura, professor Nelcioney José de Souza Araújo e da professora Veridiana Vizoni.
Em sua fala, o professor Nelcioney Araújo defendeu o engajamento de todos, particularmente, dos formandos, na luta em prol das causas indígenas. Porém, explicou que para isso ocorra de forma eficaz, é necessário a apreensão de conhecimentos para que seja transmitido em sala de aula. Citou o Marco Temporal a ser votado e, a Constituição Federal como exemplos. “Leiam sobre eles, apoderem-se desses assuntos, afinal, ninguém defende o que não se conhece. E vocês, como professores, são os porta-vozes em suas comunidades”, justificou.
De acordo com a paraninfa da turma, professora Veridiana, o conhecimento científico é a chave para se combater o negacionismo e, umas das formas de resistência contra a violência que se propaga na Amazônia.
Foi lembrado, também no evento, professores e coordenadores do curso de Licenciatura que faleceram durante a pandemia de Covid-19. Isso feito, pela oradora Cleocimara Reis que, agradeceu na ocasião, o movimento indígena em promover a defesa do território indígena na região.

Colação de Grau da turma YÊGATU. Povo Baré, Médio Rio Negro - Santa Isabel do Rio Negro/ AM. 16/07/22.
18/07/2022

Colação de Grau da turma YÊGATU. Povo Baré, Médio Rio Negro - Santa Isabel do Rio Negro/ AM. 16/07/22.

04/07/2022

Informamos aos alunos que hoje, dia 04 de julho, após reunião no Gabinete do Reitor da UFAM, foi definido de comum acordo com as chefias presentes as datas das Colações de Grau das respectivas turmas listadas abaixo:

16 de julho de 2022 - Turma Yêgatu/Santa Isabel do Rio Negro;
30 de julho de 2022 - Turma Baniwa e Tukano/São Gabriel da Cachoeira;
20 de agosto de 2022 - Turma Yanomami/Maturacá.

Atenciosamente,

Secretaria da Licenciatura Indígena/IFCHS/UFAM.

Mostra Fotográfica ”Os Caminhos Hupd’äh na FCA”A exposição ocorrida na quarta-feira, 16, no auditório da Faculdade de Ci...
20/06/2022

Mostra Fotográfica ”Os Caminhos Hupd’äh na FCA”

A exposição ocorrida na quarta-feira, 16, no auditório da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA) teve a participação dos líderes indígenas Roberto Sanches e Américo Socot, de professores do curso de Ciências Sociais e alunos da Universidade que prestigiaram o evento.
A palestra dos dois representantes indígenas, de cunho etnográfico, a partir das imagens expostas, foi mostrar um pouco da cultura dos povos que habitam a região do Alto Rio Negro, como os Yohup, os Nadeb, os Dâw e os Hupd’äh. De acordo com Roberto Sanches, da etnia Dâw, a importância da exposição e, também, da acolhida que tiveram, tem o reconhecimento de seus povos pela UFAM e de suas culturas. “É um momento importante e histórico que atende as nossas expectativas”, declarou.
A exposição é uma iniciativa do Museu Amazônico e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, com o apoio do curso de Licenciatura Indígena. As imagens da exposição fazem parte do acervo pessoal do professor Renato Athias, da Federal de Pernambuco, pesquisador que trabalha desde os anos setenta na região e quem tem pela primeira vez o seu acervo exposto em público.

Encontram-se em Manaus Américo Socot e Roberto Sanches, Lideranças dos povos Hupd'äh e Dâw respesctivamente, da Região d...
20/06/2022

Encontram-se em Manaus Américo Socot e Roberto Sanches, Lideranças dos povos Hupd'äh e Dâw respesctivamente, da Região do Alto Rio Negro, para reuniões com as autoridades da Universidade Federal do Amazonas para discutir demandas relacionadas a formação de professores indígenas, reuniões programadas pelo Prof. Nelcioney Araujo da Coordenação do Curso de Licenciatura Intercultural Intercultural Indígena do IFCHL, que acontecerão até o dia 21 de Junho no ambito da UFAM.

Na última quarta feira, dia 15 eles estiveram presentes na inauguracão da A Exposição Fotográfica "Os Caminhos dos Hupd'äh - Floresta, Espíritos e Rios" e, bem como também estarão presente na Exibicão Especial do Filme "As Palavras Encantadas dos Hupd'äh da Amazônia, Mestres de Saberes Narrados por Renato Athias" trazem a realidade dos povos indígenas de recente contato da região do alto Rio Negro ao público manauara no 19 de junho as 15 horas, promovidas pelo Museu Amazônico e Secretaria Estadual de Cultura.

São os seguintes os povos indígenas de recente contato na região do Alto Rio Negro: os Nadëb, os Dâw, os Hupd'äh e os Yohup, que fazem parte de uma família linguística específica, que linguistas e antropólogos estão denominando atualmente de NADAHUPY. Estes povos habitam áreas distintas nas Terras Indígenas do Alto Rio Negro. Estão em Manaus, duas lideranças, o Dâw Roberto Sanches e o Hupd'äh Américo Socot que chegaram neste domingo, vindos dessa região especificamente para acompanhar as atividades da exposição e da exibição do filme com seus importantes comentários e seus relatos sobre situação atual desses povos nesta vasta região do Município de São Gabriel da Cachoeira, e sobretudo vieram buscar apoio para suas iniciativas e suas demandas concretas junto às autoridades da Universidade do Amazonas e outras autoridades encarregadas de executar as políticas públicas.

O material que está em evidência nestas duas produções visuais que está vindo ao público pela primeira vez trata-se do acervo etnográfico do antropólogo Renato Athias, que atua nesta imensa região, como pesquisador desde os anos setenta do século passado. Este acervo foi recentemente digitalizado em 2019 e 2020, pela Universidade do Texas, através do Projeto coordenado pelo Arquivo das Línguas Indígenas da América Latina (AILLA) em Austin, que agrupa acervos etnográficos sobre as línguas indígenas de diversos países. Este processo de digitalização tem um impacto muito grande, pois possibilita uma ação de devolução aos povos indígenas de materiais coletados e que carregam uma riqueza de informações etnográficas.
Tanto a exposição fotográfica quanto o filme mostram a cosmologia dos Hupd'äh, em outras palavras, como eles próprios pensam “ a Humanidade é a natureza” Pois, para eles, não há separação entre as ordens: mineral, vegetal, animal e humana. A música e as palavras têm um poder transformador, muitas vezes incompreensível para nós. O filme e a exposição procuram dar voz também àqueles que esse pesquisador chamou de seus mestres, seus colaboradores de pesquisa: Bihit, Mehtiw e Casimiro, chefes de clãs Hupd'äh, que viveram na zona interfluvial dos rios Papuri e Tiquié na bacia do rio Uaupés, no noroeste da Amazônia brasileira. Este filme oferece novos caminhos para a reflexão sobre as relações entre humanos e não humanos. O filme foi produzido pela produtora francesas World Culture Diversity e dirigido pela cineasta franco-iraniana Mina Rad.

15/06/2022
15/06/2022

Endereço

Manaus, AM
69000-000

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