Coletivo de Mulheres Direito - UERJ

Coletivo de Mulheres Direito - UERJ O Coletivo de Mulheres da Faculdade de Direito da UERJ é uma iniciativa autoorganizada que visa combater as opressões de gênero, raça e classe.

Opa mulherada!!! Estamos construindo essa calourada com os demais coletivos da Faculdade e amanhã é o nosso dia! Vamos c...
27/09/2018

Opa mulherada!!!

Estamos construindo essa calourada com os demais coletivos da Faculdade e amanhã é o nosso dia!

Vamos com tudo?

✊✊✊✊

meninas,amanhã faremos nossa reunião de balanço do semestre e organização do próximo período. estão todas convidadas!!! ...
15/08/2018

meninas,

amanhã faremos nossa reunião de balanço do semestre e organização do próximo período.

estão todas convidadas!!!

vamos juntas ✊✊✊

O mês de Outubro está acabando e, com ele, a campanha Outubro Rosa também, mas a prevenção ao câncer de mama deve ser fe...
31/10/2017

O mês de Outubro está acabando e, com ele, a campanha Outubro Rosa também, mas a prevenção ao câncer de mama deve ser feita o ano inteiro.

Faça o autoexame!

🌸🌸🌸🌸



Créditos das Imagens:

Tudo Sincronizado
Digitalmed

Segunda Roda de Conversa do Coletivo de Mulheres Myrthes Gomes de Campos. Obrigada pela presença, é sempre ótimo quando ...
29/09/2017

Segunda Roda de Conversa do Coletivo de Mulheres Myrthes Gomes de Campos.

Obrigada pela presença, é sempre ótimo quando construímos juntas! 💜💁

23/09/2017

NOTA DE REPÚDIO À DISCRIMINAÇÃO E SILENCIAMENTO

O Coletivo vem a público por meio desta nota denunciar mais um caso de machismo na faculdade. Em meio ao cenário de falta de segurança pública, a guerra entre as facções criminosas, que vêm atingindo frequentemente os moradores da favela da Rocinha, tornou-se instantaneamente objeto de diversas deliberações entre as turmas sobre a suspensão das aulas ontem. Em um embate provocado por divergências ideológicas, duas das nossas mulheres foram inferiorizadas e silenciadas em um grupo virtual.

O seu agressor as discriminou pela sua condição biológica. Oprimiu-as ao recorrer a estigmas pejorativos atribuídos a prostitutas com o intuito de diminuir seus posicionamentos políticos. O Coletivo repudia veemente esse tipo de comportamento misógino. Nós não toleramos que sejamos silenciadas. Nós não toleramos a depreciação de um grupo tão marginalizado na nossa sociedade como é o das prostitutas. Nós não toleramos discursos que reproduzem estereótipos que menosprezam, violentam e matam mulheres todos os dias. Ser p**a não é indigno. Ser p**a não é ofensivo.

Ressalta-se ainda que a repercussão do seu discurso evidencia a omissão dos alunos quanto a episódios machistas na faculdade. A voz das nossas mulheres foi calada pelo restante do grupo sob a premissa de que o objetivo deste não se destina a discussões políticas e de gênero. Ante disso, cabe questionar: Se o ambiente em que nossas mulheres são oprimidas não é o adequado para que elas falem por si, em mais qual lugar elas devem fazê-lo? Que conveniências acadêmicas são essas que devem se sobrepor às vozes das nossas mulheres? Que devem compactuar veladamente com discriminações?

Nós exigimos respeito pelos nossos posicionamentos e nossos corpos. Nós temos o direito de nos defender em qualquer espaço acadêmico, porque não existem convenções que sejam mais convenientes do que a nossa luta contra a opressão diária. NÓS NÃO VAMOS NOS CALAR!

Parte das meninas que compareceram na Roda com as Calouras (turno da noite). Obrigada pela conversa, foi muito gratifica...
01/09/2017

Parte das meninas que compareceram na Roda com as Calouras (turno da noite). Obrigada pela conversa, foi muito gratificante a troca que tivemos! Venham somar com a gente!!!
Mulheres no topo do topo!!! 💪🏼🌸
💁🏿💁🏾💁🏽💁🏻💁🏼
🌸JUNTAS SEMPRE!🌸

08/08/2017

MOÇÃO DE REPÚDIO À MISOGINIA E RACISMO DURANTE A ASSEMBLÉIA ESTUDANTIL DA FACULDADE DE DIREITO UERJ

O Coletivo de Mulheres do Direito da UERJ, o Coletivo Negro Patrice Lumumba e o Centro Acadêmico Luiz Carpenter - CALC, vêm, por meio desta carta, repudiar os atos de cunho machista e ra***ta cometidos por um ALUNO desta Faculdade (assim como a ação de omissão de parte dos presentes) durante a Assembleia Estudantil ocorrida na última sexta-feira, dia 4 de agosto de 2017. Na presença de parte do corpo discente que se encontrava no local, o estudante não hesitou em agir de forma ultrajante e ra***ta, buscando silenciar, coagir e agredir moralmente algumas das mulheres presentes.

No decorrer da Assembleia Estudantil, ocorreram duas falas do Coletivo Negro Patrice Lumumba, representado no espaço integralmente por MULHERES NEGRAS, e, em ambos momentos, o aluno branco supracitado as interrompeu, aos gritos, de forma ra***ta, desmedida, grosseira e agressiva. Importante lembrar que esse estudante já havia realizado sua fala perante os presentes e pôde concluí-la integralmente sem que o mesmo acontecesse a ele.

Cabe ressaltar também que as partes possuíam visões e pontos diferentes quanto ao que seria votado no dia. Porém, quando os homens reiteraram o ponto das mulheres do Coletivo, eles não tiveram sua fala interrompida, sequer contrariada ou combatida como outrora.

Posteriormente, após a fala de duas alunas negras e diretoras do Centro Acadêmico, descontente com o que ambas haviam dito sobre seu ato ra***ta anterior, o aluno não hesitou em violar o espaço da mesa que compunha a Assembleia, partindo na direção de uma das alunas, para contestá-la. De forma novamente grosseira, agressiva, ra***ta e machista, sussurrou em seus ouvidos, dando "tapinhas" em seus ombros, batendo repetidas vezes na mesa a sua frente com muita força. Não obstante, constrangeu-a, repetindo diversas vezes que ela deveria processá-lo - cena presenciada por todos os discentes do local, gerando um desconforto em grande parte, e lamentavelmente ignorada pela maioria, que desejava apenas prosseguir com a Assembleia.

MANTERRUPTING é a atitude de interrupção da fala da mulher pelo aumento de voz de um homem. E RACISMO também é silenciar mulheres negras enquanto elas ocupam espaços de fala, tentando a todo momento diminuí-las.

Todas nós sabemos o quão ruim é ser interrompida durante uma fala, seja por outras mulheres ou por homens, mas concordamos que a interrupção feita por homens é bem mais comum e aceita, sobretudo se um homem branco o fizer com mulheres negras.

Recentemente, a título de exemplo, a Presidente do STF, Carmen Lúcia, mencionou, inclusive, que fora realizada uma pesquisa na qual se constatou que as mulheres são DEZOITO vezes mais interrompidas que os homens em Tribunais Constitucionais, o que demonstra que a nossa opinião ainda não tem o mesmo valor do que a de um homem dentro de um debate jurídico.

Demonstra-se, então, uma forma de silenciamento feminino, bem como um menosprezo pela opinião da mulher. Tal fato nos permite concluir que não há isonomia entre o direito de se expressar entre mulheres e homens dentro do âmbito do judiciário.

Importante relembrar que não só como SILENCIAMENTO houve também uma atitude AGRESSIVA e RA***TA. Nem toda agressão é manifestada fisicamente, caso ainda não tenha ficado claro para quem esteja lendo.

O Coletivo de Mulheres, O Coletivo Negro e o CALC reafirmam que repudiam todos os atos machistas e ra***tas acima citados e que não nos calaremos em momento nenhum.

Nós, mulheres, somos silenciadas, coagidas, agredidas física e emocionalmente todos os dias. Sem exceção, todos os dias, dentro ou fora do ambiente acadêmico. Em todas as instâncias da nossa vida, desde a infância, dentro de casa na família, no colégio, na faculdade, no ambiente de trabalho. E, quando somos mulheres negras, o cenário torna-se ainda pior. Somos assassinadas, violentadas, excluídas dos espaços e também oprimidas dentro da Universidade - que nos é negada por tantas décadas - em números superiores. Mas não vamos recuar!

Apesar da maioria das vezes os assédios e agressões serem acobertados ou esquecidos pela Faculdade, em todas as instâncias, tivemos o consentimento das vítimas nesta situação em específico para tornar público o acontecido de forma a ajudar a dar visibilidade para com as agressões sofridas por todas nós.

O Coletivo de Mulheres da Faculdade de Direito da UERJ está forte e unido. Não haverá homem que nos calará, gostaríamos de deixar isso muito claro.

O Coletivo Negro Patrice Lumumba continuará lutando contra a negação dos espaços que nos é colocada todos os dias no âmbito desta Faculdade, que há muito perpetra o racismo. Não haverá homem branco que nos intimidará.

O Centro Acadêmico Luiz Carpenter - Gestão Tem que lutar, não se abater, se coloca diametralmente contra a opressão de cunho machista e ra***ta ocorrida, e o compromisso de combate a esse cenário segue firme. Não permitiremos que nenhum aluno ou aluna sofram com o que as mulheres negras sofreram na última assembleia sem que nada seja feito.

Sendo assim, NÃO VAMOS ADMITIR que nenhuma mulher seja interrompida ou diminuída, muito menos agredida, dentro dessa faculdade por nenhum homem. Homens, esperem a sua vez de falar! Uma coisa é direito de resposta, outra bem distinta é interromper uma mulher (aos berros) para falar o que quer seja, e, não satisfeito, ainda constrange-las. Independentemente de haver concordância entre a sua ideia e aquela manifestada pela outra mulher, EXIGIMOS (ainda em pleno 2017) RESPEITO.

NÃO VAMOS TOLERAR MACHISMO E RACISMO!

NENHUM PASSO ATRÁS!

Centro Acadêmico Luiz Carpenter

Coletivo de Mulheres Direito UERJ

Coletivo Negro Patrice Lumumba

06/04/2017

"Há aqueles que lutam um dia e são bons;
Há outros que lutam um ano e são melhores;
Há os que lutam muitos anos e são muito bons.
Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis" Bertolt Brecht

Nathalia foi uma incansável sonhadora e lutadora pela construção de uma sociedade mais justa. Acreditava como poucos na UERJ e por isso esteve sempre em defesa da universidade pública, gratuita e popular.
Que seus sonhos e lutas estejam sempre e cada vez mais vivos em todos nós.
Para Nath nenhum minuto de silêncio, mas toda uma vida de luta.

Nathalia Souza presente. Agora e sempre.

Nesta entrevista exclusiva e inédita, a intelectual e ativista feminista italiana Silvia Federici falou de sua trajetóri...
02/04/2017

Nesta entrevista exclusiva e inédita, a intelectual e ativista feminista italiana Silvia Federici falou de sua trajetória política, do engajamento na cultura antifascista ao contato com a luta das mulheres e o feminismo. A formação na cultura intelectual e política italiana e europeia, a vivência no ambiente acadêmico e ativista norte-americano, a experiência de aproximação com a América Latina. A entrevista passeia, ainda, pelo trabalho de Federici e por suas colaborações intelectuais ao longo do tempo, bem como por suas posições políticas na conjuntura atual.

Reprodução: Blog Junho
http://blogjunho.com.br/feminismo-marxista-alternativas-politicas-historias-de-bruxa-uma-entrevista-com-silvia-federici/

CURSO DIREITO E CINEMA / DIREITO E LITERATURAHoje, iniciamos nosso primeiro encontro do mini-curso de direito e cinema c...
24/01/2017

CURSO DIREITO E CINEMA / DIREITO E LITERATURA

Hoje, iniciamos nosso primeiro encontro do mini-curso de direito e cinema com a discussão da fundação mítica da lei, a tragédia e apresentação do texto "verdades e formas jurídicas" do Foucault.
Éramos apenas 05 e ainda por cima o dvd não funcionou. Mas valeu, uma vez que o aprofundamento foi a nível do cinema - especialidade do professor- com incursões na teologia, na filosofia, e sociologia do direito, entre outras coisas.
Com a insalubridade da UERJ, penso que se os movimentos não se agigantam, acaba ficando complicado sustentarmos poucos, ainda mais porque falta de tudo. Decidi assim remarcar o curso e comunicarei assim que houver as novas datas. Inicialmente, o segundo encontro será na próxima segunda, 30/01, porém preciso confirmar com a universidade.
Dado o clima cinematográfico da conjuntura atual, os filmes foram alterados, permanecendo os eixos temáticos e os textos bases. Ficamos assim quanto aos filmes: 1- Danton; 2- A marca da maldade; 3- Inspeção Geral; 4- Cidadão Klein.
Indico aos que se inscreveram na disciplina "direito e literatura" a ida ao próximo encontro, visto que a discussão sobre a fundação da lei será reapropriada por mim. Sugiro também que assistam o filme "adeus à linguagem" do Godard, uma vez que a apresentação e justificação do curso passará pela questão da linguagem, da imagem e da interdição à idolatria nas religiões bases da cultura ocidental.
Sigamos lutando !
Grazi

07/10/2016

O site do Le Monde disponibiliza a história do feminismo em quadrinhos ( A página apresenta feministas importantes do mundo todo, do começo do século XX até hoje. Vale a visita! Fonte: Le Monde.…

28/09/2016

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