Pós Graduação em Ciências Biomédicas UFF

Pós Graduação em Ciências Biomédicas UFF O programa de pós-graduação em Ciências Biomédicas UFF possui duas áreas de concentração: Fisiologia e Farmacologia. Visite o nosso site.

Os resultados desta tese demonstraram que os polissacarídeos isolados das algas e microalgas F. vesiculosus, U. pinnatif...
19/05/2026

Os resultados desta tese demonstraram que os polissacarídeos isolados das algas e microalgas F. vesiculosus, U. pinnatifida, C. sorokiniana, Nannochloris sp. Naumann, S. obliquus e S. acuminatus, bem como os extratos das plantas A. hippocastanum e M. officinalis foram capazes de inibir significativamente as atividades proteolítica, coagulante e fosfolipásica dos venenos de Bothrops jararaca, Bothrops jararacussu e Bothrops neuwiedi. Estes efeitos dependeram da espécie, concentração e/ou compostos presentes nos produtos naturais, sugerindo especificidade de interação com os componentes tóxicos. Em conjunto, os achados indicam que os produtos naturais estudados apresentaram potencial como agentes auxiliares na neutralização de atividades tóxico-farmacológicas de venenos de serpentes Bothrops.

Este estudo foi orientado por Andre Fuly.

A pesquisa desenvolvida pelo grupo da Profa. Leticia ganhou destaque na mídia.
18/05/2026

A pesquisa desenvolvida pelo grupo da Profa. Leticia ganhou destaque na mídia.

Artigo novo na área! 📚
14/05/2026

Artigo novo na área! 📚

Demonstramos que  o modelo de glaucoma (I/R) estudado induz gliose reativa na retina, e o bloqueio de TRPA1 não reuduz, ...
13/05/2026

Demonstramos que o modelo de glaucoma (I/R) estudado induz gliose reativa na retina, e o bloqueio de TRPA1 não reuduz, em algumas regiões até aumenta esse efeito. Mostramos que a I/R modula marcadores de inflamação e estresse oxidativo. E que o olho contralateral à I/R sofre alterações moleculares sutis, fazendo com que não configure um bom controle experimental, como normalmente é utilizado na literatura.

Este estudo foi orientado por Karin Calaza.

Apesar de não haver indícios de mutação no gene TP53 de forma significativa na LLA-B, tal como ocorre em outros tumores,...
15/04/2026

Apesar de não haver indícios de mutação no gene TP53 de forma significativa na LLA-B, tal como ocorre em outros tumores, é descrito que existe a possibilidade das isoformas de p53 aparentemente podem atuar como moduladores da atividade de p53 em sua via. O estudo teve como principal achado ( em uma coorte de 135 pacientes com LLA-B), entre as isoformas analisadas, Δ133p53α destacada por apresentar elevada frequência de detecção, ampla variação nos níveis de expressão e associação com a ocorrência do primeiro evento clínico, embora sem implicações prognósticas diretas no desenho adotado. Esses achados apontam para um possível papel modulador dessa isoforma na biologia da LLA-B, que merece ser investigado em estudos funcionais e longitudinais futuros. Em modelo in vitro, utilizando células RS4,11 (associadas ao grupo de pior prognóstico), a isoforma de nível de expressão mais elevado foi a Δ40p53, associada ao comportamento de agregação proteica em tumores sólidos e por consequência, piora do quadro tumoral. Em conjunto, os dados in silico e in vitro indicam que a diversidade de isoformas de p53 já está estabelecida no momento do diagnóstico da LLA-B pediátrica, manifestando-se como variação interindividual nos níveis de expressão, mas sem padrão específico por subtipo molecular. Essa observação, aliada à detecção concomitante de isoformas completas e truncadas em um modelo celular homogêneo, sugere que a regulação isoforma-dependente do TP53 constitui uma característica basal da biologia das células leucêmicas, e não apenas um reflexo da heterogeneidade entre pacientes.

Este estudo foi orientado por Etel Gimba.

✨ Depressão, interseccionalidade e academia ✨O transtorno depressivo maior afeta 5,7% da população mundial, com maior im...
10/04/2026

✨ Depressão, interseccionalidade e academia ✨

O transtorno depressivo maior afeta 5,7% da população mundial, com maior impacto sobre mulheres e grupos socialmente marginalizados. A partir da teoria da interseccionalidade, entendemos que racismo e sexismo não atuam isoladamente, mas se combinam, produzindo desigualdades específicas.

📊 Em um estudo com 3.857 pessoas da comunidade acadêmica brasileira, utilizando o PHQ-9, observou-se que mulheres negras apresentaram os maiores níveis de sintomas depressivos: 57,1% acima do ponto de corte para provável diagnóstico de depressão — taxas superiores às de mulheres brancas, homens negros e homens brancos.

📉 As análises confirmaram efeitos significativos de raça, gênero e sua interação, mostrando que mulheres negras têm o dobro de chance de apresentar provável depressão quando comparadas a homens brancos.

⚠️ Esses dados evidenciam que barreiras estruturais, como sub-representação e estresse racializado, seguem presentes na academia e aprofundam desigualdades em saúde mental.

🖤✊🏾 É urgente pensar políticas de saúde mental interseccionais, que reconheçam e enfrentem as vulnerabilidades vividas por mulheres negras no ambiente acadêmico.

Este estudo foi orientado por Leticia de Oliveira e Mirtes Pereira.

Sexismo PHQ9 CiênciaComEquidade

Oportunidade!!!
31/03/2026

Oportunidade!!!

📚Defesa de Dissertação de Mestrado
30/03/2026

📚Defesa de Dissertação de Mestrado

O trabalho reforçou o uso da linhagem SHR como modelo para investigar déficits no controle inibitório e sua sobreposição...
26/03/2026

O trabalho reforçou o uso da linhagem SHR como modelo para investigar déficits no controle inibitório e sua sobreposição neurobiológica em transtornos psiquiátricos, como TDAH, TOC e TUS.
A modulação farmacológica de TAAR1 e o tratamento com fluoxetina revelaram melhora no controle inibitório dependentes de linhagem e s**o, observados na diminuição de comportamentos de risco, hiperativos e repetitivos/tipo-compulsivos.
Coletivamente, os achados sugerem que os ligantes de TAAR1 exercem ações dependentes do contexto fisiológico, possivelmente relacionados ao tônus dopaminérgico, em consonância com a farmacodinâmica de estimulantes. Enfatizam, ainda, a necessidade de investigar os mecanismos específicos da participação de TAAR1, considerando as diferenças de s**o nos sistemas dopaminérgicos, bem como o viés funcional dos ligantes.
Entretanto, os ligantes de TAAR1 não foram capazes de atenuar os estados emocionais e somáticos relacionados à retirada de etanol. De maneira contrária, TAAR1 pareceu contribuir ou piorar. Embora os ligantes TAAR1 sejam eficientes em suprimir comportamentos de busca e consumo de substâncias reforçadoras, é possível que efeito não seja interessante durante a síndrome de abstinência alcoólica.
Por fim, as evidências obtidas ampliam o entendimento dos construtos impulsivos e compulsivos e, por sua vez, a investigação de modelo translacional que integre a neurobiologia do TDAH, TOC e TUS. Esses achados ressaltam, ainda, a importância de considerar as diferenças se***is no desenvolvimento de estratégias terapêuticas para esses transtornos.

Este estudo foi orientado pelo Pablo Pandolfo.

Endereço

Rua Professor Hernani Melo 101
Niterói, RJ
24210-130

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