TransUerj Pesquisa da UERJ em parceria com o INSERM sobre saúde e cidadania da população trans no Rio de Ja

A pesquisa TransUerj é realizada por pesquisadoras/es da Universidade do Estado do Rio de Janeiro em parceria com o INSERM (Institut National de la santé et de la recherche médicale) da França, com financiamento da ANRS (France Recherche Nord&Sud Sida-HIV Hépatites). Busca identificar a diversidade da população trans, seus diferentes componentes e seu perfil demográfico, epidemiológico e psicossoc

ial, bem como suas condições de saúde e acesso a cidadania no Rio de Janeiro e em Ribeirão Preto. A pesquisa faz parte de um projeto comparativo internacional incluindo Brasil, França, Italia e Noruega. Equipe de pesquisa: Anna Paula Uziel, Sérgio Carrara, Guilherme Almeida, Alain Giami, Adriana Balthazar, Manoel Santos, Mario Carvalho, Vanessa Marinho, Aureliano Lopes e Jimena de Garay. Contamos com um Comitê Assessor composto por lideranças do movimento trans e por especialistas na área da saúde e dos direitos da população trans.

Alessandra, grande parceira! Não faltavam ideias, sabedoria nem disposição. Trabalhou conosco na Pesquisa TransUERJ, de ...
16/05/2022

Alessandra, grande parceira!

Não faltavam ideias, sabedoria nem disposição. Trabalhou conosco na Pesquisa TransUERJ, de onde ela derivou dois lindos cursos de formação política para pessoas trans e um Instituto.

Difícil acreditar na morte dela. Difícil pensar que não existirão outros projetos.

Fiquemos com as boas lembranças e a repercussão da força dela em nós.

Alessandra, você é insubsitutível!

Alessandra, grande parceira! Não faltavam ideias, sabedoria nem disposição. Trabalhou conosco na Pesquisa TransUERJ, de ...
16/05/2022

Alessandra, grande parceira! Não faltavam ideias, sabedoria nem disposição. Trabalhou conosco na Pesquisa TransUERJ, de onde ela derivou dois lindos cursos de formação política para pessoas trans e um Instituto. Difícil acreditar na morte dela. Difícil pensar que não existirão outros projetos. Fiquemos com as boas lembranças e a repercussão da força dela em nós. Alessandra, você é insubsitutível!

31/03/2021

Dia internacional da visibilidade trans 31 de março

Criado nos Estados Unidos e comemorado desde 31 de março de 2009, o Dia Internacional de Visibilidade Trans é uma forma de dar visibilidade positiva às contribuições de pessoas trans para a luta LGBTI e para toda a sociedade como um todo e, também como forma de protesto ao fato de que a única data comemorativa conhecida pela comunidade trans era o Dia Da Memória Trans (20 de novembro) que se restringia a lembrar dos assassinatos e crimes cometidos contra pessoas trans mundialmente. O pensamento era que precisávamos de uma data para celebrar os vivos, aquelas pessoas trans que, através de sua contribuição auxiliam a fortalecer a cidadania e os direitos dessa população em todo o mundo.

Embora no Brasil, comemoramos o Dia Nacional da Visibilidade Trans em 29 de Janeiro, e, ao contrário do que se pensa, sendo precursores em reconhecer a necessidade de dar visibilidade às lutas trans desde 2004, achamos profundamente importante se unir a vozes em todo o mundo que lutam por mais oportunidades e reconhecimentos para pessoas transgêneras, sejam elas travestis, transse***is, pessoas não binárias e dar reconhecimento a suas vozes e a luta pela emancipação humana!

Por isso Convidamos todos a se expressar usando hashtags como e se unir a vozes em todo o mundo na celebração da diversidade, liberdade e direitos de pessoas trans. Lembre-se de seus nomes e de quanto contribuem para tornar o planeta terra um lugar melhor para todos.

22/03/2021

LIVE “22 ANOS DA RESOLUÇÃO 01/99: A
PSICOLOGIA EM DEFESA DA DESPATOLOGIZAÇÃO
DAS IDENTIDADES DE GÊNERO E SEXUALIDADE” É TEMA NO DIA 22 DE MARÇO

O Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro realizará a live “22 anos da
Resolução 01/99: a Psicologia em defesa da despatologização das identidades de gênero e
sexualidade no dia 22 de março, próxima segunda-feira, às 19h.

O objetivo do evento digital é falar sobre a importância da Resolução CFP n° 01/99, que proíbe psicólogas (os) de
desenvolverem práticas de reversão sexual, a chamada “cura gay”.

A resolução foi um
marco para a Psicologia brasileira ao estabelecer, em 1999, que a homossexualidade não
constitui doença, distúrbio ou perversão.

Além disso, será discutido o que vem sendo feito pela Psicologia para legitimar e garantir os direitos da população LGBTI,
especialmente em um país que está na liderança mundial de crimes contra minorias
se***is.

A live será transmitida pelo Facebook (acesse facebook.com/crprj/live) e pelo Youtube do
CRP-RJ (acesse youtube.com/realcrprj). Não será necessária inscrição.

Convidados:
Pedro Paulo Gastalho de Bicalho (CRP 05/26077) – Conselheiro presidente do CRP-RJ;
professor do Instituto de Psicologia da UFRJ.

Céu Cavalcanti (CRP 05/57816) – Conselheira e coordenadora da Comissão Regional de
Direitos Humanos do CRP-RJ.

Mediador:
Leonardo Miranda (CRP 05/36950) – Conselheiro do CRP-RJ; professor, mestre e doutor
em Psicanálise.

Com o objetivo de tornar os dados da Pesquisa TransUERJ subsídios concretos na busca da elaboração e efetivação de polít...
17/03/2021

Com o objetivo de tornar os dados da Pesquisa TransUERJ subsídios concretos na busca da elaboração e efetivação de políticas públicas que garantam os Direitos Humanos das pessoas trans e travestis que habitam o Rio de Janeiro, compartilhamos uma compilação de dados da pesquisa que temos divulgado e que acreditamos serem relevantes para tal propósito.

O relatório completo você encontra no link: https://drive.google.com/file/d/1MTZ666Qap4yI2WDE_v3qNf_YLJNG7g03/view

Que o conhecimento crítico, cuidadoso e construído coletivamente se espalhe!

***r

Com o objetivo de tornar os dados da Pesquisa TransUERJ subsídios concretos na busca da elaboração e efetivação de polít...
16/03/2021

Com o objetivo de tornar os dados da Pesquisa TransUERJ subsídios concretos na busca da elaboração e efetivação de políticas públicas que garantam os Direitos Humanos das pessoas trans e travestis que habitam o Rio de Janeiro, compartilhamos uma compilação de dados que temos divulgado e que acreditamos serem relevantes para tal propósito. Que o conhecimento crítico, cuidadoso e construído coletivamente se espalhe!

"A transfobia estrutural e o cissexismo naturalizam o apagamento de pessoas trans e travestis de maneira determinante. V...
29/01/2021

"A transfobia estrutural e o cissexismo naturalizam o apagamento de pessoas trans e travestis de maneira determinante. Visibilizar as demandas e respeitar as especificidades e subjetividades das experiências trans é uma forma de não compactuar com as violências e preconceitos que pessoas trans passam. Socializar e se relacionar com pessoas trans, agir de maneira comum ao ver uma pessoa trans, impedir a violência quando presenciar agressões a pessoas trans são atitudes e ações que devem ser consideradas para que haja empatia e respeito".

No dia 29 de janeiro de 2004, a Associação Nacional de Travestis e Transe***is (ANTRA) e o Programa Nacional de DST/AIDS, lançaram a campanha “Travesti e Respeito: já está na hora dos dois serem vistos juntos”, no congresso nacional.

Desde então, a data ficou marcada como o Dia da Visibilidade
Ao longo desses 7 anos, a comunidade de travestis e transe***is celebrou muitas conquistas, como a legalização do nome social, a regulamentação do processo transsexualizador e a retificação civil nos documentos emitidos em cartório.
Acontece que o Brasil é o país que mais assassina travestis e transe***is no mundo*. É um ódio tão naturalizado que, apesar de todas as conquistas da comunidade, o dia 29 de janeiro é muito mais um dia de luta e de alerta do que de comemoração.

Em texto para o portal do Sesc SP, o ativista Leonardo Morjan Britto Peçanha traça um panorama sobre a realidade das pessoas trans no Brasil e dá uma verdadeira aula para quem ainda precisa entender essa luta. Leia o texto completo em tinyurl.com/visitbilidadetrans-sescsp

*Fonte: Dossiê dos ASSASSINATOS e da violência contra pessoas TRANS (ANTRA, 2019).

29/01/2021

29 de janeiro Dia da Visibilidade Trans
Guilherme Almeida: "Não somos pesos mortos, somos pessoas que estamos ativamente engajadas nas relações sociais, nós trabalhamos, nós nos educamos, educamos outras pessoas, desenvolvemos trabalhos nas mais diversas profissões, com as mais diferentes perspectivas, atuamos politicamente, muitas vezes somos responsáveis (como a Pesquisa TransUERJ mostra) pelo sustento de outras pessoas. Não são pessoas que se veem como vítimas e que querem ser tratadas como tais, são pessoas que exigem direitos, porque cidadãos e cidadãs somos, na relação com a sociedade brasileira".

https://www.facebook.com/TransUerj/videos/178731873389071

Endereço

R. São Francisco Xavier, 524 - Maracanã
Rio De Janeiro, RJ
20550-900

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