Instituto Consultor Social

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O Instituto Consultor Social nasceu de um grupo de profissionais multidisciplinares que ao longo de dez anos prestaram serviços de organização de projetos no Terceiro Setor. Qualificada como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) desenvolve projetos com foco na cidadania, cultura e Educação Ambiental. Os projetos são desenvolvidos junto das comunidades e respeitam uma evolução

de metas objetivando atender da forma mais ampla possível os atores sociais. Na busca da difusão dos trabalhos e projetos para atores sociais, financiadores e a sociedade a Tecnologia da Informação é um ferramenta indispensável, ela tem garantido nossa efetiva inclusão nas principais redes sociais da web.

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18/08/2015

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04/07/2013

IUCN aponta que 34% das espécies de árvores coníferas estão ameaçadas

A União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) divulgou nota nesta semana em que aponta que uma atualização de sua Lista Vermelha de Espécies Ameçadas levou à inclusão de 4.807 novas variedades de plantas e animais, elevando para 70.290 o total de espécies abrangidas por ela em todo o mundo (nem todas encontram-se em risco de extinção). Segundo a organização, chamou a atenção o fato de que 34% das variedades de árvores coníferas encontram-se sob risco de desaparecer da natureza.

As coníferas abrangem as árvores popularmente conhecidas como pinheiros e têm esse nome porque, em muitos casos, têm copa em forma de cone.

A IUCN informa que 33 espécies de coníferas tiveram seu grau de conservação rebaixado. Entre as árvores, as coníferas têm espécies maiores e mais antigas. Há tipos de pinus que vivem milhares de anos, e sequoias que chegam a ter mais de cem metros de altura. Elas ainda sequestram muito mais carbono da atmosfera que outras plantas, destaca a IUCN.

A união ressaltou ainda que, durante a atualização de sua lista, foi feito um levantamento global inédito sobre as espécies de camarão de água-doce, das quais 28% estão ameaçadas.

A queixada, um tipo de porco do mato que vive na Amérido Sul e Central, além do México, teve sua população reduzida em mais de 80% nesse último país, além da Costa Rica, e, por isso, aparece agora com estado de conservação “vulnerável”. O animal, que existe também no Brasil, é bastante caçado, mas também a perda de habitat e possíveis epidemias têm afetado a espécie.

Na lista revisada, três espécies foram declaradas extintas: o lagarto Chioninia coctei, que vivia em três ilhas de Cabo Verde, no Oceano Atlântico, o peixe Cyprinodon arcuatus, encontrado no Arizona, e uma variedade de camarão de água doce, Macrobrachium leptodactylus. (Fonte: Globo Natureza)

03/07/2013

RS começa a reavaliar lista da flora ameaçada no Estado

Os órgãos ambientais do Rio Grande do Sul começaram a reavaliação da lista oficial da flora ameaçada de extinção no Estado. Segundo a coordenadora do trabalho e diretora do Jardim Botânico, Andréia Carneiro, o resultado será conhecido em 2014, envolvendo de maneira voluntária cerca de 100 especialistas no assunto.

A reavaliação da lista oficial é básica para a definição de mecanismos de proteção e monitoramento da flora, pois mostra o estado de conservação das espécies. “É um instrumento importante para a implantação de políticas de conservação da biodiversidade no Rio Grande do Sul”, disse Neio Lucio Fraga Pereira, secretário Estadual do Meio Ambiente.

Todo o trabalho se dará por meio de um sistema em que os pesquisadores envolvidos podem trocar informações e interagir com o banco de dados hospedado em um data center do governo. “Trata-se de uma forma cooperada de trabalho. Esse ambiente possibilita à comunidade usuária compartilhar informações de forma sistemática, dando agilidade e consistência ao processo decisório”, diz Nelson Soares, da Divisão de Relacionamento com clientes da Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs).

A primeira lista foi elaborada em 2002 e apresentou 607 táxons (espécies e subespécies) da flora gaúcha ameaçadas de extinção. A nova lista, diferente da primeira, seguirá os critérios da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, sigla em inglês), adotada para a elaboração de listas de espécies ameaçadas em âmbito mundial, nacional ou regional.

A revisão da lista de espécies ameaçadas da flora do Estado é coordenada pela Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul em conjunto com uma comissão técnica e coordenadores de grupos da FZB, PUCRS, UFRGS e UNISINOS, além de avaliadores de diversas instituições de pesquisa do Rio Grande do Sul e de outros Estados. (Fonte: Terra)

03/07/2013

Idealizado na Rio 92, centro mundial de sustentabilidade é aberto no Brasil

Foram mais de duas décadas entre a proposta e a abertura das portas do Rio+, que deve funcionar como uma usina de ideias para identificar boas práticas e sugerir o intercâmbio de soluções ambientais e de desenvolvimento.

Após mais de duas décadas uma das propostas discutidas durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro, a Rio 92, começa a ganhar forma. Um ano depois da Rio+20, onde o assunto voltou à pauta, o Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável foi, enfim, oficialmente aberto.

Espaço físico provisório e um orçamento inicial de 4,5 milhões de dólares já estão garantidos para que o Rio+ comece a trabalhar. O foco agora está em organizar a metodologia deste trabalho e definir como transformar a usina de ideias, tida como um dos grandes legados da Rio+20, em uma catalisadora de ações práticas de mudança.

De acordo com o médico Rômulo Paes, que já foi o vice-ministro de Desenvolvimento Social e assumiu a coordenação do centro, o trabalho já começou. Mas, por ora, os maiores esforços estão em organizar a forma como o novo centro vai efetivamente funcionar.

Inicialmente, o Rio+ está alojado junto ao Coppe, Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os planos são de construir uma sede própria no centro da cidade em dois anos. Cinco funcionários da ONU já foram alocados para o serviço e, segundo Paes, outros colaboradores devem chegar em breve de diferentes cantos do mundo.

Apesar do tempo necessário para os ajustes, as linhas de trabalho já estão definidas. “Estamos focados em quatro agendas: cidades sustentáveis, combate à pobreza, clima e financiamento do desenvolvimento sustentável”, detalha. Além disso, ele enfatiza que, apesar de estar no Rio de Janeiro e ter recebido o nome da cidade, o centro é internacional e funciona no mesmo modelo de outras redes colaborativas. “Está no Brasil, mas é para o mundo”, reforça.

Por isso, o espaço não reunirá apenas experiências ou pesquisadores brasileiros. Gente do mundo todo deve contribuir, em rede, para a concentração do material intelectual e para a produção de conteúdos.

A primeira, assinada pelo próprio médico – autor de um estudo sobre a redução da miséria no Brasil –, deve sair em duas semanas. Mas, por enquanto, o que Paes define como a “lógica de financiamento” – quem vai pagar para que um pesquisador passe um tempo trabalhando no Rio+, por exemplo – ainda precisa ser detalhada e não há um protocolo definido para os interessados.

O centro vai funcionar majoritariamente como um espaço de disseminação do conhecimento, onde se pretende potencializar a troca de experiências e soluções entre países com problemas semelhantes. Segundo Paes, o financiamento de pesquisa propriamente dita ou a montagem de laboratórios ou projetos de campo não fazem parte do projeto. “Nosso trabalho é identificar quais são as melhores experiências no setor público e no setor privado que possam ser transmitidas para outros países, outras empresas ou instituições”.

Proposta de longa data – O diplomata de carreira e assessor de Assuntos Internacionais do Ministério do Meio Ambiente (MMA) Fernando Coimbra conta que a intenção de abrir o centro existe desde a Rio92. “Mas isso não se concretizou”, constata. O MMA é uma das mais de 20 instituições parceiras do projeto. Por ora, não participa diretamente do orçamento da nova entidade e nem tem planos imediatos de investir nela. “Mas há interesse”, antecipa Coimbra. Os recursos iniciais foram alocados do orçamento da própria Rio+20, mas um dos trabalhos da coordenação do centro é a busca de novos parceiros para contribuir tanto com conteúdo como com o financiamento.

Dentro do escopo do Rio+, uma das prioridades para o ministério é a retomada dos chamados Diálogos do Rio, uma série de debates envolvendo pesquisadores e autoridades em temas específicos. Cidades sustentáveis seriam um dos assuntos para a pauta, de acordo com Coimbra. A disseminação das conversas pela internet poderia ampliar a participação, como sugere o assessor. Para ele, a instalação do centro no Rio de Janeiro confere ao Brasil um papel de destaque no debate internacional da sustentabilidade.

Apesar da demora de 20 anos entre a ideia e o nascimento do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, o representante adjunto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) no Brasil, Arnaud Peral, afirma que não se pode diminuir o valor das discussões que nasceram na Rio 92. Ele destaca que, para chegar a uma agenda integrada, não se pode fugir do embasamento no tripé ambiental, social e econômico. Para Peral, o Rio+ é um espaço onde essas discussões devem ser catalisadas.

Ele não descarta que o centro possa vir a financiar pesquisas no decorrer de seu trabalho, mas volta a enfatizar a ideia de produção em rede. Por enquanto, ele aspira que a colaboração entre governos, entidades, bancos, associações e diferentes parceiros encabeçada pelo centro possa encontrar práticas bem-sucedidas e que essas ideias sejam convertidas em ações práticas. Quanto aos avanços desde a Rio 92 – e o Rio+ é entendido com um deles –, ele acredita que devam ser vistos com um olhar positivo. “Foi feito muito, mas o suficiente não é”. (Fonte: Terra)

02/07/2013

Barulho de barco deixa filhotes de peixes desorientados, diz estudo

Uma pesquisa realizada por cientistas britânicos aponta que o barulho de barcos prejudica a orientação dos filhotes de peixes (chamados popularmente de alevinos) que habitam recifes de corais.

Segundo o estudo, conduzido na região da Polinésia Francesa por pesquisadores da Universidade de Bristol e da Universidade de Exeter, filhotes de peixes mostraram-se mais propensos a nadar para longe dos recifes quando ouviam barulho de embarcações.

Peixes e animais invertebrados produzem sons debaixo d'água ao bater nadadeiras e agitar o corpo, como forma de marcar território ou dar avisos, dizem cientistas. "Sons naturais sob as águas são usados pelos animais também para encontrar habitat adequado. Se este equilíbrio é quebrado pela passagem de barcos, locais como recifes de corais podem ser afetados", disse a pesquisadora Sophie Holles, da Universidade de Bristol, em entrevista ao site da instituição.

A pesquisa usou experimentos de campo controlados, em que os filhotes (ou larvas) foram colocados em longos tubos de plástico próximos a corais. Os animais, na situação, poderiam nadar na direção de um alto-falante tocando diferentes tipos de som ou fugir dele.

Quando confrontados com o barulho ambiente, os animais espalhavam-se aleatoriamente pelo tubo. Ao tocar sons gravados previamente em um recife de corais, o alto-falante atraía os peixes, que nadavam em sua direção.

Já quando esse mesmo som era tocado junto com barulho de embarcação gravado, mais peixes fugiam do barulho e do alto-falante, apontam os pesquisadores. "Esta é uma das primeiras indicações de que a poluição sonora pode afetar o comportamento de orientação dos peixes", afirmou o pesquisador Andy Radford.

"Existe uma evidência crescente de que deveria haver controle da atividade humana em áreas ambientais protegidas para reduzir o impacto que o barulho pode ter nos peixes", completou Radford, em entrevista para o site da Universidade de Bristol. (Fonte: Globo Natureza)

02/07/2013

Mais de 10% da população pode ser afetada por aquecimento em 2100

Mais de 10% da população mundial poderá ser seriamente afetada em 2100 pelas consequências da mudanças climáticas, advertiu um estudo internacional publicado nesta segunda-feira, que identifica os "pontos quentes" mais afetados em todo o mundo.

Esses "pontos quentes" são definidos como aqueles nos quais pelo menos dois dos aspectos-chave para a vida humana - plantações, acesso à água, ecossistemas e saúde - serão afetados pelo aquecimento global, se não forem reduzidas as emissões de gases causadores do efeito estufa e se a temperatura aumentar uma média de 4°C em relação ao período 1980-2010.

Esses locais são especialmente numerosos no sul da Amazônia, com "mudanças importantes" nas condições de acesso à água potável, aos cultivos e aos ecossistemas, destacou o estudo divulgado na publicação especializada PNAS, na sigla em inglês, uma revista científica americana.

A segunda região mais afetada é o sul da Europa, devido à maior dificuldade de acesso à água e às más colheitas, de acordo com a pesquisa dirigida por Franziska Piontek, do Instituto para a Investigação sobre o Impacto do Clima em Potsdam, na Alemanha.

"As consequências das mudanças climáticas em diferentes aspectos cruciais podem interagir entre si e multiplicar a pressão gerada nos hábitats das populações nas regiões afetadas", explicou Piontek.

Esses efeitos começam a ser observados com um aumento de 3°C da temperatura em comparação à média do intervalo 1980-2010. Com um aumento de 4°C, 11% da população mundial seria gravemente impactada, completou o estudo.

Outros "pontos quentes" do mundo estariam na América Central e nas regiões tropicais da África e as terras altas da Etiópia. Algumas partes do sul da Ásia também sofreriam devido às más colheitas, ao difícil acesso à água e a mudanças nos ecossistemas.

"O que hoje se considera uma situação extrema pode chegar a ser normal", advertiu Qiuhong Tang, da Academia de Ciências da China.

Porém, nenhuma região do mundo seria afetada ao mesmo tempo nos quatro setores-chave avaliados, em função do modelo usado para este tipo de trabalho.

Segundo esses modelos, grande parte da África não está entre os "pontos quentes" destacados. Os autores do estudo apontam, contudo, que provavelmente essa parte apareceria se as secas, ou as inundações, fossem consideradas entre os parâmetros analisados.

Este estudo utiliza modelos matemáticos para projetar como o aquecimento global vai mudar a vida da população de todo o planeta. Ele contou com a participação de pesquisadores de Estados Unidos, China, Europa e Japão. (Fonte: Terra)

01/07/2013

ANP determina comercialização de diesel menos poluente no Brasil

A partir de segunda-feira, a comercialização do óleo diesel S-500, com menor teor de enxofre, será obrigatória em mais 385 municípios brasileiros, em substituição ao S-1800, de acordo com determinação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com a medida, cerca de 3 mil, dos 5,5 mil municípios brasileiros, reduzem a emissão de poluentes, beneficiando assim o meio ambiente e a saúde da população. O combustível é utilizado pela frota de caminhões, ônibus e outros veículos de uso rodoviário.

Sete Estados brasileiros (a Bahia, o Espírito Santo, Maranhão, a Paraíba, Pernambuco, o Piauí e Sergipe) passam a comercializar exclusivamente o diesel S-500. Em Pernambuco, a exceção é a capital, Recife, e sua região metropolitana, que desde 1º de janeiro deste ano já oferecem o diesel S-10, ainda menos poluente. De acordo com a ANP, em 1º de janeiro de 2014 todo o diesel S-1800 será retirado do mercado brasileiro, substituído pelo S-500.

Desenvolvida de forma gradual pela ANP, a introdução do diesel com menor teor de enxofre vem sendo feita desde 2006. Naquele ano, o S-500 passou a ser comercializado em 237 municípios das regiões metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Belo Horizonte, Porto Alegre, do Recife, de Fortaleza, Salvador, Curitiba, Belém, Vitória, Aracaju, Campinas (SP), da Baixada Santista (SP), de São José dos Campos (SP) e do Vale do Aço (MG).

A partir de 2009, em atendimento ao Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), a ANP elaborou diversas resoluções para o processo de transição. Atualmente, são três os tipos de óleo diesel comercializados no país, diferenciados pelos teores máximos de enxofre: S-10 (10 partículas por milhão - ppm), S-500 (500 ppm) e S-1800 (1800 ppm). (Fonte: Terra)

01/07/2013

ES ganha Centro de Reabilitação de Animais Marinhos

Os pinguins que chegam à costa do Espírito Santo agora terão um novo local para se recuperar do cansaço e de possíveis ferimentos até que possam retornar ao seu habita natural. O primeiro Centro de Reabilitação de Animais Marinhos do estado foi inaugurado nesta sexta-feira (28), no Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), em Jardim América, Cariacica, na Grande Vitória.

Em 2012, a recuperação dos pinguins foi feita no mesmo lugar, porém o espaço foi ampliado e sua infraestrutura melhorada. Em 2013, até o momento, o Centro de Reabilitação não recebeu nenhum animal. Isso porque é no mês de julho que as aves começam a ser encontradas nas praias capixabas. O Centro de Reabilitação é de responsabilidade da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), por meio do Iema, e do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram).

O local não será aberto para visitação pública, para que o tratamento e os cuidados com os animais possam ser prioridade. A reabilitação dos pinguins é realizada no Estado desde 2010 pelo Ipram e pelo Iema e mais de 500 aves já foram reabilitadas.

A iniciativa conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) por meio do Projeto de Monitoramento de Praia. Esse projeto estabelece que as condicionantes ambientais de empresas de exploração de petróleo sejam direcionadas para a reabilitação de animais encontrados no litoral do Espírito Santo e Norte do Rio de Janeiro. (Fonte: Globo.com)

Cientista usa elementos químicos para criar formas de flores. Acadêmico de Harvard usa minúsculos cristais em reação quí...
30/06/2013

Cientista usa elementos químicos para criar formas de flores. Acadêmico de Harvard usa minúsculos cristais em reação química. http://jmmy.biz/2lw

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30/06/2013

SP é estado do Brasil com mais construções sustentáveis. 80 empreendimentos paulistas possuem a certificação internacional LEED, considerada o principal selo de construção sustentável do Brasil. Em junho, o país atingiu a marca de 100 edificações certificadas, ocupando o quarto lugar no ranking das nações com mais empreendimentos verdes. http://jmmy.biz/2m3

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29/06/2013

A Amazônia pode mesmo virar cerrado? Segundo especialistas, a maior floresta tropical é capaz de resistir com bravura às mudanças climáticas. A questão é até quando. http://jmmy.biz/2m1

Cientistas batizam nova espécie de mariposa em homenagem ao Sol. 'Stenoloba solaris' tem manchas alaranjadas circulares ...
29/06/2013

Cientistas batizam nova espécie de mariposa em homenagem ao Sol. 'Stenoloba solaris' tem manchas alaranjadas circulares nas asas. Animal foi descoberto em região montanhosa na China. http://jmmy.biz/2km

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