GAMAI - Saju/Ufrgs

GAMAI - Saju/Ufrgs O GAMAI (Grupo Antimanicomial de Atenção Integral) integra o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU) da UFRGS.

O grupo trabalha a questão da saúde mental a partir do paradigma dos direitos humanos, intervindo junto a sujeitos e a instituições, em conformidade com os princípios da reforma psiquiátrica.

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30/08/2021

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Olá, pessoal! Nossa seleção foi prorrogada até o dia 15/06/2021! 😀😀Link inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FA...
10/06/2021

Olá, pessoal! Nossa seleção foi prorrogada até o dia 15/06/2021! 😀😀
Link inscrição:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSemJIJ30sl-CKyHODgJHSaE-CiqKK6TRkqeiSbhvl82ZTtk7Q/viewform?usp=sf_link

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O Grupo Antimanicomial de Atenção Integral/GAMAI, integrante do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU-UFRGS), começou a se reunir no ano de 2012, duas décadas depois da lei da reforma psiquiátrica do estado do Rio Grande do Sul e onze anos após a lei federal da reforma psiquiátrica.

Herdeiro das discussões em torno da luta antimanicomial e dos princípios norteadores dos direitos humanos, o grupo conta atualmente com a participação de profissionais e estudantes das áreas de Saúde Coletiva, Psicologia, Direito e Ciências Sociais.

Nosso trabalho consiste em dar espaço de passagem e escuta a pessoas diagnosticadas ou não com alguma particularidade psiquiátrica, que tragam ou não questões relacionadas ao poder judiciário. Para além disso, nosso grupo se constitui como espaço de discussão e reflexão em torno das dificuldades de se viver num mundo massivamente preocupado em classificar pessoas para mais facilmente “lidar com elas”.

Nossa preocupação consiste em lutar pela diversidade de formas de viver e pela possibilidade dessas vidas se produzirem fora dos muros dos manicômios e das imposições farmacológicas.
O grupo se reúne todas às quintas-feiras, das 11h30m até às 13h30m, em uma plataforma virtual.

O Grupo Antimanicomial de Atenção Integral/GAMAI, integrante do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU-UFRGS...
04/06/2021

O Grupo Antimanicomial de Atenção Integral/GAMAI, integrante do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU-UFRGS), começou a se reunir no ano de 2012, duas décadas depois da lei da reforma psiquiátrica do estado do Rio Grande do Sul e onze anos após a lei federal da reforma psiquiátrica.

Herdeiro das discussões em torno da luta antimanicomial e dos princípios norteadores dos direitos humanos, o grupo conta atualmente com a participação de profissionais e estudantes das áreas de Saúde Coletiva, Psicologia, Direito e Ciências Sociais.

Nosso trabalho consiste em dar espaço de passagem e escuta a pessoas diagnosticadas ou não com alguma particularidade psiquiátrica, que tragam ou não questões relacionadas ao poder judiciário. Para além disso, nosso grupo se constitui como espaço de discussão e reflexão em torno das dificuldades de se viver num mundo massivamente preocupado em classificar pessoas para mais facilmente “lidar com elas”.

Nossa preocupação consiste em lutar pela diversidade de formas de viver e pela possibilidade dessas vidas se produzirem fora dos muros dos manicômios e das imposições farmacológicas.

O grupo se reúne todas às quintas-feiras, das 11h30m até às 13h30m, em uma plataforma virtual. Esperamos vocês na seleção 😉

✨✨LINK PARA INSCRIÇÃO:✨✨
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSemJIJ30sl-CKyHODgJHSaE-CiqKK6TRkqeiSbhvl82ZTtk7Q/viewform?usp=sf_link

POSICIONAMENTO PÚBLICO SOBRE AS AMEAÇAS AOS SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL NO BRASIL Visto os recentes acontecimentos que vier...
16/12/2020

POSICIONAMENTO PÚBLICO SOBRE AS AMEAÇAS AOS SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL NO BRASIL

Visto os recentes acontecimentos que vieram a público nós, integrantes do GAMAI - Grupo Antimanicomial de Atenção Integral - vinculado ao SAJU (Serviço de Assessoria Jurídica Universitária) da UFRGS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, viemos nos manifestar e registrar posição em relação às propostas manifestadas e às ameaças de desmonte da RAPS - Rede de Atenção Psicossocial.
O GAMAI é um grupo interdisciplinar que atua desde 2012, ininterruptamente, em ações diversas atravessadas por questões de saúde mental. Composto por profissionais e estudantes, o grupo já contou com profissionais das áreas de Direito, Terapia Ocupacional, Pedagogia, Medicina, Psicologia e Ciências Sociais.

O GAMAI defende os CAPS - Centros de Atenção Psicossocial -, reconhecendo que são serviços em construção, ciente de seus desafios, mas principalmente de sua função essencial na construção de uma política de atenção à saúde mental humanizada, pública, qualitativa e eficaz.
Nesse sentido, a narrativa apresentada pelos membros da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), embora disfarçada de preocupação com os cofres públicos, é o avanço da mentalidade manicomial das políticas do Estado brasileiro, incentivando o financiamento de diretrizes ineficazes e com vasto histórico de violação dos direitos humanos e da integridade física das pessoas assistidas por esses serviços.
Assim, independente dessa série de acontecimentos, nossa posição é que a RAPS siga sendo implementada na direção da sua plenitude, pois desde a sanção da Lei da Reforma Psiquiátrica, a sociedade brasileira não usufruiu de um sistema de saúde mental pleno, resolutivo e de qualidade, conforme previsto nas legislações que derivam da Lei Nacional Nº 10.216, de 06 de abril de 2001.
Paralelamente, Trapé e Onocko (2017) expõem o subfinanciamento da saúde mental, a qual, no Brasil, não atinge o percentual de repasse de 5%, recomendado pela OMS, dos valores totais direcionados à saúde nacional, que por sua vez já é subfinanciada, visto que não atinge os 15% de investimento previstos na Constituição Federal. Dessa forma, os serviços desenvolvem suas atividades com recursos escassos e constante pressão dos que buscam lucrar por meio dos direitos fundamentais elencados pela Constituição Cidadã de 1988.
O enfraquecimento de serviços territoriais ameaça a volta ao antigo modelo hospitalocêntrico e asilar e seria um imenso retrocesso visto que historicamente, e até hoje, os hospitais psiquiátricos apresentam característica iatrogênica de agravamento de quadro clínico. O paradigma de cuidado atual foi conquistado através de intensa mobilização e luta por parte de usuários, seus familiares e profissionais da saúde. Os movimentos sociais, na busca pela reforma psiquiátrica, marcaram (e ainda marcam) a história brasileira ao proporem uma transformação no modelo de assistência em saúde mental que superasse a lógica excludente e de abandono das pessoas elencadas como indesejáveis. Posteriormente e nessa construção, a discussão por um outro modo de relação com a saúde mental traz a intenção de superação do modelo psiquiátrico manicomial e asilar em direção a um modelo de atenção psicossocial, voltado para o atendimento multidisciplinar, inclusivo, integral, comunitário, no território, visando o acesso e a promoção da autonomia, cidadania e a preservação dos direitos humanos.
Assim, seguimos firmes ao que refere nossa busca construtiva por uma SOCIEDADE SEM MANICÔMIOS E SEM LÓGICAS MANICOMIAIS.
Saúde não se vende.
Doente não se prende.
Manicômio nunca mais!

11/10/2020

Olá, pessoal. Ficamos muito contentes em anunciar os novos integrantes do nosso grupo 💪❤️ sejam bem-vindas!!
Logo retornaremos com um e-mail para vocês!
Abraços, GAMAI

https://forms.gle/kshRH6GkPypQMwax5Boa noite, pessoal 😊O formulário de inscrição para a seleção unificada já está dispon...
26/09/2020

https://forms.gle/kshRH6GkPypQMwax5

Boa noite, pessoal 😊
O formulário de inscrição para a seleção unificada já está disponível!

O Serviço de Assessoria Jurídica Universitária - projeto vinculado à Faculdade de Direito da UFRGS -, é uma das maiores e mais antigas atividades extensionistas desta Universidade. O seu principal objetivo é garantir o acesso à justiça por um viés crítico, de cunho social e transformador d...

Olá, pessoal!!😃😃O Grupo Antimanicomial de Atenção Integral/GAMAI, integrante do Serviço de Assessoria Jurídica Universit...
24/09/2020

Olá, pessoal!!😃😃

O Grupo Antimanicomial de Atenção Integral/GAMAI, integrante do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU-UFRGS), começou a se reunir no ano de 2012, duas décadas depois da lei da reforma psiquiátrica do estado do Rio Grande do Sul e onze anos depois da lei federal da reforma psiquiátrica.
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Herdeiro das discussões em torno da luta antimanicomial e dos princípios norteadores dos direitos humanos, o grupo, hoje, conta com a participação de profissionais e estudantes das áreas de Saúde Coletiva, Psicologia, Direito e Ciências Sociais.
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Nosso trabalho consiste em dar espaço de passagem e fala para pessoas diagnosticadas ou não com alguma particularidade psiquiátrica, que tragam ou não questões relacionadas ao poder judiciário. Mas para além disso, nosso grupo se constitui como espaço de discussão e pensamento em torno das dificuldades de se viver num mundo massivamente preocupado em classificar pessoas para mais facilmente “lidar com elas”.
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Nossa preocupação consiste em lutar pela diversidade de formas de viver e pela possibilidade dessas vidas se fazerem fora dos muros dos manicômios e das imposições farmacológicas.
O grupo se reúne todas às quintas-feiras, das 11h30m até às 13h30m, em uma plataforma virtual.

‼️Para esse semestre, estamos selecionando pessoas advogadas, e estudantes de direito‼️

Caso se interessem, nos procurem também nas nossas redes (Facebook e Insta-gamai.saju) 🙂🙂

Nos vemos em breve 🌿✨

https://m.facebook.com/NaoKahlo/photos/a.621421721364831/623925524447784/?type=3&sfnsn=wiwspwa&extid=ESngm1YisScx1xKY
22/06/2020

https://m.facebook.com/NaoKahlo/photos/a.621421721364831/623925524447784/?type=3&sfnsn=wiwspwa&extid=ESngm1YisScx1xKY

16 DOCUMENTÁRIOS PARA DEBATER SAÚDE MENTAL E A LUTA ANTIMANICOMIAL

1) Saúde Mental e Dignidade Humana
https://www.youtube.com/watch?v=Ult9ePwpvEY

2) A Casa dos Mortos
https://www.youtube.com/watch?v=noZXWFxdtNI

3) Vozes da voz
http://curtadoc.tv/curta/direitos-humanos/vozes-da-voz/

4) Holocausto Brasileiro : O impacto refletido na sociedade
https://www.youtube.com/watch?v=aqXd7k9fT6I

5) Em nome da Razao - O Holocausto Brasileiro
https://www.youtube.com/watch?v=Hya1u-bRn8s

6) Profissão Repórter – Saúde Mental
https://www.youtube.com/watch?v=1SG1g-7vSIc

7) Protagonistas- Tratamento Antimanicomial
https://www.youtube.com/watch?v=nxu8bfRMvpc

8) Caminhos da reportagem
https://www.youtube.com/watch?v=6zaOfJpOZMk

9) Dos Loucos e das Rosas
https://www.youtube.com/watch?v=dQMIUqj6tPw

10) Esta é minha casa
https://www.youtube.com/watch?v=zVrx7gPegek

11) Esquizofrenia – Entre o Corpo e a Alma
https://vimeo.com/20449439

12) Um encontro com Lacan
https://www.youtube.com/watch?v=S-QtbFaZjmw

13) Epidemia de Cores
https://www.youtube.com/watch?v=7YpW52hbTW4

14) Pára-me de repente o pensamento
https://www.youtube.com/watch?v=7pbgZz_fEBo

15) Estamira
https://www.youtube.com/watch?v=KFyYE9Cssuo

16) Autismos Entreditos
https://www.youtube.com/watch?v=oS4pC-cfjGM

O que a luta antimanicomial tem a ver com a luta antifascista?Além do anti que significa estar contra e agir de fato con...
03/06/2020

O que a luta antimanicomial tem a ver com a luta antifascista?

Além do anti que significa estar contra e agir de fato contra determinada forma de projetar e viver a vida e a morte, as duas lutas encontram-se com corpos-psiques que foram preteridas por um tipo bem específico de política, a política ideológica eugênica. Basicamente, a eugenia se manifesta como o desenrolar de um pensamento bem mais antigo e largamente aplicado durante os processos de colonização, tanto no mercantilismo dos estados absolutistas quanto na fixação do capitalismo como modelo socioeconômico dominante.

Basicamente essa ideologia parte de uma premissa bem simples: há seres superiores e seres inferiores. O problema dessa premissa é que para funcionar ela precisa de um modelo de ser superior. Não foi difícil para aqueles que propunham a premissa, logo estabelecerem o protótipo do ser superior, o qual, não por acaso, foi designado como sendo do gênero masculino, branco, nascido no norte do planeta terra, de preferência possuidor de bens.

A partir desse protótipo, muitas células foram colocadas sob o microscópio até as mesmas células e os mesmos microscópios se tornarem instrumentos de um outro projeto, agora de engenharia genética. O plano era replicar o exemplar mais “puro” da espécie sapiens sapiens. Qual seria esse “exemplar”? Ou antes, será que existe um ser “puro”?

O debate eugênico não estava preso dentro das quatro paredes dos laboratórios, é claro. Vulgarizou-se e fez-se uma bandeira, com hino, marchas e discursos em palanques diante do “povo”. Quando se tornou programa de Estado, como o foi não só nos casos mais extremos da Itália, da Alemanha, do Japão, mas também nos EUA, entre outros lugares, deu lugar para o funcionamento de indústrias da morte. A morte de todos aqueles seres sapiens sapiens que não correspondiam ao modelo antes indicado. Claro, algumas mulheres brancas eram necessárias para a reprodução da espécie e que algumas exceções ao modelo deveriam ser mantidas para realizar os trabalhos “mais baixos”. Mas todos os outros seres, já existentes e não passíveis de “transformação” biológica deveriam ser eliminados, não sem antes enfrentarem suplícios maquiados como procedimentos racionais.

Não é preciso ter muita imaginação para concluir que os considerados loucos e loucas não tinham nenhuma chance de ser dentro deste projeto que se tornou Estado ou que se desenvolveu dentro de diversos regimes de governo. Além da morte, as pessoas em situação de loucura (e tantas outras) tiveram destinos não menos trágicos, como serem transformadas em objetos, no sentido mais cru de objeto, uma “coisa” que pode ser manipulada à exaustão. O fascismo que não teve sua bandeira hasteada, não foi menos destruidor, ao orientar a forma de pensar e de agir de muitos profissionais autointitulados “de bem”, prontos a fazer “o melhor” pelos seus “pacientes”.

O antifascismo combate a indústria da morte, seja aquela que opera pela falácia da supremacia racial, quanto aquela que opera pela espoliação pura e simples dos meios de produção de vida e de pensamento. E não há como viver o pensamento e as possibilidades do corpo sem enfrentar as premissas do fascismo e sua relação obscena com o neoliberalismo, incluído aquele que tem sido aplicado no território brasileiro.

Olá, pessoal! Em função da Pandemia de Covid-19 e das alterações no nosso modo de trabalho, iremos aguardar o próximo se...
20/05/2020

Olá, pessoal!
Em função da Pandemia de Covid-19 e das alterações no nosso modo de trabalho, iremos aguardar o próximo semestre para realizarmos a seleção de novas pessoas para compor o GAMAI. Acreditamos assim que estaremos melhor estruturadas nas nossas dinâmicas, conseguindo acolher quem chegar, da melhor forma possível, seja presencialmente ou não.
Para quem quiser compor conosco no próximo semestre, pode acompanhar as nossas redes sociais e também as do SAJU para as informações da próxima seleção.
Esperamos que todes se cuidem, e fiquem em casa!!
Abraços, GAMAI.

Endereço

Avenida João Pessoa, 80 Centro
Porto Alegre, RS

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11:30 - 13:30

Telefone

33083967

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