G6+Direitos Humanos

G6+Direitos Humanos O G6+Direitos é um dos grupos do SAJU/UFRGS e atua na defesa e na promoção judicial e extrajudicial de Direitos Humanos, Direito Civil e Direito de Família.

O G6+Direitos é um grupo do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul com atuação nas áreas de Direitos Fundamentais, Direitos Civis e Direitos de Família fundado em 2000.

É composto por estudantes e profissionais voluntários de Direito, Psicologia e Serviço Social que se reúnem das 19h às 22h nas sextas-feiras na sala do SAJU/UFRGS. Além dos

atendimentos jurídicos - judicialmente ou extrajudicialmente - também promovemos debates mensais no início de cada mês e o nosso projeto Direito Legal, onde debatemos em escolas de ensino médio ou EJA, por meio de um ciclo de oficiais, Direitos Fundamentais. Nessa página iremos divulgar nossas ações, assim como alguns informativos.

No último sábado, dia 13 de novembro, o G6+ participou de uma reunião com as moradoras da Nova Chocolatão para contribui...
16/11/2021

No último sábado, dia 13 de novembro, o G6+ participou de uma reunião com as moradoras da Nova Chocolatão para contribuir com a articulação de uma Associação de Mulheres no território. O encontro serviu para nos conhecermos e aproximarmos, assim como para conversar sobre a importância do coletivo e as perspectivas de cada uma dentro do espaço.

fotografia com mulheres e crianças em um ambiente fechado.

Queremos dar as boas-vindas às novas pessoas integrantes do G6 + Direitos Humanos! Agradecemos a todas as pessoas que pa...
15/10/2021

Queremos dar as boas-vindas às novas pessoas integrantes do G6 + Direitos Humanos!

Agradecemos a todas as pessoas que participaram da seleção do e colocaram nosso grupo nas suas opções.

Esperamos vê-las novamente nas próximas seleções! 🤍

Hoje é um importante dia de luta contra o racismo e a violência estatal, que se manifestam de diversas formas, como a au...
13/05/2021

Hoje é um importante dia de luta contra o racismo e a violência estatal, que se manifestam de diversas formas, como a ausência de políticas públicas assistenciais, a fome e insegurança alimentar que assolam metade dos domicílios brasileiros atualmente, a ausência de gestão da Pandemia, a violência policial que é legitimada pela Guerra às dr**as, pelo cárcere e outras violências.

Se tu puderes, soma no ato!

Vem de máscara, traz álcool gel e respeita o distanciamento social.

A fome tem pressa! A classe trabalhadora tem pressa!

Vacina, pão, auxílio digno e legalização!

O dia 31 de março de 1964 registra o início de um triste episódio na história do Brasil. Sob a justificativa falha do fa...
01/04/2021

O dia 31 de março de 1964 registra o início de um triste episódio na história do Brasil.

Sob a justificativa falha do fantasma comunista no país, instaura-se a ditadura militar, com as forças armadas derrubando o presente eleito democraticamente.

O período em questão manifesta a face da violência perpetuada pelo Estado ra***ta, homofóbico e machista. A caça pelos "subversivos", pela esquerda política, do movimento estudantil e de qualquer indivíduo que fosse contra aos ideais da ditadura.

Todavia, mesmo com a história sendo a nossa fonte mais rica, atualmente vivemos uma nova ameaça do nosso sistema democrático.

A comemoração da presente data, realizada por alguns e pelo próprio presidente, é uma violência simbólica a todos os indivíduos mortos e torturados durante a ditadura. Representa, novamente, os indícios de um grande risco para a sociedade brasileira.

Nesse dia tão importante para a história do país, reforçamos o posicionamento do G6 + Direitos Humanos, como grupo que preza por direitos básicos a todes.

DITADURA NUNCA MAIS!

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: fundo vermelho com parte inferior preta do lado esquerdo. Na esquerda, imagem de um protesto escrito "ditadura assassina" e do lado direito, imagem de um protesto escrito "Abaixo a ditadura. Povo no poder". Texto da imagem "ditadura nunca mais".

Olaaaaaaaaaaa!Nós do G6+ Direitos estamos selecionando 🥳🤩5 estudantes do direito 🌀2 pessoas advogadas 🔱1 pessoa psicólog...
24/09/2020

Olaaaaaaaaaaa!

Nós do G6+ Direitos estamos selecionando 🥳🤩

5 estudantes do direito 🌀
2 pessoas advogadas 🔱
1 pessoa psicóloga e 1 estudante de psico🌾
1 assistente social e 1 estudante de SESO✨

COMO ATUAMOS? ......................................................
Patrocinamos demandas cíveis e familiares que toquem de alguma forma os direitos humanos, como ação de medicamento, direito à moradia, ação indenizatória, investigação de paternidade, ação de alimentos, etc. Deixamos de atuar em casos somente patrimoniais, por exemplo.🤘🏾

QUAL NOSSA PROPOSTA?......................................................
Nossa proposta é utilizar as ferramentas que temos para o acesso à um direito popular, com uma visão crítica acerca do sistema jurídico e do contexto político, promovendo o debate e a defesa dos direitos humanos! 🌎

Além disso, G6+ Direitos tem histórico com atividades de assessoria, que ultrapassam as demandas processuais. 😎🐛🦋

COMO E QUANDO NOS REUNIMOS?......................................................
Nossos encontros eram semanalmente às sexta-feiras, das 19h as 22h. Por ora, as reuniões e atendimentos são quinzenais e online. ✍🏾🙏🏽🤙🏽

As entrevistas virtuais serão pelo Google Meets no dia 02/10, a partir das 19h.

Te aguardamos! 🤗😛🤓😚😂🧐🧐😘🥳🤓🤯🤔🥳😃🥴💋

Segundo a Organização Mundial da Saúde a cada 40 segundos uma pessoa morre por suicídio no mundo. 79% são de países de m...
11/09/2020

Segundo a Organização Mundial da Saúde a cada 40 segundos uma pessoa morre por suicídio no mundo. 79% são de países de média e baixa rende, e a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.
Não temos como desvincular a defesa dos direitos humanos com a prevenção ao suicídio, pois o mesmo sistema opressor que estimula a desigualdade e vulnerabilidade social, que violenta, exclui e discrimina é também o que adoece emocionalmente as pessoas.
Hoje viemos aqui lembrar que ninguém está sozinho, procure ajuda!
Ligue 188 CVV- Centro de valorização a vida

30 de agosto é lembrado como o Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimento ForçadoNo Brasil, o desaparecimento forç...
30/08/2020

30 de agosto é lembrado como o Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimento Forçado
No Brasil, o desaparecimento forçado ainda não está previsto na legislação penal. Atualmente tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei do Senado nº 236/2012 o qual cria um título sobre os crimes contra direitos humanos no Código Penal, especialmente nos casos de desaparecimento forçado de pessoas.
O texto estabelece que configuraria crime “apreender, deter ou de qualquer outro modo privar alguém de sua liberdade, ainda que legalmente, em nome do Estado ou de grupo armado ou paramilitar, ou com a autorização, apoio ou aquiescência destes, ocultando o fato ou negando informação sobre o paradeiro de pessoa privada de liberdade ou de seu cadáver, ou deixando a referida pessoa sem amparo legal”.
A existência de legislação que puna governos que cometem esse tipo de conduta é essencial para que possamos assegurar direitos humanos.

Fontes:
anistia.org.br
cnv.memoriasreveladas.gov.br

Nesses tempos de distânciamento social temos que ter mais cudados  com a nossa saúde mental.a regra básica é: Sempre cui...
21/08/2020

Nesses tempos de distânciamento social temos que ter mais cudados com a nossa saúde mental.
a regra básica é: Sempre cuidar a intensidade,duração e frequência de qualquer sintoma ou emoção.
Dúvida, procure ajuda!

Olá Pessoal!Sim, nós do G6  estamos meio sumidos das redes socias. Como todo mundo,  também precisavamos de um momento m...
31/07/2020

Olá Pessoal!

Sim, nós do G6 estamos meio sumidos das redes socias. Como todo mundo, também precisavamos de um momento mais quietinho para pensar sobre tudo que está acontecendo, mas voltamos.
Hoje trazemos esse guia de como praticar o distanciamento social.

Mesmo que estamos cansados de ouvir, ainda é necessário refoçarmos essa orientações, os casos não apresentam uma diminuição significativa e os leitos dos hospitais estão cada vez mais lotados.

08/07/2020

O dia 28 de junho é lembrado como o Dia do Orgulho LGBTQI (lésbicas, g**s, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas ...
29/06/2020

O dia 28 de junho é lembrado como o Dia do Orgulho LGBTQI (lésbicas, g**s, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex), data celebrada mundialmente a qual marca um episódio ocorrido em Nova Iorque (EUA) em 1969. Naquele dia, as pessoas que frequentavam o bar Stonewall Inn, até hoje um local de frequência de g**s, lésbicas e trans, reagiram a uma série de batidas policiais que eram realizadas ali com frequência.

A resistência contra a perseguição da polícia às pessoas LGBTI durou mais algumas noites e, no ano seguinte, resultou na organização na 1° parada do orgulho LGBT, realizada no dia 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio. Hoje, as Paradas do Orgulho LGBT acontecem em quase todos os países do mundo e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano.

Segundo a Anistia Internacional de Direitos Humanos, a violência contra pessoas LGBTQI+ ainda é recorrente em inúmeros países, sendo que em muitos ainda é criminalizado.

O Brasil é um dos países onde mais se registra crimes letais contra a população LGBT.

2010: o STF reconhece que casais LGBT tem direito de adotar filhos.

2013: o CNJ proíbe cartórios do território brasileiro de se recusar a registrar Casamento e União Estável ou converter união estável em casamento de pessoas do mesmo s**o. Até então os casais precisavam entrar com uma ação na justica para ter o direito de registrar o casamento.

2011: O STF equipara as relações entre pessoas do mesmo s**o à de união estável. Também foi determinado que os casais homossexuais terão exatamente os mesmos direitos familiares e sucessórios dos casais heterossexuais, como plano de saúde, seguros de vida, pensão alimentícia e divisão dos bens adquiridos em caso de rompimento.

2018: O MEC emite resolução que autoriza os estudantes travestis e transexuais a utilizarem o nome social nos registros escolares da educação básica.

2018: O STF autoriza que transexuais alterem o nome e o gênero no registro civil sem a necessidade de cirurgia de redesignação sexual ou decisão judicial.

2019: O STF determina que a discriminação contra pessoas LGBT seja enquadrada nos crimes previstos na Lei Nº 7.716/1989 (Lei do Racismo), que prevê p***s de até 5 anos de prisão, até que uma norma específica seja aprovada pelo Congresso Nacional.

2020: O STF declara inconstitucional e suspende as normas do Ministério da Saúde e da Anvisa que exigiam aos homens que fazem s**o com homens a abstinência sexual de um ano para doarem sangue.

Assim, a luta pelos direitos LGBT é constante. Assegurar direitos a essa parcela da população também é lutar pela garantia e acesso a direitos humanos.

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