23/04/2018
É com grande pesar que a União da Juventude Poranguense (UJP), se solidariza com as mortes repentinas de tantos dos nossos jovens. E pensando como juventude, nosso desejo
é que cada vez menos façamos parte das estatísticas de mortalidade, principalmente por acreditar que nossas vidas valem muito e que investir no nosso futuro é mais fácil do
que consolar nossas famílias. Cada vida importa!
O nosso grande sonho é de crescermos seguros em conseguir realizar nossos desejos e assim também ajudar nossas famílias, garantindo, assim, nossa felicidade. Contudo, por muitas vezes
entramos em caminhos que nos dão um falsa ilusão de liberdade e que por fim acaba destruindo nossos lares, nossos sonhos e nossas vidas.
QUEREMOS VIVER!
Nessa dicotomia de liberdade e morte, a gente vai indo embora, vai lotando os cemitérios, os hospitais e os presídios, e isso é um grande problema! Nós deveríamos lotar as universidades, as escolas e o mundo. É sim possível ponderar a aventura e o exagero, nossa vida não é tão garantida quanto parece. Viver como se não houvesse amanha é uma filosofia arriscada, se viver é ter qualidade como ter qualidade sem viver?. Pensar nas ações e nas aventuras momentâneas como algo sobrenatural e sem responsabilidade é um tanto perigoso.
A violência cresce, os acidentes por uso excessivo de álcool avançam e nossa meta de ser o futuro da nação f**a mais distante. O descuido dos estados e municípios com a juventude
já estrutura uma grande dificuldade quanto a esse desejo, então devemos nos cuidar para o real valor da vida, para a real responsabilidade de aproveitar a vida sem exageros.
Será se minha vida vale mais que uma dose?
Será se minha vida vale mais que uma pedra?
O sentimento de consciência e qualidade de vida respondem infinitas perguntas.
Vale a pena viver.
Com qualidade.
À juventude, nos alertemos aos cuidados pessoais e aos exageros.
Ao poder publico, gritamos um pedido de socorro (na verdade vários) para politicas educacionais que assegurem formas de prevenção e orientação sobre dr**as e violência. E para além disso, que a pauta da juventude seja levada a sério, nossos sonhos são mortos muito antes de morrermos e isso é um fato a se discutir, pela gente, com a gente e para a gente.