Valdemar Trindade

Valdemar Trindade Uma pessoa de fé

20/11/2022
12/11/2022

RESPOSTA:

9X9+9=90
OU
9X10=90

31/10/2022

Carlos Drummond de Andrade
Daniela Diana Daniela Diana Professora licenciada em Letras
Carlos Drummond de Andrade foi poeta, contista e cronista brasileiro do período do modernismo.

Considerado um dos maiores escritores do Brasil, Drummond fez parte da segunda geração modernista. Foi precursor da chamada "poesia de 30" com a publicação da obra "Alguma Poesia".

Biografia
Carlos Drummond de Andrada

Carlos Drummond de Andrade nasceu dia 31 de outubro de 1902 em Itabira do Mato Dentro, no interior de Minas Gerais.

Descendente de uma família de fazendeiros tradicionais da região, Drummond foi o nono filho do casal Carlos de Paula Andrade e Julieta Augusta Drummond de Andrade.

Desde pequeno Carlos demonstrou grande interesse pelas palavras e pela literatura. Em 1916, ingressou no Colégio em Belo Horizonte.

Dois anos mais tarde, foi estudar no internato jesuíta no Colégio Anchieta, no interior do Rio de Janeiro, Nova Friburgo, sendo laureado em “Certames Literários”.

Em 1919, foi expulso do colégio jesuíta por “insubordinação mental” ao discutir com o professor de Português. Assim, retorna a Belo Horizonte e a partir e 1921 começa a publicar seus primeiros trabalhos no Diário de Minas.

Formou-se em Farmácia na Escola de Odontologia e Farmácia de Belo Horizonte, porém não exerceu a profissão.

Em 1925 casou-se com Dolores Dutra de Morais, com quem teve dois filhos, Carlos Flávio (em 1927, que vive apenas meia hora) e Maria Julieta Drummond de Andrade, nascida em 1928.

Em 1926, ministra aulas de Geografia e Português no Ginásio Sul-Americano de Itabira e trabalha como redator-chefe do Diário de Minas.

Continuou com seus trabalhos literários e em 1930 publica seu primeiro livro intitulado “Alguma Poesia”.

Um de seus poemas mais conhecidos é “No meio do caminho”. Ele foi publicado na Revista de Antropofagia de São Paulo em 1928. Na época, foi considerado um dos maiores escândalos literários do Brasil:

“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra.”

Trabalhou como funcionário público durante grande parte de sua vida e se aposentou como Chefe de Seção da DPHAN, após 35 anos de serviço público.

Em 1982, com 80 anos, recebeu o título de “Doutor Honoris Causa” pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Drummond faleceu em dia 17 de agosto de 1987 no Rio de Janeiro. Morreu com 85 anos, poucos dias após a morte de sua filha, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade, sua grande companheira.

Curiosidades
Estátua de Drummond no Rio de Janeiro

Estátua de Drummond em Copacabana, Rio de Janeiro

Com notória importância na cultura brasileira, Drummond é considerado um dos mais influentes poetas brasileiros do século XX. Algumas homenagens a ele estão nas cidades de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul com a estátua “Dois Poetas” e na cidade do Rio de Janeiro, na praia de Copacabana, a estátua conhecida como “O Pensador”.
O documentário “O poeta de sete faces” (2002) retrata a vida e a obra de Drummond. Ele foi escrito e dirigido pelo cineasta brasileiro Paulo Thiago.
Dentre os anos de 1988 e 1990, a imagem de Drummond esteve representada nas notas de cinquenta cruzados.

28/10/2022

Esselentíssimo juiz
Certa vez, ao transitar pelos corredores do Fórum, fui chamado por um dos juízes ao seu gabinete.
– Olha só que erro ortográfico grosseiro temos nesta petição!!! Estampado logo na primeira linha do petitório lia-se: “esselentíssimo juiz”.
Gargalhando, o magistrado me perguntou :
– Por acaso esse advogado foi seu aluno na Faculdade?
– Foi sim – reconheci.
Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere?
O juiz pareceu surpreso:
– Ora meu caro, acaso você não sabe como se escreve a palavra excelentíssimo?
Então expliquei-me:
– Acredito que a expressão pode signif**ar duas coisas diferentes. Se o colega desejava se referir a excelência dos seus serviços, o erro ortográfico efetivamente é grosseiro. Entretanto, se fazia alusão a morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras.
O certo então seria dizer “Esse lentíssimo juiz“.
Depois disso, aquele magistrado nunca mais aceitou, com naturalidade, o tratamento de excelentíssimo juiz. Sempre pergunta:
– Devo receber a expressão como extremo de excelência ou como superlativo de lento?
"Usando palavras bonitas para encobrir falhas"

07/10/2022

Resposta do Professor Pestana:

A. Eis o gabarito! Este é um caso especial de uso da vírgula. Trata-se do adjunto adnominal explicativo. Ele quase sempre vem preposicionado e apresenta uma informação óbvia sobre o termo anterior: não existe outro livro "Os Lusíadas" que não seja o do escritor Camões, logo as vírgulas são obrigatórias. Veja outro exemplo: "O Neymar, do Paris Saint-Germain, é um grande jogador" — note que seria impossível retirar as vírgulas, pois sem elas se indicaria que existe outro Neymar, que joga em outro time, mas sabemos que não há. Importante: não poderia ser um aposto explicativo, pois esse tipo de aposto nunca é preposicionado.
B. Adjunto adverbial deslocado de curta extensão, vírgula facultativa.
C. Quando o "e" liga duas orações com sujeitos diferentes, a vírgula antes dele é facultativa, segundo alguns gramáticos e segundo todas as bancas (exceto a banca Idecan). Logo, por mais que haja gramáticos que digam ser obrigatória a vírgula nesse caso, há outros que dizem ser facultativa. Numa questão assim, deve-se escolher a resposta irrefutável, que é a letra A. Detalhe: quem é concurseiro de verdade sabe que questões assim são bem comuns. Cuidado! Marque sempre a "melhor resposta", ou seja, aquela que é irrefutável.
D. Apesar de haver o mito gramatical de que a vírgula é obrigatória quando uma conjunção adversativa (exceto o "mas") ou uma conjunção conclusiva inicia um período, como é o caso desta frase, isso é só um mito. Em outras palavras, não existe nenhum gramático que ensine ser obrigatória essa vírgula, nesse caso. Muito pelo contrário, os gramáticos Luiz A. Sacconi, Napoleão M. de Almeida e Carlos Nougué tratam dessa vírgula como facultativa.
E. Quando uma oração subordinada adverbial está em ordem direta, isto é, depois da oração principal, a vírgula antes dela é facultativa, segundo 99% dos gramáticos.

Guarde essas informações preciosas!

Gabarito: A. 👍

01/10/2022

RESPOSTA DO AUTOR:

1. Quando o verbo "ser" da expressão expletiva "ser + que" vier seguido de um termo preposicionado, ele f**a no singular: "Foi nelas que...".

2. Após a preposição "até", pode-se usar ou não a preposição "a", logo tanto faz "até ao fim" ou "até o fim".

3. Antes de pronome possessivo adjetivo, o artigo é facultativo, logo tanto faz "ao seu dispor" ou "a seu dispor".

Gabarito: B.

23/09/2022

.brazil

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