Núcleo de Políticas LGBT UFPE

Núcleo de Políticas LGBT UFPE Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Núcleo de Políticas LGBT UFPE, Ensino superior, Avenida Economistas, n. 9, Recife.

O Núcleo de Políticas LGBT tem por finalidade planejar, coordenar e desenvolver ações visando à efetiva garantia de direitos e atuação em favor do respeito à dignidade das pessoas LGBTQIA+, no âmbito da Universidade Federal de Pernambuco. O Núcleo de Políticas LGBT, instância ligada diretamente ao Gabinete do Reitor, é responsável pela execução da “Política LGBT da UFPE” cujo objetivo primordial é

favorecer o ACOLHIMENTO, a INSERÇÃO e a PERMANÊNCIA da comunidade LGBT da UFPE. Sendo assim, ela coordenará e implementará as ações afirmativas e os projetos relacionados aos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e Intersexuais.

1. AÇÕES PREVENTIVAS:
•Projeto “VAI TER TRANS NA UFPE, SIM!” - Visando minimizar os efeitos das desigualdades sociais e regionais, reduzir as taxas de retenção e evasão escolar das pessoas travestis, transexuais, transgêneros e intersexuais, bem como, promover a inclusão social pela educação, garante a prioridade no acesso a bolsa de manutenção dessa população, desde que atenda aos critérios estabelecidos pela Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (PROAES).
•Lançamento da “CAMPANHA DE SENSIBLIZAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO DA COMUNIDADE DA UFPE EM RELAÇÃO Á UTILIZAÇÃO DO NOME SOCIAL E USO DO BANHEIRO PELAS PESSOAS TRANS” que foi criada pela PROCIT em parceria com docente e alunos/as trans.
•Projeto “NO MUNDO DO TRABALHO CABE TODAS AS CORES” – objetiva criar parcerias com instituições públicas e privadas para inserção dos/as alunos/as LGBT no mundo do trabalho.
•Elaboração do programa “NA UFPE NINGUÉM PRECISA FICAR NO ARMÁRIO” que será realizado por docentes e alunos/as LGBT, na grade da TVU.
•Campanhas de AFIRMAÇÃO dos DIREITOS LGBT.
•EXPOSIÇÕES INTINERANTES E CINE-DEBATES voltados à temática LGBT.
•CURSOS DE SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS/AS SERVIDORES/AS em relação à temática LGBT.

2. AÇÕES PROTETIVAS:
•Criação de um APLICATIVO para MAPEAR E DENUNCIAR a LESBO-HOMO-BI-TRANSFOBIA na UFPE.
•Elaboração de um REGIMENTO ÉTICO que preveja punições para homo-lesbo-bi-trans-fobia na UFPE.
•Criação da OUVIDORIA DA DIVERSIDADE.

3. AÇÕES DIRECIONADAS À SAÚDE DA POPULAÇÃO LGBT:
•Ampliação do quadro de funcionários/as e construção de um novo local para o “ESPAÇO DE ACOLHIMENTO E CUIDADO PARA PESSOAS TRANS DO HC-UFPE” que ficará subordinado à “Diretoria de Assuntos LGBT” garantindo mais autonomia e aumento de verbas.
•Criação da LINHA DE CUIDADO LGBT no SPA (Serviço de Psicologia Aplicada)

4. AÇÕES DE PESQUISA E DE EXTENSÃO RELACIONADAS À QUESTÃO LGBT:
•Produção de uma linha editorial LGBT respeitando a questão da endogenia.
•Elaboração de Editais de fomento para pesquisa e extensão relacionadas à problemática LGBT.
•Criação do Prêmio MÁRCIA ARÁN – “ESTUDOS DE GÊNEROS E SEXUALIDADES NA UFPE” - objetiva estimular e fortalecer as pesquisas sobre a temática LGBT, através de um concurso de monografias, artigos científicos, dissertações e teses. Os trabalhos serão avaliados por pareceristas especialistas na área e externos da UFPE.
•Realização de Congressos, Seminários e Eventos voltados à temáticas LGBT.

29/06/2021

Estamos chegando ao fim da nossa campanha “As vivências LGBTs da UFPE”, realizada em parceria com a PROEXC (.ufpe). Hoje, vai ser diferente, guardamos essa entrevista com discursos bastante importantes feitos pela maravilhosa Robeyoncé Lima (robeyoncelima), ela é Co-deputada pela mandata coletiva das e Advogada graduada pela UFPE, nossa conversa foi dividida em três partes: Identidade, Vivências e Planos para o futuro, que serão postadas ao longo da próxima semana. Nessa primeira parte ela se apresenta e fala um pouco sobre o Grupo Robeyoncé (), venha conhecer mais sobre ela e a importância de suas falas para nossas Vivências como LGBTs da UFPE, assista o vídeo até o final e f**a ligadinhe que o Seminário Cultural da Diversidade, que está sendo promovido pela Diretoria de Cultura/IAC e nós do NLGBT tá rolando hoje e amanhã no canal do youtube “Extensão e Cultura UFPE”, a programação tá muito maravilhosa e super informativa, vai lá dá uma olhada. Agora conta pra gente, o que achou da nossa campanha? Você se identif**a com a história de Robeyoncé? Como são as suas vivências enquanto LGBTQIA + da UFPE?
Aviso importante: A legenda desta entrevista será gerada automaticamente pelo instagram.
Edição: Ipê Arauja () e Maria Eduarda Matias ()
Arte: Luan Queiroga ()
Texto por Ipê Arauja e Maria Eduarda Matias, bolsistas sob a supervisão de Diego Germano.
+ +

: Temos uma publicação de vídeo para IGTV, na capa está presente Robeyoncé Lima, seu cabelo é longo e preto e está para o lado esquerdo, ela usa uma maquiagem com tons escuros nos olhos, batom vermelho e brincos de argola, está sorrindo e seu olhar está direcionado para a esquerda, veste uma blusa regata branca com tons de cinza e vermelho, acima dela está escrito: “As Vivências LGBTs da UFPE” e linhas coloridas em volta e na parte inferior, está presente uma caixa roxa: "Episódio 4: Entrevista com Robeyoncé Lima - Parte 1: Identif**ação” abaixo estão as logos da PROEXC, NLGBT e UFPE. No vídeo, estão Robeyoncé e Ipê, Robeyoncé, está vestida com uma blusa regata branca, cabelo preso, atrás dela tem uma janela que ilumina o espaço e um quadro dela, Ipê usa uma blusa regata verde, cabelo curto castanho e franja, atrás dela uma parede branca, ao final do vídeo, surge em uma tela preta os créditos e as mesmas logos iniciais. Fim da descrição.

29/06/2021

🏳️‍🌈 UFPE É DIVERSIDADE! 🏳️‍⚧️
Ficasse sabendo que dentro da programação do Festival de Cultura, nos dias 29 e 30 de junho, também vai acontecer o I Seminário Cultural da Diversidade da UFPE ?
É isso mesmo! Vamos trazer nove mesas redondas com diversos temas, debates e reflexões em torno da comunidade LGBTQIA+
Essa animação que você acaba de assistir fala um pouco sobre a Linguagem não-binária, um dos temas que vai ser abordado no Seminário Cultural. Ficou curioso? Amanhã, às 14h, discutiremos a importância atual da Linguagem não-binária, um assunto que mostra como a língua expressa a visão do mundo e, ao mesmo tempo, permite inclusão e diversidade. Quer participar? Se inscreva em: bit.ly/inscricao_festivalculturaufpe
A participação é gratuita e serão emitidos certif**ados para todos que participarem na íntegra das rodas de conversas. O evento irá trazer como convidados, o professor Iran Melo (iran.f.melo) e a militante ativista Oltiel (oltielzynx) sendo realizado virtualmente, através de transmissões ao vivo no canal da Proexc (.ufpe) lá no Youtube.
🔺 Ao vivo no Youtube: www.bit.ly/diversidadeufpe_mesa1

Hoje, 28 de junho, é o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. E se hoje podemos celebrar o orgulho é porque muitos dos q...
29/06/2021

Hoje, 28 de junho, é o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. E se hoje podemos celebrar o orgulho é porque muitos dos que vieram antes de nós lutaram por nossos direitos.

A data foi estabelecida em homenagem à Revolta de Stonewall, ocorrida em 1969, em que membros da comunidade decidiram reagir à violência policial aos frequentadores do famoso bar LGBT Stonewall em Nova Iorque.

Para celebrar esse dia, resolvemos fazer uma homenagem à Marsha P. Johnson, uma ativista trans, negra, que trabalhou como drag queen e profissional do s**o e levou aos 4 cantos do mundo o nosso pedido por respeito.
Obviamente, sua luta não foi fácil. Como pessoa marginalizada, seu caminho foi marcado por abusos e violências. A fama, inclusive, não a impediu de sofrer outras agressões.

As fotografias que ilustram o post, por exemplo, são retratos de Marsha feita pelo famoso artista Andy Warhol. O fotógrafo, para a sua série “Ladies and Gentlemen”, fotografou outras pessoas trans, que nunca receberam o devido crédito (fonte:https://amlatina.contemporaryand.com/pt/editorial/andy-warhol-black-trans-sitters/); a própria Marsha foi proibida de comparecer ao local em que sua foto estava sendo exposta.

Infelizmente, sua morte também foi violenta e, até hoje, continua sendo um mistério. Membros da comunidade LGBT marcharam, pedindo investigações sobre o caso e justiça para a vítima. No entanto, a mobilização não impediu a tentativa de invisibilização de sua morte.

Marsha foi vítima de uma sociedade cruel, do racismo, transfobia e machismo que continua presente ao nosso redor mesmo depois de tanto tempo. Mas sua vida e a de todas as outras pessoas de nossa comunidade que perdemos para LGBTfobia, não foram em vão e o nosso papel é lembrar para continuar nossa luta, orgulho e resistência, não só durante esse mês mas pelo resto de nossas vidas.


por Ipê Arauja () e Maria Eduarda Matias (), bolsistas sob a supervisão de Diego Germano.
arte: Luan Queiroga ()

A UFPE, por meio do Núcleo de Políticas LGBT, vem a público expressar o seu repúdio à tentativa de homicídio sofrida pel...
29/06/2021

A UFPE, por meio do Núcleo de Políticas LGBT, vem a público expressar o seu repúdio à tentativa de homicídio sofrida pela tr****ti Roberta na madrugada desta quinta (25), no Centro do Recife. Na brutal agressão, uma substância química foi jogada na vítima e logo em seguida o agressor ateou fogo no corpo de Roberta, que foi levada ao Hospital da Restauração, com cerca de 40% do corpo queimado.

E, infelizmente, esse não se trata de um caso isolado. No último dia 19, foi preso em flagrante o companheiro da mulher trans e multiartista Kalyndra da Hora, acusado de tê-la matado por asfixia. Um quadro alarmante da violência e vulnerabilidade da população T recifense.

Todos os dias, mulheres trans e tr****tis têm seu direito à vida violado pela transfobia. O direito de existir é um direito humano de todos e todas, assegurado às pessoas LGBTQIA+ pela Lei 7.716/1989, tendo o STF equiparado o crime de lgbtfobia ao de racismo, em 2019.

A transfobia é um aparato de violência e marginalização estruturalmente enraizado em nossa sociedade que recai diretamente sobre a população T (transexual, tr****ti e transgênero). Nesta perspectiva, é muito difícil celebrar nossas vidas quando, às vésperas do Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, mais um membro de nossa comunidade sofre com a escancarada e naturalizada transfobia.

A violência contra a comunidade LGBTQIA+ é constante no Brasil, país que mais mata LGBTs no mundo. A luta contra a lgbtfobia é de todos, como explica o reitor “Precisamos enfrentar a LGBTfobia, combatendo todas as formas de preconceito e discriminação. O Estado brasileiro precisa efetivamente adotar políticas que coíbam, punam e eduquem na perspectiva dos direitos humanos, do respeito e acolhimento à diversidade, para que o direito à vida digna e de oportunidade seja realidade em nossa sociedade".

O nosso NLGBTIndica de hoje é um especial para as sapatão!Vamos te indicar “Territória”, um curta-metragem produzido por...
25/06/2021

O nosso NLGBTIndica de hoje é um especial para as sapatão!

Vamos te indicar “Territória”, um curta-metragem produzido por alunas do Centro de Artes e Comunicação da UFPE. No formato de fotofilme documental, o projeto vai falar sobre seis mulheres lé***cas pernambucanas (cis, trans e não-binárias) e um pouco das suas rotinas, os espaços que ocupam e as suas trajetórias inspiradoras.
A vida contada por essas mulheres nos faz enxergar que não há mulher lé***ca única e idealizada, há mulheres lé***cas em diversos contextos, com vivências diferentes e necessidades diferentes. A produção perpassa por histórias de distintas situações, identidades e idades, porém sempre reafirmando a potência e integridade de ser lé***ca. Um filme feito para mulheres que amam mulheres.
O projeto é resultado da pesquisa do Trabalho de Conclusão de Curso (em andamento) de Beatriz Aguiar, estudante de Rádio, TV e Internet da UFPE, idealizadora e diretora de fotografia do projeto, e compõe a Charque Attack (.attack), uma coletiva audiovisual em Pernambuco formada por mulheres LBT. O projeto conta ainda com a produção executiva de Xulia Doxagui, também estudante do CAC, e a produção fonográf**a de Thais Barreto, estudante do Departamento de Ciências Geográf**as e pesquisadora de paisagens sonoras.
“Territória” está disponível no Youtube e foi lançado em parceria com a Secretaria da Mulher de Pernambuco (secmulherpe), e a Coordenação Municipal da Política de Atenção à Saúde Integral da População LGBT do Recife com o incentivo da Lei Aldir Blanc ().
Arte: Luan Queiroga ()
Texto por Ipê Arauja () e Maria Eduarda Matias (), bolsistas sob a supervisão de Diego Germano.

post é formado por seis cards, todos eles envoltos por uma moldura laranja. Na parte inferior, do lado direito, tem o desenho de uma nuvem branca e dentro dela está presente a logo do NLGBT. Na parte superior esquerda está escrito “indica” e na direção oposta verticalmente, no canto inferior da moldura, está escrito “Territória”.
No 1º card, no caso a capa, temos o pôster do curta-metragem. Ele é rosa claro e há uma barra roxa com todos os patrocínios na parte inferior, logo acima dessa barra, tem o nome “Territória” quase chegando ao centro. No centro do pôster, tem duas mãos dadas em preto e branco e ao seu redor, há quatro linhas roxas que se bifurcam e se entrelaçam no mesmo ponto das mãos.
A partir do 2º até o 5º card todas as molduras serão iguais contendo fotos das integrantes no centro do poster. O fundo é rosa claro e abaixo está a mesma barra roxa com os patrocínios e as mesmas linhas bifurcadas que se entrelaçam na imagem.Ao centro está Elisa, uma mulher negra de cabelo longo de cor castanha e liso, olhando atentamente para a câmera.
No 3º card há um casal de mulheres brancas com cabelos curtos e lisos, elas estão rindo, demonstrando carinho e com as testas grudadas.
No 4º card há outro casal de mulheres. Elas são negras e mais jovens que o casal anterior. A da direita possui cabelos trançados e está beijando sua companheira que está para falar algo. A mulher da esquerda possui cabelos curtos e castanhos e usa óculos.
No 5º card há uma idosa curvada mexendo na raiz de uma árvore plantada em volta de pedras tipo checho em seu quintal. Ela é negra usando óculos e está com um vestido azul.
O último card é basicamente a mesma coisa da capa, porém com fotos pequenas das quatro produtoras responsáveis pelo projeto, alinhadas horizontalmente em cima da barra roxa dos patrocínios.

25/06/2021

As vivências LGBTs da UFPE - Conheça Rafael Rodrigues

Você piscou e saiu mais um vídeo da nossa campanha “As vivências LGBTs da UFPE”, realizada em parceria com a PROEXC (.ufpe). Hoje vamos conhecer a história de Rafael Rodrigues () que está no último ano da graduação de ciências sociais. Rafa veio de uma realidade onde não existiam muitos debates sobre dissidência sexual e de gênero. Chegando na UFPE, ele entrou em contato com uma nova realidade, que se faz possível com os trabalhos do NLGBT no campus. Para conhecer mais sobre as vivências dele e participar dos debates apresentados em seu discurso, assista o vídeo até o final e f**a ligadinhe que a nossa campanha vai até o dia 29 de junho, com um vídeo diferente toda semana, já preparando vocês para o Seminário Cultural da Diversidade, que rola nos dias 29 e 30 de junho e está sendo promovido pela Diretoria de Cultura/IAC e nós do NLGBT. Agora conta pra gente, você se identif**a com a história de Rafael? Como são as suas vivências enquanto LGBTQIA + da UFPE?
Edição e Legenda: Ipê Arauja (), Luan Queiroga () e Maria Eduarda Matias ()
Arte: Luan Queiroga ()
Texto por Ipê Arauja e Maria Eduarda Matias, bolsistas sob a supervisão de Diego Germano.
+ +

+ : Temos uma publicação de vídeo para IGTV, na capa está presente Rafael Rodrigues, homem branco, cabelo curto castanho escuro, ele usa óculos redondo de grau e veste uma camisa cinza, acima dele está escrito: “As Vivências LGBTs da UFPE” e linhas coloridas em volta e na parte inferior as logos da PROEXC, NLGBT e UFPE. No vídeo, na parte inferior está presente a legenda e aparece uma caixa com a seguinte informação: “Rafael Rodrigues, Estudante de graduação”, que some em alguns segundos, Rafael, usa o mesmo óculos da imagem de capa e tem barba e bigode, veste uma camisa branca, com um desenho preto pouco visível, atrás dele vemos o teto que é branco e vermelho e tem a bandeira colorida presa na parede, ao final do vídeo, surge em uma tela preta os créditos e as mesmas logos iniciais. Fim da descrição.

O nosso NLGBTIndica de hoje apresenta para vocês dois criadores de conteúdo bissexuais, são duas potências que criam deb...
25/06/2021

O nosso NLGBTIndica de hoje apresenta para vocês dois criadores de conteúdo bissexuais, são duas potências que criam debates importantes através de discursos que humanizam suas vivências.

Conheça Nick Thomás () e Luiza Junqueira ().:
Nick é uma pessoa agênero, não-binário (seus pronomes são ele/dele), Ele é escritor e criador de conteúdo digital e também criador da página que conecta pessoas trans que precisam de binder a quem pode doá-los. Destacamos o seu conto “Cinco mil explicações” que conta a história de Eloá e Thiago e suas experiências enquanto pessoas bissexuais, de forma afetuosa mas também que pontua a necessidade de que cada pessoa conte sobre suas próprias vivências.
O ebook está disponível para compra pela amazon. Recomendamos, ainda, seus trabalhos atuais no instagram sobre “a diferença entre Bi e Pan” e também “a bi*****alidade não é binária”.

Luiza Junqueira é mulher cis e bi*****al (seus pronomes são ela/dela). Ela é a criadora do canal Tá Querida no youtube, que é dinâmico assim como ela e está sempre em transformação. Seus vídeos sobre culinária “honestona”, onde ela cria pratos deliciosos de um jeitinho único mas também que se conecta com o jeitinho de cada espectador são pontuais, pois assuntos importantes como autocuidado, LGBTfobia, aceitação do corpo, feminismo são introduzidos com facilidade e debatidos para que todes possam entender. Ela também é criadora da revista “Tá Querida”, que fala sobre assuntos diversos e sobre suas experiências e de outras pessoas de uma forma muito leve; é, como ela gosta de falar, um primor! A revista está disponível para compra na hotmart.

Pessoas bissexuais existem e são válidas. Precisamos ouvi-las e, como comunidade, darmos visibilidade às suas narrativas e existências. Estamos ansioses para saber o que vocês acharam de nossas indicações. O que vocês querem ver no nosso próximo NLGBTIndica? Conta aqui nos comentários pra gente.

Por Ipê Arauja (), bolsista sob a supervisão de Diego Germano.
arte: Luan Queiroga ()

*****alidade

Temos uma publicação tipo carrossel com dois cards, ambos têm uma moldura laranja. Na parte superior, dentro de um balão branco está escrito “indica” e, na parte inferior do primeiro card, está escrito “Nick Thomás”, dentro da moldura, temos dua imagens de Nick, na primeira ele está de lado sorrindo e segura uma bandeira nas cores rosa, roxo e azul, na segunda, está sério e encostado e uma janela, a bandeira está em cima de seu braço esquerdo e quase totalmente fora de quadro.
No Segundo card, na parte inferior dentro de um fade branco está escrito, “Luiza Junqueira”, presente dentro da moldura laranja, na primeira imagem só aparece o rosto de Luiza, que está pintado com várias cores de tinta, na segunda, ela usa biquini vermelho e está sentada no chão, atrás dela vemos o sofá, uma parede amarela e uma estrela de oito pontas pendurada na parede.
Em ambos os cards, na parte inferior, do lado direito, têm o desenho de uma nuvem branca com um fade e o formato é feito por uma linha laranja no mesmo tom da moldura, dentro dela está presente a logo do NLGBT. Fim da descrição.

25/06/2021

As vivências LGBTs da UFPE - Conheça Brenda Bazante

Chegou o dia mais esperado da nossa semana! Aqui está o segundo vídeo da nossa campanha “As vivências LGBTs da UFPE”, realizada em parceria com a PROEXC (.ufpe). Hoje vamos conhecer a história de Brenda Bazante () que é aluna do Mestrado em artes visuais da UFPE. Brenda entrou na turma de 2020 mas, por conta da pandemia e do isolamento, passou pouco tempo presencialmente no CAC. No vídeo, ela conta como foi essa experiência, mesmo que muito curta, pontua sobre o EAD e fala sobre a importância do NLGBT para a população LGBTQIA + da UFPE. Nós do Núcleo já adoramos ela 💖💖 Assista o vídeo até o final e fique ligadinhe que a nossa campanha vai até o dia 29 de junho, com um vídeo diferente toda semana, já preparando vocês para o Seminário Cultural da Diversidade, que rola nos dias 29 e 30 de junho e está sendo promovido pela Diretoria de Cultura/IAC e nós do NLGBT. Agora conta pra gente, você se identif**a com a história de Brenda? Como são as suas vivências enquanto LGBTQIA + da UFPE?
Edição e Legenda: Ipê Arauja (), Luan Queiroga () e Maria Eduarda Matias (dudaa___dudaa)
Arte: Luan Queiroga ()
Texto por Ipê Arauja e Maria Eduarda Matias, bolsistas sob a supervisão de Diego Germano.



: Temos uma publicação de vídeo para IGTV, na capa está presente Brenda Bazante, uma mulher com cabelo cacheado que vai até o pescoço, e olha para o lado esquerdo, acima dela está escrito: “As Vivências LGBTs da UFPE” e duas linhas, rosa e branca em volta e na parte inferior as logos da PROEXC, NLGBT e UFPE. No vídeo, na parte inferior está presente a legenda e nos primeiros segundos aparece uma caixa com a seguinte informação: “Brenda Bazante, Estudante de pós-graduação”, que some em alguns segundos, Brenda veste uma camiseta regata rosa com alça fina, usa um batom em um tom parecido com o da camiseta, brincos que vão até a metade do pescoço e acabam numa meia lua amarela. +

O NLGBTIndica de hoje é um especial de Dia dos Namorados, e decidimos separar esses cinco casais LGBTQIA + apaixonados d...
25/06/2021

O NLGBTIndica de hoje é um especial de Dia dos Namorados, e decidimos separar esses cinco casais LGBTQIA + apaixonados das histórias em quadrinho, pra fazer a gente pensar um pouco sobre afeto e representatividade, cada uma das histórias separadas, não fala apenas sobre amar, mas sobre ser, sobre existir e ser fiel a si próprio, são histórias que por mais diversas que sejam as vivências, cada personagem se interliga conosco de uma forma muito única. A gente não deve esquecer, que por mais que tenhamos essas representações nas HQs, ainda pecam muito nas produções cinematográficos quando o assunto é diversidade LGBTQIA +, e o que nós buscamos é ocupar todos os espaços, principalmente aqueles que de início nos são negados e é isso que faremos!
Agora queremos saber de vocês, sobre suas próprias narrativas, sobre as histórias que fazem de vocês ou de alguém que vocês amam, heroínas e heróis. Vamos pegar de exemplo esses amores ficcionais e celebrar nossas identidades e sexualidades reais.

Por Ipê Arauja () e Maria Eduarda Matias (), bolsistas sob a supervisão de Diego Germano.
Arte: Luan Queiroga ()




1ºcard→ A capa é uma colagem com todos os personagens descritos abaixo:

2ºcard→ Na imagem, o casal Ayo e Aneka estão se beijando em cima de uma cama. Ayo é negra, com a cabeça raspada, mas ainda sim com um rabo de cavalo na parte de trás. Na parte lateral da sua cabeça há algumas tatuagens, Aneka, que também é negra com cabelo curto e preto, está em volta da sua parceira enrolada com um lençol.

3ºcard→ Estão as personagens Alysia Yeoh e Jo Muñoz. Jo tem cabelos longos e rosa, enquanto Alysia tem cabelo curto e preto. A imagem está dividida em 4 partes. Na primeira, as duas estão se beijando com a palavra “SMOOCH!” no meio delas. Na segunda imagem, há uma amiga delas comemorando a cerimônia. Na terceira há Alysia segurando um buquê de flores e chorando de emoção. E na última imagem, o casal está se olhando perdidamente apaixonado. +

15/06/2021

As vivências LGBTs da UFPE - Conheça Thales Lúcio

Esse é o primeiro vídeo da nossa campanha, “As vivências LGBTs da UFPE” em parceria com a PROEXC (.ufpe), hoje você conhecerá Thales Lucio (), que é doutorando no programa de pós graduação em geociências da UFPE, Thales, vivenciou homofobia externa à universidade e seu maior suporte foi dentro do campus. Para saber mais sobre a história dele, assista o vídeo até o final e f**a ligadinhe que a nossa campanha vai até o dia 29 de junho, com um vídeo diferente toda semana, contando sobre a diversidade de vivências e preparando vocês para o Seminário Cultural da Diversidade, promovido pela Diretoria de Cultura/IAC e nós do NLGBT. Agora conta pra gente, você se identif**a com a história de Thales? Como são as suas vivências enquanto LGBTQIA + da UFPE?

Edição e Legenda: Ipê Arauja () e Maria Eduarda Matias ()
Arte: Luan Queiroga ()
Texto por Ipê Arauja e Maria Eduarda Matias, bolsistas sob a supervisão de Diego Germano.

: Temos uma publicação de vídeo para IGTV, na capa está presente Thales Lucio, homem com óculos de grau, cabelo curto cacheado e barba, veste uma camisa de botão listrada nas cores, azul, amarelo, verde e vermelho, acima dele está escrito: “As Vivências LGBTs da UFPE” e linhas coloridas em volta e na parte inferior as logos da PROEXC, NLGBT e UFPE. No vídeo ele aparece com uma camisa de botão laranja, com folhas verdes e vermelhas, um brinco pequeno na orelha direita, barba e sem óculos. ele está posicionado a frente de uma parede branca com alguns papéis com anotações não visíveis. Fim da descrição.

Chegamos ao Mês do Orgulho, um marco na nossa história, iniciada na Revolta de Stonewall em 1969. E para dar início às n...
03/06/2021

Chegamos ao Mês do Orgulho, um marco na nossa história, iniciada na Revolta de Stonewall em 1969. E para dar início às nossas celebrações, lutas e (re)existências, o NLGBTindica de hoje vai ser sobre os álbuns Ojunifé de e Fúria pt 1, de , reverenciando as mulheres trans e tr****tis negras e sua contribuição para nosso movimento.

No seu trabalho mais recente, Majur entrega afeto, conexão entre passado, presente e futuro, religiosidade e ancestralidade em seu Ojunifé, um Manifesto Afropop que signif**a, em iorubá, “amor dos olhos”. Nas primeiras faixas, a cantora vai se apresentando e criando uma experiência sonora que flui por cada canção, algumas com participações especiais de Luedji Luna e Liniker.
Em entrevista ao , é dito por Majur que “Ojunifé sou eu, a Majur do futuro, estabelecendo uma carta aberta sobre a Majur do passado-presente. Trata-se do meu nome de axé, uma parte essencial de um processo de renascimento. Portanto, o disco fala sobre mim.”

Urias, por sua vez, traz em seu Fúria pt 1 um paralelo entre mansidão e ferocidade, que podem ser vistos nas cinco faixas do projeto, com uma atmosfera “noir”. Ela também constrói, com a participação de Monna Brutal e Ebony Reigns, inquietações vividas por identidades femininas numa sociedade machista. Nas palavras de Urias “FÚRIA é não apenas um álbum, mas um produto musical que conecta áudio, vídeo e desejos pessoais. É sobre mim e também sobre o outro, sobre a relação que a sociedade tem com o corpo, o s**o e figura da mulher. Tem ira, mas também tem mansidão”

Agora é com vocês, conta aqui nos comentários o que acharam dos álbuns, já conheciam? Tem alguma indicação para o proximo NLGBTIndica? Estamos ansiosas para exaltar outros novos projetos.
Por Ipê Arauja () e Maria Eduarda Matias , bolsistas sob a supervisão de Diego Germano.
arte: Luan Queiroga ()

Temos uma publicação tipo carrossel com dois cards, ambos têm uma moldura laranja, na parte superior dentro de um fade branco está escrito “indica”, na parte inferior do primeiro card: está escrito “Ojunifé - Majur”, o álbum de Majur, dentro da moldura tem um plano de fundo vermelho, na parte superior do álbum está o título do álbum, a cantora se encontra no meio da imagem, ela é negra, sua vestimenta cobre seu corpo e apenas seu rosto está descoberto, ela tem um olhar sério, usa maquiagem leve e têm duas pedras pequenas e brilhantes próximo aos olhos, ao seu lado tem escrito em letra cursiva “Majur”. No Segundo card, na parte inferior dentro de um fade branco está escrito, “Fúria - Urias”, o álbum de Urias, presente dentro da moldura laranja, tem um plano de fundo preto, centralizado dentro de um círculo está escrito “Urias” e“Fúria”. Na parte inferior a imagem de um touro branco e Urias, com franja e cabelo longo preto, maquiagem leve, veste uma roupa branca que cobre seu ombro e sua mão com unhas longas e luva que não cobre os dedo, repousa sobre o rosto do touro, assim como sua cabeça e mantém um olhar calmo. Em ambos os cards, na parte inferior, do lado direito, têm o desenho de uma nuvem branca com um fade e o formato é feito por uma linha laranja no mesmo tom da moldura, dentro dela está presente a logo do NLGBT. Fim da descrição.

Acreditamos que a diversidade constrói a Universidade. Por isso, a UFPE, através do Núcleo de Políticas LGBT, em parceri...
03/06/2021

Acreditamos que a diversidade constrói a Universidade. Por isso, a UFPE, através do Núcleo de Políticas LGBT, em parceria com a Diretoria de Cultura - PROEXC, torna pública a campanha: “Acorda LGBTQIA+! É Hora de Contar a sua História.”

Esta chamada convida servidores e alunes LGBTQIA+ a mandarem depoimentos em vídeos, contando um pouco para a gente suas vivências com a UFPE. Assim, esperamos espalhar empatia e representatividade dentro e fora do campus no mês do orgulho LGBTQIA+.

As inscrições estão abertas e seguem até dia 3 de junho.

Para enviar seu depoimento, basta responder as perguntas que elaboramos e anexar o vídeo no formulário que está disponibilizado na nossa bio do Instagram.

A chamada é aberta para o público interno e externo à UFPE. Vem promover a diversidade com a gente! 🏳️‍🌈✨

Endereço

Avenida Economistas, N. 9
Recife, PE
50740-520

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 13:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
Sexta-feira 13:00 - 17:00

Telefone

+558121263101

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