Oficina do Historiador

Oficina do Historiador Oficina do Historiador: revista discente do PPGH/PUCRS, Posteriormente, o Prof. Dr. Leandro Pereira Gonçalves, seguido pela PROFA dra Luciana Murari.

A Oficina do Historiador: revista discente do PPGH/PUCRS, surgiu em setembro de 2009 como resultado de um projeto coordenado pela Prof.ª Dr.ª Janete Silveira Abrao. A primeira edição foi lançada no 1º semestre de 2010 e desde então, contou com edições regulares a cada 6 meses. Dr. Marçal de Menezes Paredes, ocupou o cargo de editor, posição que ocupou até o 1º semestre de 2014, quando assumiu o P

rof. Desde 2019 está sob a batuta da professora Dra Marlise Regina Meyrer com o apoio de vários alunos e alunas.

Get ready for a new and challenging
23/05/2023

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Try your luck
23/05/2023

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Best free game
23/05/2023

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Aproveitando o clima de férias, separamos uma entrevista com a historiadora e antropóloga brasileira Lilia Schwarcz, em ...
23/01/2023

Aproveitando o clima de férias, separamos uma entrevista com a historiadora e antropóloga brasileira Lilia Schwarcz, em que ela fala sobre temas caros para a profissão de historiador.
Link na Bio.
Boa leitura!

A Revista Oficina do Historiador foi qualificada com Qualis A3 da CAPES na avaliação do quadriênio 2017 - 2020. Agradece...
03/01/2023

A Revista Oficina do Historiador foi qualificada com Qualis A3 da CAPES na avaliação do quadriênio 2017 - 2020. Agradecemos aos nossos pesquisadores pelo seu trabalho de qualidade e aos nossos leitores pelo incentivo à ciência.

Ontem tomou posso o 39° presidente da República Federativa do Brasil. Momento que faz parte do processo histórico da con...
02/01/2023

Ontem tomou posso o 39° presidente da República Federativa do Brasil. Momento que faz parte do processo histórico da construção da Democracia brasileira. A revista Oficina do Historiador selecionou dois artigos que abordam diferentes momentos em que a nossa jovem democracia viu sua existência ameaçada. A cerimônia de posse de Luis Inácio Lula da Silva, no último domingo, celebrou a continuidade da Democracia no Brasil e manteve viva a esperança de um país mais justo, que assegure os direitos humanos e menos desigualdade social. Link para acessar os artigos na bio do perfil.

Nessa passagem de 2022 para 2023, separamos os três artigos mais acessados durante o ano de 2022 no site da revista. Ace...
02/01/2023

Nessa passagem de 2022 para 2023, separamos os três artigos mais acessados durante o ano de 2022 no site da revista. Acesse o site da revista para ler esses e outros diversos matérias. Link disponível na bio.

Hoje, dia 18 de dezembro de 2022, encerra a Copa do Mundo no Qatar. Um evento que está repleto de representações polític...
18/12/2022

Hoje, dia 18 de dezembro de 2022, encerra a Copa do Mundo no Qatar. Um evento que está repleto de representações políticas e simbólicas. Pensando nisso, nós da Oficina do Historiador, separamos dois artigos que trabalham um pouco sobre dois assuntos trazidos à tona durante esse evento, a cultura árabe e o islamismo. O primeiro artigo trabalha a questão árabe no RS, enquanto o segundo aborda as narrativas dos primórdios do islamismo. Para ler os artigos basta acessar o link do site da revista na Bio do perfil. Bom leitura!

SEMANA ACADÊMICA, 🗒️! Durante os dias 5, 6 e 7 de Outubro nós estaremos promovendo junto com os professores a semana aca...
29/09/2022

SEMANA ACADÊMICA, 🗒️!

Durante os dias 5, 6 e 7 de Outubro nós estaremos promovendo junto com os professores a semana acadêmica da História!

Serão ofertados 3 mini cursos com a parceria dos professores:
• Dr. Luís Rosenfield;
• Dr. Luís Martins;
• Dr. Klaus Hilbert.

Os três abordarão temáticas como Democracia e Eleições, Holocausto e Segunda Guerra Mundial e Sociedade e Cultura.

Para haver uma melhor organização de todos, formulamos um questionário para a inscrição dos interessados.
Então já faz a tua inscrição! Te esperamos lá! 👇🏼👇🏼👇🏼

https://docs.google.com/forms/d/1EyxzmvfxoyKHnfZYyugmF25ec3-cYiUzAkq8V-lbe48/edit



Para o dia da Revolta Farroupilha, trazemos para vocês o comentário do Doutorando Luciano Braga Ramos.A REVOLUÇÃO FARROU...
20/09/2022

Para o dia da Revolta Farroupilha, trazemos para vocês o comentário do Doutorando Luciano Braga Ramos.

A REVOLUÇÃO FARROUPILHA: vem aí mais um 20 de setembro

A Revolução Farroupilha pode ser considerada um movimento de cunho regional, que ocorreu no Rio Grande do Sul imperial entre os anos de 1835 a 1845. O movimento tinha por finalidade romper com a centralização política e econômica do governo do Império do Brasil. Irrompeu ao mesmo tempo em que rebeliões de cunho liberal eclodiam por outras regiões do país, reivindicando mais autonomia para as províncias. No Rio Grande do Sul, entretanto, a Revolução Farroupilha caracterizou-se como um movimento que teve por mentores estancieiros e charqueadores, os mesmos que tiveram o aval de garantirem para o Império do Brasil a zona de fronteira, defendendo-a contra invasões dos países da Região do Prata.

Revolução Farroupilha foi um movimento de elite. Tal elite apresentava duras queixas quanto à sua situação de “linha de frente” contra as invasões dos países platinos que lhes eram onerosas, sem, contudo haver uma compensação razoável por parte do império, pois, além dos rio-grandenses arcarem com as despesas de guerra eram taxados com impostos, sobretudo em seu principal produto, o charque, que era vendido para abastecimento dos escravos das zonas de produção dos grandes latifúndios do país.

Algo que precisa ser destacado é o fato de a Revolução Farroupilha ter colocado em lados opostos gaúchos com pontos de vista políticos diferentes. Isso ajuda a desfazer a “lenda” de uma revolução basicamente dos gaúchos lutando dez anos contra o Império do Brasil. O apropriado seria considerar a revolta farrapa como uma guerra civil, na qual lutaram em lados opostos rio-grandenses contra rio-grandenses. (FLORES, 1986). Assim, pode-se já quebrar um paradigma de que todo gaúcho é “descendente” dos farrapos. Esse fator que, sempre foi preponderante na formação e reformulação da memória rio-grandense idealizada e apropriada pelas instituições públicas e privadas sem questionar sua origem. Por isso, com a chegada de outro 20 de setembro, é preciso convidar a comunidade sul-rio-grandense a refletir sobre como a memória foi, e é manipulada e contextualizada no presente, interferindo no imaginário coletivo de uma comunidade.

Confira também, através do link da Revista: https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/oficinadohistoriador/index, o artigo:

CASALI, M. DE O. TRAJETÓRIAS INDIVIDUAIS E “PARTIDOS POLÍTICOS” EM MEADOS DO SÉCULO XIX NA PROVÍNCIA DO RIO GRANDE DO SUL. Oficina do Historiador, p. 2123-2141, 20 out. 2014.

Leitura Complementar:

ALVES, Francisco das Neves. Revolução Farroupilha: Estudos Históricos. Rio Grande: Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2004.

FLORES, Moacir. Modelo Político dos Farrapos: As Ideias Políticas da Revolução Farroupilha. Porto Alegre: Ed. Mercado Aberto, 1978.

FLORES, Moacir. História do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Martins Livreiro, 1986.

OLIVEN, Ruben George. A parte e o todo: a diversidade cultural no Brasil-nação. Petrópolis; Vozes, 1992.

PESAVENTO, Sandra Jathay. Resentimento e Ufanismo: Sensibilidades do Sul Profundo. In: Bresciani; Naxara (organizadoras). Memória e (res) sentimento: indagações sobre uma questão sensível. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2004.




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