11/12/2025
Quando se trabalha com i-PRF, é importante dimensionar algumas questões:
1) Meu objetivo é apenas aglutinar partículas de enxerto e ter um recurso auxiliar na estabilização de biomateriais? (Função mecânica)
2) Quero biofuncionalizar matrizes, membranas ou enxertos, mudando seus potenciais de ação na reconstrução de tecidos duros e moles? (Função biológica)
Se meu objetivo é a função biológica, preciso considerar que há protocolos de preparo que irão afetar distribuição celular ao longo do composto, concentração celular, atividade de fatores de crescimento, etc. Ainda, preciso considerar que, a depender de cada protocolo, há variações na constituição celular e molecular das camadas superficial, intermediária e profunda do i-PRF. A escolha de qual camada usar e qual protocolo adotar deve estar intimamente ligada aos objetivos cirúrgicos estabelecidos inicialmente.
Sem compreensão de ciência e biologia, a execução cega de técnicas pode promover grandes frustrações clínicas.