Grupo de Pesquisa Maua

Grupo de Pesquisa Maua O MAUA é um grupo de pesquisa que se dedica a estudar e gerar conhecimento sobre as Áreas Úmidas brasileiras em especial as amazônicas.

O Grupo de Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas - MAUA é um grupo de pesquisa com sede na cidade de Manaus no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e desde 1985 se dedica a estudar e gerar conhecimento sobre as Áreas Úmidas brasileiras em especial as amazônicas. Conta atualmente com um grupo de mais 50 pessoas, incluindo pesquisadores, colaboradores, estudantes e

técnicos (ver equipe), caracterizando-se assim como referência em diversas áreas de estudo e na formação de pessoas. Os trabalhos conduzidos pelo grupo MAUA também tem importante papel no embasamento de políticas públicas, buscando conciliar a conservação com o uso das Áreas Úmidas brasileiras.

14/10/2025

🌿 Inauguração da Trilha da Tucandeira — Comunidade Indígena Maku Itá 🌿

A comunidade Maku Itá, em Novo Airão (AM), celebrou a inauguração da Trilha da Tucandeira, um espaço que une natureza, cultura e conhecimento indígena. Mais do que uma atividade turística, a trilha representa uma oportunidade de valorização do território, fortalecimento cultural e geração de renda sustentável para as famílias da aldeia.

O nome da trilha faz referência a formiga tucandeira, encontrada ao longo da trilha, e que pode ser usada para o tradicional ritual da tucandeira, um símbolo de coragem e conexão espiritual entre os povos da região. Ao longo do percurso, visitantes poderão conhecer espécies da floresta, aprender sobre o uso tradicional das plantas e mergulhar na história viva dos povos que habitam a Amazônia.

Que a Trilha da Tucandeira seja, antes de tudo, um caminho de aprendizado e respeito — um espaço onde o turismo caminha lado a lado com a conservação e o protagonismo indígena. ✨

📍Comunidade Maku Itá – Novo Airão, AM

13/10/2025

O projeto CANOA permitiu implementar uma trilha interpretativa no âmbito do Programa FAPEAM - STARTUP ÁREAS ESTRATÉGICAS - Edital 012/2023, na Aldeia Indígena Maku-itá, localizada nas proximidades de Novo Airão (AM).

A aldeia é um espaço de convivência e resistência onde várias etnias indígenas compartilham saberes, tradições e modos de vida. O nome “Maku Itá” significa “pessoas no mesmo lugar”, simbolizando a união e a força coletiva que caracterizam a comunidade.

No local, as famílias preservam práticas culturais ancestrais, como a produção de farinha, tapioca, tucupi e pé-de-moleque, além do uso de plantas medicinais e banhos tradicionais com ervas amazônicas. Além de manter viva sua cultura, a aldeia atua ativamente na defesa dos direitos indígenas, por meio do Instituto Maku Itá, que representa e fortalece as famílias indígenas que vivem próximas ao perímetro urbano de Novo Airão.

Visitar a Aldeia Maku Itá é vivenciar a Amazônia indígena em sua essência — um encontro com histórias, rituais e saberes que resistem no tempo.

👉 Que tal conhecer e aprender com quem vive e preserva essa riqueza todos os dias?
Siga e e venha fazer parte dessa experiência.

📷:

07/10/2025

A comunidade Maracarana ( ) foi contemplada pelo Projeto CANOA, no âmbito do Programa FAPEAM – STARTUP Áreas Estratégicas (Edital 012/2023).

A iniciativa resultou na implementação de uma trilha interpretativa a partir de um antigo caminho utilizado para a extração do pau-rosa (Aniba rosaeodora), espécie de grande importância histórica e econômica para a Amazônia.

O percurso leva até uma cachoeira com cerca de 5 metros de queda d’água, formando um cenário de rara beleza natural. Ao longo da trilha, foram instaladas placas interpretativas com informações sobre a biodiversidade local, as características do ecossistema de campinarana, igapó, baixio, terra firme, além de relatos e conhecimentos compartilhados pelos próprios moradores da comunidade.

Essa ação integra ciência, valorização do conhecimento tradicional e turismo de base comunitária, fortalecendo a conservação ambiental e a geração de renda local.

👉 Bora visitar e conhecer de perto a comunidade Maracarana?

Para mais informações e para planejar sua visita, siga

O Dia Nacional da Botânica, 17 de abril, é comemorado no aniversário de Carl Friedrich Philipp von Martius, naturalista ...
17/04/2025

O Dia Nacional da Botânica, 17 de abril, é comemorado no aniversário de Carl Friedrich Philipp von Martius, naturalista alemão que documentou 22.767 espécies em 2.253 gêneros de plantas brasileiras conhecidas até o início do século XX. Uma obra tão importante que é referência até os dias de atuais.

Hoje, o grupo MAUA homenageia todos os botânicos e botânicas que se dedicam a ampliar nosso conhecimento sobre a flora que nos cerca, destacando a importância de valorizar e preservar esse patrimônio natural para as atuais e futuras gerações. Em especial, fazemos uma menção ao Programa de Pós-Graduação em Botânica (PPG-BOT) do INPA e aos botânicos do vosso grupo de pesquisas MAUA, que desempenham um papel fundamental nessa missão.

Você sabia que a Amazônia abriga mais de 5.500 espécies de epífitas vasculares, como orquídeas, bromélias e samambaias?N...
11/04/2025

Você sabia que a Amazônia abriga mais de 5.500 espécies de epífitas vasculares, como orquídeas, bromélias e samambaias?

Nesse estudo recém publicado, foi avaliado a efetividade das áreas protegidas para conservar essa biodiversidade de epífitas, e foi descoberto regiões com alta riqueza ainda fora de unidades de conservação!

Com base em milhares de registros e inventários detalhados, foi revelado 12 centros de riqueza e 9 de endemismo de epífitas, principalmente na Amazônia ocidental.

O trabalho mostra a urgência de ampliar os esforços de conservação e reforça a importância dos inventários botânicos na maior floresta tropical do mundo.

Leia o artigo completo: https://doi.org/10.1007/s10531-025-03031-y

Barragens e a degradação das florestas alagáveis no XinguA construção da Usina de Belo Monte desviou as águas do rio Xin...
31/03/2025

Barragens e a degradação das florestas alagáveis no Xingu

A construção da Usina de Belo Monte desviou as águas do rio Xingu, reduzindo drasticamente os períodos de cheia. O resultado? Alta mortalidade da vegetação, invasão de espécies exóticas e alterações nos ciclos naturais das florestas alagáveis.

Diante da falta de monitoramento independente, indígenas e ribeirinhos lideraram a iniciativa MATI-VGX (.xingu ) revelando evidências do colapso ecológico na Volta Grande do Xingu. A perda desses ecossistemas ameaça não só a biodiversidade, mas também os meios de vida das populações locais.

Restaurar o regime natural das águas é urgente para garantir o equilíbrio ambiental e a segurança alimentar dessas comunidades.

📌 Saiba mais no artigo.

As paisagens úmidas (PUs) são complexos paisagísticos formados por conjuntos de macrohabitats, unidades funcionais inter...
27/03/2025

As paisagens úmidas (PUs) são complexos paisagísticos formados por conjuntos de macrohabitats, unidades funcionais interconectadas pela água ao longo de um gradiente hidrológico, que apresentam grande heterogeneidade em área, diversidade, serviços ecossistêmicos, vulnerabilidade e resiliência, o que tem fortes implicações para a gestão ambiental inclusiva e participativa. O quadro de desproteção das PUs interiores e costeiras é alarmante, frente às crescentes ameaças da mudança climática e múltiplas ações antrópicas deletérias, que causam desequilíbrio, insegurança alimentar, hídrica e perda de biodiversidade, serviços ecossistêmicos e vidas humanas, evidenciando a grave ausência de políticas públicas eficazes e consistentes para sua gestão.

O INCT Wetscape vem para gerar conhecimento e fomentar políticas públicas nacionais e internacionais inovadoras, despertar a conscientização ambiental da sociedade e apontar formas de uso parcimonioso das PUs pela sociedade. As ações serão inclusivas, com foco nas Populações Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais (PIQCTs), desenvolvendo estratégias de aprendizagem colaborativa e recíproca em rede para a conservação da sociobiodiversidade.

Um dia para celebrar vocês mulheres incríveis que estão e as que já estiveram por aí, quebrando barreiras, fazendo desco...
11/02/2025

Um dia para celebrar vocês mulheres incríveis que estão e as que já estiveram por aí, quebrando barreiras, fazendo descobertas e mostrando que ciência também é lugar de mulher sim! Cada vez mais meninas estão se inspirando e entrando nesse mundo científico, cheias de curiosidade e vontade de mudar o mundo. Ciência, tecnologia, engenharia, matemática... Tudo isso é delas também!

Então, hoje é dia de celebrar você mulher, suas conquistas e todas aquelas que vieram antes e abriram caminho. Porque mulher na ciência é força, é inteligência, é futuro! 💪✨

Hoje é comemorado o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, uma data que nos convida a refletir sobre a resistência, a...
07/02/2025

Hoje é comemorado o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, uma data que nos convida a refletir sobre a resistência, a cultura e os direitos dos povos originários.

No Grupo MAUA/INPA, temos a honra de ter o apoio de comunidades indígenas, como a Comunidade indígena Assunção do Içana que está localizada na Terra Indígena Alto Rio Negro; comunitários da Terra Indígena Paquiçamba localizada no estado brasileiro do Pará; comunidade Indígena Maku Itá que está localizada em Novo Airão, no Amazonas. Essa colaboração é essencial para nossas pesquisas em áreas úmidas, fortalecendo a conservação ambiental e o respeito à biodiversidade.

A luta dos povos indígenas não é apenas por seus direitos, mas também pela proteção dos ecossistemas que sustentam a vida no planeta. Suas práticas e visões de mundo nos ensinam sobre equilíbrio, sustentabilidade e a importância de cuidar da Terra para as gerações futuras. A união entre ciência e sabedoria tradicional é um caminho poderoso para enfrentar os desafios ambientais que vivemos hoje.

Agradecemos a todas as comunidades que compartilham seus conhecimentos e nos ajudam a construir uma pesquisa mais inclusiva e significativa.

🌿 Novas Diretrizes para a Exploração Sustentável de Espécies CITES 🌍Entre os dias 4 e 7 de novembro de 2024, em Brasília...
06/12/2024

🌿 Novas Diretrizes para a Exploração Sustentável de Espécies CITES 🌍

Entre os dias 4 e 7 de novembro de 2024, em Brasília, especialistas de diversas instituições nacionais e internacionais se reuniram para discutir critérios de manejo e estabelecer novas diretrizes para espécies listadas na CITES. O evento, coordenado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), resultou na elaboração dos Pareceres de Extração Não Prejudicial (NDFs), documentos técnicos que avaliam o impacto do comércio internacional sobre essas espécies.

A partir de 25 de novembro de 2024, a exportação de madeiras dos gêneros 𝘊𝘦𝘥𝘳𝘦𝘭𝘢, 𝘋𝘪𝘱𝘵𝘦𝘳𝘺𝘹, 𝘏𝘢𝘯𝘥𝘳𝘰𝘢𝘯𝘵𝘩𝘶𝘴 e 𝘛𝘢𝘣𝘦𝘣𝘶𝘪𝘢 será restrita a produtos provenientes de manejo florestal sustentável que atendam aos critérios estabelecidos nos NDFs e sejam aprovados pelo Ibama.

Um ponto a ser destacado é a inviabilidade do manejo dessas espécies em igapós de água preta, devido ao crescimento lento, dinâmica restrita e à alta vulnerabilidade desses ecossistemas frente às ações humanas.

Essas discussões reforçam a necessidade de estratégias que aliem conservação e sustentabilidade, priorizando a proteção dos ecossistemas amazônicos.

Endereço

Manaus, AM
69060-001

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