AMORJ UFRJ Núcleo de pesquisa e documentação referente à história do trabalho, dos trabalhadores e suas organizações.

O Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro, fundado em 1987, é um núcleo de pesquisa e documentação voltado para a recuperação, registro e preservação do patrimônio material e imaterial referente à história do trabalho, dos trabalhadores e suas organizações. Partindo de uma perspectiva bastante abrangente, o AMORJ tem tentado cobrir as características de constituição e trajetória de diversos

segmentos da classe trabalhadora, sua experiência de trabalho em diferentes ambientes, seus esforços de reprodução, suas manifestações culturais, suas várias formas de resistência e atuação política, além da história das instituições relacionadas ao mundo do trabalho. O AMORJ é vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Socais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

13/08/2026
CONTRIBUIÇÕES DAS CLASSES POPULARES NO PENSAMENTO SOCIAL E POLÍTICO BRASILEIRO: REFLEXÕES A PARTIR DO ARQUIVO DE MEMÓRIA...
19/07/2026

CONTRIBUIÇÕES DAS CLASSES POPULARES NO PENSAMENTO SOCIAL E POLÍTICO BRASILEIRO: REFLEXÕES A PARTIR DO ARQUIVO DE MEMÓRIA OPERÁRIA DO RIO DE JANEIRO (AMORJ).

Este painel faz parte da programação do HISTORICAL MATERIALISM RIO 2026, que ocorrerá de 21 a 22 de julho.

A conferência reúne debates sobre teoria marxista, trabalho, imperialismo, neofascismo, feminismo, reprodução social, capitalismo de plataforma, inteligência artificial, dependência, crise ecológica, cultura, arte, educação, Estado e luta social, promovendo o diálogo entre pesquisadoras e pesquisadores, estudantes e movimentos sociais.

O painel ocorrerá:
em 21 de julho de 2026
de 14 a 17h
no campus Praia Vermelha - UFRJ

17/06/2026
Chega de desemprego!Ato na Praça da Sé pelo dia do trabalhador, s/d. Coleção Cartazes. Acervo AMORJArte Sindicatos, fede...
12/05/2026

Chega de desemprego!
Ato na Praça da Sé pelo dia do trabalhador, s/d. Coleção Cartazes. Acervo AMORJ
Arte

Sindicatos, federações, igreja católica, movimentos sociais, mandatos legislativos, movimentos estudantis, coletivos partidários, associações sindicais etc etc... organizados em torno de pautas:
● redução da jornada sem redução de trabalho;
● não a estas reformas sindical, trabalhista e universitaria; em defesa dos direitos trabalhistas e da universidade pública, gratuita e inclusiva;
● reforma agrária e reforma urbana; com a construção imediata de moradias populares;
● em defesa dos serviços públicos de qualidade;
● pelo fim da impunidade e da corrupção;
● romper com FMI e não pagar a dívida externa;
● não à independência do Banco Central;
● retirada imediata das negociações da ALCA e realização de um plebiscito oficial;
● fora as tropas invasoras do Iraque; nenhum soldado brasileiro no Haiti;
● pela autodeterminação de todos os povos do mundo.





Este cartaz saúda a luta dos trabalhadores das plantações de banana da Colômbia, em sua maioria formada por indígenas e ...
30/11/2025

Este cartaz saúda a luta dos trabalhadores das plantações de banana da Colômbia, em sua maioria formada por indígenas e afro-colombianos. Uma promoção da Central Unitária dos Trabalhadores da Colômbia (CUT), do Sindicato Nacional de Trabalhadores da Indústria Agropecuária da Colômbia (SINTRAINAGRO) e da Federação Nacional Sindical Unitária Agropecuária (FENSUAGRO), organização campesina colombiana.

UNIDOS EM DEFESA DA PLANTAÇÃO DE BANANA E EM DEFESA DA VIDA.

Acervo AMORJ. S/l, s/d.

Sobre a história dos trabalhadores bananeiros da Colômbia, dica de teatro:《Veias Abertas 60 30 15 seg》da

SOBRE A ENCENAÇÃO
A companhia define o trabalho como uma espécie de melodrama político. A trama evoca principalmente o Massacre das Bananeiras, que ocorreu na cidade de Aracataca, na Colômbia, em 1928. Na ocasião, a mando dos Estados Unidos, o Exército abriu fogo contra os grevistas da United Fruit Company. Mais de 2 mil trabalhadores morreram.  

A narrativa é construída a partir de um casal (um trabalha na United Fruit Company e outro no Exército) que se conhece durante algumas aulas de dança. Os dois vão se casar na sala onde aprenderam a se expressar com o corpo, mas, justamente nesse dia, acontece o famoso massacre.  

A partir do livro As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano (1971), discute-se temas como a dependência econômica e a exploração violenta da mão-de-obra, consequências diretas da colonização,  conta o diretor Marco André Nunes. Em cena estão Carolina Virgüez, Juracy de Oliveira, Matheus Macena e Rafael Bacelar.

Na última quarta-feira, 12/11, o AMORJ recebeu alunos do curso de extensão do  Conversamos sobre o acervo e a história d...
17/11/2025

Na última quarta-feira, 12/11, o AMORJ recebeu alunos do curso de extensão do
Conversamos sobre o acervo e a história de constituição do Arquivo.
Nosso abraço e até breve!

80 anos desse "cara muito vigoroso. Impressionante!"Na sequência:1- escultura do Lula metalúrgico. Zaia escultor, s/d;2-...
28/10/2025

80 anos desse "cara muito vigoroso. Impressionante!"
Na sequência:
1- escultura do Lula metalúrgico. Zaia escultor, s/d;
2- broche da campanha eleitoral. Lula para deputado federal e Suplicy para governador. São Paulo, 1986;
3 e 4- vinil compacto de música sertaneja tradicional. Trabalho, terra e liberdade - PT nossa vez e nossa voz, produzido pelo diretório regional de Santa Catarina. Joinville, 1982;
5- panfleto da campanha Lula presidente. O filho do povo. S/l, 1989;
6 e 7- tiquete de contribuição partidária do PT, com estampa do Lula. S/l e s/d;
8, 9 e 10- periódico Em Tempo, criado em 1977 por iniciativa de jornalistas cooperados. O movimento pró-PT que antecedeu a construção do Partido dos Trabalhadores acirrou divergências políticas e foi tema de debate no periódico. São Paulo, 1980;
11- broche do Lula pintado à mão. S/l, s/d;
12- broche de campanha eleitoral. Lula presidente. Rumo ao socialismo. S/l, 1989.

Acervo AMORJ. Itens arquivístico e museológico.
• Coleção Geraldo Cândido
• Coleção PT
• Coleção Museologia








No dia 16/10 (quinta-feira), às 18h, o canal do AMORJ UFRJ no youtube recebe a historiadora Anita Prestes e o cientista ...
01/10/2025

No dia 16/10 (quinta-feira), às 18h, o canal do AMORJ UFRJ no youtube recebe a historiadora Anita Prestes e o cientista político Henrique Carlos de Castro para uma roda de conversa sobre os LEVANTES ANTIFASCISTAS DE 35. A mediação é da antropóloga Elina Pessanha.

O evento, em formato virtual, é uma realização do AMORJ/UFRJ. Sejam todas e todos muito bem-vindos. Comentem e compartilhem!

***

1935 – os comunistas brasileiros: a luta contra o fascismo e pela democracia*
Por Anita Leocadia Prestes

Os acontecimentos relacionados com a história da Aliança Nacional Libertadora e dos levantes antifascistas de novembro de 1935 constituem um dos temas preferidos dos ataques anticomunistas das classes dominantes no Brasil e dos intelectuais comprometidos, consciente ou inconscientemente, com seus interesses exclusivistas. Luiz Carlos Prestes — reconhecidamente a liderança máxima dos setores populares naquele período — tornou-se o personagem central das investidas anticomunistas, empregadas seja em falsificações grosseiras da sua atuação e calúnias deliberadas, seja em invencionices sem comprovação ou em atitudes marcadas por incompreensões de parte de alguns de seus correligionários.

Ao registrar a inegável presença da ideologia anticomunista nos escritos referentes aos acontecimentos de 1935 no Brasil, não estou desconsiderando os graves erros então cometidos pelos comunistas e muitos dos seus correligionários, inclusive por Luiz Carlos Prestes. Os equívocos revelados nas políticas implementadas pelos setores de esquerda certamente contribuíram para que as forças de direita deles tirassem proveito em favor de seus objetivos espúrios.

Os acontecimentos de 1935 no Brasil constituem um episódio da História recente do país revelador do papel relevante assumido pelo embate ideológico como uma das formas mais importantes da luta de classes na atualidade.

* texto completo no blog da BOITEMPO. Segue o link:
https://blogdaboitempo.com.br/2025/05/18/90-anos-dos-levantes-antifascistas-de-1935/

RESISTÊNCIAJornal da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos. Sua primeira edição saiu em 1978 e, desde então,...
25/07/2025

RESISTÊNCIA
Jornal da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos. Sua primeira edição saiu em 1978 e, desde então, passou a sofrer com a censura imposta pela ditadura militar.
Como periódico da imprensa alternativa, manteve-se ao lado dos interesses democraticos e populares.
Por três vezes ganhou o prêmio jornalístico Wladimir Herzog de direitos humanos.
Tornou-se quinzenal em 1982.

A jornalista foi colunista do jornal no início dos anos de 1980.

Coleção Periódicos. Acervo AMORJ







TOC! TOC! TOC!Catalogação e acondicionamento de objetos museológicos. - camiseta GOLPE NUNCA MAIS (2018, provável);- pan...
19/07/2025

TOC! TOC! TOC!

Catalogação e acondicionamento de objetos museológicos.

- camiseta GOLPE NUNCA MAIS (2018, provável);
- pano de limpeza com estampa BOLSO-N@Z/ CAPETÃO DO MATO (2018);
- broche com charge do Lula, por (2019).







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Largo São Francisco De Paula, 01
Rio De Janeiro, RJ
20051-070

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