LHC - Laboratório de História, Ciências e Ambiente

LHC - Laboratório de História, Ciências e Ambiente Somos o Laboratório de História, Ciências e Ambiente da Universidade Estadual de Maringá.

O Laboratório de História, Ciências e Ambiente congrega professores pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação com interesse em ampliar e aprofundar o conhecimento em História das Ciências acerca do Império Português. Propõe-se, deste modo, a analisar e discutir relatos, tratados, descrições, diários, memórias e demais fontes documentais que possibilitem o estudo da História e Filosofi

a Natural no período proposto. Tendo como princípio investigativo a relação multidisplinar entre História, Zoologia, Botânica, Biogeografia e Ciências da Saúde, o LHC busca identificar, nas fontes documentais, fenômenos como patologias (parasitologia humana, trauma, epidemiologia), dinâmicas de sistemas classificatórios, bem como os processos de introdução, dispersão/adaptação, exploração e domesticação de espécies zoológicas e botânicas.

17/06/2026

Agricultura sustentável, reciclagem e reaproveitamento total dos resíduos? 🌱

Muito antes de esses temas virarem tendência, uma sociedade desenvolveu soluções capazes de transformar um ambiente desafiador em uma das paisagens agrícolas mais produtivas do mundo.

Enquanto parte da Europa ainda enfrentava problemas básicos de saneamento, engenheiros e agricultores da Mesoamérica criavam sistemas que impressionam pesquisadores até hoje.

No vídeo de hoje, o prof. Christian Fausto explica como as chinampas astecas combinavam engenharia, agricultura e reaproveitamento de recursos em um modelo surpreendentemente eficiente.

E você, já conhecia essa tecnologia desenvolvida há mais de seis séculos? 👇



Sustainable agriculture, recycling, and total resource reuse? 🌱

Long before these ideas became trends, one society developed solutions that transformed a challenging environment into one of the most productive agricultural landscapes in the world.

While much of Europe still struggled with basic sanitation, engineers and farmers in Mesoamerica were creating systems that continue to impress researchers today.

In today's video, Prof. Christian Fausto explains how Aztec chinampas combined engineering, agriculture, and resource reuse in a remarkably efficient system.

And you—had you ever heard of this technology developed more than six centuries ago? 👇

15/06/2026

E se uma das tecnologias agrícolas mais impressionantes do mundo tivesse sido desenvolvida na Amazônia há milhares de anos? 🌿🌎

Durante muito tempo, prevaleceu a ideia de que os solos amazônicos seriam incapazes de sustentar sociedades complexas. Mas descobertas arqueológicas e ambientais revelaram uma história bem diferente.

Muito antes dos fertilizantes modernos, populações indígenas já dominavam técnicas de manejo capazes de transformar o solo e criar paisagens duradouras.

No vídeo de hoje, o prof. Christian Fausto explica a história da Terra Preta de Índio e como conhecimentos indígenas desafiaram antigas interpretações sobre a Amazônia.

E você, já conhecia essa herança tecnológica desenvolvida pelos povos indígenas? 👇



What if one of the world's most remarkable agricultural technologies had been developed in the Amazon thousands of years ago? 🌿🌎

For a long time, the prevailing idea was that Amazonian soils could not sustain complex societies. But archaeological and environmental discoveries have revealed a very different story.

Long before modern fertilizers, Indigenous peoples had already mastered techniques capable of transforming the soil and creating enduring landscapes.

In today's video, Prof. Christian Fausto explains the history of Amazonian Dark Earth and how Indigenous knowledge challenged long-standing interpretations about the Amazon.

And you—had you ever heard about this technological legacy developed by Indigenous peoples? 👇

08/06/2026

E se alguém dissesse que poderia medir a inteligência de uma pessoa apenas observando o tamanho do seu crânio? 🧠📏

No século XIX, essa ideia foi levada muito a sério por alguns cientistas. O problema é que, por trás de números, tabelas e medições aparentemente objetivas, muitas vezes se escondiam preconceitos já definidos de antemão.

No vídeo de hoje, o prof. Christian Fausto explica como a craniometria se tornou uma das faces mais conhecidas do chamado racismo científico e por que suas conclusões acabaram sendo rejeitadas pela ciência moderna.

Afinal, o que acontece quando a ciência deixa de fazer perguntas e passa apenas a procurar justificativas?



What if someone claimed they could measure a person's intelligence simply by looking at the size of their skull? 🧠📏

In the nineteenth century, some scientists took that idea very seriously. The problem is that behind seemingly objective numbers, charts, and measurements, there were often preconceived conclusions from the start.

In today's video, Prof. Christian Fausto explains how craniometry became one of the best-known examples of so-called scientific racism and why its conclusions were ultimately rejected by modern science.

After all, what happens when science stops asking questions and starts looking only for justification?

03/06/2026

E se a ciência tentasse colocar toda a humanidade em categorias rígidas? 🌎

Durante muito tempo, alguns estudiosos acreditaram que era possível dividir os seres humanos em grupos bem definidos e usar essas classificações para explicar diferenças entre povos.

Essas ideias influenciaram debates científicos, políticos e sociais por séculos — e deixaram marcas que vão muito além dos livros.

No vídeo de hoje, o prof. Christian Fausto explica como surgiram as tipologias raciais, por que elas ganharam força e o que a ciência moderna descobriu sobre a diversidade humana.

E você, já conhecia essa parte da história da ciência? 👇

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What if science tried to place all humanity into rigid categories? 🌎

For a long time, some scholars believed it was possible to divide human beings into clearly defined groups and use those classifications to explain differences among peoples.

These ideas influenced scientific, political, and social debates for centuries — leaving marks far beyond academic books.

In today’s video, Prof. Christian Fausto explains how racial typologies emerged, why they gained influence, and what modern science has discovered about human diversity.

And you—did you already know this chapter in the history of science? 👇

02/06/2026

🚨 IMAGENS EXCLUSIVAS: APREENDIDO O ARSENAL DA MADRUGADA! 🚨

Atenção, nossa equipe de reportagem teve acesso ao covil da picaretagem! Um elemento foi pego com um arsenal avaliado em 12 MIL DÓLARES! 💼💵

Na delegacia, o marginal abriu a boca e argumentou que era CAC (Caçador, Atirador e Colecionador) e que, por isso, tinha o direito de andar por aí com o kit! Dá para acreditar?

Dentro da maleta do "cidadão de bem" das trevas: estacas de madeira afiadas, pistolas com balas de prata, água benta e até sementes para distrair monstros com TOC! ✝️🪵

Será que era uma arma de fé, um souvenir literário ou apenas um golpe de mestre aplicado em comunidades desesperadas no século XIX?

⚠️ ALERTA DO COPOM: Registro de CAC não dá direito ao porte de estacas pontiagudas nem seguro contra mordidas no pescoço. O kit de sobrevivência é por sua conta!

Dê o play, assista ao caso completo no perfil do e descubra a verdade que o submundo da história tentou esconder! 🎥🚔

01/06/2026

Um gorila loiro queria salvar o planeta... eliminando a humanidade. 🌎🦍

Muito antes de Thanos, a cultura pop já imaginava vilões convencidos de que estavam fazendo a coisa certa. E um deles surgiu em meio a um problema bem real.

Nos anos 1970, enquanto a preocupação ambiental ganhava força, uma série japonesa transformou poluição, lixo e degradação ambiental em parte de suas histórias.

No vídeo de hoje, o prof. Christian Fausto explica como Spectreman levou questões ecológicas para a televisão e por que seu principal vilão era muito mais do que apenas um inimigo de fantasia.

E você, já conhecia o Dr. Gori e sua estranha missão de "salvar" a Terra? 👇



A blond gorilla wanted to save the planet... by eliminating humanity. 🌎🦍

Long before Thanos, pop culture was already imagining villains convinced they were doing the right thing. And one of them emerged in the middle of a very real problem.

In the 1970s, as environmental awareness was growing, a Japanese series turned pollution, waste, and environmental degradation into part of its stories.

In today’s video, Prof. Christian Fausto explains how Spectreman brought ecological issues to television and why its main villain was much more than just a fantasy enemy.

And you—had you ever heard of Dr. Gori and his strange mission to "save" Earth? 👇

27/05/2026

Existe uma raça de cachorro que foi criada para proteger crianças no Ártico. 🐺❄️

No extremo norte, onde temperaturas congelantes faziam parte da rotina, um povo desenvolveu cães fortes, resistentes e profundamente ligados aos humanos.

Enquanto muitos cães eram usados para puxar trenós, esses ganharam outro papel dentro das aldeias: vigiar, proteger e acompanhar os pequenos durante longas jornadas de sobrevivência.

No vídeo de hoje, o prof. Christian Fausto explica como o Malamute do Alasca surgiu da relação entre ambiente, seleção e convivência humana.

E você, já conhecia essa história sobre os Malamutes? 👇



There is a dog breed that was created to protect children in the Arctic. 🐺❄️

In the far north, where freezing temperatures were part of everyday life, a people developed dogs that were strong, resilient, and deeply connected to humans.

While many dogs were used to pull sleds, these took on another role within the villages: guarding, protecting, and staying close to children during long periods of survival.

In today’s video, Prof. Christian Fausto explains how the Alaskan Malamute emerged from the relationship between environment, selection, and human coexistence.

And you—had you ever heard this story about Malamutes? 👇

25/05/2026

Seu “mau humor” pode ter mais de dois mil anos. 😠

Durante séculos, médicos acreditaram que emoções e personalidade eram influenciadas por substâncias presentes no corpo humano. E uma delas acabou ficando ligada à irritação e à melancolia.

A teoria mudou, a medicina avançou… mas a expressão continuou viva até hoje.

No vídeo de hoje, o prof. Christian Fausto explica como ideias da medicina antiga ainda sobrevivem no nosso cotidiano sem que a gente perceba.

E você, já imaginou que uma expressão tão comum tivesse uma origem tão antiga? 👇



Your “bad mood” may be more than two thousand years old. 😠

For centuries, physicians believed that emotions and personality were influenced by substances inside the human body. And one of them became associated with irritation and melancholy.

The theory changed, medicine advanced… but the expression survived to this day.

In today’s video, Prof. Christian Fausto explains how ideas from ancient medicine still survive in our everyday lives without us even noticing.

And you—had you ever imagined that such a common expression could have such an ancient origin? 👇

Já está podendo almoçar? 🍽️O RU atravessa gerações, civilizações e eventos históricos. 🍛⏳
22/05/2026

Já está podendo almoçar? 🍽️

O RU atravessa gerações, civilizações e eventos históricos. 🍛⏳

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