23/09/2026
🏛️📸 Museu da UFRGS apresenta a exposição “A força da memória”, em celebração aos 20 anos de publicação do livro “Negro em preto e branco: história fotográfica da população negra de Porto Alegre”. A mostra retrata o protagonismo das pessoas negras na memória da capital gaúcha.
🗓️ Período: Em cartaz até 18 de dezembro
⏰ Horário: De segunda a sexta-feira, das 8h às 20h
📍 Local: Museu da UFRGS (Av. Osvaldo Ar**ha, 277 – Campus Centro)
🎟️ Entrada: Gratuita e aberta a toda a comunidade
Em parceria com o coletivo Almas Retintas, o Museu da UFRGS apresenta a exposição “A força da memória”, que celebra os 20 anos do livro “Negro em preto e branco: história fotográfica da população negra de Porto Alegre”. Com fotos da autora do título, Irene Santos, textos da jornalista Vera Daisy Barcellos e idealização da documentarista Lizandra Moraes, a mostra retrata o protagonismo das pessoas negras na memória da capital gaúcha. A visitação ao espaço ocorre até 18 de dezembro, de segunda a sexta, das 8h às 20h. A entrada é gratuita. Uma vez por mês, o Museu também abre no sábado – a data é divulgada nas redes sociais ou pode ser consultada pelo telefone 3308-3390.
A exposição busca ampliar o impacto do livro “Negro em preto e branco: história fotográfica da população negra de Porto Alegre”, publicado por Irene em 2005. A obra contou, ainda, com montagem e divulgação de Silvia Abreu e revisão de Oliveira Silveira, professor, poeta, um dos principais articuladores da criação do Dia da Consciência Negra e Doutor Honoris Causa pela UFRGS. Dessa forma, o projeto expográfico resgata as imagens registradas por Irene e pelas lentes da fotógrafa e o acervo histórico que ela organizou, evocando álbuns de família, lembranças coletivas e a potência da fotografia como ferramenta de reparação. A mostra nasce do trabalho da produtora e documentarista Lizandra Moraes, a partir de seus estudos sobre a política educacional de museus junto ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). A concepção conta ainda com o apoio do Ponto de Cultura Terra de Bambas, onde o artista Sílvio Oliveira materializa o projeto arquitetônico que dá corpo à exposição, criando um percurso que atravessa memórias. “Assim como Anastácia, que foi impedida de falar, nós estamos falando com os olhos. O livro surgiu para ser um grito de protesto”, conta Irene.
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