GEMA:Grupo de pesquisa Gênero e meio Ambiente

GEMA:Grupo de pesquisa Gênero e meio Ambiente Esse grupo tem como objetivo divulgar ações,eventos,pesquisas e publicações com a temática gênero e meio ambiente ,principalmente na Amazônia.

A primeira médica brasileira foi uma paraense, cabocla ribeirinha de Igarapé Mirim. Muito poucos sabem disso. A desconhe...
09/05/2020

A primeira médica brasileira foi uma paraense, cabocla ribeirinha de Igarapé Mirim. Muito poucos sabem disso. A desconhecida história e exemplo de vida de Anna Turan Falcão. Ignorada até mesmo pela historiografia oficial brasileira. Mas não pela História compromissada em resgatar pessoas de grande valor histórico e social.

Nascida em 1862, foi a primeira mulher brasileira médica formada. Mas a historiografia oficial reconhece outra médica, Rita Lobato, gaucha, que se formou meses depois, no mesmo ano em que Ana Falcão, em 1887, como a primeira mulher médica da nossa história.
Anna Falcão foi figura acima de seu tempo. Numa época em que a mulher era submetida ao tradicional sistema familiar patriarcal (esposa e mãe apenas), ela sonhou, rompeu a tradição e realizou seu sonho, ser médica e ajudar as pessoas, sobretudo aquelas pessoas pobres, ribeirinhas, desassistidas quase por completo do poder público.
A história de Anna Falcão é admirável. Era a filha mais velha de três irmãos, sendo que o pai, senhor de engenho, queria que um dos filhos homens fosse médico, mas esse filho não quis estudar. Ana então, com o apoio do pai, resolveu ser médica. Por várias décadas, ajudou a curar milhares de pessoas e combater várias doenças tropicais na Amazônia. Deixou seu legado riquíssimo para a nossa história.

Porém, teve que passar pelo caminho das pedras. O grande problema desfavorável a Ana foi que ela se formou nos EUA e seu diploma precisava ser revalidado no Brasil, e isso levou dois anos, quando ela retornou. Enquanto isso, a gaúcha, que se formou por aqui, foi oficialmente reconhecida como a primeira médica brasileira.

Mas esse fato não ofuscou a importancia histórica de Ana Falcão. Deixou marcada sua trajetória na memória e na história da Medicina do Pará e do Brasil.

Fonte pesquisada: artigo "Anna Turan Machado Falcão (1862-1940): A pioneira médica esquecida da Amazônia", Aristoteles Miranda e José Maria de Abreu
Via grupo Nostalgia Belém:Adriano Costa

Por que poucas mulheres fazem artes em Parintins?Eu sempre me questionei e já fui questionado por outras pessoas. Esse a...
10/11/2019

Por que poucas mulheres fazem artes em Parintins?
Eu sempre me questionei e já fui questionado por outras pessoas.
Esse ano trabalhando bem próximo das minhas alunas, para a exposição no Liceu, dona Sônia Mara me fez vê, o quanto é difícil para uma MULHER fazer arte.
Pai e mãe de 3 filhos, dona Sônia faz artesanato e vende mudas de plantas para sobreviver. Tirar um tempo para desenhar e pintar é quase impossível, mas ela consegue e conseguiu, com todas as dificuldades terminar a sua obra.
Sônia, nutre o sonho de fazer Artes Visuais na Universidade.
Semeador
Artista: Sônia Mara Nascimento
Instalação
Exposição " Espaços, Meu, Teu, Nosso"
Galeria: Jair Mendes
Liceu de artes Claudio Santoro Parintins
Autor do texto:Josinaldo Matos
Fotografia:Josinaldo Matos

O protagonismo feminino  na história  foi silenciado  por séculos.As mulheres lutam  diariamente  pelo reconhecimento.Nã...
26/10/2019

O protagonismo feminino na história foi silenciado por séculos.As mulheres lutam diariamente pelo reconhecimento.Não existe trabalho de homem,ou trabalho de mulher:Estaremos onde desejamos ficar.
Parabéns,Maestras do Touro Branco.

Maestras: Batucada do Touro Branco é comandada por mulheres
Taila Cabral Foto: Glenda Dinely
Confira materia completa no link abaixo:https://parintins24hs.com.br/mulheres-sao-pearas-na-batucada-no-touro-branco-de-barreirinha/

As Mulheres de nossa história  foram invisibilizadas:Joana de Castela, a Doida da Espanha " Quando te disserem que você ...
20/10/2019

As Mulheres de nossa história foram invisibilizadas:

Joana de Castela, a Doida da Espanha

" Quando te disserem que você é louca, lembre-se que num dia 6 de novembro, nasceu Joana de Castela, uma Rainha que nunca foi louca, nunca!
Joana foi obrigada a se casar aos 16 anos com um rapaz a quem chamavam “o lindo”, (Felipe, o lindo) mesmo que não fosse. (de acordo com os retratos, era bem feio)
O cara se beneficiou desde o primeiro dia de todas as senhoras da corte.
Joana se zangava, logicamente, porque exigia um respeito que a ela não era dado.
Nem como mulher, nem como rainha, nem como esposa.
E é por isso que a chamavam de louca.
Quando o seu marido morreu, Joana reivindicou o trono de Rainha de Castela, que a ela estava destinado.
O Rei Fernando, o seu próprio pai, não queria que Joana reinasse.
Então, decidiu que ela estava louca. E trancou-a.
Joana, além disso, ainda era jovem e muito bela.
O Rei temia que voltasse a casar-se e contasse com um homem que a apoiasse na luta pelo trono. Melhor presa...
Quando o seu filho Carlos foi visitá-la, dizem que ela "lhe cedeu graciosamente" o poder. Mentira!
Carlos Obrigou-a a assinar e deixou-a lá: Presa!
Joana era uma mulher culta, que falava latim e escrevia poesia...
Mas a história a chamou de Joana, a louca e não Joana, a prisioneira.
Joana de Castela é uma de tantas mulheres a quem a história negou sua verdadeira voz.
Da próxima vez que te chamarem louca, lembra que louca é a primeira coisa que se diz a uma mulher quando a querem silenciar!

Tradução do texto de Paco Alonso

Dica de hojeA Coordenação e demais pesquisadoras/es associadas/os do GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS “ENEIDA DE MORAES” SOB...
10/10/2019

Dica de hoje
A Coordenação e demais pesquisadoras/es associadas/os do GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS “ENEIDA DE MORAES” SOBRE MULHER E RELAÇÕES DE GÊNERO – GEPEM convidam professoras/es, pesquisadoras/es, estudantes, especialistas, profissionais, movimentos sociais e integrantes dos diversos Grupos e Núcleos, Centros e Programas de Pesquisas e Estudos sobre a questão de gênero e mulheres das diversas Regiões para participarem do V ENCONTRO AMAZÔNICO- MULHERES AMAZÔNIDAS: DEMOCRACIA, RESISTÊNCIAS, CONSTRUÇÃO DE SABERES, intencionando avaliar o impacto, no campo acadêmico (ensino, pesquisa e extensão), dos estudos sobre mulheres e relações de gêneros na Amazônia. O Encontro objetiva: a) reforçar a rede de pesquisadoras/pesquisadores, estudantes, profissionais e membros de movimentos sociais voltados à pesquisa das relações de gênero e a suas aplicações na região amazônica; b) identificar áreas que necessitam atenção de pesquisa, de formação de recursos humanos e de fundamentação de políticas públicas promotoras de equidade de gênero; c) dar visibilidade acadêmica e na sociedade mais ampla ao tema da diversidade de gênero na Amazônia; d) fortalecer a teoria crítica feminista latino-americana que tem fomentado estudos sobre as mulheres com base na interseccionalidade, perspectiva esta que interage em níveis múltiplos nas questões de gênero, classe, raça, capacidade, orientação sexual, religião, idade e demais eixos de identidade; e) construir parcerias com as organizações de mulheres da Amazônia, visando ao intercâmbio de saberes para contribuir nas demandas de políticas sociais; f) estimular a linha de publicações já iniciada nos encontros anteriores, prevendo a difusão, maior alcance e circulação dos estudos realizados na Região Norte sobre essas questões.
O V Encontro reveste-se de especial importância por duas razões principais. De um lado, pela crescente relevância da temática, quando as demandas sociais por crescimento econômico inclusivo e respeitoso dos limites ambientais incluem, em ampla medida, a atenção às injustiças baseadas nas relações sociais de gênero. De outro lado, o evento marca os 25 anos de existência do GEPEM, cuja trajetória acumula vasta produção de pesquisa, extensão e ensino, este último com presença de docentes em diferentes cursos de graduação, pós-graduação e de outros níveis no âmbito da UFPA e, também, em instituições de outras regiões.
https://www.encontroamazonico.com
Contato: Grupo de Estudos e Pesquisas "Eneida de Moraes"sobre Mulher e Relações de Gênero -
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Universidade Federal do Pará.
Rua Augusto Corrêa, 01- CEP: 66075-110, Guamá, Belém - PA.
Tel.: 3201-8215. E-mail: [email protected].

Sustentabilidade a flor da pele.  #Comunidade da Salvação,Alenquer-Pa,2017.
04/10/2019

Sustentabilidade a flor da pele.
#
Comunidade da Salvação,Alenquer-Pa,2017.

Sugestão  de leitura  de hoje:A questão  ambiental Essa obra trata da questão  ambiental considerando  a sociedade  e na...
03/10/2019

Sugestão de leitura de hoje:
A questão ambiental

Essa obra trata da questão ambiental considerando a sociedade e natureza,política,e gestão ambiental,sustentabiliade e educação ambiental,perícia ambiental,turismo sustentável-planejamento e gestão,encostas e a questão ambiental e canais fluviais.

Utilidade  pública .Vamos participar!!!
03/10/2019

Utilidade pública .
Vamos participar!!!

O SISTEMA AMBIENTAL  É EXUBERANTE!!!!!Sua majestade, a Castanheira. Relíquia isolada das exuberantes florestas que exist...
03/10/2019

O SISTEMA AMBIENTAL É EXUBERANTE!!!!!
Sua majestade, a Castanheira. Relíquia isolada das exuberantes florestas que existiam no Xingu. Trabalho de campo em Altamira (PA), 30 setembro 2019. Obs. humano na base da árvore.
Texto:Rogério Gribel

Participem,um evento  imperdível!!!Boas Vindas  O Seminário Internacional Fazendo Gênero 12 acontecerá entre os dias 26 ...
03/10/2019

Participem,um evento imperdível!!!
Boas Vindas
O Seminário Internacional Fazendo Gênero 12 acontecerá entre os dias 26 e 31 de julho de 2020 na Universidade Federal de Santa Catarina e reunirá pesquisadoras, estudantes, ativistas, artistas, professoras e interessadas nas questões que envolvem o gênero, as mulheres, feminismos e sexualidades. O tema deste ano é “Lugares de fala: direitos, diversidades, afetos”. A concepção geral do Seminário Internacional Fazendo Gênero 12 coloca-se no debate atual dos feminismos e das visibilidades de minorias, reconhecendo a importância das vozes que falam por si e por um comum compartilhado, reivindicando direitos, quando e sempre que o contexto e a força das mediações as ameaçar de silenciamento.

Endereço

EStrada Do Odovaldo Novo
Parintins, AM

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