RUA - Revista Universitária do Audiovisual

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Temos novas publicações na nossa sessão Subjetiva! http://www.rua.ufscar.br/subjetiva-----Os textos foram escritos por p...
20/01/2020

Temos novas publicações na nossa sessão Subjetiva! http://www.rua.ufscar.br/subjetiva
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Os textos foram escritos por participantes da Oficina de Crítica Cinematográfica, ministrada por Victor Guimarães durante a 13° Mostra Cine BH. Os textos selecionados dão a oportunidade de os autores participarem do Júri Jovem na Mostra de Cinema de Tiradentes, que escolhe os premiados da Mostra Olhos Livres.
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Diego Silva Souza escreve sobre "No Coração do Mundo" (Gabriel Martins e Maurílio Martins, 2019), em 'Recusa ao Coração' - http://www.rua.ufscar.br/recusa-ao-coracao/

Em 'Mocidade empoeirada', Marina Lamas escreve sobre o found footage "Os Jovens Bauman" (Bruna Carvalho Almeida, 2019) - http://www.rua.ufscar.br/mocidade-empoeirada/

Luísa Lombardi reflete sobre o horror em "A Noite Amarela" (Ramon Porto Mota, 2019) - http://www.rua.ufscar.br/medo-e-incerteza-em-a-noite-amarela/

'Hoje eu contei pras paredes Coisas do meu coração' é a crítica de Gustavo Maan, sobre o documentário "Diz a Ela que me Viu Chorar" (Maíra Bühler, 2019)

Murilo Morais dá forma ao documentário experimental "Nietzsche Sils Maria Rochedo de Surlej" (Júlio Bressane, Rosa Dias e Rodrigo Lima, 2019), em 'Uma pedra já foi uma montanha - http://www.rua.ufscar.br/uma-pedra-ja-foi-uma-montanha/
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A 23° Mostra de Cinema de Tiradentes, uma das maiores e mais importantes do país, acontece entre os dias 24 de Janeiro e 1° de Fevereiro de 2020, na cidade histórica de Tiradentes. A Mostra oferece uma programação extensa com oficinas, mesas de debate, sessões de curtas e longas-metragens e performances musicais e audiovisuais. A temática desse ano é "A imaginação como potência", e o evento é aberto e gratuito a todo o público interessado. A programação completa pode ser acessada em

O cinema universitário resiste e a RUA assume seu compromisso em divulgar e ajudar essas realizações. Por isso, viemos a...
06/06/2019

O cinema universitário resiste e a RUA assume seu compromisso em divulgar e ajudar essas realizações. Por isso, viemos aqui pedir para que vocês conheçam e ajudem os projetos da turma 016 do curso de Imagem e Som aqui de São Carlos. Entre nas páginas de cada projeto e saiba como doar
Meninos Rimam | Laranja da China | Casa 208 | Dia de Visita | Saravá, Meu Santo

Está disponível no nosso site dois novos textos. O primeiro deles trata de como Hitchcock retratava as mulheres em seus ...
16/05/2019

Está disponível no nosso site dois novos textos. O primeiro deles trata de como Hitchcock retratava as mulheres em seus filmes com base em seis de seus longas, sendo escrito por Barbara Refosco Marques e Amadeu de Oliveira Weinmann. Já o segundo texto é uma análise fílmica de “Trabalhar em Casa" (Marco Dutra e Juliana Rojas, 2012), redigida por Lucas Nunes, que explora as nuances desse longa de terror brasileiro.

Segue os links de ambos os textos;

“Como as mulheres são retratadas no cinema de Hitchcock?”, de Barbara Refosco Marques e Amadeu de Oliveira Weinmann:

http://www.rua.ufscar.br/como-as-mulheres-sao-retratadas-no-cinema-de-hitchcock/

“E o medo do homem civilizado em ‘Trabalhar em Casa' (Marco Dutra e Juliana Rojas, 2011)”, de Lucas Nunes:

http://www.rua.ufscar.br/o-medo-do-homem-civilizado-em-trabalhar-cansa-marco-dutra-e-juliana-rojas-2011/

Como as mulheres são retratadas no cinema de Hitchcock?   Barbara Refosco Marques[1] Amadeu de Oliveira Weinmann[2]   Suas mulheres devem matar ou morrer, ser humilhadas ou viver um romance frustrante com um herói impotente em fuga. De um modo ou de outro, essas lindas mulheres sofreram (Michael...

A Revista Universitária do Audiovisual surgiu no ano de 2008, com o objetivo de disseminar e democratizar o acesso ao co...
26/04/2019

A Revista Universitária do Audiovisual surgiu no ano de 2008, com o objetivo de disseminar e democratizar o acesso ao conhecimento sobre audiovisual. Desde então, passamos por vários processos de transformação; processos que, por vezes, nos deixaram em longos hiatos. Em 2019, a RUA entra em seu décimo ano de publicação.

Acreditamos que todas as nossas transformações são parte imprescindível do que a RUA é hoje, e do que ela ainda pode se tornar. E é parte também de nossa crença a inevitabilidade da renovação, assim como o cinema e o audiovisual se renovam sempre, cada vez mais rápido e com mais força. O audiovisual é parte fundamental de nosso relacionamento com o mundo, é a maneira mais potente que encontramos para nos comunicarmos; e é parte de nossa missão acompanhar os processos que fazem do cinema o que ele é hoje. Muitas dessas mudanças, como queremos acreditar, incluem tornar o audiovisual cada vez mais acessível; como uma linguagem tão diversa e dinâmica, o cinema merece - e tem a responsabilidade de - estar ao alcance das mãos de qualquer um que acredite ter uma mensagem, uma história, uma voz. Em um período do país onde somos cada vez mais atingidos por discursos que ameaçam a liberdade de expressão e a produção artística e científica, o cinema e as publicações vinculadas a ele, têm mais do que nunca o desejo de serem ouvidos e de falar por nós mesmos.

É um período para abrir espaço a todos que tenham uma voz suprimida por forças maiores.

Em suma, acreditamos no cinema, em todas as suas formas. E acreditamos na análise fílmica, no argumento, na tese cinematográfica, como parte importante de espalhar a potência audiovisual pelo mundo.

Por isso, e em comemoração ao nosso décimo ano de publicação, a primeira edição de 2019, escolhemos trazer uma revista com TEMA LIVRE; abrimos as portas para todo o tipo de visão e todo o tipo de vivência que o audiovisual possa exprimir.

Seguimos sempre na missão. Que as formas de comunicação atinjam, finalmente, seu objetivo máximo de unir e democratizar.

Os trabalhos podem ser enviados para [email protected] até 15/05.

Para mais informações sobre como publicar na RUA, acesse: http://www.rua.ufscar.br/como-publicar

Natal chegando, e já viemos deixar um presentinho debaixo da árvore. É a segunda edição do 9º ano da nossa revista, inti...
20/12/2018

Natal chegando, e já viemos deixar um presentinho debaixo da árvore. É a segunda edição do 9º ano da nossa revista, intitulada Cinemas à margem: divergências entre centro e periferia.

A edição conta com excelentes artigos, como de costume, mais uma matéria que entrevistou os produtores dos trabalhos de conclusão de curso da turma 015 da imagem e som, e também, a cobertura da 9ª SUA Nacional - Semana Universitária do Audiovisual.

Acompanhem, divulguem, foi tudo feito para vocês, para nós!

Ano 9 – Edição 2 SUMÁRIO Editorial (Pág. 3) A Rejeição Imediata ou as Fotogenias do Horrível: o Cinema Marginal de Valêncio Xavier (por Jansen Hinkel, Pág. 4) Icamiabas: A representação de lendas indígenas e a mulher na animação televisiva brasileira (por Viktor Perkusich Novaes , P....

Na segunda-feira (26/11/2018) foi realizada a última sessão de novembro do cineclube que acontece na parceria RUA e CAIS...
28/11/2018

Na segunda-feira (26/11/2018) foi realizada a última sessão de novembro do cineclube que acontece na parceria RUA e CAIS - Centro Acadêmico de Imagem e Som.

Nesse mês, o cineclube montou uma programação que contemplasse o tema "Resistência no cinema", e para a última exibição reservamos o filme "They Live" (John Carpenter, 1989). Após o filme, se decorreu um debate com a presença do aluno de Ciências Sociais e membro do MUP - Movimento pela Universidade Popular, Carlos Henrique, tratando de temas como o uso da mídia para controle de massa, alienação, distorção do papel do trabalhador na sociedade, a importância do comunicador e do pensamento crítico na ruptura do regime de opressão vigente, e as formas com as quais os alunos egressos de Imagem e Som podem se utilizar do audiovisual e suas diversas expressões enquanto linguagem para construir e difundir diferentes ideias e pensamentos. E além disso, foi destacada a importância da articulação estudantil na luta por uma universidade pública, de qualidade e popular.

O cineclube "Da RUA ao CAIS" gostaria, também, de agradecer a presença do Prof Dr. Arthur Autran no cinedebate que ocorreu no dia 19/11/2018, onde foi exibido o filme "Vozes do medo" (1970).

Este é o fechamento do terceiro mês de existência do nosso cineclube e estamos muito orgulhosos de promover semana a semana, o debate e reflexão acerca do audiovisual e suas implicações. Então, reafirmamos nosso convite à todos para comparecer às nossas próximas sessões e fortalecer essa discussão conosco. Lembre-se: "nós te encorajamos".

[ATENÇÃO QUE NOSSA CHAMADA FOI PRORROGADA]Encontra-se aberta a chamada de textos para a próxima edição da Revista RUA (A...
08/11/2018

[ATENÇÃO QUE NOSSA CHAMADA FOI PRORROGADA]

Encontra-se aberta a chamada de textos para a próxima edição da Revista RUA (Ano 9, edição 2), cujo tema será Cinemas à margem. Caso você tenha um texto que dialogue com o tópico, não deixe colaborar conosco! Os trabalhos podem ser enviados para [email protected] até 15/11.
Para mais informações sobre como publicar na RUA, acesse: http://www.rua.ufscar.br/chamada-de-t…/como-publicar-na-rua/

Com o tema Cinemas à margem queremos nos referir aos cinemas periféricos, quer dizer, a todo tipo de manifestação que utilize o suporte do audiovisual e que reflita uma cultura ou práticas e demandas sociais específicas de um povo ou comunidade, sem a pretensão universalizante que perpassa os valores e representações nos produtos audiovisuais dominantes.

Entendemos que a rica diversidade cultural do Brasil, e as múltiplas contradições da nossa sociedade não são compatíveis com a estética homogeneizante que o cinema comercial reproduz. Daí o nosso primeiro objetivo é o de expor a pluralidade dessas manifestações, traçando um panorama de expressões marginais de cinema no Brasil contemporâneo, a exemplo de cinemas que surgem ao redor de movimentos sociais, como é o caso do Ocupe Estelita em Recife ou filmes como Era o Hotel Cambridge (Eliane Caffé, 2017). Cineastas que utilizam dispositivos distintos daqueles do cinema dominante e que acabam estabelecendo regimes dissidentes de representação de sujeitos e espaços marginalizados também nos interessam, como é o caso das obras de André Novais de Oliveira e Affonso Uchôa.

Para além de traçar esse panorama, buscamos também trabalhos que de alguma maneira tensionam a dicotomia entre centro e periferia, oposição que alicerça a escolha do nosso tema. Pois o nosso desejo é construir um olhar para esses cinemas respeitando a sua autonomia, retirando-os da sombra do cinema comercial e tratando-os como expressões artísticas e culturais que não sejam somente abordadas no seu aspecto negativo, em relação de dependência frente a uma linguagem dominante. Mas sem perder de vista a situação concreta de uma sociedade invariavelmente dividida entre dominados e dominantes, entre centro e periferia, dinâmica que se manifesta também na cultura e nos seus meios de expressão.

Vivemos um período em que o discurso fascista se encontra cada vez mais desinibido. A visibilidade e popularidade que o Bolsonarismo ganhou atualmente tem ao menos o trunfo de expor a desumanidade da ordem social vigente, bem disposta a eliminar violentamente todos os corpos e sensibilidades que denunciem a farsa de uma sociedade unitária e conciliada. Assim, o nosso esforço enquanto veículo comunicativo vai também na direção de resistir ao projeto totalitário do capitalismo e de sua versão despudorada, o fascismo, de produzir uma sociedade que abomina a diferença e a diversidade, componentes essenciais para a existência da arte e de uma cultura mais participativa e popular.

Está disponível no nosso site, a cobertura da Programação em Curso que aconteceu em setembro desse ano e contou com três...
23/10/2018

Está disponível no nosso site, a cobertura da Programação em Curso que aconteceu em setembro desse ano e contou com três exibições de filmes nacionais selecionados por uma curadoria dos estudantes de graduação da Imagem e Som!

Cobertura Programação em Curso – Kinoforum 2018 Exibida concomitantemente ao 29º Festival Internacional de Curtas de São Paulo a sessão de curtas realizada na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) surgiu de uma atividade proposta pelo Festival de curtas – Kinoforum em parceria com as...

A programação desse mês veio um pouco atrasada, mas ela está aqui para vc conferir e não deixar de assistir às próximas ...
15/10/2018

A programação desse mês veio um pouco atrasada, mas ela está aqui para vc conferir e não deixar de assistir às próximas sessões que vão acontecer ainda. Lembrando que o cineclube da Rua ao Cais é aberto a todos e acontece toda segunda na videoteca do DAC (Departamento de Artes e Comunicação - Ufscar São Carlos) às 15h..

Aparece aí! Vamos assistir filmes, vamos falar sobre filmes! Nós te encorajamos.

Encontra-se aberta a chamada de textos para a próxima edição da Revista RUA (Ano 9, edição 2), cujo tema será Cinemas à ...
11/10/2018

Encontra-se aberta a chamada de textos para a próxima edição da Revista RUA (Ano 9, edição 2), cujo tema será Cinemas à margem. Caso você tenha um texto que dialogue com o tópico, não deixe colaborar conosco! Os trabalhos podem ser enviados para [email protected] até 05/11.
Para mais informações sobre como publicar na RUA, acesse: http://www.rua.ufscar.br/chamada-de-textos/como-publicar-na-rua/

Com o tema Cinemas à margem queremos nos referir aos cinemas periféricos, quer dizer, a todo tipo de manifestação que utilize o suporte do audiovisual e que reflita uma cultura ou práticas e demandas sociais específicas de um povo ou comunidade, sem a pretensão universalizante que perpassa os valores e representações nos produtos audiovisuais dominantes.

Entendemos que a rica diversidade cultural do Brasil, e as múltiplas contradições da nossa sociedade não são compatíveis com a estética homogeneizante que o cinema comercial reproduz. Daí o nosso primeiro objetivo é o de expor a pluralidade dessas manifestações, traçando um panorama de expressões marginais de cinema no Brasil contemporâneo, a exemplo de cinemas que surgem ao redor de movimentos sociais, como é o caso do Ocupe Estelita em Recife ou filmes como Era o Hotel Cambridge (Eliane Caffé, 2017). Cineastas que utilizam dispositivos distintos daqueles do cinema dominante e que acabam estabelecendo regimes dissidentes de representação de sujeitos e espaços marginalizados também nos interessam, como é o caso das obras de André Novais de Oliveira e Affonso Uchôa.

Para além de traçar esse panorama, buscamos também trabalhos que de alguma maneira tensionam a dicotomia entre centro e periferia, oposição que alicerça a escolha do nosso tema. Pois o nosso desejo é construir um olhar para esses cinemas respeitando a sua autonomia, retirando-os da sombra do cinema comercial e tratando-os como expressões artísticas e culturais que não sejam somente abordadas no seu aspecto negativo, em relação de dependência frente a uma linguagem dominante. Mas sem perder de vista a situação concreta de uma sociedade invariavelmente dividida entre dominados e dominantes, entre centro e periferia, dinâmica que se manifesta também na cultura e nos seus meios de expressão.

Vivemos um período em que o discurso fascista se encontra cada vez mais desinibido. A visibilidade e popularidade que o Bolsonarismo ganhou atualmente tem ao menos o trunfo de expor a desumanidade da ordem social vigente, bem disposta a eliminar violentamente todos os corpos e sensibilidades que denunciem a farsa de uma sociedade unitária e conciliada. Assim, o nosso esforço enquanto veículo comunicativo vai também na direção de resistir ao projeto totalitário do capitalismo e de sua versão despudorada, o fascismo, de produzir uma sociedade que abomina a diferença e a diversidade, componentes essenciais para a existência da arte e de uma cultura mais participativa e popular.

Endereço

São Carlos, SP

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