Projeto de Monitoramento de Praias - PMP BS Univali - Trecho 4

Projeto de Monitoramento de Praias - PMP BS Univali - Trecho 4 Para isso, é realizado o monitoramento de 2.100 km de praias entre Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Projeto de Monitoramento de Praias (PMP-BS)

O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural no Pré-Sal da Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama. Esse projeto tem como objetivo avaliar os possíveis impact

os das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, por meio do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos e mortos. Na primeira fase do projeto, a Petrobras firmou contrato com a Fundação Universidade do Vale do Itajaí (Univali), que faz o monitoramento de aproximadamente 1000 km de praias entre Laguna (SC) e Ubatuba (SP). Já a segunda fase é realizada entre as cidades de Paraty e Maricá, no Rio de Janeiro. A Univali é a responsável pela coordenação e execução destas atividades junto a uma rede de instituições que atua ao longo do litoral. São elas: Associação R3 Animal, Instituto Argonauta, Instituto Gremar, Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC), Universidade da Região de Joinville (Univille), Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto Australis (Projeto Baleia Franca), Projeto Biopesca, e Fundação Pró-Tamar. Para a operacionalização da rede de atendimentos veterinários foram disponibilizados 50 veículos e estão sendo construídas ou reformadas quatro Unidades de Estabilização nas cidades de Penha/SC, São Sebastião/SP, São Francisco do Sul/SC e Laguna/SC; outros cinco Centros de Reabilitação e Despetrolização nas cidades de Ubatuba/SP, Guarujá/SP, Ilha Comprida/SP, Pontal do Paraná/PR e Florianópolis/SC;e três Bases de Apoio em Praia Grande/SP, Imbituba/SC e na Ilha do Superagui/PR, que darão suporte às atividades. No total, atuam neste projeto cerca de 300 profissionais, entre biólogos, oceanógrafos, veterinários e monitores das comunidades locais.

Lobo-marinho-subantártico é resgatado em Barra Velha A Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de ...
28/08/2026

Lobo-marinho-subantártico é resgatado em Barra Velha

A Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), recebeu, na quarta-feira (26), um acionamento sobre a presença de um lobo-marinho-subantártico (Arctocephalus tropicalis) na praia de Barra Velha (SC).

A equipe veterinária do PMP-BS/Univali esteve no local para monitorar o animal e avaliar suas condições de saúde. De acordo com a médica-veterinária Mirela Mezadri, o lobo-marinho, um macho adulto, apresentava boas condições físicas, frequência respiratória dentro dos parâmetros esperados e estava bastante reativo à aproximação. Na ocasião, o animal apresentava ap***s um pequeno ferimento recente no focinho. A equipe também realizou o isolamento da área utilizada pelo lobo-marinho para descanso.

Na quinta-feira (27), o lobo-marinho foi novamente localizado na região, apresentando lesões após ter sido atacado por cães. Devido às condições do animal, a equipe do PMP-BS optou pelo resgate.

Após o resgate, o lobo-marinho foi encaminhado à Unidade de Estabilização de Animais Marinhos da Univali, em Penha, onde está recebendo os cuidados necessários. Foram realizados exames clínicos, administração de medicação, limpeza dos ferimentos e curativos. O animal permanece sob os cuidados da equipe.

A presença de lobos-marinhos no litoral catarinense é mais comum entre os meses de junho e outubro, período em que esses mamíferos marinhos realizam deslocamentos em busca de alimento e podem utilizar praias e costões como locais de descanso. Por isso, encontrar um indivíduo na areia nem sempre significa que ele esteja debilitado ou precise de resgate.

Embora possam parecer dóceis, lobos-marinhos são animais silvestres, e a aproximação pode causar estresse e interferir em seu período de descanso. É muito importante manter animais domésticos afastados, pois a interação pode resultar em perseguições, ataques, ferimentos e em casos mais graves até o óbito dos animais silvestres.

Animais domésticos, como cães e gatos soltos, muitas vezes sem a supervisão de um responsável, podem gerar problemas de saúde pública e importunar animais silvestres que utilizam as praias para descanso, alimentação ou reprodução. A perda de habitat é um dos principais riscos para os animais silvestres e, com a crescente urbanização do litoral, esse problema também tem se agravado.

Seja responsável com o seu pet e evite levá-lo à praia. Animais abandonados também representam um problema social que precisa ser tratado pelo poder público.

Ao avistar um lobo-marinho:
Entre em contato com o PMP-BS pelo telefone 0800 642 3341;
Mantenha distância do animal e, caso haja isolamento, respeite a área demarcada;
Não toque nem tente interagir com o animal;
Não tente alimentá-lo;
Não tente devolvê-lo ao mar;
Mantenha animais domésticos afastados;
Caso o animal apresente ferimentos ou sinais de debilidade, não tente socorrê-lo. Acione o PMP-BS para que a equipe possa avaliar a ocorrência.

➡️ A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

📊 O que 11 anos de monitoramento das praias podem nos contar? Desde o início do Projeto de Monitoramento de Praias da Ba...
24/08/2026

📊 O que 11 anos de monitoramento das praias podem nos contar?

Desde o início do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), em 2015, a Univali – Unidade Penha já registrou 22.262 ocorrências de fauna-alvo no Trecho 4, área que compreende os municípios entre Barra Velha e Governador Celso Ramos.

Nesse período, foram:

🐦 11.681 registros de aves
🐢 9.428 registros de tartarugas
🐬 1.153 registros de mamíferos marinhos

Foram mais de 295 mil quilômetros de praias percorridos e 7.323 acionamentos da população atendidos.

Além disso, mais de 1.000 animais que passaram parte da estabilização ou reabilitação na Unidade de Estabilização de Animais Marinhos da Univali – Unidade Penha e puderam retornar à natureza.

Do total de ocorrências, 3.342 animais foram encontrados vivos e 18.920 mortos. Ao longo desses 11 anos, 70 espécies foram identificadas nos registros.

Entre as espécies com maior número de ocorrências estão a tartaruga-verde (Chelonia mydas), com 8.508 registros, o pinguim-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus), com 6.690, e o gaivotão (Larus dominicanus), com 1.677.

Também estão entre as mais registradas a toninha (Pontoporia blainvillei), com 823 ocorrências, e a tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta), com 758.

Mais do que números, esses registros formam uma série histórica importante para acompanhar a fauna marinha ao longo do tempo e gerar informações sobre as ocorrências registradas nas praias monitoradas, as condições de saúde e causas de morte das dos tetrápodes marinhos. São informações que tem um valor científico imenso e continuarão sendo usadas no meio científico por muitos anos, gerando novos conhecimentos e apoiando as tomadas de decisão para a conservação das espécies.

Estes números expressivos são o resultado de um trabalho contínuo realizado por uma equipe multidisciplinar comprometida com a conservação dos oceanos. Uma equipe que diariamente enfrenta e supera diversos desafios para trazer as informações reveladas nestes 11 anos.

Arraste para o lado e confira alguns números desses 11 anos de PMP-BS. 👉🌊

E viva o PMP-BS! 🥳👏🏻

A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

24/08/2026

Há 11 anos, o PMP-BS faz parte da rotina das nossas praias!

Neste dia 24 de agosto, o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) celebra 11 anos de atuação! 💙

Ao longo dessa trajetória, o trabalho reúne monitoramento diário das praias, atendimento a animais marinhos vivos, registro e necropsia de animais encontrados mortos, exames, coleta de amostras biológicas, produção de dados e ações de Educação Ambiental.

Aqui no Trecho 4, a Univali – Unidade Penha é responsável pelo monitoramento das cidades entre Barra Velha e Governador Celso Ramos, acompanhando de perto as ocorrências envolvendo aves, tartarugas e mamíferos marinhos. Essa trajetória já soma mais de 22 mil registros de encalhes de fauna-alvo. 🐢🐧🐬🐋

Milhares de registros que ajudam a ampliar o conhecimento sobre a fauna marinha e a compreender melhor o que acontece ao longo dos anos nas nossas praias.

São 11 anos de trabalho em campo, dados coletados e muita gente envolvida para ampliar o conhecimento sobre a fauna marinha e contribuir com a conservação.

Hoje, a gente celebra as conquistas, os resultados e principalmente quem faz e quem fez parte dessa história. 💙

🥳 11 anos de PMP-BS! 👏🏻🐢🐧🐬🐋

A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

Em 2026 Toninhas seguem sendo  encontradas mortas no Trecho 4 do PMP-BS. Até o momento foram registrados três fetos e um...
19/08/2026

Em 2026 Toninhas seguem sendo encontradas mortas no Trecho 4 do PMP-BS. Até o momento foram registrados três fetos e um filhote, os demais foram indivíduos juvenis e adultos.

Do início de 2026 até o dia 15 de agosto, a equipe da Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), registrou 44 toninhas (Pontoporia blainvillei) no Trecho 4. Desse total, 43 foram encontradas mortas e uma, viva.

Os registros ocorreram em diferentes pontos da área monitorada pela instituição, que compreende o litoral entre Barra Velha e Governador Celso Ramos (SC). Os encalhes foram registrados em sete municípios: Penha, com 14 ocorrências; Barra Velha e Navegantes, com 11 cada; Balneário Piçarras, com cinco; e Balneário Camboriú, Bombinhas e Itajaí, com uma ocorrência cada.

Entre as ocorrências mais recentes estão duas fêmeas adultas com fetos em desenvolvimento encontradas mortas em Barra Velha, nos dias 4 e 6 de agosto. Os animais foram recolhidos pela equipe e encaminhados à Unidade de Estabilização de Animais Marinhos da Univali, em Penha (SC), onde passaram por necropsia.

A primeira toninha foi encontrada no dia 4 de agosto, na Praia do Tabuleiro. A fêmea adulta pesava 25 quilos, apresentava bom escore corporal e estava em avançado estado de decomposição. Durante a avaliação externa, foi observada uma marca linear no rostro compatível com emalhe acidental em rede, além de fratura na região.

O animal estava gestante e o feto também foi registrado para que essa informação fique disponível aos que tiverem interesse. Durante os procedimentos de necropsia, foram coletadas amostras de dentes, tecido adiposo e músculo da mãe.

Dois dias depois, em 6 de agosto, outra fêmea adulta foi encontrada morta na Praia do Grant, também em Barra Velha. O animal pesava 27,5 kg, apresentava bom escore corporal e também estava gestante. Assim como no primeiro caso, a carcaça encontrava-se em avançado estado de decomposição e foram coletadas amostras biológicas durante o exame.

Em ambos os casos, o avançado estágio de decomposição das carcaças impossibilitou a avaliação das condições de saúde dos animais antes do óbito e a determinação da causa de morte. No entanto é possível afirmar que, fêmeas gestantes com bom escore corporal tendem a ter boas condições de saúde e a causa de morte provavelmente esteve relacionada à algum evento agudo, como afogamento por exemplo.

As fêmeas têm ap***s um filhote a cada dois ou três anos, e a gestação dura aproximadamente 11 meses. O principal período de nascimento ocorre na primavera. Período em que também aumentam os encalhes desta espécie.

Infelizmente, a espécie enfrenta grandes desafios para sobreviver. A captura acidental em redes de pesca (emalhe acidental) é hoje a principal ameaça, mas não a única. A toninha também sofre com a poluição dos oceanos e com a degradação do habitat marinho, problemas que se intensificam nas regiões costeiras onde vive. Desde 2014 a toninha consta na Lista Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção na categoria “criticamente em perigo”.

A coleta de informações dos animais encontrados nas praias, incluindo dados biométricos, avaliação das carcaças, necropsias e coleta de amostras biológicas, contribui para ampliar o conhecimento sobre a ocorrência da espécie na região e sobre as possíveis ameaças às quais esses animais estão expostos.

A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

Trecho 4 do PMP-BS registra 597 encalhes de pinguins-de-Magalhães entre maio e julho 🐧A Univali – Unidade Penha, por mei...
10/08/2026

Trecho 4 do PMP-BS registra 597 encalhes de pinguins-de-Magalhães entre maio e julho 🐧

A Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), registrou 597 encalhes de pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus) no Trecho 4 do projeto entre os meses de maio e julho, período em que a espécie migra para o litoral brasileiro.

Do total de registros, 50 animais foram encontrados vivos e 547 mortos. Entre os municípios monitorados, Bombinhas concentrou o maior número de encalhes, com 223 registros, seguida por Porto Belo (128), Barra Velha (80), Balneário Camboriú (27), Balneário Piçarras (26), Itapema (25), Navegantes (21), Penha (35), Itajaí (18), Governador Celso Ramos (13) e Tijucas (1).

Esses foram os registros de encalhes ap***s dos três primeiros meses da temporada de 2026. Os encalhes devem continuar acontecendo até outubro, por isso é importante estar atento às orientações sobre como proceder ao encontrar um pinguim na praia.

Os pinguins-de-Magalhães se reproduzem na Patagônia Argentina, e migram anualmente em busca de alimento e águas mais quentes, alcançando a costa brasileira durante os meses de inverno. Grande parte dos indivíduos que chegam ao litoral é formada por juvenis em sua primeira migração, o que torna esse período especialmente desafiador.

Ao longo da viagem, alguns animais podem apresentar sinais de exaustão, caquexia, desnutrição, doenças, além de sofrer com os impactos decorrentes da interação com atividades humanas, como ingestão de resíduos sólidos, captura acidental em petrechos de pesca e contaminação por poluentes.

Quando encontrados debilitados, os pinguins são resgatados pelas equipes do PMP-BS, aqui no Trecho 4 eles recebem atendimento inicial aqui na Unidade de Estabilização de Animais Marinhos da Univali, em Penha (SC). Após avaliação veterinária, eles recebem tratamento de acordo com as condições de saúde, após a fase de estabilização eles são transferidos para o Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM/R3 Animal), em Florianópolis (SC), onde permanecem em recuperação até estarem aptos para retornar ao ambiente natural.

🐧 Encontrou um pinguim na praia? Não tente devolvê-lo ao mar, mantenha distância, não alimente e mantenha animais domésticos afastados. Acione o PMP-BS pelo 0800 642 3341.

➡️ A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

A Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), recebeu, na manhã...
04/08/2026

A Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), recebeu, na manhã dessa segunda-feira (03), um acionamento sobre o encalhe da carcaça de uma baleia no município de Itapema (SC).

A equipe deslocou-se até o local e constatou que se tratava do mesmo animal que estava à deriva desde sábado entre os molhes de Itajaí e Navegantes. Após análise inicial, foi confirmado que se tratava de uma baleia fêmea, com aproximadamente 9,5 metros de comprimento.

Ainda na segunda-feira, foram realizadas a biometria e a coleta de amostras para análise genética, que permitirá confirmar a espécie do animal. A avaliação preliminar da equipe indica que se trata de uma baleia-de-Bryde (Balaenoptera edeni). No fim da tarde, a carcaça foi retirada do costão e transportada até a Praia Grossa.

Na manhã desta terça-feira (04), a equipe retornou ao local para realizar a necropsia, com o objetivo de avaliar as condições de saúde do animal antes da morte e investigar as possíveis causas do óbito. Os resultados da análise, assim como a confirmação da espécie, serão divulgados após a conclusão dos procedimentos laboratoriais.

A equipe da Univali – Unidade Penha, por meio do PMP-BS, agradece à Prefeitura de Itapema pelo apoio prestado durante a operação, com a disponibilização de maquinário; aos pescadores, que auxiliaram com embarcações no deslocamento da carcaça até a Praia Grossa; e ao Corpo de Bombeiros Militar, pelo apoio prestado durante os trabalhos realizados no local.

Imagens: Bruna Pissaia/PMP-BS

A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, para as atividades da Petrobras relacionadas à produção e ao escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

Tartaruga-de-couro encontrada morta em Porto Belo (SC) 🐢 No dia 15 de julho, a equipe da Univali – Unidade Penha, por me...
31/07/2026

Tartaruga-de-couro encontrada morta em Porto Belo (SC) 🐢

No dia 15 de julho, a equipe da Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), recebeu um acionamento de uma tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) encontrada morta na praia de Porto Belo (SC).

Tratava-se de indivíduo macho juvenil, pesava cerca de 180 kg e media aproximadamente 1,49 metro de comprimento total, o animal foi resgatado pelo PMP-BS com o apoio do Corpo de Bombeiros e de maquinário disponibilizado pela Prefeitura de Porto Belo.

A tartaruga foi encaminhada à Unidade de Estabilização de Animais Marinhos da Univali Unidade Penha para a realização do exame de necropsia. Foram observadas lesões no esôfago com possível contaminação bacteriana e coletadas amostras para entender melhor a lesão. No entanto, devido ao avançado estágio de decomposição, não foi possível identificar as condições de saúde do animal nem determinar a causa da morte.

⚠️ Vale ressaltar que a tartaruga-de-couro é considerada Criticamente Em Perigo (CR) de extinção e está entre as espécies mais ameaçadas do planeta. Registros como este são fundamentais para ampliar o conhecimento científico e subsidiar ações voltadas à conservação da espécie.

➡️ A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

Hoje é dia de   e a gente faz questão de relembrar momentos especiais! 😍🐢✨ No dia 15 de julho, acompanhamos o retorno de...
30/07/2026

Hoje é dia de e a gente faz questão de relembrar momentos especiais! 😍🐢✨

No dia 15 de julho, acompanhamos o retorno de uma tartaruga-verde (Chelonia mydas) ao mar, depois de mais de seis meses de tratamento e reabilitação.

Ela foi resgatada em janeiro, em Balneário Piçarras, recebeu atendimento veterinário, passou por todo o processo de reabilitação e, quando estava apta, voltou para o oceano no mesmo município onde havia sido resgatada. 🌊

A soltura foi realizada pelo Projeto Tamar e pela Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), na Praia da Barra, em Balneário Piçarras (SC).

Quem esteve por lá pôde acompanhar esse momento de perto. E quem não conseguiu ir, pode reviver com a gente. 🐢🥰

Essa soltura é o resultado de um trabalho conjunto em prol da fauna marinha. E ver um animal voltar para o seu habitat continua sendo uma das melhores partes dessa missão.

Você acompanhou essa soltura? Conta pra gente nos comentários. 👇

📸 Imagens: Emile Peixer – PMP-BS/Univali e Bruna Pissaia - PMP-BS/Univali

➡️ A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

🐦 Você já ouviu falar no pardelão-prateado? Essa ave oceânica rara (e muito linda 😍) foi resgatada debilitada 🥹 No dia 1...
29/07/2026

🐦 Você já ouviu falar no pardelão-prateado? Essa ave oceânica rara (e muito linda 😍) foi resgatada debilitada 🥹

No dia 14 de julho, a equipe da Univali Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), resgatou um pardelão-prateado (Fulmarus glacialoides) debilitado durante o monitoramento realizado na península de Barra Velha (SC). Tratava-se de uma fêmea juvenil, que foi encaminhada à Unidade de Estabilização de Animais Marinhos da Univali Unidade Penha, onde recebeu atendimento e tratamento veterinário.

Durante a avaliação, foi observado que a ave apresentava desidratação, escore corporal magro, pesava ap***s 480 gramas e havia suspeita de comprometimento digestivo e nutricional. Também foram identificados inúmeros piolhos distribuídos pelo corpo. Apesar do quadro clínico, o pardelão-prateado permaneceu ativo, vocalizando e realizando o preening, comportamento natural de limpeza das p***s.

Infelizmente, apesar de todos os esforços da equipe técnica, a ave veio a óbito no último sábado (25). O diagnóstico presuntivo apontou como principal lesão um processo infeccioso de origem bacteriana no sistema digestório, além de lesões traumáticas secundárias. Durante a necropsia, não foi identificada a presença de resíduos sólidos no trato gastrointestinal.

A ocorrência dessa espécie no Trecho 4 do PMP-BS é considerada rara. Desde o início das atividades do projeto, este foi ap***s o terceiro registro de Fulmarus glacialoides.

👉 O pardelão-prateado se reproduz na Antártica e em ilhas circunvizinhas e, durante o inverno austral, migra por milhares de quilômetros até as costas da América do Sul, África e Oceania. No Brasil, seus registros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste.

Apesar de possuir uma população global considerada estável e ser classificada como Menos Preocupante (LC), o pardelão-prateado enfrenta ameaças como a poluição marinha. Os dois registros anteriores da espécie no Trecho 4 foram de animais encontrados mortos e, durante as análises, foi identificada a presença de resíduos sólidos no trato gastrointestinal, incluindo fragmentos de plástico, fios de nylon e isopor.

➡️ A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

🦭 Visitante ilustre em Governa! 🥰 A Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de ...
27/07/2026

🦭 Visitante ilustre em Governa! 🥰

A Univali – Unidade Penha, por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), recebeu no dia 19 de julho um acionamento sobre a presença de um lobo-marinho-subantártico (Arctocephalus tropicalis) na Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos (SC). 🦭💤

A equipe do PMP-BS esteve no local para avaliar as condições de saúde do lobo-marinho e constatou que se tratava de um macho adulto, responsivo, em boa condição corpórea, sem lesões aparentes e ap***s utilizando a faixa de areia para descanso, comportamento considerado natural para a espécie durante seus deslocamentos pela costa.

O animal permaneceu na praia entre os dias 19 e 21 de julho, período em que a equipe realizou o monitoramento e o isolamento da área, evitando aproximações desnecessárias, garantindo que o lobo-marinho pudesse ter um descanso tranquilo e seguro.

Os usuários da praia de Palmas e os visitantes que foram ver o animal, entenderam a necessidade de respeitar o espaço e o descanso dele. Permitindo que ele pudesse recuperar suas energias antes de retornar para a água.

A boa notícia é que o lobo-marinho retornou naturalmente ao mar após o período de descanso. 🦭🌊

A presença de lobos-marinhos no litoral catarinense é mais comum entre os meses de junho e outubro, quando esses mamíferos marinhos realizam deslocamentos em busca de alimento e utilizam praias como locais de descanso. Por isso, encontrar um indivíduo na areia nem sempre significa que ele esteja debilitado ou precise de resgate.

📌 Encontrou um lobo-marinho na praia? Saiba como agir!

Ao avistar um lobo-marinho, a principal recomendação é respeitar seu espaço. Embora possam parecer dóceis, são animais silvestres e a aproximação humana pode causar estresse e comprometer seu descanso e recuperação.

Entre em contato com o PMP-BS pelo telefone 0800 642 3341;
Mantenha distância do animal;
Não tente alimentá-lo;
Não toque nem tente devolvê-lo ao mar;
Mantenha animais domésticos afastados;
Caso o animal apresente sinais de ferimentos ou doença, não tente socorrê-lo;
Não se aproxime de animais mortos.

A Univali atua no atendimento das praias compreendidas entre Barra Velha e Governador Celso Ramos (SC), por meio do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos.

➡️ A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma exigência do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo , para as atividades da de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.

Endereço

Rua Maria Emília Da Costa, 90
Penha, SC

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