Química Medicinal - UFCSPA

Química Medicinal - UFCSPA Notícias, curiosidades e afins do curso de Química Medicinal da UFCSPA, ligado diretamente ao Cent

Química Medicinal era, originalmente, uma disciplina voltada à descoberta, invenção, design, identificação e preparação de compostos biologicamente ativos. Nesta página, serão compartilhadas informações sobre o primeiro curso de Química Medicinal do Brasil!

A comunidade do curso de Química Medicinal gostaria de prestar condolências aos colegas do curso de Farmácia. Sabemos qu...
17/09/2019

A comunidade do curso de Química Medicinal gostaria de prestar condolências aos colegas do curso de Farmácia. Sabemos que é difícil e gostaríamos de lembrá-los de que não estão sozinhos.

Nada vale mais que sua saúde mental. A seguir, disponibilizamos o contato de clínicas que fornecem atendimento psicológico a baixo custo.

Você não está sozinho.

Contem conosco!

11/09/2019

A comunidade do curso de Química Medicinal gostaria de prestar condolências aos colegas do curso de Medicina. Sabemos que é difícil e gostaríamos de lembrá-los que não estão sozinhos. Contem conosco para o que precisarem!!

Aconteceu ontem o UFCSPA Acolhe, com diversas oficinas e palestras de todos os cursos da universidade. E a Química Medic...
26/05/2019

Aconteceu ontem o UFCSPA Acolhe, com diversas oficinas e palestras de todos os cursos da universidade. E a Química Medicinal não ficou de fora! Tivemos oficina de slime para as crianças, demonstração de corantes naturais, entre outras atividades.

15/01/2018

TABELA PERIÓDICA ÀS PORTAS DE UM NOVO PERÍODO
Elemento 119 à vista

Cientistas do Japão tentam sintetizar o elemento químico 119, “jamais criado no universo”. Ele seria posicionado no grupo 1 (metais alcalinos), abaixo do elemento frâncio. Trata-se de um dos projetos mais apaixonantes da física nos últimos tempos, disse o físico Hideto Enyo, líder da iniciativa.
O novo elemento, batizado temporariamente de ununennio (um, um, nove, em latim), inaugurará uma nova linha – a oitava – na tabela periódica proposta em 1869 pelo químico russo Dmitri Mendeleev. A ordem do primeiro grupo, recitada de cor por qualquer estudante, ficaria assim: hidrogênio, lítio, sódio, potássio, rubídio, césio, frâncio e ununennio.
Enyo comanda o laboratório Nishina, do centro de pesquisa Riken, um acelerador de partículas localizado nas proximidades de Tóquio (é a foto deste post). No laboratório, os cientistas planejam disparar feixes de vanádio, um metal, contra um alvo de cúrio, um elemento mais pesado que não existe naturalmente no ambiente terrestre. A teoria é simples: o núcleo do átomo de vanádio possui 23 prótons. O do cúrio tem 96. Unidos, criariam um elemento superpesado com 119 prótons. Mas não é tão fácil.
"Todos somos poeira das estrelas", lembra o físico nuclear José Luis Taín, parafraseando o famoso astrônomo norte-americano Carl Sagan. A equipe de Taín, que não tem participação na busca do elemento 119, lidera outro experimento no Riken para investigar como são formados os elementos pesados no universo. Os mais leves, como o hidrogênio (um próton) e o hélio (dois prótons), foram formados imediatamente após o Big Bang, há cerca de 13,7 bilhões de anos. Os outros, mesmo o ferro, surgiram de uma fusão nuclear no interior das estrelas. Mas, depois do ferro, com 26 prótons, a origem é mais confusa.
"Acreditamos que, para formar elementos mais pesados do que o ferro, são necessários eventos explosivos, como supernovas [explosões de estrelas muito maciças] ou fusões de estrelas de nêutrons", afirma Taín, pesquisador do Instituto de Física Corpuscular, em Paterna (Valência). Nesses cataclismos cósmicos, ocorre um rápido processo de captura de nêutrons, que, quando desintegrados, formam prótons. Isso criaria, em alguns segundos, elementos cada vez mais pesados, como o ouro (79), chumbo (82) e urânio (92). O experimento de Taín, chamado Briken, tenta imitar esses emaranhados estelares no laboratório do Japão.
Esse rápido processo de captura de nêutrons, no entanto, seria suspenso em torno do elemento 110, segundo Taín, citando as previsões teóricas atuais. Se forem corretas, o elemento 119, como afirma o cientista Enyo, jamais foi criado no universo. Nunca.
O elemento mais pesado encontrado naturalmente na Terra é o plutônio, com 94 prótons. A partir desse ponto, os núcleos não são estáveis o suficiente. Os últimos elementos sintetizados – nihônio (113), moscóvio (115), tennessino (117) e oganessono (118) – são muito radioativos e existiram por alguns milésimos de segundo em um laboratório.
"Esperamos encontrar o elemento 119 em alguns anos", afirma Enyo com entusiasmo. "Já começamos a caçada, embora ainda estejamos numa fase muito preliminar", reconhece. O físico japonês sabe que outras equipes científicas de prestígio já falharam na busca do elemento 119. O centro GSI Helmholtz, em Darmstadt (Alemanha), realizou a tentativa em 2012, disparando um feixe de titânio (22) contra um alvo de berkélio (97) , sem sucesso. "Ainda não sabemos que tipo de combinação de feixes e alvos será melhor", admite Enyo.
Por que gastar tanto tempo em experimentos caríssimos para sintetizar um elemento por alguns milésimos de segundo? "Porque é muito emocionante descobrir um novo elemento, especialmente o 119, que será o primeiro da oitava linha da tabela periódica", arremata o físico japonês, resumindo o espírito curioso da ciência básica.
O químico alemão Martin Heinrich Klaproth descobriu o urânio em 1789. O nome foi inspirado no planeta Urano, que havia sido observado pela primeira vez alguns anos antes. O urânio é o elemento mais antigo na sétima linha da tabela periódica. Se, em 1789, Klaproth tivesse sido questionado com um "para que queremos isso?", não poderia ter imaginado que as usinas nucleares produziriam 17% da eletricidade mundial com o elemento mais antigo na sétima linha.
Na imagem, vemos as Instalações do laboratório Nishina, local das pesquisas com o elemento 119 (Foto Riken).
Texto adaptado do original publicado pelo jornal espanhol El Pais, coluna Ciência, em 04 de janeiro de 2018.

28/02/2017

Agora é oficial: tabela periódica tem novos elementos. Os nomes e símbolos dos elementos químicos propostos cinco meses atrás são aprovadas pela União Internacional de Química Pura e Aplicada A tabela periódica está de cara nova com a confirmação dos nomes dos seus mais novos membros. Os quatro novo...

Diretamente do prêmio Nobel, a primeira corrida de nanocarros!
05/10/2016

Diretamente do prêmio Nobel, a primeira corrida de nanocarros!


Don’t miss experiencing the first international molecule-car race (postponed in order to optimize microscopes).

The NanoCar Race is an event in which molecular machines compete on a nano-sized racetrack. These "NanoCars" or molecule-cars can have real wheels, an actual chassis...and are propelled by the energy of electric pulses!
The racetrack, a plain gold surface, is placed inside a one of a kind scanning tunneling microscope at the CNRS's Centre d'élaboration de matériaux et d'études structurales (CEMES) in Toulouse.

Image: screen dump from the web site http://nanocar-race.cnrs.fr/indexEnglish.php

BREAKING NEWS"O prêmio Nobel de química vai paraJean-Pierre Sauvage, Sir J. Fraser Stoddart e Benard L. Feringa'pelo des...
05/10/2016

BREAKING NEWS
"O prêmio Nobel de química vai para

Jean-Pierre Sauvage, Sir J. Fraser Stoddart e Benard L. Feringa

'pelo design e síntese de máquinas moleculares'

Eles desenvolveram as menores máquinas do mundo. O prêmio de 2016 em Química foi concedido pelo desenvolvimento de máquinas moleculares que são mil vezes menores que um fio de cabelo. Eles sucederam em juntar moléculas para dar forma em pequenos motores e minúsculos músculos."

Deixamos aqui nosso parabéns a todos que se empenharam nesse projeto com a visão de solucionar vários problemas microscópicos do nosso dia-a-dia!

BREAKING NEWS
The 2016 in Chemistry is awarded to

Jean-Pierre Sauvage, Sir J. Fraser Stoddart and Bernard L. Feringa

“for the design and synthesis of molecular machines”

They developed the world’s smallest machines
The 2016 Chemistry Laureates are awarded for their development of molecular machines that are a thousand times thinner than a hair strand. They succeeded in linking molecules together to design everything from a tiny lift to motors and miniscule muscles.

The groundbreaking steps taken by Jean-Pierre Sauvage, Fraser Stoddart and Ben Feringa in developing molecular machinery have resulted in a toolbox of chemical structures that are used by researchers around the world to build increasingly advanced creations. One of the most striking examples is a molecular robot that can grasp and connect amino acids, built in 2013.

Other researchers have connected molecular motors to long polymers, so they form an intricate web. When the molecular motors are exposed to light, they wind the polymers up into a messy bundle. In this way, light energy is stored in the molecules and, if researchers find a technique for retrieving this energy, a new kind of battery could be developed. The material also shrinks when the motors tangle the polymers, which could be used to develop sensors that react to light.

PRESS RELEASE: goo.gl/ke6BUE

POPULAR INFORMATION: goo.gl/8Etial

SCIENTIFIC BACKGROUND: goo.gl/PVXZe1

Neste vídeo, nossa coordenadora explica o que é a Química Medicinal! Assistam! http://youtu.be/mCMQfV9-8to
03/10/2016

Neste vídeo, nossa coordenadora explica o que é a Química Medicinal!
Assistam!
http://youtu.be/mCMQfV9-8to

Inédito no Brasil, o curso de Química Medicinal da UFCSPA encerra em 2016 seu primeiro ano de atividades. A professora Vanusa Lando fala mais sobre os objeti...

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Rua Sarmento Leite, 245, Porto Alegre-
Porto Alegre, RS
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