06/03/2026
Era 2024.
A Erika veio de longe para viver esse ensaio.
Trouxe flores.
Trouxe roupas.
Se preparou.
Foi produzida pela minha equipe com todo carinho.
Tudo estava pronto.
E no meio do ensaio…
o obturador da minha câmera quebrou.
Aquele segundo em que a gente pensa: “e agora?”
Mas antes que eu mesma pudesse me acalmar,
ela me olhou e disse com a maior naturalidade do mundo: “Calma… faz com o celular.”
Simples assim.
Com uma empatia que, naquele momento, eu mesma não estava conseguindo ter comigo.
E seguimos.
Entre flores, risos, velas e sua camisa de Pombogira. 🌹
Ali eu lembrei de algo muito profundo: quando mulheres se encontram em empatia, uma sustenta a força da outra.
Existe uma energia que passa entre nós.
Um cuidado antigo, ancestral.
E naquele momento eu senti com muita clareza que não estávamos sozinhas.
A força das Pombogiras também estava ali.
Na firmeza, na presença, na forma como ela transformou um imprevisto em leveza.
Porque às vezes algo se quebra no meio do caminho só para nos lembrar que a verdadeira força não está no controle.
Está no encontro, na leveza.
E na força feminina que abre caminhos.
Laroyê! 🌹🔥