Laboratório de estudos LEAUC

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LEAUC | Grupo de pesquisa que tem como foco a investigação transdisciplinar da cidade contemporânea, seus processos de conformação e transformações, suas distintas espacialidades, novas formas de sociabilidade e expressão cultural.

Em sua 12ª edição, o Ciclo de Cinema Urbanicidades, intitulado “Resistir, recontar, transformar”, é especialmente releva...
13/10/2024

Em sua 12ª edição, o Ciclo de Cinema Urbanicidades, intitulado “Resistir, recontar, transformar”, é especialmente relevante no atual contexto urbano, marcado por desafios relacionados a questões climáticas, movimentos de (des)territorialização e preservação da memória coletiva. As películas que compõem o Urbanicidades 2024 apresentam histórias de resistência que tocam esses temas, desde a vivência de povos originários e suas dificuldades particulares até o retrato da periferia urbana paulista contemporânea e o enfrentamento de comunidades ameaçadas por decisões políticas que decidem pela instalação de mega empreendimentos de infraestrutura urbana. Diante disso, a curadoria do ciclo seleciona filmes que não apenas retratam conflitos e desafios, mas também celebram a resiliência e a singularidade das comunidades urbanas na busca por espaços mais justos e inclusivos.

No dia 22/10, terça-feira, às 18h30, exibiremos na terceira sessão do ciclo de 2024 o filme “Lavra” (2021), de direção de Lucas Bambozzi. Essa sessão faz parte da VII Mostra Ecofalante USP. Ao retornar à sua terra natal, Camila presencia os efeitos devastadores de um dos maiores desastres ambientais do Brasil, causado pelo rompimento de uma barragem de mineração, que inundou vários quilômetros da região com lama tóxica. Durante sua jornada pelo rastro de destruição, ela encontra pessoas, comunidades e paisagens completamente arrasadas. Quando uma segunda barragem colapsa, resultando na morte de aproximadamente 300 pessoas, Camila decide se juntar aos movimentos de resistência e luta contra a exploração ambiental.

São convidadas para essa sessão: Norma Valencio (UFSCar) e Ruy Sardinha (IAU USP). Serão oferecidos certificados de participação àqueles presentes em ao menos três das cinco sessões do ciclo.

Esperamos vocês!

Em sua 12ª edição, o Ciclo de Cinema Urbanicidades, intitulado “Resistir, recontar, transformar”, é especialmente releva...
11/09/2024

Em sua 12ª edição, o Ciclo de Cinema Urbanicidades, intitulado “Resistir, recontar, transformar”, é especialmente relevante no atual contexto urbano, marcado por desafios relacionados a questões climáticas, movimentos de (des)territorialização e preservação da memória coletiva. As películas que compõem o Urbanicidades 2024 apresentam histórias de resistência que tocam esses temas, desde a vivência de povos originários e suas dificuldades particulares até o retrato da periferia urbana paulista contemporânea e o enfrentamento de comunidades ameaçadas por decisões políticas que decidem pela instalação de mega empreendimentos de infraestrutura urbana. Diante disso, a curadoria do ciclo seleciona filmes que não apenas retratam conflitos e desafios, mas também celebram a resiliência e a singularidade das comunidades urbanas na busca por espaços mais justos e inclusivos.

No dia 17/09, terça-feira, às 18h30, exibiremos na segunda sessão do ciclo de 2024 o filme “Visionários da Quebrada” (2018), de direção de Ana Carolina Martins. Imperdível para todos que se interessam pelas muitas cidades dentro de São Paulo, e pelos personagens revolucionários que nela habitam e atuam. Vindos de várias quebradas de São Paulo, esses visionários nos guiam ao encontro de outros olhares sobre pessoas, filosofias, práticas e relações produzidas nas periferias da cidade.

As histórias, contadas pelos próprios protagonistas, criam novos imaginários e narrativas sobre os saberes e viveres das periferias relacionados a moda, educação, gastronomia, dança, comunicação, entre outros temas. E revelam a potência de pessoas extraordinárias que, na construção cotidiana, fortalecem valores que promovem mudanças reais em suas comunidades.

São convidadas para essa sessão: Ana Carolina Martins, diretora do documentário, Joana D’Arc de Oliveira, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP) e Cibele Rizek, professora do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (IAU-USP). O evento vai acontecer no auditório Paulo de Camargo e Almeida (IAU-USP). Serão oferecidos certificados de participação àqueles presentes em ao menos três das cinco sessões do ciclo.

Esperamos vocês!

O LEAUC - Laboratório de Estudos do Ambiente Urbano Contemporâneo - promove esta edição do projeto Urbanicidades em parc...
17/08/2022

O LEAUC - Laboratório de Estudos do Ambiente Urbano Contemporâneo - promove esta edição do projeto Urbanicidades em parceria com a Comissão de Cultura e Extensão do IAU USP e com o SESC São Carlos. Intitulada “Repensando Brasis”, convida à reflexão sobre as múltiplas identidades que constituem os nossos Brasis, sob as lentes do cinema e suas interlocuções com momentos decisivos da cultura nacional. Dividida em dois módulos, o primeiro, “Retratos do Brasil”, discutiu algumas identidades nacionais trazidas pela Semana de 1922 e de que forma elas ecoaram para as décadas seguintes. Já o segundo módulo, “Brasis de hoje e de amanhã”, se envereda pelas diversas nuances de nossas identidades, pondo em discussão nosso legado sociocultural e o Brasil que queremos ser.
A primeira sessão deste segundo módulo vai apresentar o filme Vaidade (2002, 52 min) que conta a história de mulheres que, arriscando suas vidas, ganham seu sustento remando em canoas precárias para vender perfumes, cremes e outros produtos de beleza em garimpos remotos no interior da floresta amazônica.
Após a exibição do filme teremos um debate com a presença do seu diretor, Fabiano Maciel, e do professor Alessandro Gamo, do Departamento de Artes e Comunicação da Universidade Federal de São Carlos.

O evento vai acontecer no Teatro do SESC São Carlos no dia 23/08 às 19h, com venda de ingressos na bilheteria do SESC. O Sesc São Carlos irá disponibilizar, em NÚMERO LIMITADO, uma cota de cortesias gratuitas para a comunidade acadêmica do IAU-USP.

Aos interessados em participar do evento, solicitamos que seja preenchido o Formulário de Inscrição (https://forms.gle/VLcSCZqAeUHkkRiY8) até o dia 23/08/22 às 12h (meio dia) ou até as vagas serem preenchidas. O ingresso cortesia deve ser retirado no dia da sessão, com no mínimo 15 minutos de antecedência, sendo necessário portar um documento oficial com foto e a carteirinha USP para a realização da conferência das informações junto à portaria do teatro do Sesc.

Os participantes que quiserem Certificado como ouvinte, deverão participar de duas ou mais sessões do segundo módulo do Ciclo e preencher o Formulário de Participação que será disponibilizado no dia da sessão.

Nos vemos por lá!

A nova série do Urbanicidades, “Repensando Brasis”, exibirá, neste primeiro semestre, o ciclo “Retratos do Brasil”, que ...
25/03/2022

A nova série do Urbanicidades, “Repensando Brasis”, exibirá, neste primeiro semestre, o ciclo “Retratos do Brasil”, que discute algumas identidades nacionais trazidas pela Semana de 1922 e de que forma elas ecoaram para as décadas seguintes.

Nesta primeira sessão, dia 29/03, terça-feira, às 18h, exibiremos o clássico “Macunaíma”, baseado na obra de Mário de Andrade. Contaremos com a presença de Casé Angatu, indígena e morador do território Tupinambá Olivença, professor da Universidade Estadual Santa Cruz e da Universidade Federal Sul Bahia, e Leandro Pasini, professor do Departamento de Letras da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo.

Todo o evento será transmitido no YouTube pelo canal do IAUUSP. Serão oferecidos certificados de participação àqueles presentes em ao menos duas das três sessões do ciclo.

Link de acesso https://youtu.be/6VZMqtNIBe4

Movimento cultural de assimilação crítica das vanguardas artísticas europeias, a Semana de Arte Moderna de 1922 mostrou ...
24/03/2022

Movimento cultural de assimilação crítica das vanguardas artísticas europeias, a Semana de Arte Moderna de 1922 mostrou diferentes formas de se pensar a cultura brasileira. Inspirado no marco deste centenário, o Ciclo de Cinema e Debate "Urbanicidades", em conjunto com a Comissão de Cultura e Extensão do IAUUSP, propõe, ao longo de 2022, pensar sobre as heranças deste movimento artístico nacional e refletir sobre suas projeções para o futuro, sempre a partir do cenário brasileiro atual.

Intitulado “Repensando Brasis”, esta nova série terá como fio condutor a reflexão acerca das identidades nacionais sob o ponto de vista da contemporaneidade. Para isso, irá se dividir em dois momentos. No primeiro semestre deste ano, exibiremos o módulo “Retratos do Brasil”, que discute algumas identidades nacionais trazidas pela Semana de 1922 e de que forma elas ecoaram para as décadas seguintes. Já no segundo semestre, exibiremos o módulo “Brasis de hoje e de amanhã”, que vai apresentar películas críticas sobre movimentos identitários e o atual modo de produção da cidade. Esse momento de debate intenta fazer uma prospecção dos rebatimentos da Semana de 22 neste tema para os próximos anos.

Dentre os filmes e documentários selecionados para esta série estão: Macunaíma (1969), Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969), Bye Bye Brasil (1980), Vaidade (2003), Aquarius (2016) e AmarElo - É Tudo Pra Ontem (2020). As sessões ocorrerão sempre às terças-feiras, com a partição de dois convidados externos para discutirmos o tema. As sessões terão início às 18h e serão transmitidas pelo canal do YouTube do IAU-USP.

Esperamos vocês!

O VII Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (VII ENANPARQ) é um encontr...
15/03/2022

O VII Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (VII ENANPARQ) é um encontro bianual realizado por professores, pesquisadores e discentes de pós-graduação e graduação que atuam na área de Arquitetura e Urbanismo. Objetiva contribuir no incentivo a atividades inerentes à formação, à pesquisa, à extensão, à cultura e ao desenvolvimento cultural e tecnológico dessa área, assim como busca revelar a produção acadêmico-científica e profissional gerada nesse interstício temporal. A exposição, a divulgação e o intercâmbio de informações constituem os meios e as práticas em voga durante tal evento. Nesta edição, em particular, pretende-se Investigar uma reinvenção, que dê conta dos problemas vividos, visando propiciar um desenvolvimento social e acadêmico alicerçado nas lições, positivas e negativas, destes 200 anos e, particularmente, do último período, marcada pela vontade de reexistir, de ter voz, de ser respeitado, e de conquistar uma participação efetiva na vida política e social do país.

Maiores informações em https://www.iau.usp.br/enanparq2022/

Nesta terça-feira, 19 de outubro, associada a V Jornada Científica LEAUC: ‘Cidade e Equidade’, promoveremos sessão espec...
18/10/2021

Nesta terça-feira, 19 de outubro, associada a V Jornada Científica LEAUC: ‘Cidade e Equidade’, promoveremos sessão especial do Urbanicidades com a exibição do filme “Fronteriz@s”, a ser transmitido pelo Canal de Youtube do IAU.

O projeto Fronteriz@s produziu um longa-metragem, também intitulado “Fronteriz@s”, composto por cinco episódios de documentário e ficção, abordando singularidades culturais da região de fronteira Brasil-Uruguai, a partir de cinco localidades: Santa Vitória do Palmar/Chuy, Jaguarão/Río Branco, Pelotas, Bagé e Livramento/Rivera. O filme revela a diversidade cultural, social e política que transita nesse território de fronteira e dialoga com a memória a partir dos olhares e linguagens de seus diretores e diretoras. Nesse contexto, “Fronteriz@s”, apresentando o olhar da fronteira pelos próprios fronteiriços, ao abordar as noções de fronteira e territórios, trabalha espaços urbanos (da cidade) enquanto cenários.

Participaram como diretores e diretoras: Adriana Ferreira (por Bagé), Alexandre Mattos (por Pelotas), Chico Maximila e Felipe Yurgel (por Santa Vitória/Chuy), Fabi Ud (por Livramento/Rivera) e Luiz Alberto Cassol (por Jaguarão/Río Branco).

Após o filme, com a moderação de Camila Moreno, teremos o debate com a participação de Ricardo Almeida (produtor do filme), Adriana Gonçalves (diretora do episódio La Sociedad) e Lívia Conduru (fotógrafa e produtora cultural).

Participe conosco. Esperamos vocês.

A conjunção entre justiça e espaço, também compreendida dentro de sua dimensão do Direito à Cidade, são conceitos que im...
18/10/2021

A conjunção entre justiça e espaço, também compreendida dentro de sua dimensão do Direito à Cidade, são conceitos que implicam numa reflexão sobre a cidade e a urbanidade contemporâneas. A dimensão espacial opera, portanto, nas diferentes configurações, usos e apropriações do espaço, bem como no reconhecimento de determinados patrimônios. Em circunstâncias nas quais o Estado tem cedido às iniciativas privadas, suas preocupações políticas em termos da memória, do patrimônio e do espaço público, expõem-se lacunas relativas a uma cidade democrática e participativa, em que a discussão sobre o Direito À cidade passa a ter centralidade. Para além das discussões propostas pelas vertentes lefrevianas, a tentativa é compreender a apropriação, qualidade e inclusão de dentro de processos desiguais de representação, apropriação e usos no que concerne a Justiça Espacial e dentro dela o Direito à Cidade.

As mesas não serão transmitidas, mas é possível se inscrever para assisti-las por meio do cadastro no formulário: https://forms.gle/81DsRKKbVNAzUjSr5
Esperamos a tod@s!
Participe e divulgue!
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O avanço do processo de neoliberalização impactou a forma como os espaços públicos são criados, apropriados e geridos na...
18/10/2021

O avanço do processo de neoliberalização impactou a forma como os espaços públicos são criados, apropriados e geridos nas cidades contemporâneas. Novas relações entre o poder público e entidades privadas são estabelecidas de forma a garantir cada vez mais a base necessária para a acumulação de capital, em detrimento de direitos humanos básicos, como acesso à educação, habitação e saúde. Neste contexto de enfraquecimento da esfera pública, os espaços públicos - locais de encontro com o diferente, de reforço da civilidade e do exercício da tolerância - deixaram de ser elementos importantes para o desenvolvimento social urbano para se tornarem mercadorias de exploração econômica. Esta transformação, por sua vez, implicará no condicionamento de certas práticas urbanas, pautando-as pela troca comercial e pelo consumo, ou no controle e segregação de corpos no território. Os trabalhos apresentados nesta mesa buscarão trazer casos para discussão sobre estas transformações, questionando se ainda é possível criarmos ou nos reapropriarmos desses espaços de maneiras socialmente mais inclusivas, igualitárias e justas.

As mesas são compostas por pesquisadores de pós-graduação e dois professores debatedores. As mesas não serão transmitidas, mas é possível se inscrever para assisti-las por meio do cadastro no formulário: https://forms.gle/81DsRKKbVNAzUjSr5
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O Brasil tem se destacado como um dos piores lugares do planeta para se estar durante a crise global da pandemia, princi...
18/10/2021

O Brasil tem se destacado como um dos piores lugares do planeta para se estar durante a crise global da pandemia, principalmente para aqueles cuja luta por direitos básicos já é uma rotina. Nesse contexto, a palestra “Territórios Virais e Tecnopolíticas da Pandemia” pretende explorar a seguinte pergunta: como o ambiente político e as desigualdades históricas em países como o Brasil afetam as formas pelas quais as políticas públicas e tecnologias são enquadradas como respostas para a crise sanitária da Covid-19? A ideia desta fala é oferecer uma discussão sobre as manifestações tecnopolíticas e territoriais da Covid-19. Se inicia com um breve panorama para as ações desenvolvidas para o combate à doença no Brasil, destacando medidas baseadas em arranjos sociotécnicos a partir da identificação de ações que dão forma a tais medidas. Na sequência, problematiza dois tipos possíveis de repercussões: por um lado, a adoção generalizada de tecnologias digitais sob a justificativa de criarem soluções rápidas para os efeitos da pandemia; e por outro lado, a materialidade do vírus e seus efeitos políticos e territoriais, com foco em cidades brasileiras.

Esperamos a tod@s!
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