Portal Footrot

Portal Footrot De autoria das alunas do curso de veterinária da UFRGS, essa página visa divulgar informações sobre a doença Footrot, focando em sua prevenção.

Ainda em dúvidas e achando difícil essa história de prevenir Footrot? CALMA! OLHA AQUI A SOLUÇÃO DOS SEUS PROBLEMAS NESS...
12/06/2018

Ainda em dúvidas e achando difícil essa história de prevenir Footrot? CALMA! OLHA AQUI A SOLUÇÃO DOS SEUS PROBLEMAS NESSE FLUXOGRAMA

FOI PREVENIR FOOTROT? Dá uma olhadinha nessas medidas de prevenção! Você ainda pode associar a Homeopatia (se quiser faz...
12/06/2018

FOI PREVENIR FOOTROT? Dá uma olhadinha nessas medidas de prevenção! Você ainda pode associar a Homeopatia (se quiser fazer um PLUS e afinal é um produto natural que não deixa resíduos e nunca fará mal). E também pode buscar sobre as Vacinas Autógenas!

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12/06/2018

Prevenção...
Prevenção...
Prevenção...

Não há uma receita do bolo, mas algumas coisas precisam ser feitas para prevenir Footrot no seu rebanho.

CASQUEAR TODOS OS ANIMAIS - SIM, NÃO ESQUECE DISSO - no mínimo 1x ao ano, preferencialmente 2x ou sempre que eles demonstrarem problemas.

DESINFECTAR AMBIENTES E UTENSÍLIOS, PRINCIPALMENTE OS MATERIAIS DE CASQUEAMENTO.

INSPECIONAR SEUS CASCOS - VISUALIZAR LESÕES - CLASSIFICÁ-LAS E TRATÁ-LAS.

SEPARAR DOENTES DOS SAUDÁVEIS.

QUARENTENA EM NOVOS ANIMAIS NO REBANHO E SÓ JUNTAR AOS DEMAIS DEPOIS DE 20 DIAS ISOLADOS E SE NÃO SE APRESENTAREM DOENTES DO CASCO.

PEDILÚVIOS PERIÓDICOS - só não vai passar no pedilúvio aqueles com lesões severa de casco, esses tu trata como já falamos anteriormente.

REALIZAR RODÍZIO DE PASTOS - depois de uma área receber os animais doentes, deixar ela em descanso por cerca de 2 semanas (Dichelobacter nodosus só vive alguns dias no ambiente).

HOMEOPATIA - os estudos têm mostrado que funciona, mas como uma alternativa acessória, porque ajuda na recuperação dos animais, diminuindo os casos no rebanho e sendo uma forma de auxiliar no controle.

E agora, o que eu faço com meus ovinos?

A resposta é a seguinte: cuida o manejo e a sanidade do rebanho, SEMPRE!

Você sabia que a vacina comercial existente para Footrot tem demonstrado baixa eficácia como uma medida de prevenção no ...
12/06/2018

Você sabia que a vacina comercial existente para Footrot tem demonstrado baixa eficácia como uma medida de prevenção no rebanho, uma vez que diferentes estudos têm demonstrado que pela bactéria D. nodosus apresentar diferentes sorotipos, a vacina até é capaz de proteger o rebanho, mas por cerca de apenas 4 meses e apenas contra alguns sorotipos da bactéria. Assim, uma alternativa que vem sendo recentemente estudada e apoiada por diversos autores é a VACINA AUTÓGENA, onde o sorotipo do rebanho ou diferentes sorotipos são selecionados para produzir a vacina. Estudos em diferentes locais tem demonstrado boa eficácia da vacina autógena, não apenas de forma preventiva, mas também curativa.

Diferentes autores tem defendido essa vacina como uma forma potencial de prevenção do rebanho, juntamente com medidas de manejo como casqueamento e pedilúvio.

Na UFRGS, também já foram realizados estudos sobre a vacina e esses têm demonstrado resultados positivos. Na foto tem uma explicação curtinha sobre um desses estudos. Bacana né?

PREVENIR FOOTROT ENVOLVE UMA SÉRIE DE MEDIDAS E ESSA NOVA FORMA DE VACINAÇÃO É UMA DAS NOVAS ALTERNATIVAS QUE ENCONTRAMOS PARA PREVENÇÃO!

Já deu uma olhadinha no escore da classif**ação das lesões de casco por Footrot? Identif**ar o grau de comprometimento d...
10/06/2018

Já deu uma olhadinha no escore da classif**ação das lesões de casco por Footrot? Identif**ar o grau de comprometimento do caso é muito importante para o prognóstico dos animais!

05/06/2018

- Oh mãe, acho que não devíamos pisar nessa área alagadiça aí não, eu vi esses dias no Portal Footrot que a umidade favorece a podridão dos cascos, podemos procurar uma área sequinha para pastarmos?!

(Seria muito mais fácil se fosse simples assim né?)

Mas, como os ovinos não se comunicam dessa forma e não são capazes de agir para evitar essa doença do casco, o que você acha de nós fazermos juntos a nossa parte?

Evite áreas de pastejo irregulares e alagadiças para ovinos e caprinos, esses ambientes porporcionam a desvitalização do espaço interdigital do casco, favorecendo o surgimento de Footrot no rebanho!

05/06/2018

Você sabia que além de serem medidas de prevenção tanto o casquemento como o pedilúvio são utilizados no tratamento dos animais com Footrot?

Clica no play e vem assistir conosco esse vídeo do para juntos prevernimos a podridão dos cascos!

Então, ficou curioso para saber quais as principais formas de prevenir Footrot? Os métodos mais efetivos são realizar ca...
05/06/2018

Então, ficou curioso para saber quais as principais formas de prevenir Footrot?

Os métodos mais efetivos são realizar casqueamentos e pedilúvios preventivos. Além disso, sempre que adquirir um novo animal, o ideal é deixá-lo em quarentena, ou seja, separado do rebanho por no mínimo 20 dias, se possível 40 dias, avaliando seu casco durante esse período, a fim de introduzi-lo junto com os demais animais somente se este for um animal de casco sadio. Ainda, se há na sua propriedade um animal que frequentemente apresenta Footrot, o ideal é que ele seja descartado, pois trata-se de um caso crônico sendo assim portador da enfermidade.

Além disso, existe a vacinação, que embora não seja 100% ef**az, ajuda a diminuir as infecções e, há também a homeopatia, uma medida medicamentosa que tem ajudado a diminuir a prevalência nos rebanhos.

E f**a ligado que logo vamos explicar com mais detalhes sobre tudo isso!

Vamos relembrar um pouquinho do principal agente responsável por essa doença? Dichelobacter nodosus:1) Bactéria anaeróbi...
01/06/2018

Vamos relembrar um pouquinho do principal agente responsável por essa doença?

Dichelobacter nodosus:

1) Bactéria anaeróbica, que vive exclusivamente na epiderme interdigital de ruminantes doentes.
2) Sem a sua presença a doença não ocorre, pois ela é indispensável para que os surtos no rebanho aconteçam.
3) Entretanto, a presença de outra bactéria, Fusobacterium necrophorum é fundamental para que D. nodosus seja capaz de penetrar no espaço interdigital do casco e causar Footrot.

Desse modo, precisamos entender que para que a doença se estabeleça em um rebanho os dois agentes precisam coexistir no casco, mas isso não signif**a que os dois sejam responsáveis pela transmissão da enfermidade. O único agente transmissor é o D. nodosus, o qual persiste viável no ambiente por no máximo sete dias.

As secreções dos cascos de ovinos afetados são a principal fonte de infecção, sendo um importante problema, pois contaminam solos e pastagens.
LOGO, A PRIMEIRA FORMA DE PREVENIR FOOTROT É EXAMINANDO PERIODICAMENTE OS CASCOS DOS ANIMAIS (em maiúsculo mesmo, pra ninguém esquecer mais, ok?). Com exames podológicos de rotina é possível diagnosticar precocemente as lesões - tais como essas que aparecem na foto - e evitar a disseminação da doença no rebanho.

Já visitou nosso blog? Lá contamos de uma forma bem divertida mais detalhes sobre Footrot.Clica aqui no link e aproveita...
31/05/2018

Já visitou nosso blog? Lá contamos de uma forma bem divertida mais detalhes sobre Footrot.

Clica aqui no link e aproveita para se informar um pouquinho mais sobre esse assunto com uma publicação mais detalhada sobre os agentes causais dessa doença!

Essa história não é de amor, mas conta como as duas bactérias -  Dichelobacter nodosus e Fusobacterium necrophorum - se encontram em um casquinho de uma pobre o...

Você sabia que Footrot acontece mais em ovinos do que caprinos? Caprinos tem um tecido córneo do casco mais espesso, o q...
31/05/2018

Você sabia que Footrot acontece mais em ovinos do que caprinos?

Caprinos tem um tecido córneo do casco mais espesso, o que dificulta à invasão bacteriana, caracterizando uma resistência natural a doença.

Hoje voltamos para esclarecer dois pontos importantes sobre Footrot: - Por que e como ocorre a doença nos cascos dos ovi...
31/05/2018

Hoje voltamos para esclarecer dois pontos importantes sobre Footrot:

- Por que e como ocorre a doença nos cascos dos ovinos e caprinos?

Todo o processo é resultado de uma infecção em que duas bactérias - Dichelobacter nodosus e Fusobacterium necrophorum - atuam juntas causando uma inflamação da epiderme no espaço interdigital dos cascos (uma dermatite entre os “dedinhos”), o que leva a uma destruição do tecido local e sérias lesões nos animais acometidos, inclusive um descolamento entre pele e casco.

Sendo assim, essa infecção ocorre porque D. nodosus habita exclusivamente o casco de ruminantes e F. necrophorum reside no trato digestivo desses animais, sendo então uma bactéria eliminada nas fezes e assim em contato direto com as pastagens, solos e cascos. O principal problema é que esses agentes têm seu desenvolvimento favorecido por situações do cotidiano dos animais, tais como o confinamento, o excesso de fezes no local, a umidade, ocorrendo frequentemente na primavera e no verão, pelo clima quente, aumento das chuvas e lama no pasto. Nesses momentos, F. necrophorum penetra com mais facilidade nos cascos e inicia a desvitalização do espaço interdigital, principiando a dermatite e favorecendo a invasão e multiplicação por D. nodosus e juntas essas bactérias vão destruindo o tecido do casco.

Resumidamente, é isso!

Ficou com dúvidas ou quer saber mais? Pode nos questionar, porque todo mundo aprende um pouco mais com perguntas! E f**a ligadinho que logo teremos mais informações!

Endereço

Porto Alegre, RS

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