Revista tropos: Comunicação, Sociedade e Cultura

Revista tropos: Comunicação, Sociedade e Cultura O objetivo da publicação é promover um ponto de encontro, de discussão teórica entre professores, alunos e pesquisadores da Comunicação. Semiótica

6.

A revista está dividida nas seguintes seções: artigos, resenhas, entrevistas, ensaios, monografias/dissertações/teses. Todos os textos devem conter mínimo de 10 páginas e máximo de 15. Exceto as resenhas e entrevistas que devem conter mínimo de 3 e máximo de 5 páginas. Artigos: textos analíticos resultantes de pesquisas originais teóricas ou de campo referentes a temas de interesse para a revista.

Resenhas: análises de obras de Comunicação e áreas afins. Entrevista: depoimentos de pessoas cujas históricas de vida ou realizações profissionais sejam relevantes para as áreas de abrangência da revista. Ensaios: texto breve, situado entre o poético e o didático, expondo ideias, críticas e reflexões éticas e filosóficas a respeito de certo tema. Monografias/Dissertações/Teses: descrição sucinta de monografias/dissertações de mestrado, teses de doutorado. Os temas propostos devem estar organizados em uma das seguintes áreas de conhecimento:
1. Jornalismo e Sociologia

2. Teorias da Comunicação

3. Estudos Culturais e de Gênero

4. Narrativas Audiovisuais

5. Comunicação e Cultura Visual

7. Jornalismo e Literatura

8. Educação para os media

9. Comunicação e Saúde

10. Assessoria de Comunicação

11. Interações midiatizadas

Encerramos hoje as atividades da Revista Tropos: Comunicação, Sociedade e Cultura. Em 2022, Tropos será descontinuada. O...
21/01/2022

Encerramos hoje as atividades da Revista Tropos: Comunicação, Sociedade e Cultura. Em 2022, Tropos será descontinuada. O periódico foi lançando em 2014, teve 16 edições e 342 artigos publicados.

Ao longo desses anos lançamos importantes dossiês e artigos. Trabalhos que elevaram a qualidade temática do periódico.
Editar uma revista envolve responsabilidade e exige tempo. Há o tempo das revisões, há o tempo dos pareceristas, há o tempo dos editores. É um exercício cansativo, por vezes prazeroso. Cada edição nova publicada conferia um pequeno afago e a sensação do dever cumprido.

Para levar ao ar cada edição, tínhamos que nos deparar com problemas técnicos rotineiros, ausência de suporte adequado e falta de apoio institucional. Tínhamos o sonho de editar uma revista e prosseguimos. Mas o sonho é como uma espécie de “pharmakon” – remédio e veneno, alegria e cansaço. Ao cabo só restaram as segundas opções.

Temos o pensamento firme de que fizemos um bom trabalho, com boas edições e com interessantes artigos. Quando se encerra uma revista acadêmica, também se encerra um pouco do alarido das vozes discordantes, da circulação de saberes e da divulgação científica. Contudo, é um ciclo que se fecha – a trajetória valeu pelo caminho.

Agradecemos a todos os pareceristas, a todas as pessoas que nos encaminharam seus artigos, a todos os organizadores dos dossiês e aos colaboradores que fizeram as capas do periódico durante esses anos.

Muito obrigado(a)!

Francielle Maria Modesto Mendes
Francisco Aquinei Timóteo Queirós
Editores da revista Tropos: Comunicação, Sociedade e Cultura

 O presente trabalho reflete sobre a obra “Rita Lee: Uma autobiografia” (2016) a partir da narrativa da Jornada da He***...
15/12/2021



O presente trabalho reflete sobre a obra “Rita Lee: Uma autobiografia” (2016) a partir da narrativa da Jornada da He***na, proposta por Murdock (1990). O diálogo entre as obras se justifica pela necessidade de pensar e fomentar narrativas femininas. Essas contribuem com novas perspectivas sobre o mundo, as mulheres e as próprias protagonistas. Para isso, foi abordada a construção das subjetividades a partir dos relatos de vida femininos no gênero biográfico. O recorte da Jornada da He***na não abrange todos os meandros na aventura da realidade, mas permite observar como os arquétipos feminino e masculino se manifestam na narrativa de Rita Lee.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5112

 A partir de entrevistas semiestruturadas com Gê Vasconcelos, percussionista da banda de saravá metal Gangrena Gasosa, o...
15/12/2021



A partir de entrevistas semiestruturadas com Gê Vasconcelos, percussionista da banda de saravá metal Gangrena Gasosa, o presente artigo traz discussões que abrangem mulheres bateristas e percussionistas no rock underground. Compreendendo que a baixa representação feminina na percussão é resultado de diversos padrões misóginos incrustados na sociedade patriarcal (REDMOND, 2018), apresento o debate sobre educação musical feminina, sexismo na música – especificamente no rock underground (BILBAO, 2015, SCHAAP; BERKERS, 2014) –, múltiplas funções femininas e diferenças de gênero no mercado de trabalho (FEDERICI, 2019) como fatores significativos. Assim, é possível inferir que a própria construção ao entorno da ideia de profissionalismo na música pode variar e ser influenciada por concepções sexistas da sociedade patriarcal. Dessa maneira, este artigo propõe pensar nos motivos que justificam ou explicam a baixa representação feminina nas bateristas no rock underground, além de tentar responder à seguinte questão: quais funções essas mulheres assumem para serem entendidas como profissionais qualificadas?

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5022

 O tema deste artigo é a fase inicial da banda britânica de rock The Cure. O recorte temporal contempla obras a partir d...
15/12/2021



O tema deste artigo é a fase inicial da banda britânica de rock The Cure. O recorte temporal contempla obras a partir de 1978, ano de formação, até 1982, com o lançamento do álbum Po*******hy. A ênfase será na análise dos videoclipes criados no momento em que o The Cure efetuou um mergulho na alma torturada do gótico. Metodologicamente, analisamos e interpretamos as obras selecionadas para estudo, investigando a trajetória inicial e gótica do grupo liderado pelo guitarrista e vocalista Robert Smith até o momento em que os clipes promocionais irão abranger experiências que distanciarão The Cure das profundezas do gótico, sem aquele peso emocional dos trabalhos anteriores, nem letras tão carregadas de sofrimento. O aporte teórico terá por base estudos de autores relevantes sobre linguagem do cinema, da televisão e da música popular; por estudos identitários e fenomenológicos; e, ainda, por História, história da arte e história do rock and roll. Entre esses autores estão Gaston Bachelard, Gilbert Durand, Michel Maffesoli, Antonio Candido, José Castello e Arlindo Machado.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5232

 Esse artigo contempla o desenvolvimento e as diferentes fases que integram a trajetória artística do cantor e composito...
15/12/2021



Esse artigo contempla o desenvolvimento e as diferentes fases que integram a trajetória artística do cantor e compositor José Rodrigues Trindade, mais conhecido como Zé Rodrix. Atuante entre as décadas de 1960 e 2000, ele contribuiu grandemente para a história do rock brasileiro e para a constituição de um discurso contracultural próprio ao contexto do país. Compreendendo o romantismo como uma estrutura de sentimento fundamental para se entender esse período, observa-se a obra de Rodrix como uma ferramenta importante para se analisar e repensar essa possibilidade analítica originalmente elaborada pelo intelectual britânico Raymond Williams.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5261

 O objetivo deste artigo é fazer uma genealogia dos nacionalismos presentes na carreira artística do músico argentino do...
15/12/2021



O objetivo deste artigo é fazer uma genealogia dos nacionalismos presentes na carreira artística do músico argentino do metal Ricardo Iorio. O objeto de estudo é o metal e suas relações com o contexto sócio-político ao longo da trajetória do referido músico. Por meio da análise de sua biografia, composta por sua obra artística e sua atuação pública na mídia, é possível observar os caminhos pelos quais o metal passa de uma música rebelde e contracultural a uma forma musical que se relaciona com o conservadorismo e ideologias de extrema direita. As metodologias utilizadas foram o levantamento de arquivos gráficos (o livro de biografia oficial de Iorio, revistas e jornais) e audiovisuais (entrevistas em programas de TV e vídeos postados no YouTube). O referencial teórico tem sido principalmente a noção de espaço biográfico de Leonor Arfuch e a de identidade de Simon Frith.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5266

 O presente artigo propõe lançar um olhar sobre a trajetória da banda inglesa Oasis no período entre 1993 e 1997 e as su...
15/12/2021



O presente artigo propõe lançar um olhar sobre a trajetória da banda inglesa Oasis no período entre 1993 e 1997 e as suas implicações para a música e a cultura britânica. Lançaremos mão da biografia musical para contextualizar o grupo dentro do momento sociopolítico, econômico e cultural da época, assim como, sob o prisma do território enquanto palco de formações culturais, destacaremos a cidade de Manchester como fundamental na composição do som, da atitude e da imagem da banda. O intervalo investigado é marcado, na música nacional, como um momento de reafirmação de identidade e de pertencimento ao Reino Unido, o que acabou por constituir o movimento conhecido como Britpop. A rejeição ao grunge de Seattle, EUA - até então dominante no início dos anos 1990 - é primordial para entender a ignição do Britpop e a leva de bandas da época. A partir de 1997, o Britpop entraria em decadência e, paradoxalmente, com a volta do Partido Trabalhista ao poder no Reino Unido. Visualizaremos o Oasis enquanto banda ‘símbolo’ do ‘New Lad’, nova representação do machismo alimentado pela mídia local. Para tal, partimos de uma metodologia combinando análises acadêmicas, periódicos, documentários, entre outros. Com isso, vislumbramos uma visão ampla do que foi o fenômeno Oasis, do seu protagonismo no Reino Unido entre 1993 e 1997 e suas implicações sociais e políticas, no ano em que os shows em Knebworth, Inglaterra, completam 25 anos, “a última grande demonstração da música”[1] antes da internet.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5249

 Este artigo pretende observar canções lançadas nos dois álbuns mais recentes da banda paulistana O Terno com o objetivo...
15/12/2021



Este artigo pretende observar canções lançadas nos dois álbuns mais recentes da banda paulistana O Terno com o objetivo de verificar, por um lado, índices de esvaziamento e melancolia dos sujeitos das canções e, por outro lado, índices de politização desses sujeitos, que podem ser relacionados aos contextos sociais e políticos do país em um momento de fragilização da democracia. A escuta crítica das canções d’O Terno é ancorada nos trabalhos de Ballestrin, Arendt, Rodrigues, Rangel e de outros autores, que nos norteiam no sentido de evidenciar o cenário pós-democrático de onde essas obras emergem, bem como as possíveis consequências dessa configuração para o sujeito que habita esse tempo e espaço.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5228

 O presente trabalho se utiliza de imagens da cultura pop para refletir sobre a relação instrumento-instrumentista no co...
15/12/2021



O presente trabalho se utiliza de imagens da cultura pop para refletir sobre a relação instrumento-instrumentista no contexto da performance destrutiva do cantor norte-americano Kurt Cobain. Conhecido por destruir seus instrumentos ao fim das apresentações, Cobain se notabilizou pelo uso dinâmico de seu instrumento, pelo sucesso de suas composições e pelo fato de que sua carreira também foi encerrada por um ato destrutivo, seu suicídio. Veremos como esses eventos se entrelaçam no imagético construído a respeito dele, particularmente, em sua relação com o instrumento de sua escolha. Veremos como tecnologia e arte dialogam no desenvolvimento da obra do Nirvana, em representações imagéticas, líricas e performáticas.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5248

 Este artigo pretende investigar as relações comerciais e simbólicas entre um produto cultural, a banda Iron Maiden, e u...
15/12/2021



Este artigo pretende investigar as relações comerciais e simbólicas entre um produto cultural, a banda Iron Maiden, e um produto da indústria de bens materiais, a cerveja Trooper, desenvolvida pelo grupo britânico. Por meio de uma pesquisa quanti qualitativa, com pesquisa documental e questionário aplicado aos fãs da banda em um grupo de redes sociais, pretendeu-se compreender de que forma se dá o consumo de um produto material a partir das relações simbólicas com o produto cultural. As reflexões teóricas abordam conceitos sobre os mecanismos desenvolvidos pela interface cultura, entretenimento e consumo. Os resultados apontam que a marca Iron Maiden possui uma relação sólida e emocional com os fãs da banda e que estes, por sua vez, encontram tanto na marca Iron Maiden quanto na Trooper dispositivos simbólicos para projeção de suas autoimagens.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5311

  Lançado em novembro de 1970, o álbum The Man Who Sold The World, do músico britânico David Bowie, se situava em um con...
15/12/2021



Lançado em novembro de 1970, o álbum The Man Who Sold The World, do músico britânico David Bowie, se situava em um contexto em que a utopia hippie do “verão do amor” já entrava em um processo de desconfiguração, e o rock como uma forma de expressão que abarcava diversos aspectos musicais ligados a contracultura já se incorporava profundamente à cultura de massa. Desse modo, trazemos à discussão uma análise do disco The Man Who Sold The World a partir dos aspectos de produção e de montagem do objeto. Nesse sentido, assim como grande parte dos discos do final da década de 60 e começo de 70, o LP em questão, faz parte de um conjunto de produções que tem como características fundamentais relacionadas a sonoridade das músicas, o desenvolvimento de experimentações com instrumentos e tecnologias em estúdio. Assim, a discussão é feita a partir da análise da conduta de David Bowie a respeito da experimentação musical e seu diálogo com as práticas musicais contemporâneas ao lançamento de seu álbum The Man Who Sold The World.

+informações: https://periodicos.ufac.br/index.php/tropos/article/view/5231

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