FGV Social FGV Social - Fundação Getulio Vargas - Estudos sobre a realidade social do Brasil, através de dados estatísticos

FGV Social - Estudos sobre a realidade social do Brasil, através de dados estatísticos

O “The Washington Post”, um dos maiores jornais estadunidenses, publicou ontem uma matéria citando o FGV Social. A repor...
29/03/2023

O “The Washington Post”, um dos maiores jornais estadunidenses, publicou ontem uma matéria citando o FGV Social. A reportagem mostrou que o Sol Nascente no Distrito Federal (DF) se tornou a maior favela do Brasil, superando a Rocinha no Rio de Janeiro. Vale lembrar que, segundo pesquisa do FGV Social, o DF ocupa o 1º lugar como UF mais rica do país (R$3.148) e que a renda média de um morador da região do Lago Sul (DF) é de R$23.141, três vezes maior que o rendimento da cidade mais rica do Brasil. Portanto, estamos falando de desigualdade extrema.

Para o diretor do FGV Social, Marcelo Neri, Sol Nascente reflete o crescimento de pessoas que vivem em bairros pobres em todo o país. Para Neri, além do crescimento da pobreza, esse aumento foi impulsionado por uma crise imobiliária generalizada causada por uma recessão profunda e preços de alugueis mais altos, cujos efeitos foram agravados pela pandemia do COVID-19.

Veja a reportagem aberta em https://apnews.com/article/brazil-favela-poverty-housing-economy-development-35f528f2634376e3b9beb2f62057b004

Confira as pesquisas do FGV Social sobre "Riqueza" em https://cps.fgv.br/riqueza
e sobre "Favelas" https://www.cps.fgv.br/cps/favela2/

Reportagem do jornal O Globo mostrou que após uma década da PEC das Domésticas, apenas um em cada quatro trabalhadores d...
28/03/2023

Reportagem do jornal O Globo mostrou que após uma década da PEC das Domésticas, apenas um em cada quatro trabalhadores domésticos tem carteira assinada, número inferior ao de antes da emenda constitucional.

Marcelo Neri, diretor do FGV Social, vê a pandemia como o principal “choque” para o aumento da informalidade no serviço doméstico, principalmente por causa das consequências econômicas: “Com a queda na renda, as famílias foram obrigadas a cortar custos e passaram a substituir a empregada por diarista de até dois dias na semana”, disse ao jornal O Globo.
A informalidade no trabalho doméstico cresceu nas regiões mais ricas do país. No Sudeste subiu de 61,3% para 70% entre 2012 e 2022. No Sul, de 63,6% para 73,1% no período. Contudo, Norte e Nordeste ainda concentram as maiores taxas, acima de 80%.

Veja a reportagem emhttps://www.cps.fgv.br/cps/bd/clippings/2023_527.pdf

Notinha do colunista Ancelmo Gois, no jornal O Globo, mostrou que a proporção de mulheres jovens de 15 a 29 anos que não...
24/03/2023

Notinha do colunista Ancelmo Gois, no jornal O Globo, mostrou que a proporção de mulheres jovens de 15 a 29 anos que não trabalha e nem estuda nunca esteve tão baixa nas séries históricas brasileiras: 27,4%. Mas, segundo Marcelo Neri, diretor do FGV Social, "o problema é que ainda é quase 2 vezes maior que a taxa de "nem-nem" registrada entre os rapazes".

Veja emhttps://www.cps.fgv.br/cps/bd/clippings/2023_520.pdf

Reportagem do Bom Dia Brasil (TV Globo) mostrou que com a pandemia do COVID-19, a desigualdade de renda aumentou. A dist...
20/03/2023

Reportagem do Bom Dia Brasil (TV Globo) mostrou que com a pandemia do COVID-19, a desigualdade de renda aumentou. A distribuição de riquezas entre as diferentes regiões do país, revela uma alta concentração de renda.
Dados do imposto de renda mostram que o DF é onde as pessoas têm um maior patrimônio, R$95 mil por pessoa, muito distante dos R$6 mil declarados no Maranhão.
Dentro dos estados há ainda grande disparidade, o morador da região do Lago Sul de Brasília tem renda média de R$ 23 mil; 3 vezes mais do que ganha um morador do município mais rico do Brasil: Nova Lima (MG) com R$8,8 mil.

Veja a reportagem em https://www.cps.fgv.br/cps/bd/clippings/2023_257.mp4

Confira a nova pesquisa do FGV Social “Mapa da Riqueza” em https://cps.fgv.br/riqueza

Pesquisa do FGV Social mostrou que a maior perda de renda na pandemia foi da classe média, a camada da população entre o...
17/03/2023

Pesquisa do FGV Social mostrou que a maior perda de renda na pandemia foi da classe média, a camada da população entre os 40% mais pobres e os 10% mais ricos, o que fez a desigualdade subir. Esse grupo do meio perdeu 4,2% de sua renda no primeiro ano da pandemia. Na camada da população 10% mais rica, com grande presença de moradores de áreas abastadas do Distrito Federal (como Lago Sul e Lago Norte) e de cidades tradicionalmente ricas como Nova Lima (MG), São Caetano do Sul (SP) e Florianópolis (SC), a queda nos rendimentos foi bem menor, de 1,2%. Entre os 40% mais pobres, houve praticamente estabilidade (ganho de 0,2%), por conta do Auxílio Emergencial.

Para Marcelo Neri, diretor do FGV Social, “ao contrário do que se imaginava, em função do Auxílio Emergencial, a desigualdade de renda não caiu no país no primeiro ano da pandemia, mas foi puxada um pouco para cima por conta do empobrecimento da classe média. “

Veja a reportagem:https://www.cps.fgv.br/cps/bd/clippings/2023_117.pdf

Confira a nova pesquisa do FGV Social “Mapa da Riqueza”: https://cps.fgv.br/riqueza

''Lula tem que ser um Nelson Mandela tupiniquim'' – A comparação feita pelo diretor do FGV Social, Marcelo Neri, foi pub...
08/11/2022

''Lula tem que ser um Nelson Mandela tupiniquim'' – A comparação feita pelo diretor do FGV Social, Marcelo Neri, foi publicada pelo jornalista Ancelmo Gois, em sua coluna no jornal O Globo:
“O maior desafio de Lula será unir o país. Não apenas no combate à pobreza e à desigualdade elencado, tal como na sua primeira eleição para presidente, mas também no sentido ''socioemocional''. Lula terá de ser uma espécie de ‘Nelson Mandela tupiniquim'', combatendo o ‘apartheid'' de desconfiança e ódio que dividem a nação."
A analogia não é nova. Há 11 anos, em 2011, Neri já dizia, sujeito a debate, que “Lula é o Nelson Mandela tupiniquim".

Confira mais informações sobre a nota em https://cps.fgv.br/destaques/unir-o-pais-sera-o-maior-desafio-do-proximo-governo

O Jornal Nacional repercutiu dados do FGV Social sobre a fome em reportagem sobre a vulnerabilidade das mulheres. A maté...
05/07/2022

O Jornal Nacional repercutiu dados do FGV Social sobre a fome em reportagem sobre a vulnerabilidade das mulheres.
A matéria mostrou que a crise econômica deixou as mulheres mais vulneráveis ao desemprego, à fome e à violência doméstica.
Enquanto que 26% dos homens se encontram em insegurança alimentar, esse número chega a 47% nas mulheres.
Os dados são da pesquisa “Insegurança Alimentar no Brasil: Pandemia, Tendências e Comparações Globais” do FGV Social.

Veja a reportagem em https://www.cps.fgv.br/cps/bd/clippings/zc1171.mp4
Confira a pesquisa do FGV Social em https://cps.fgv.br/FomeNaPandemia

O Jornal da Globo e o Bom Dia Brasil mostraram que 75% dos pobres no Brasil estão em situação de insegurança alimentar, ...
04/07/2022

O Jornal da Globo e o Bom Dia Brasil mostraram que 75% dos pobres no Brasil estão em situação de insegurança alimentar, nível próximo ao país com a maior taxa de insegurança alimentar no mundo, Zimbawe (80%). Os dados são da pesquisa do FGV Social: “Insegurança Alimentar no Brasil: Pandemia, Tendências e Comparações Globais”.

Veja a reportagem: https://www.cps.fgv.br/cps/bd/clippings/zc634.mp4
Confira a pesquisa do FGV Social em https://cps.fgv.br/FomeNaPandemia

O Jornal Nacional mostrou, a partir da pesquisa do FGV Social, que o número de pessoas em situação de pobreza no Brasil ...
01/07/2022

O Jornal Nacional mostrou, a partir da pesquisa do FGV Social, que o número de pessoas em situação de pobreza no Brasil bateu recorde.

São quase 63 milhões de pessoas no Brasil que, no ano passado, viviam em domicílios onde a renda por pessoa não ultrapassava R$ 497 por mês. A pesquisa mostrou também um aumento dos que estão na chamada extrema pobreza. São 33 milhões de brasileiros que vivem com menos de R$ 289 por mês.

O estudo também mostrou a pobreza entre todos os estados e entre 146 estratos geográficos nacionais. 25 das 27 UFs registraram piora, e em quatro delas o número de pessoas em situação de pobreza passou da metade da população: Pernambuco, Alagoas, Amazonas e Maranhão, o estado que tem a maior proporção de pessoas nessa condição.

Para o diretor do FGV Social, Marcelo Neri, o país precisa de medidas emergências e, também, de políticas públicas permanentes para reduzir a pobreza: “No curto prazo, você tem que transferir renda de uma maneira bem equilibrada, focalizada nos mais pobres, e a longo prazo você tem que investir em educação, em atividades produtivas para que as pessoas possam gerar sua própria renda”.

Veja a reportagem do Jornal nacional: https://globoplay.globo.com/v/10714134/
Confira a pesquisa “Mapa da Nova Pobreza” em https://cps.fgv.br/MapaNovaPobreza

No ano passado, mais de 27 milhões de brasileiros estavam na pobreza, segundo dados do FGV Social. Ou seja, 13% das pess...
06/05/2022

No ano passado, mais de 27 milhões de brasileiros estavam na pobreza, segundo dados do FGV Social. Ou seja, 13% das pessoas no país encerraram 2021 vivendo com até R$ 290 por mês, o maior percentual desde 2012, pelo menos.

O G1 ouviu diversos especialista para tentar entender quanto custaria erradicar a pobreza no Brasil. Para Marcelo Neri, diretor do FGV Social, o custo para tirar os mais de 27 milhões de brasileiros da pobreza seria de R$ 43 bilhões anuais: "Se você fizesse um programa totalmente focalizado, esse número é pequeno", afirma. "São cerca de R$ 43 bilhões, que é menos da metade do que se gasta com o Auxílio Brasil hoje. Ou seja, o Brasil tem um número grande que é a quantidade de pobres e um número pequeno que é o custo de erradicação da pobreza".

Veja a reportagem do G1 - http://glo.bo/3wdhoGv

O Jornal Valor Econômico mostrou a perda de renda da classe média nos últimos anos. Para o diretor do FGV Social, Marcel...
29/04/2022

O Jornal Valor Econômico mostrou a perda de renda da classe média nos últimos anos. Para o diretor do FGV Social, Marcelo Neri, a classe C é uma das que mais se ressentem da atual situação de restrição fiscal do país: “Depois de um período de ascensão, graças ao crescimento da renda do trabalho e da redução da desigualdade, a classe C acumula muitas perdas. Quando volta para o setor público, em serviços que não usava mais, como escolas e hospitais, sente a diferença na qualidade”.
Veja em https://bit.ly/3knBcSb

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