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   Vulcano o planeta procurado por mais de meio século e que Einstein expulsou do céu Por mais de meio século, cálculos ...
20/09/2017



Vulcano o planeta procurado por mais de meio século e que Einstein expulsou do céu

Por mais de meio século, cálculos de renomados cientistas apontaram para a existência de um planeta na órbita entre Mercúrio e o Sol - que jamais foi localizado. Apesar de até ter recebido um nome - Vulcano -, o "planeta escondido permaneceu sendo um dos mais desconcertantes fenômenos do Sistema Solar. Procurado por 56 anos, tornou-se um planeta hipotético, até que o físico alemão Albert Einstein o "expulsou" do céu com sua Teoria da Relatividade.

"É um planeta, ou se preferir, um grupo de planetas menores que circulam na proximidade da órbita de Mercúrio", propôs em 1859 Urbain Joseph Le Verrier, o mais famoso astrônomo do mundo à época e diretor do Observatório de Paris. Ele dizia que só um planeta "seria capaz de produzir a perturbação anômala sentida por Mercúrio".

Le Verrier não foi o primeiro a suspeitar da presença do planeta escondido. Anos antes, em 1846, um diagrama do Sistema Solar elaborado para escolas e academias já indicava a presença de Vulcano. Ele constava numa litografia feita por E. Jones & G.W. Newman, de Nova York, nos EUA. Mas foi a sólida reputação de Le Verrier que deu peso à hipótese sobre a existência de Vulcano.

  Os Anéis de Saturno podem ser mais jovens do que se imaginavamOs espetaculares anéis de Saturno podem ser mais jovens ...
13/09/2017



Os Anéis de Saturno podem ser mais jovens do que se imaginavam

Os espetaculares anéis de Saturno podem ser mais jovens do que astrônomos imaginavam. Pelo menos em termos astronômicos.

Dados enviados pela sonda Cassini, da Agência Espacial Americana (Nasa), sugerem que os famosos círculos ao redor do sexto planeta do Sistema Solar podem ter sido formados há "apenas" 100 milhões de anos.

Segundo, cientistas, Saturno foi formado há 4,6 bilhões de anos e tem idade similar à da Terra.

A Cassini fará ainda outros dois voos mais próximos do planeta antes de um mergulho "suicida" na atmosfera de Saturno, no dia 15.

A sonda está quase sem combustível e será destruída antes que o controle da missão perca o controle sobre ela - o objetivo é evitar que a Cassini se choque contra alguma das luas de Saturno e cause contaminações em ambientes capazes de abrigar formas microbiais de vida.

As aproximações "rasantes" da Cassini eram impensáveis quando a sonda chegou a Saturno, há 13 anos, mas o fim da missão principal agora permite que a sonda desbrave a região entre a atmosfera de Saturno e as centenas de anéis.

A sonda está enviando informações preciosas, como um mapa do campo gravitacional do planeta. A Cassini tenta ainda analisar a massa dos anéis, o que pode revelar novidades sobre sua formação.

Quanto maior for sua massa, mais velhos eles tendem a ser. Alguns cientistas acreditam que os anéis podem ter sido formados junto com o planeta. Eles precisariam de muita massa para resistir à erosão de forças como colisões com meteoritos.

Mas está que parecendo que o oposto é verdade: que a massa dos anéis é menor do que o estimado anteriormente. E, se isso for confirmado, sugere que os anéis podem ser resquícios de algum corpo celeste que se desmanchou em volta do planeta em um passado recente.

   Brasileiros descobrem planeta que orbita estrela similar ao solUma equipe composta de cientistas brasileiros anunciou...
13/09/2017



Brasileiros descobrem planeta que orbita estrela similar ao sol

Uma equipe composta de cientistas brasileiros anunciou a descoberta de um novo planeta. O estudo, que teve a participação de professores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (Universidade de São Paulo) revelou a existência de um planeta na direção da constelação de Monoceros, que orbita a estrela CoRoT ID 652345526, parecida com o Sol. O planeta está a 1.200 anos-luz de distância do Sol, o que equivale a cerca de 1,12 quatrilhões de quilômetros. A pesquisa é descrita em artigo publicado na revista britânica "Monthly Notices of the Royal Astronomical Society".

O planeta possui o tamanho aproximado de Saturno, mas com metade de sua massa. Saturno possui 116,4 mil quilômetros de diâmetro e massa 95 vezes maior do que a da Terra. A estrela tem massa 8% maior, raio 21% menor e temperatura 200 ºC mais quente que o Sol. A técnica utilizada para encontrar o planeta é chamada de "trânsito planetário".

O planeta possui o tamanho aproximado de Saturno, mas com metade de sua massa. Saturno possui 116,4 mil quilômetros de diâmetro e massa 95 vezes maior do que a da Terra. A estrela tem massa 8% maior, raio 21% menor e temperatura 200 ºC mais quente que o Sol. A técnica utilizada para encontrar o planeta é chamada de "trânsito planetário".

Para fazer a medida, foram analisadas observações feitas pelo satélite CoRoT (COnvection ROtation and Planetary Transits), construído e operado pela Agência Espacial Francesa, por outros países europeus e pelo Brasil. A confirmação da existência do planeta foi realizada utilizando a técnica de espectroscopia com um dos melhores instrumentos para esse fim, chamado Harps (High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher), pertencente ao ESO (European SOuthern Observatory e localizado em La Silla, Chile.

10/07/2017

  Existe oxigênio em outros planetas ou apenas na Terra ? A Terra é o planeta do Sistema Solar que mais possui oxigênio,...
10/07/2017

Existe oxigênio em outros planetas ou apenas na Terra ?

A Terra é o planeta do Sistema Solar que mais possui oxigênio, um dos quatro elementos químicos principais que garantem a vida como conhecemos por aqui. O gás constitui cerca de 20% de nossa atmosfera. Mas ele existe em outros planetas também ?

Na atmosfera terrestre, o oxigênio apareceu há 2,5 bilhões de anos, como resultado do processo de fotossíntese. Foi aí que apareceram os primeiros micro-organismos que respiraram gás carbônico e liberaram oxigênio.

A possibilidade de uma atmosfera semelhante à nossa (com gases) influencia na presença de seres vivos. Se atmosfera de um planeta possui grande quantidade de oxigênio, isso indicaria que existem seres vivos fazendo fotossíntese, como algas e plantas.

Agora, se a concentração caísse abaixo de 16%, não haveria oxigênio suficiente para respirar. Além disso, ele também faz parte da água, sendo fundamental para a vida em rios e oceanos. O segundo planeta provavelmente mais habitável é Marte, que possui apenas 0,13% do gás na atmosfera, uma quantidade hostil para a sobrevivência.

"O oxigênio na atmosfera é muito raro. Já descobriram o gás em Marte, em Vênus e numa lua de Saturno. Mas a atmosfera nesses lugares possui tão pouco oxigênio diluído que se torna tóxica para humanos.

A NASA JA HAVIA AFIRMADO QUE EUROPA , UMA DAS LUAS DE JUPTER SERIA O LUGAR MAIS PROVAVEL , DE ABRIGAR VIDA FORA DA TERRA.

O satélite possui um enorme oceano líquido sob uma camada de gelo fina. Um estudo comprovou que existe a presença de hidrogênio e oxigênio suficientes para a formação de vida.

Em 2020, uma sonda deverá estudar o planeta e suas luas congeladas. A hipótese é de que se as crostas esconderem algum tipo de vida, elas sejam organismos microscópicos.

  Por que provavelmente nunca encontramos vida em Marte.Sabe-se que Marte, o "Planeta Vermelho", tem um dos ambientes ma...
10/07/2017

Por que provavelmente nunca encontramos vida em Marte.

Sabe-se que Marte, o "Planeta Vermelho", tem um dos ambientes mais inóspitos do Sistema Solar.

Mas agora cientistas dizem que sua superfície é muito menos acolhedora do que se acreditava.

Análises feitas em laboratórios com compostos presentes em Marte mostraram que a superfície do planeta contém um "coquetel tóxico" de produtos químicos que podem destruir qualquer organismo vivo.

Jennifer Wadsworth e Charles Cockell, pesquisadores da pós-graduação em Astrobiologia da Universidade de Edimburgo, na Escócia, realizaram os experimentos com partículas conhecidas como "percloratos".

Esses compostos, encontrados naturalmente e sinteticamente na Terra, são abundantes no solo de Marte, segundo confirmado por missões da NASA que detectaram as substâncias em diversas partes do "planeta vermelho".

BACTERIAS

Os pesquisadores descobriram que os compostos são capazes de matar culturas da bactérias Bacillus subtilis, que representa o modo de vida básico.

À temperatura ambiente, os percloratos são compostos estáveis, mas em temperaturas elevadas tornam-se ativo.

Os cientistas queriam estudar qual seria a reação dos percloratos em temperaturas extremamente frias, como as de Marte.

Simulando as condições da superfície do planeta, que é banhado por luz ultravioleta, mas não de calor, descobriram que os compostos também podem ser ativados nessa situação.

Nos experimentos, os percloratos tornaram-se potentes bactericidas capazes de matar esses seres em minutos, esterilizando as superfícies do meio estudado, afirmam os pesquisadores.

  Cientistas descobrem exoplaneta gigante quase tao quente quanto o sol A descoberta do mais quente exoplaneta gigante j...
08/07/2017

Cientistas descobrem exoplaneta gigante quase tao quente quanto o sol

A descoberta do mais quente exoplaneta gigante já encontrado no universo foi apresentada em estudo publicado na Nature . A temperatura deste planeta, gerada pela radiação ultravioleta da estrela na qual ele orbita, é tão alta que sua atmosfera pode estar sendo evaporada, enquanto uma cauda de gás brilhante é formada.

O estudo realizado por pesquisadores das Universidades de Ohio e de Vanderbilt, ambas dos Estados Unidos, aponta que a temperatura do KELT-9b, como foi batizado o exoplaneta. Situado fora do Sistema Solar. aproximadamente 4.327°C, mais quente que a maioria das estrelas e apenas 926°C mais frio que o próprio Sol.

Esta elevada temperatura se dá por conta da intensa onda de raios ultravioletas gerada pela estrela KELT-9, que é o "Sol" deste planeta.

  Brasileiro de 7 anos é mais jovem do mundo a ganhar premio da NasaAos 7 anos, João Paulo Guerra Barrera já realizou so...
08/07/2017

Brasileiro de 7 anos é mais jovem do mundo a ganhar premio da Nasa

Aos 7 anos, João Paulo Guerra Barrera já realizou sonhos de muita gente grande: foi convidado a conhecer a sede da Nasa, nos Estados Unidos. A visita não aconteceu por acaso. Após escrever um livro e criar um game sobre o espaço, João Paulo tornou-se a pessoa mais jovem do mundo a receber um prêmio da Nasa.

O menino já arrisca o que quer ser quando crescer: "eu quero ser engenheiro e astronauta", conta. "O astronauta vai para o espaço e o engenheiro constrói. Vou construir um prédio lá, colocar um parquinho, umas plantas", explica.

No dia a dia, João Paulo faz as atividades de qualquer criança da mesma idade: joga bola, video game e assiste a filmes de animação. Mas seu interesse pelas estrelas e pelos planetas já chamava a atenção dos pais quando tinha 4 anos e pediu um telescopio de presente.

"Eu acho que já vi Júpiter e Marte com ele", conta o menino. O que mais ele sabe sobre o céu e o espaço? "Sei que lá tem muitos planetas que ainda ninguém descobriu. Eu sei disso, mas nem eu sei quais planetas são esses", br**ca.

  Cientistas Revelam raro meteorito de 4,5 bilhoes de anos na Holanda Cientistas holandeses revelaram nesta segunda (26)...
06/07/2017

Cientistas Revelam raro meteorito de 4,5 bilhoes de anos na Holanda

Cientistas holandeses revelaram nesta segunda (26) a descoberta de um meteorito com cerca de 4,5 bilhões de anos de antiguidade, que poderia conter indícios preciosos relativos à criação do Sistema Solar.

"Os meteoritos são muito especiais, visto que não temos rochas desta idade na Terra", declarou o geólogo Leo Kriegsman, do Centro de biodiversidade Naturalis de Leiden (centro), em um vídeo difundido no Youtube.

Com o tamanho de um punho fechado e cerca de 500 gramas de peso, o meteorito atravessou com grande velocidade o teto de uma casa em Waterland, ao norte de Amsterdã, em janeiro passado.

Apesar de terem sido realizadas buscas intensas, não foram encontrados outros fragmentos deste meteorito, descoberto por moradores do lugar.

Apesar de a cada quatro anos ocorrerem verdadeiras chuvas de meteoritos neste país, as pequenas rochas espaciais são muito difíceis de encontrar. Trata-se apenas do sexto meteorito descoberto na Holanda nos últimos 200 anos.

"Podemos aprender mais sobre o que aconteceu no início do Sistema Solar, quando uma nuvem estelar se fragmentou e começaram a se formar minerais, e então começaram a se criar planetoides pela primeira vez", explica Kriegsman.

"Isto nos oferece informação sobre o que ocorreu no começo, quando a Terra se formou", acrescenta.

O geólogo estimou que o meteorito provém da região que se estende entre Marte e Júpiter, onde há um grande cinturão de asteroides, com "muitas rochas e pequenos planetas", que às vezes saem das suas órbitas.

O Centro de biodiversidade de Leiden realizou te**es exaustivos com este meteorito antes revelar sua existência.

"Queremos estar 100% seguros da espécie do meteorito, e por isso primeiro devemos realizar pesquisas", explicou Kriegsman à AFP.

  A estrategia da Nasa para , pela 1ª Vez desviar um asteroide que passará perto da Terra E Como sera a MissãoA Nasa, ag...
06/07/2017

A estrategia da Nasa para , pela 1ª Vez desviar um asteroide que passará perto da Terra

E Como sera a Missão

A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, prepara uma ambiciosa missão: desviar um asteroide que passará perto da Terra. O alvo é um asteroide chamado Didymos ("gêmeo" em grego), que conta com um sistema binário, ou seja, dois corpos: o Didymos A tem aproximadamente 780 metros de comprimento, e o Didymos B, um corpo menor que o envolve, tem uns 160 metros.

A previsão é de que esse asteroide passe relativamente perto da Terra, a cerca de 11 milhões de quilômetros de distância, em outubro de 2022 e depois em 2024.

É aí que a Nasa quer colocar em prática a primeira missão para demonstrar uma técnica de deflexão, isto é, de desvio do asteroide para proteger o planeta.

"O risco de impacto do asteroide é real, pergunte aos dinossauros", diz à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC) Jean Luc Margot, professor de astronomia da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). "Diferente de outros perigos naturais como furacões, erupções vulcânicas, terremotos, etc, os impactos dos asteroides podem ser evitados com a tecnologia atual."

COMO SERA A MISSÃO ?

No momento, a Nasa trabalha no design do Teste de Redirecionamento do Asteroide Duplo (DART, na sigla em inglês).
"O DART será a primeira missão da Nasa para colocar na prática o que é conhecido como técnica de pêndulo cinético - bater no asteroide para mudar sua órbita - a fim de defender a Terra de um possível impacto futuro", explica Lindley Johnson, especialista em defesa planetária da Nasa em Washington.

E, para testar esse novo projeto, que ainda se encontra em uma fase preliminar, os cientistas da agência espacial acreditam que o Didymos é a melhor oportunidade.

"Um asteroide binário é o laboratório natural perfeito para esse teste", diz Tom Statler, cientista do programa do DART, em comunicado da Nasa. "O fato de o Didymos B estar em órbita ao redor do Didymos A faz com que seja mais fácil ver os resultados do impacto e garante que o experimento não mude a órbita da ambos ao redor do Sol."

MAIS RAPIDO QUE UMA BALA

Segundo a Nasa, o DART atingirá o Didymos B, o asteroide menor, "a uma velocidade de 6 km por segundo, nove vezes mais rápido que uma bala".

Endereço

Nepomuceno, MG

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