DeAE - Departamento de Assistência Estudantil UFSCar São Carlos

DeAE - Departamento de Assistência Estudantil UFSCar São Carlos O DeAE atende e acompanha estudantes, especialmente do PAE, que ingressam no Programa por meio de análise socioeconômica, visando sua permanência.

09/01/2025

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24/01/2024

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Orçamento para universidades federais tem déficit de R$ 2,8 bilhõesO orçamento para as Instituições Federais de Ensino S...
18/01/2024

Orçamento para universidades federais tem déficit de R$ 2,8 bilhões

O orçamento para as Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) aprovado no Congresso Nacional no dia 22 de dezembro de 2023 tem déficit de R$ 2,8 bilhões de Reais. São R$ 2,5 bilhões para suprir deficiências já enfrentadas em 2023, mais corte de R$ 310 mil concretizado durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) no Congresso Nacional. O alerta já havia sido dado pela Associação Nacional de Dirigentes das IFES (Andifes) no final do ano passado, em nota disponível no Portal da UFSCar.

Na UFSCar, o ano começa com déficit financeiro de R$ 6,7 milhões e, se não houver a recomposição do orçamento para 2024, a projeção é que os recursos paguem as despesas de funcionamento da Universidade até meados do mês de outubro apenas, de acordo com estudo da Pró-Reitoria de Administração (ProAd).

Nesse cenário, a gestão da UFSCar tem planejado e, também, já implementado ações para reversão desse déficit junto ao Governo Federal e, concomitantemente, conquistar recursos complementares, usar os já disponíveis da melhor forma possível e, também, de acordo com prioridades estabelecidas pela comunidade universitária, por meio dos órgãos colegiados superiores (especialmente os conselhos de Administração - CoAd - e Universitário - ConsUni).

Histórico
O processo de déficit orçamentário para universidades e institutos federais acontece desde 2015 e é agravado pela alta inflacionária e, também, pelo aumento de demandas e custos no período, principalmente na retomada das atividades presenciais após a pandemia. Em maio do ano passado, estudo da ProAd mostrou como o orçamento de 2023 para a UFSCar correspondia, considerando a inflação, a apenas 45% dos recursos destinados à Universidade 10 anos antes, em 2013.

Para 2024, a PLOA reproduzia os valores de 2023 e, assim, já se mostrava insuficiente. Apesar da intensa mobilização de dirigentes das IFES, por meio da Andifes, que exigia o aporte de, no mínimo, R$ 2,5 bilhões adicionais, não só a recomposição não aconteceu como houve o corte de R$ 310 milhões durante a tramitação no Congresso. "Na UFSCar, apesar de ter havido suplementação de recursos em 2023, foi muito aquém do necessário, e o déficit financeiro é de R$ 6,7 milhões, ainda derivado também de cortes incisivos no governo anterior. Além disso, a defasagem do calendário em função da pandemia segue tendo como impacto uma quantidade muito menor de dias com atividades reduzidas em função de férias, o que é mais um agravante. Com tudo isso, o orçamento aprovado cobre as despesas básicas da Instituição apenas até meados de outubro", detalha a Reitora da UFSCar, Ana Beatriz de Oliveira.

Prioridades
No contexto de déficit orçamentário, como registrado, a Administração Superior tem atuado em três frentes: junto às demais IFES, através da Andifes, na reivindicação de recomposição orçamentária; na busca por recursos complementares, que garantam os investimentos definidos como prioritários; e na implementação de procedimentos que garantam a máxima eficiência na aplicação dos recursos disponíveis.

Por meio da Andifes, está sendo articulada, junto ao Governo Federal, o pedido de revisão do orçamento referente a 2024 e, segundo a Reitora da UFSCar, o Ministério da Educação (MEC) tem manifestado compromisso com a recomposição orçamentária. Para somar esforços, a Andifes também está solicitando reunião com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em relação à busca por recursos complementares, uma prioridade têm sido as ações voltadas às ações de assistência e permanência estudantil. Já em abril de 2021, o CoAd aprovou resolução que justamente elenca como prioridade o pagamento das ações que garantem a permanência estudantil (Resolução CoAd nº 25, de 16 de abril de 2021, Art. 1º). "Mesmo com todos os cortes que aconteceram, nenhuma bolsa deixou de ser paga, os restaurantes universitários não fecharam as portas. Pelo contrário, esses programas foram sendo reforçados porque a pandemia também fez com que houvesse aumento de demanda de estudantes no programa de assistência", situa a Reitora. "Além disso, junto à redução de recursos, a alta inflacionária impacta não apenas os custos de funcionamento da Universidade, mas também a necessidade de reajuste de bolsas e outros auxílios, diante dos aumentos nos custos de vida", complementa.

Uma notícia positiva é que, diferentemente do orçamento para 2024 como um todo, os recursos vinculados ao Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) tiveram aumento na ordem de 12% para a UFSCar. "O valor recebido permitirá que as bolsas tenham reajuste. No entanto, ainda é insuficiente, em razão das perdas acumuladas desde o último aumento desses auxílios, em 2018. Além disso, o PNAES também sofreu cortes nos anos anteriores. Uma análise do Fonaprace [Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis] mostra que, para financiamento adequado do PNAES, o orçamento de 2024 deveria ter o dobro de recursos em relação ao de 2023", explica a Reitora.

Assim, além de reforçar a cobrança junto às instâncias competentes, a UFSCar tem trabalhado com medidas paralelas para dirimir o cenário deficitário de recursos. Uma delas resultou na recente conquista de recursos através de emenda parlamentar do Deputado Federal Ivan Valente (Psol-SP).

Além de um conjunto de ações já divulgadas em matéria recente sobre a destinação dessa emenda, outros esforços envolvem a construção de soluções conjuntas com entidades parceiras da UFSCar. Assim, por exemplo, cabe resgatar a instituição, em 2021, junto à Fundação de Apoio Institucional ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAI-UFSCar), do CRIE, programa de Captação de Recursos para Investimento em Equidade, que recebe doações de pessoas físicas e jurídicas para aplicação em editais de assistência estudantil.

Além dessa ação, emergencial, a UFSCar também busca um enfrentamento mais estrutural, e um exemplo importante é a parceria estabelecida com o Instituto Serrapilheira para garantir o acesso à formação na carreira acadêmica a estudantes de grupos sub-representados, por meio do projeto Pluralizar. O primeiro grupo contemplado foi de estudantes trans; neste ano, haverá um novo ingresso, com público-alvo ainda a ser definido.

Para acompanhar a situação orçamentária da UFSCar, bem como todas as medidas que vêm sendo tomadas, toda a comunidade é convidada a acompanhar as discussões nos conselhos superiores e, também, as divulgações feitas pelos canais de comunicação oficiais da Universidade. O orçamento da UFSCar para 2024 estará em pauta nas reuniões do CoAd e do ConsUni que acontecerão no mês de fevereiro. "A participação da comunidade nos espaços democráticos de tomada de decisão é fundamental para que esse cenário possa ser revertido, a partir da ação conjunta de todas as pessoas que a compõem, cada uma em seu espaço de atuação", conclui a Reitora.

14/01/2024

A UFSCar publicou edital para ingresso nos cursos de graduação presenciais, por meio da análise curricular, para pessoas portadoras de diploma de graduação.

O edital está disponível em www.ingresso.ufscar.br e as inscrições devem ser feitas entre 16 e 22 de janeiro de 2024. Além do edital completo, estão disponíveis informações como o número de vagas disponíveis, orientações de envio de documentos, a ficha de inscrição e uma lista com as questões frequentes.

Para concorrer às vagas, as pessoas interessadas precisam ter concluído um curso de graduação (modalidades presencial ou a distância), devidamente reconhecido pelo MEC. Todos os procedimentos para matrícula serão feitos integralmente online.

Mais informações podem ser obtidas por meio de contato com a Coordenadoria de Ingresso na Graduação da UFSCar pelo e-mail [email protected].

Campanha da UFSCar combate o capacitismoBarreiras estruturais e sociais impõem limitações às pessoas com deficiência (Im...
22/12/2023

Campanha da UFSCar combate o capacitismo
Barreiras estruturais e sociais impõem limitações às pessoas com deficiência (Imagem: UFSCar)
Barreiras estruturais e sociais impõem limitações às pessoas com deficiência (Imagem: UFSCar)
Praias, shopping centers, academias, escolas, universidades. Nesses locais, já ouvimos frases como "aqui não é lugar para pessoa com deficiência frequentar" ou "essa pessoa tem que procurar um lugar adequado pra ela". Falas e pensamentos como esses expressam o capacitismo, ou seja, a discriminação de pessoas com deficiência. Para ajudar a combater essa prática, a campanha "Discriminação não cabe na UFSCar. Aprenda, ensine: Violência é crime" aborda agora o assunto.

"Capacitismo é a prática de colocar sobre um único sujeito toda uma responsabilidade de pertencimento que, na verdade, deve ser coletiva e interdependente entre as pessoas que constituem e constroem diariamente uma determinada realidade (escolar, profissional, familiar, cultural, de lazer, de esporte etc.). Assim, se uma pessoa com deficiência acessa um ambiente e, nele, não tem autonomia, não se trata de uma incapacidade pessoal e/ou incompetência. Se essa pessoa enfrenta barreiras nesse lugar, é certo que ele não está organizado de maneira interdependente e cooperativa para a coparticipação, corresponsabilização e emancipação coletiva", explica Leonardo Santos Amâncio Cabral, professor do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar.

"Muitas vezes, esse preconceito não é percebido nem por quem pratica e nem por quem é vítima, tornando assim muito difícil de combater", completa Jorgeane da Mota Trindade de Oliveira, autista e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da UFSCar. "Mas posso dizer que o mais difícil é a sociedade subestimar a capacidade da pessoa com deficiência não lhe dando oportunidades. Além disso, a tendência é colocar essa pessoa como preguiçosa, sem força de vontade, 'não faz porque não quer'. Toda deficiência traz suas limitações. Nós não somos apenas um diagnóstico, o diagnóstico não define nossas capacidades, mas as barreiras impostas pela sociedade. No Brasil o que mais sofremos são com as barreiras atitudinais", explica a estudante da UFSCar.

"O autismo é caracterizado por déficits persistentes na comunicação social e na interação, e déficits na comunicação social", explica a pesquisadora. De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - DSM 5, citado por ela, o autismo é considerado um transtorno do neurodesenvolvimento, isso quer dizer que ele precisa estar presente ainda no início da infância do indivíduo. Ainda de acordo com o DSM 5, o autismo é classificado em três níveis de suporte: o nível 1 exige apoio, no nível 2 apoio substancial, e no nível 3 apoio muito substancial.

"Sendo nível de suporte 1, passei no vestibular depois da sétima tentativa. Era uma criança quieta e muito calada. Isso, na década de 1980 e 1990, era o esperado. Mas sempre tive uma ingenuidade e sinceridade muito sem filtro, comum em nós autistas. Não sentia falta de estar com muitas pessoas. Na minha graduação assim como na época de escola, eu passava mal com os barulhos, sempre com ânsia de vômito e dor de barriga. Um cansaço que parece que nunca vai acabar. Sempre estava na biblioteca, estudando e lendo. Porém, crescer sentindo tanta coisa e sempre tentando me igualar a meus pares trouxe muito sofrimento e adoecimento", conta Oliveira. "Apenas com o diagnóstico do meu filho em 2018 foi levantada a possibilidade de eu também ser autista. Naquela época, eu estava tomando cinco medicações - para dormir, acordar, para ansiedade, depressão e modulador de humor", continua.

Segundo ela, "é comum que profissionais da área de Saúde Mental incorram em equívocos nos diagnósticos quando a pessoa é do nível 1 de suporte. Foi o que aconteceu comigo. Mas em 2020, quando eu tinha 40 anos, consegui passar com uma psiquiatra que tem especialidade em atender pessoas autistas e outras condições. Foi uma consulta de quase três horas. Fiquei muito cansada, e eu havia falado a ela que estava exausta. Ela concluiu dizendo: 'Você é uma pessoa autista, nível 1 de suporte e provavelmente com altas habilidades - nunca avaliei para isso. Sinto muito que você tenha passado por tantos profissionais que não conseguiram ver que você é uma pessoa autista.' O diagnóstico não mudou quem eu sou, mas mudou meu olhar sobre mim e sobre minhas potencialidades, me ver além da deficiência".

Formas de deficiência e estigma
O autismo é apenas uma forma de deficiência, que pode ser física, intelectual e sensorial, como explica o docente da UFSCar. Além disso, há as pessoas com deficiências múltiplas, quando estão combinadas duas ou mais deficiências. "Então, o indivíduo pode ter deficiência intelectual e ser pessoa com deficiência física", exemplifica o professor. Além disso, temos as pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) que não são pessoas com deficiência, mas com os mesmos direitos legais de pessoa com deficiência", esclarece o professor.

"Estamos lidando com pessoas que historicamente foram estigmatizadas, infantilizadas, coisificadas, objetificadas, colocadas como exóticas na sociedade. Muitas vezes as pessoas com deficiência, mesmo enquanto adultas, não são vistas como adultas: elas são infantilizadas e, inclusive, assexuadas, como se elas também não tivessem gênero, como se elas não fossem capazes. Isso se enquadra na discriminação, no capacitismo, pois elas podem construir uma família, serem autônomas, serem excelentes profissionais. Hoje, temos uma ascensão de pessoas com deficiência ingressando nas instituições de Ensino Superior e, ainda assim, a perspectiva de muitos professores tem sido atravessada pelo capacitismo, pela falta de informação, pelo estranhamento da diferença e isso vai impactando os métodos e as formas de avaliar o sujeito profissional nas diversas áreas do conhecimento. Então, é importante falarmos de capacitismo para pensarmos como podemos garantir os direitos humanos das pessoas com deficiência, inclusive nos ambientes educacionais, profissionais, de lazer, culturais e em todas as outras dimensões sociais que todos devemos ter acesso e que é uma condição constitucional".

A estudante da UFSCar concorda: "Como se tratam de condições 'invisíveis', e até mesmo pelo estigma da condição, são pessoas que podem ter um sentimento de inadequação e ter uma certa dificuldade em fazer e manter amigos. Na realidade, não é uma dificuldade em fazer e manter amigos, são cérebros que não veem muito sentido em coisas que a maioria vê. Isso não dá o direito a ninguém de recriminar a forma de ser e estar no mundo daquela pessoa. Mas entendo que esse assunto é difícil para pessoas que não são neurodivergentes ou não tenham outra deficiência compreender. É algo que levará algum tempo para que possamos chegar num denominador comum, o respeito a todos".

"Nada sobre nós sem nós"
Para o professor da UFSCar, "o próprio fato de hoje estarmos falando sobre capacitismo em agendas anuais que demarcam o dia da pessoa com deficiência já é um avanço. Parece pouco, mas essa vitrine que tem sido representada e valorizada, inclusive, nas mídias sociais por pessoas com e sem deficiência falando sobre as pessoas com deficiência. O lema 'Nada sobre nós sem nós', que nasce na década de 1960 com os movimentos estudantis, norteou a elaboração da Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência em 2006, que foi referendada no Brasil em 2009. Assim, as pessoas com deficiências têm conquistado seus protagonismos em suas próprias histórias, nos diversos espaços da sociedade, inclusive com políticas de ações afirmativas", celebra o professor.

Mas ainda há muito por fazer. Para ele, os principais desafios têm a ver com a transformação cultural sobre a compreensão do que é ser alguém com deficiência. "Recentemente, uma pessoa de uma instituição jurídica entrou em contato comigo pedindo indicação de uma pessoa com deficiência para dar uma palestra sobre os direitos dessa população. Foi um pedido a 'toque de caixa'. Então, indiquei uma pessoa com mestrado acadêmico e com carreira profissional de mais de 10 anos. Porém, ao saberem que essa pessoa utiliza cão-guia, desconsideraram-na com o argumento de que sua passagem aérea seria mais cara e os trâmites seriam mais burocráticos. É como se a pessoa com deficiência fosse mais cara, inclusive, o que não é verdade. Esse ato pode ser considerado discriminação com base na deficiência. Muitas coisas têm mais a ver com acessibilidade atitudinal do que qualquer outra coisa. Não se trata de questão financeira, patrimonial etc.", exemplifica.

A doutoranda da UFSCar reforça a necessidade de transformação do meio em algo acolhedor, sem barreiras. "Somos pessoas com deficiência (no caso do autismo para fins legais), fazemos parte da sociedade e interagimos com o meio. Mas o meio ainda está em transformação, ainda não é acolhedor a todos os corpos e mentes diferentes. É um meio que precisa se transformar para acolher a todos de maneira equitativa, do contrário, a deficiência do meio em nos atender sempre será nossa principal barreira para poder estar onde queremos estar".

E como as pessoas podem contribuir para combater o capacitismo e cultivar uma cultura mais acolhedora para pessoas com deficiência? "Informação", responde a doutoranda da UFSCar. "Essa é a palavra que para a comunidade PcD [sigla frequentemente utilizada para Pessoa com Deficiência] se torna uma das mais importantes na luta contra o capacitismo. Todos nós, em algum grau, fomos ou somos capacitistas. Para combater isso, busque informação. Se tem dúvida sobre o assunto, pergunte à própria pessoa com deficiência; se tiver vergonha de perguntar, procure pessoas que trabalham ou conhecem nossa luta. Mas nunca deduza que você conhece mais da deficiência dessa pessoa do que ela própria. Seja qual for o diagnóstico dela, esse diagnóstico faz parte da vida dela, um ou vários profissionais habilitados lhe deram o diagnóstico. Alunos, funcionários e professores, acolham o diferente, tentem conhecer esse universo tão singular e rico que é o das pessoas com deficiência. Vão se surpreender!".

Serviço
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146), em seu Art. 2º, considera pessoa com deficiência "aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas".

Ainda segundo a Lei, discriminar pessoa com deficiência é crime. Por isso, em caso de emergência, acione a Polícia Militar pelo Disque 190. Se o crime já aconteceu, procure uma autoridade policial para registrar a ocorrência.

Sobre a campanha "Discriminação não cabe na UFSCar"
A campanha "Discriminação não cabe na UFSCar. Aprenda, ensine: Violência é crime" é uma estratégia para realizar um movimento educativo com a comunidade, a fim de que todas as pessoas possam perceber o quanto são violentas em suas atitudes cotidianas, mudando seu comportamento. Ela também tem o papel de mostrar que qualquer ato de violência é passível de investigação e punição perante a lei.

A Campanha apresenta temas diversos: racismo, transfobia, machismo, gordofobia, etarismo, assédio e capacitismo. Os conteúdos estão sendo veiculados no Portal da UFSCar e nas redes da UFSCar Oficial no Facebook e Instagram (), além de contar com a participação da Rádio UFSCar. "Somos uma comunidade humana e plural. Combater todos os tipos de violência é importante para garantir o convívio pacífico e, mais que isso, permitir que as diferentes visões de mundo se encontrem e permitam, com isso, a construção de um conhecimento plural, diverso, elaborado a partir de diferentes pontos de vista, experiências e culturas. Não é possível viver em uma sociedade de paz sem combater todos os tipos de violência", afirma o Secretário Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (SAADE), Vinícius Nascimento.

"Cada pessoa da comunidade UFSCar precisa se enxergar como um instrumento dessa transformação. A mudança exige o trabalho diário, a partir do diálogo franco e do forte engajamento de todas e todos", conclui Ana Beatriz de Oliveira, Reitora da Universidade.

Quem prestou a última prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já poderá se candidatar, a partir de 2024, via Sist...
22/12/2023

Quem prestou a última prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já poderá se candidatar, a partir de 2024, via Sistema de Seleção Unificada (SiSU), a uma das vagas ofertadas no curso de licenciatura em Música da UFSCar. Curso desenvolve habilidades para formar musicistas e educadores.

Saiba mais no portal da UFSCar (link nos stories)

As inscrições para os Cursos de Férias de 2024 estão abertas e, nas Danças Urbanas, temos 3 modalidades:Dançaterapia!Aul...
22/12/2023

As inscrições para os Cursos de Férias de 2024 estão abertas e, nas Danças Urbanas, temos 3 modalidades:

Dançaterapia!
Aulas de dança para pessoas com deficiência, com intuito de ganhos físicos, emocionais, e inclusão no mundo da dança .

🌟 Instrutoras:
Marjorie Ribeiro: Bailarina e Fisioterapeuta, é responsável por um projeto de ballet clássico para crianças com deficiência, a Dançaterapia, desenvolvendo um trabalho de atendimento fisioterapêutico junto com a dança. Atua, também, como fisioterapeuta neurológica e professora de ballet.

Dayana Andres: É bailarina PCD com formação em dança, apaixonada pela prática da dança na cadeira de rodas.

Funk!
Aprenda passos de funk, junto de coreografias famosas e sequências virais nas redes sociais.

🌟 Instrutoras:
Malu Telles: Trabalha com dança desde 2013 e faz apresentações há 20 anos. Iniciou a carreira ministrando dança teatro antes de completar seus 18 anos e é a fundadora da Companhia de Dança CAASO, onde ensinou dança contemporânea, stiletto e funk por 6 anos.

Beatriz Rodrigues: Trabalha com dança desde 2016 e participa de apresentações há 19 anos. Atualmente, é professora de Funk em São Carlos, na escola Estúdio K e participa voluntariamente da Companhia de Dança do CAASO, onde já ministrou workshops de Funk e de Ritmos. Possui experiência com Jazz, Sapateado, Ritmos, Danças Urbanas e Ballet clássico.

Kpop!
Divirta-se enquanto aprende a dançar suas músicas coreanas favoritas.

🌟 Instrutora:

Ketlyn Gleice Santana Bonora: Começou sua trajetória na dança em 2013, com o projeto Grupo Performance de Rua e, desde então, tem se dedicado ao estudo das Danças Urbanas, participando de cursos, festivais e competições na área. Hoje, Ketlyn dá aulas de diversas modalidades de dança.

E aí? Deu vontade de cursar? Então não perca tempo e se inscreva nos Cursos de Férias do Centro Cultural da USP 2024, através do link do formulário em nossa bio até dia 15/12 às 8h.

Entre os dias 23/12/2023 até 07/01/2024, a biblioteca estará fechada de acordo com a Portaria GR nº 6601/2023, que estab...
22/12/2023

Entre os dias 23/12/2023 até 07/01/2024, a biblioteca estará fechada de acordo com a Portaria GR nº 6601/2023, que estabelece recesso natalino.

A partir de 08/01 a BCo volta ao seu horário de atendimento normal, de segunda a sexta das 08h até 21h.

Hoje trouxemos algumas dicas de comportamentos de estudos dentro da sala de aula!
22/12/2023

Hoje trouxemos algumas dicas de comportamentos de estudos dentro da sala de aula!

Você já percebeu que algumas interferências podem prejudicar seu estudo? Todos os links abaixo estão na bio do Instagram...
22/12/2023

Você já percebeu que algumas interferências podem prejudicar seu estudo?
Todos os links abaixo estão na bio do Instagram.
Se você for do campus USP São Carlos, para agendar um atendimento individual com nossa equipe, responda o formulário: https://docs.google.com/.../1FAIpQLSdL23uSFDBIS6.../viewform
Se você for da UFSCar ou outra instituição, para agendar um atendimento individual com nossa equipe, responda o formulário: https://docs.google.com/.../1FAIpQLSdX2d4SIWEod.../viewform

Para gestores de outros projetos ou cursos com públicos que possam se beneficiar com palestras ou oficinas da equipe do ProEstudo, solicitações podem ser realizadas por meio dos formulários abaixo:
Para o campus USP São Carlos: https://docs.google.com/.../1FAIpQLSeZoo0FdOgSaD.../viewform
Para a UFSCar e outras instituições: https://docs.google.com/.../1FAIpQLSdwuKAQdJadgd.../viewform

A segunda edição do Curso de Extensão “Divulgação Científica e Comunicação Pública da Ciência: articulando teorias e prá...
22/12/2023

A segunda edição do Curso de Extensão “Divulgação Científica e Comunicação Pública da Ciência: articulando teorias e práticas”, promovido pela UFABC - Universidade Federal do ABC em parceria com o Instituto da Cultura Científica (ICC) e o Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI), ambos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), já está com inscrições abertas.
Inscrições em: https://bit.ly/cursoufabcdc
Para mais informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: [email protected]
̧ãocientífica

A segunda edição do Curso de Extensão “Divulgação Científica e Comunicação Pública da Ciência: articulando teorias e práticas”, promovido pela UFABC - Universidade Federal do ABC em parceria com o Instituto da Cultura Científica (ICC) e o Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI), ambos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), já está com inscrições abertas.

Inscrições em: https://bit.ly/cursoufabcdc

Para mais informações sobre o curso entre em contato pelo e-mail: [email protected]

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Oportunidades em São Carlos
22/12/2023

Oportunidades em São Carlos

Oportunidades são para as unidades que ficam na capital paulista, São Carlos e Brasília; salários podem chegar a R$ 1,2 mil

Endereço

UFSCar São Carlos/Rua Dos Sabias, Bairro Monjolinho
São Carlos, SP
13565905

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 13:00 - 17:00
Terça-feira 13:00 - 17:00
Quarta-feira 13:00 - 17:00
Quinta-feira 13:00 - 17:00
Sexta-feira 13:00 - 17:00

Telefone

+551633066878

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