Maçonaria Esotérica de Cagliostro

Maçonaria Esotérica de Cagliostro Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Maçonaria Esotérica de Cagliostro, República de estudantes feminina e masculina, São Paulo.
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A Antiga Maçonaria Oriental é uma Tradicional e Regular Ordem Maçônica de caráter Místico e Esotérico, que opera o Primitivo Rito Gnóstico preservado na Itália desde a fundação da Escola Pitagórica na cidade de Krotona.

Exhortatio Rosae Crucis pro LibertateDo Sublime Colégio Rosa-Cruz,A todos os ilustres cidadãos, governadores, sábios e e...
22/03/2025

Exhortatio Rosae Crucis pro Libertate

Do Sublime Colégio Rosa-Cruz,

A todos os ilustres cidadãos, governadores, sábios e eruditos do Brasil.

Nós, deputados e senadores do Colégio Invisível da Rosa-Cruz, dirigimo-nos a todos os ilustres cidadãos, governadores, sábios e eruditos do Brasil, com a nossa saudação fraternal,
e desejamos a todos a verdadeira iluminação para o aumento do conhecimento do Cristo Íntimo e da natureza divina humana.

Nós, os mensageiros da Luz, guerreiros da Paz e guardiões da Verdade,
dirigimo-nos também a todos os que buscam justiça, liberdade e dignidade no Brasil, com a nossa saudação fraternal.

Desejamos a todos a coragem para enfrentar as trevas que cobrem o país e a sabedoria para construir um futuro melhor para os seus filhos. Em um tempo em que a voz dos inocentes é silenciada, em que jornalistas são perseguidos e pessoas exiladas, em que a lei é distorcida para servir aos poderosos oligarcas, que sempre existiram na história do mundo junto de uma elite que somente prospera impondo sofrimento aos mais pobres,
nós nos manifestamos novamente, pois sabemos que muitos, movidos pelo medo ou pela ambição, preferem fechar os olhos para a injustiça, mas advertimos: apenas aqueles que lutam pela verdade com coração puro e mente clara poderão encontrar o caminho para a libertação no tribunal de Maat.

A nossa Fraternidade foi fundada por aqueles que, em tempos sombrios, ousaram desafiar a tirania e a corrupção dos Reis e governantes, oligarcas daquela época. Eles aprenderam e nos ensinaram que a verdadeira força não reside no poder ou na riqueza de alguns, mas na união de todos os justos pela busca de um bem comum. Agora, diante de um sistema que prende inocentes, cala vozes independentes e protege corruptos, nós nos levantamos para lembrar que ainda existimos e que a luz da verdade jamais será extinta. Nós não buscamos vingança, mas sim a restauração da justiça e da dignidade humana. Aqueles que desejam unir-se a nós devem estar dispostos a renunciar ao comodismo e ao silêncio cúmplice, e a dedicar-se à luta pela liberdade de expressão e pela igualdade de direitos. A nossa Fraternidade possui conhecimentos profundos sobre a natureza humana, a justiça divina e o poder da união. Compartilharemos esses segredos com aqueles que forem dignos, mas advertimos: o caminho é árduo e requer integridade, coragem e amor ao próximo, sem interferência das baixas paixões humanas e políticas. Aos que buscam a verdade, dizemos: levantem-se contra a opressão, denunciem a tirania e defendam os direitos humanos daqueles mais vulneráveis. Aos que forem chamados pela consciência encontrarão o caminho para nós, mas aqueles que agirem por motivos egoístas ou mesquinhos jamais nos encontrarão. Nós nos manifestamos agora para o bem do Brasil, na esperança de que a nossa mensagem inspire uma reforma profunda e duradoura.

Que todos os cidadãos e governantes que ainda acreditam na justiça e na dignidade humana unam-se a nós na busca de um país mais justo, livre e fraterno.

Mensageiros da Luz, Guerreiros da Paz, Guardiões da Verdade,
Colégio Invisível da Rosa-Cruz!

A VERDADE – Uma Dança Cósmica da Unidade DivinaCaríssimos e amadas.A dualidade sempre acompanha nossa vida humana, muita...
26/10/2024

A VERDADE – Uma Dança Cósmica da Unidade Divina

Caríssimos e amadas.

A dualidade sempre acompanha nossa vida humana, muitas vezes como facilidades e adversidades, felicidade e infelicidade, amizade e inimizade, bem e mal, amor e ódio, sendo algo que não podemos evitar. O que nos faz sofrer também nos permite sentir prazer, quando as adversidades, suplantamos.

Nosso universo é uma mistura inseparável dessas forças opostas e contrastantes, que se alternam e coexistem no natural ritmo da vida. Mesmo que tentemos fugir desses contrastes, eles estão sempre presentes. Enquanto o mundo tenta se afastar desses extremos, os sábios procuram uma solução definitiva para equilibrar essa combinando esses opostos, pois uma dor intensa das horas trabalhadas força-nos a desejar e a buscar momentos de descanso que consigo traz o prazer do alívio; a luz é o extremo superior que ilumina a escuridão, destacando quão profunda ela é.

As crianças chegam ao mundo, cheias de esperanças, mas a vida inevitavelmente as leva com o tempo à desilusão contínua dos adultos, cujos os anseios e ideais nunca são totalmente realizados, e os desejos intensos raramente são completamente satisfeitos. Assim, a busca por respostas a esse mistério continua, e a verdadeira religião assume a tarefa de encontrar a solução, enquanto as falsas religiões dizem possuir um significado.

Nas antigas crenças dualistas dos persas, Ahura Mazda e Ahriman coexistiam. Essa ideia, migrou através dos judeus e se espalhou pela Europa e Américas na figura de Deus e Satã, sendo uma interpretação de dualismo cósmico que ainda dura, mesmo depois dos milênios; hoje, porém, como iniciados, sabemos que essa divisão absoluta não se sustenta mais. Nada é completamente bom ou mau; o que é bom para um pode ser ruim para outro. O que parece mau hoje pode se mostrar benéfico amanhã, e vice-versa.

No começo, Deus era o deus de um clã; depois, tornou-se o deus governante sobre outros deuses e de várias nações. Para egípcios e babilônios, essa ideia de Deus e Satã também foi aplicada de forma prática, onde o deus Moloch era o supremo, e os deuses derrotados se curvavam em respeito e submissão.

E o mistério permanece: quem é o responsável pelo mal? Muitos se confortam pensando que tudo é bom, e que nossa compreensão limitada não consegue perceber essa bondade universal. Mergulham na ilusão, agarrando-se a pequenas esperanças, enquanto evitam encarar a verdadeira realidade (somos nós, a nossa consciência quem dá classificação e qualidade a um evento, se é bom ou se é mau, isso tudo dependendo do ponto de vista e da correspondência da comparação). A nossa moralidade se baseia sempre no sacrifício, ou seja, doação do eu em benefício de você. Quão paradoxal é isso diante da ideia de um Deus todo-poderoso e bondoso! Às vezes, esse Deus é visto como vingativo, que envia pragas, fome e guerra aos desobedientes.

Indiferente aos nossos deuses, ao nosso culto, a nossa religião, todos nós, sem exceção, passamos por dificuldades na vida. Podemos tentar evitar os momentos difíceis, mas mais cedo ou mais tarde alguns deles nos alcançam.

Sinto pena de quem se recusa a ver esse todo, pois de forma ignorante agradece a deus pelas bonanças e sofre com as misérias.

Nos Vedas lemos que o Deva Manu da Índia (Deus Manu da Índia) é o mesmo que se torna Arimã na Pérsia; a antiga explicação mitológica desaparece, mas a pergunta permanece sem resposta:

COMO PODE UM DEUS BOM TORNAR-SE NO DEUS MAU?

Simplesmente por que Deva Manu era o deus dos indianos e os Persas classificaram o termo Deavas como demônio, e assim Arimã seria o nome dado pelos Persas ao deus dos indianos.

Porém, nos antigos hinos védicos encontramos o início de uma nova compreensão, o culto dedicado à Deusa:

- "Eu sou a luz do sol e da lua; eu sou o ar que dá vida a todos os seres".

É daí que surge o culto à Deusa Mãe, a energia universal que permeia e sustenta a vida. Essa energia é o que nos dá vida; somos formados pela interação entre força e resistência, entre poder interno e oposição externa. Em cada átomo, pensamento e ação, vemos o resultado dessas forças opostas.

A ideia de um Deus com forma humana, intervindo na vida das pessoas, ainda é recente. Nos antigos hinos védicos, divindades como Varuna e Indra abençoavam os devotos com uma humanidade tocante, talvez mais humana que o próprio homem. Assim surge o conceito de um poder universal e único por trás de todos os fenômenos. A antiga noção de Deus como pai, que cuida da felicidade dos seus, dá lugar à compreensão de um poder onipresente e impessoal—"Eu sou o poder nos santos, e sou o poder nos perversos".

A religião persa criou o Satã em razão da existência de uma divindade opositora a sua, o Deva. Mas sabemos que na Índia não existia tal figura maligna, mas, apenas mais tarde, textos religiosos incorporaram essa ideia.

O mal é inevitável como sendo um fato da existência humana. Ponto.

Se este universo é real, ele é uma combinação de bem e mal. Ponto.

Entretanto, quem governa este mundo, deve ser o Rei que reina sobre ambos. Se o poder que nos dá vida é o mesmo que nos leva à morte, então riso e lágrimas estão próximos, provenientes de uma mesma origem. A mesma força que cria flores e ergue montanhas também traz o inverno que devasta toda paisagem para um novo nascimento. É essa mesma força que molda nossas virtudes e nossos erros e fraquezas.

Separar nações é criar deuses opositores e consequentemente fazer surgir bem e mal, nos tornando insensíveis e nos afastando cada vez mais uns dos outros, e principalmente da divindade superior que habita dentro de nós.

Essa visão segregadora, ela gera ódio e divisões eternas entre as pessoas. A verdade é que bem e mal são lados de uma mesma evolução. Aqueles que chamamos de santos e pecadores estão apenas pessoas que se encontram em diferentes degraus de uma mesma escada, mas isso não quer dizer que uns são melhores que os outros. O sol brilha igualmente para todos, seja em qual degrau estiverem da escada da vida.

Entender o universo é amar todas as suas partes, sem distinções. A mãe não abandona o filho, mesmo quando ele se afasta. Seu amor é incondicional, sem egoísmo. Ela representa o amor puro e eterno. Por isso, a figura da Mãe é a essência dessa força que permeia o cosmos: "Eu sou o Poder que habita em todos os seres", diz Ela. É Ela quem cria e destrói, pois na destruição está o início de uma nova criação.

Em paralelo a essa doutrina hindu, temos para corrobora a doutrina dos primitivos gnósticos.

Devemos aceitar a dor assim como aceitamos o prazer, pois ambos são partes do mesmo mundo regido pela Mãe. A Mãe, conhecida na tradição gnóstica como Sophia, cria o universo por pura alegria, um jogo divino do qual participamos. Ela é a vida e a morte, o prazer e a dor. Nossa confiança Nela é, no fim, a fé de que tudo é apenas sua brincadeira. Nos desafios do caminho, nossa vaidade e orgulho são testados e superados, até que reste apenas o verdadeiro amor e entrega à vida.

Assim, Deus Pai, o Demiurgo na visão gnóstica, emana sua energia de vida para que a Mãe Sophia construa os corpos onde a vida se manifesta, e os seres possam brincar ao seu gosto. Cada um escolhe sua brincadeira e colhe as alegrias e tristezas dessa escolha. Nós somos os únicos responsáveis pelo bem e pelo mal em nossa vida, enquanto Deus Pai e Deusa Mãe permitem a existência da vida.

Nesse grande jogo cósmico, surge o Cristo, o Filho que evolui na vida alcançando a emancipação. Ele representa em nós o potencial de transcender as limitações e descobrir a verdade interna. Através do caminho do Cristo, aprendemos que é possível elevar-nos acima da dualidade, alcançando a plenitude do ser.

No final, nos resta abraçar o universo com um amor imparcial e eterno.

Ao ver o mundo com essa visão unificadora, como um parque de diversões onde podemos brincar à vontade, (tornando-nos, por isso, os únicos responsáveis pelas brincadeiras e pelo bem e pelo mal que dessas brincadeiras bem e mal vierem), reconheceremos na diversidade dos seres a presença de Deus Pai, doador da Vida; da Deusa Mãe Sophia, que nos gera pela eternidade; e do Cristo íntimo, nossa própria consciência interior que nos guia rumo à paz profunda da alma e iluminação espiritual. É nesse reconhecimento que a dualidade desaparece e entendemos a unidade que permeia todas as coisas, passando a viver livremente, sem medos e sem restrições.

Boa jornada.

Pax et Lux

FR+ Irmão Leigo

Pré-lançamento: "A VERDADE SUPRIMIDA"Autor: FR+ Irmão Leigo Caríssimos e amadas.Após revisões, correções e aconselhament...
21/10/2024

Pré-lançamento: "A VERDADE SUPRIMIDA"
Autor: FR+ Irmão Leigo

Caríssimos e amadas.

Após revisões, correções e aconselhamentos, nosso livro está quase saindo do forno alquímico à mesa todos que desejam se alimentar espiritualmente.

Com a alteração do Título (A Verdade Suprimida) e acréscimo do subtítulo (A Revelação das Verdades Secretas que a Elite Ocultou), gostaria de o pré-lançamento do nosso novo livro.

Interessados informarem nos comentários o desejo de adquirir o livro com desconto promocional.

Boa jornada

Pax et Lux

FR+ Irmão Leigo

Caríssimos e amadas.Nem tudo que brilha é ouro. Nem tudo que vemos é realidade!O filme Coringa, ao contrário daquilo que...
13/10/2024

Caríssimos e amadas.

Nem tudo que brilha é ouro. Nem tudo que vemos é realidade!

O filme Coringa, ao contrário daquilo que a maioria pensa, é uma narrativa iniciática demasiadamente profunda e esotérica, que transcende a história de apenas um vilão comum, pois apresenta uma metáfora sobre a alma humana e seu processo de emancipação.

O Coringa é o Louco do Tarô, livre no alto da montanha!

A jornada de Arthur Fleck (nome que significa Urso Pequeno ou Animal menor), que eventualmente se transforma no Coringa, pode ser vista como a busca pela liberdade interior em um mundo dominado por regras e sistemas que oprimem o espírito humano.

Como em todos os sistemas esotéricos e filosóficos, quando a alma que se liberta das amarras impostas pela sociedade, ela é frequentemente vista como Qaim, o rebelde, alguém inadequado ou até perigoso por aqueles que ainda estão aprisionados pelo sistema e pela conformidade ou comodidade (Ninguém quer sair da sua zona de conforto).

No filme, a sociedade representa esse sistema tirânico que impõe limites à liberdade da alma, sufocando qualquer tentativa de expressão autêntica e verdadeira. As leis e as regras não são feitas para proteger, mas para controlar e sufocar a criatividade, a espontaneidade e o espírito rebelde que existe dentro de cada ser humano.

A rebelião de Coringa contra essa ordem não é apenas um ato de violência física, mas uma profunda declaração de rejeição às estruturas que oprimem a liberdade da alma humana.

Uma cena simbólica do filme é quando Coringa é conduzido pela chuva, no centro de quatro guarda-chuvas coloridos. Esses guarda-chuvas são representações dos quatro elementos — terra, água, fogo e ar — enquanto o próprio Coringa personifica o quinto elemento, a quintessência.

A quintessência, nas tradições esotéricas, é o elemento que transcende os outros, sendo a força vital que une e harmoniza todas as coisas.

Na tradição maçônica, a quintessência é a verdadeira "palavra perdida", também representada pela letra Shin no centro do tetragrama sagrado IHVH (o Nome de Deus) formando Ieshuah (Jesus).

Essa letra adiciona a dimensão espiritual, fazendo com que o nome de Deus se transforme em YHShVH — o Cristo que floresce em Jesus crucificado.

O Coringa, então, torna-se a encarnação da alma emancipada, aquela que transcende os limites impostos pelos elementos materiais e pelas regras da sociedade. Ele simboliza o espírito que, ao ganhar consciência de si, se liberta da matéria e atinge a plenitude de sua existência.

Aqui, é essencial não confundir alma com espírito: a alma é o espírito com consciência e liberdade, enquanto o espírito por si só é apenas a energia que anima a matéria, ainda sem plena consciência de sua natureza superior.

O Coringa, ao se libertar, se torna essa alma consciente, a quintessência que supera a prisão física e mental imposta pela sociedade.

Harleen Quinzel, mais conhecida como Arlequina, corresponde ao arquétipo do sagrado feminino no universo do Coringa. Ela não é apenas uma cúmplice, mas uma figura que tenta demonstrar ao Coringa que ele não é um produto do sistema que o oprime, mas sim um rebelde que recusa as leis tirânicas. Sua função lembra a da Sophia dos gnósticos ou de Maria Madalena no cristianismo, que auxilia Cristo na sua libertação do mundo material inferior (representado por Malkuth na Cabala). Harleen, assim como Sophia, é aquela que desperta o potencial oculto no Coringa, o lembrando de sua verdadeira natureza, além das máscaras impostas por uma sociedade opressora.

Quando Coringa finalmente se liberta da máscara de Arthur Fleck — um nome que simboliza seu papel imposto pela sociedade ("Arthur", o urso celta, e "Fleck", do inglês, significando pequeno, ou seja, "pequeno urso") — ele encontra sua verdadeira face. Ao beijar sua advogada, o filme sugere um ato simbólico de despertar. O beijo, assim como o beijo de Judas a Jesus, marca um ponto de transformação. No contexto esotérico, o beijo representa o primeiro ato de amor, que ativa no cérebro a produção de substâncias como dopamina, serotonina, ocitocina e feniletilamina. Estas substâncias são associadas a sentimentos de prazer, euforia, excitação e amor, ligando diretamente o ato ao despertar espiritual, à ativação da kundalini, e à iluminação da mente e da alma humana.

Por fim, com a morte de Coringa, seu legado não termina. Ele é passado adiante para o personagem Young Inmate, cujo nome significa "jovem detento".

Esse personagem simboliza a alma humana em sua fase inicial de aprisionamento neste mundo material. A jornada do jovem detento é a jornada de todas as almas, que, ao longo das provações e vicissitudes da vida, amadurecem, se rebelam e, eventualmente, encontram a emancipação.

O Coringa, portanto, não é apenas um vilão; ele é um símbolo de Qain, da alma humana emancipada, aquele que, ao conquistar sua liberdade, inspira as outras a fazer o mesmo, rompendo as correntes invisíveis que as mantêm presas.

Boa jornada

Pax et Lux

FR+ Irmão Leigo

REFLEXÃO - ASSOCIADO MARTINISTAA imagem apresentada revela, em seu simbolismo profundo, os testemunhos sagrados dos irmã...
21/09/2024

REFLEXÃO - ASSOCIADO MARTINISTA

A imagem apresentada revela, em seu simbolismo profundo, os testemunhos sagrados dos irmãos e irmãs iniciados na Ordem Martinista Ancestral. Cada um deles carrega, com reverência, o peso de sua jornada interior e o mistério contido em seu nome iniciático. Este nome é mais do que uma simples designação; ele é a máscara simbólica que encobre e ao mesmo tempo revela a essência espiritual daquele que trilha o caminho da Via Cardíaca.

A máscara, no contexto da Iniciação na Ordem Martinista Ancestral, é um convite à introspecção e ao autoconhecimento. Ela não esconde, mas, ao contrário, incita a refletir sobre o verdadeiro “eu” por trás das aparências mundanas. É a representação do que ainda não se manifestou plenamente, mas que já existe em potência, aguardando ser desvendado por meio da luz interior.

O primeiro dever de cada Martinista é este: refletir profundamente sobre o significado de seu nome iniciático e de sua máscara. Ambos são chaves simbólicas para a porta oculta da alma, para que se descubra o propósito da existência espiritual, o serviço à humanidade e a comunhão com o divino. Na Via Cardíaca, que é o caminho do coração, esta reflexão é um exercício de purificação, onde o iniciado alinha sua vontade à vontade divina, desvendando aos poucos os véus que o separam de seu Eu Superior.

Assim, o iniciado compreende que a máscara não é uma barreira, mas um espelho da alma, desafiando-o a viver à altura da missão que lhe foi confiada, na busca da Verdade, da Luz e do Amor Universal.

Boa jornada.

Pax et Lux

FR+ Irmão Leigo

(Mensagem inspirada nesta noite de sexta-feira para sábado)

(Depoimentos da imagem tem sua divulgação autorizada pelos seus respectivos autores)

Caríssimos irmãos e amadas irmãs.Entre os mais recorrentes questionamentos levantados durante as entrevistas com aqueles...
14/09/2024

Caríssimos irmãos e amadas irmãs.

Entre os mais recorrentes questionamentos levantados durante as entrevistas com aqueles que nos procuram, destaca-se uma indagação fundamental:

- “Irmão Leigo, os Pactos e Tratados na Alta Magia realmente existem ou não passam de ilusões?”

A resposta que dou, invariavelmente, é:

- “Sim e não!”

Abaixo, explico o porquê.

De fato, a realização de pactos ou tratados com entidades espirituais, notadamente os daemons da Goetia, é uma prática que transcende os domínios do imaginário popular. No entanto, é imperativo desvelar a verdade oculta sob o véu de misticismos exagerados que, muitas vezes, são difundidos para cativar mentes desavisadas, sedentas por promessas vazias de poder e glória. A Alta Magia, em sua essência, é uma ciência sagrada, regida por princípios antigos e profundos, não sujeita às distorções simplistas e folclóricas que proliferam entre os profanos.

Ao longo dos muitos anos de estudo prático da Alta Magia, e do contato direto com sacerdotes e iniciadores sérios, compreendi os mecanismos e as complexidades que envolvem a celebração de pactos e tratados com as forças teúrgicas (celestiais ou cósmicas) e telúricas (forças ígneas do centro da terra ou também chamadas de infernais). Esses ritos, longe de serem simples ou triviais, exigem um preparo meticuloso e uma disposição espiritual e mental que poucos possuem.

Dentro das hierarquias iniciáticas de nossa ordem esotérica, o objetivo primordial é o aperfeiçoamento do neófito, capacitando-o gradualmente para que, no tempo devido, esteja pronto para realizar o pacto de forma digna e honrada com seu daemon pessoal, também conhecido como sagrado anjo guardião (daemon nada mais é que um espírito, que pode ser tanto de luz como da escuridão).

Esse caminho iniciático conduz o buscador ao encontro de sua verdadeira essência, para que sua alma ressoe na mesma frequência das entidades superiores que, eventualmente, poderão aceitá-lo em aliança. Tal doutrina é necessária não apenas para o cumprimento das exigências do pacto, mas também para que o mago atraia a devida atenção e deferência do daemon com o qual almeja selar a aliança.

Como reflexo disso, o treinamento proporcionado pela ordem é vital para que o iniciado compreenda a natureza das energias que invoca, e, assim, estabeleça uma conexão genuína e potente com a entidade a qual se dirige. A Alta Magia não se rende ao capricho ou ao desleixo: ela requer devoção absoluta, sacrifício e um entendimento profundo daquilo que se busca.

Os pactos na história – Para ilustrar o caráter arquetípico de tais alianças, podemos evocar o pacto de Moisés com aquele espírito que se tornaria futuramente o deus de Israel, o qual demandou sacrifícios pessoais e coletivos de proporções grandiosas. Ao estabelecer um pacto com aquele espírito, Moisés não apenas firmou um contrato espiritual, mas selou o destino de toda uma nação, que teve de se submeter a leis rigorosas e rituais extenuantes. A aliança com Jeová foi forjada em sangue e obediência, exigindo a destruição de ídolos, a circuncisão como sinal de submissão, e a adoração exclusiva a um único Deus. O sacrifício de vidas, a guerra santa e o compromisso com um culto único foram o preço pago pela proteção e prosperidade prometidas por Jeová. Esse exemplo histórico nos ensina que qualquer pacto verdadeiro demanda renúncias profundas, exigindo que o homem submeta sua vontade à vontade do ser superior com quem pactua.

Outro exemplo notável foi o pacto de Cagliostro com os Arcontes, as poderosas entidades do mundo intermediário. Esse pacto lhe conferiu o título de Conde e uma posição de destaque no cenário mágico e político europeu. Cagliostro, no entanto, legou o conhecimento profundo desse pacto apenas aos poucos escolhidos que atingissem o ápice de sua ordem egípcia, aqueles dignos de entrar na Câmara Arcanum Arcanorum (Scalla di Napoli). Apenas os iniciados que atingiam esse nível supremo de realização espiritual poderiam compreender e repetir o pacto, tornando-se assim verdadeiros mestres da magia e governantes de seu próprio destino.

Da mesma forma, na Alta Magia, aqueles que se mostram negligentes ou frívolos em sua dedicação à ordem iniciática, aqueles que tratam o sagrado como algo trivial, ou que falham em cumprir suas obrigações mínimas, serão rapidamente desmascarados. Os olhos físicos dos mestres podem não perceber de imediato a indolência, mas os daemons observam atentamente. Os preguiçosos e descompromissados são tidos como indignos, desprovidos de mérito, e jamais serão agraciados com a atenção de qualquer entidade espiritual. Aquele que ousa trilhar o caminho da magia sem a devida seriedade será incapaz de concretizar qualquer pacto, permanecendo distante das benesses almejadas.

Mas o que são Pactos e como se realiza um Pacto?
Um pacto é um compromisso mágico de altíssimo grau, um elo estabelecido entre o ser humano e uma entidade espiritual que concorda em lhe conceder o cumprimento de seus desejos em troca de devoção, sacrifício e, em muitos casos, da própria alma. No entanto, nem todos são aptos a firmar tal aliança, pois a entidade com quem se deseja pactuar deve encontrar naquele que solicita a necessária disposição e entrega.

A realização de um pacto envolve o cumprimento de um ritual de apresentação, no qual o pretendente é submetido a uma avaliação espiritual, onde se determinará se ele é digno ou não de pactuar com o daemon. Somente aqueles cujas vibrações estejam em harmonia com as energias da entidade terão a possibilidade de ser aceitos. Durante os primeiros meses após o pacto, a entidade testará o comprometimento e a lealdade do mago, observando sua capacidade de manter-se fiel às promessas feitas.

E o que são Tratados de aliança com Daemons?
Tratados de aliança são acordos menos rigorosos, mas ainda assim exigem compromisso. Eles também começam com um ritual de apresentação, onde são estabelecidas cláusulas que, se aceitas pela entidade, tornam o tratado válido. Diferentemente do pacto, o tratado não requer uma submissão total no pós-vida, mas ainda assim, demanda que o mago cumpra com suas obrigações rituais enquanto vive.

No caso do tratado, a realização dos desejos é variável, podendo ser entre 70% e 100%, de acordo com o pedido e com a disposição da entidade em atendê-lo naquele momento.

Pactos e tratados podem ser desfeitos?
Não, nenhum dos dois pode ser desfeito. A única diferença é que, no Tratado, o mago pode deixar de prestar tributos por um longo período, mas jamais poderá romper completamente o elo com a entidade, a menos que esteja disposto a nunca mais invocar seu auxílio.

Qual a diferença entre Pacto e Tratado?
No pacto, o mago compromete-se a servir a entidade no pós-vida, em troca da realização de seus desejos na vida terrena. No tratado, a aliança é menos permanente, e o vínculo cessa com a morte do mago. Contudo, ambos exigem uma manutenção periódica, seja através de oferendas, seja por meio de rituais regulares que reabastecem as energias que sustentam a relação mágica.

Como na aliança de Moisés com Jeová, que demandou sacrifícios e obediência inquestionável, um pacto com um daemon requer disciplina, sacrifício e uma entrega total à vontade da entidade. É somente por meio dessa dedicação sincera e profunda que se pode alcançar o favor dos seres espirituais e realizar, enfim, a verdadeira magia.

Boa jornada.

Pax et Lux.

FR+ Irmão Leigo

Queridos e queridas Irmãs e Irmãos Martinistas,É com imensa alegria e profundo sentimento fraterno que venho parabenizar...
09/09/2024

Queridos e queridas Irmãs e Irmãos Martinistas,

É com imensa alegria e profundo sentimento fraterno que venho parabenizar todos aqueles que ontem iniciaram a jornada na Senda Martinista como novos ASSOCIADOS MARTINISTAS, sob égide da Ordem Martinista Ancestral.

Que o brilho da Sabedoria e o Amor fraterno que nos une sigam sempre iluminando o caminho de cada um de vocês.

Sob égide e luz do Reparador,

FR+ Irmão Leigo

QUEM É REALMENTE O VERDADEIRO SAGRADO ANJO GUARDIÃOCaríssimos e amadas.Venho aqui revelar-vos um poderoso arcano da alta...
05/09/2024

QUEM É REALMENTE O VERDADEIRO SAGRADO ANJO GUARDIÃO

Caríssimos e amadas.

Venho aqui revelar-vos um poderoso arcano da alta magia, oculto dos olhos profanos e secreto entre os mais altos iniciados.

Quem quer alcançar êxito iniciático, deve SILENCIAR, porém, em seu silêncio deve operar.

Operar é ousar.

Ousamos sobre as coisas aparentemente inanimadas e sobre os seres animados visíveis e invisíveis por meio de outros três fatores:

1. QUERER (Vontade);
2. SABER (Ciência);
3. CALAR (Equilíbrio).

OS RITOS E A VONTADE

Os ritos são para o discípulo, assim como os instrumentos são para os músicos. A chave de toda magia se desenvolve aperfeiçoando a arte tocando o seu instrumento. Portanto, os ritos e rituais, contrariando todos os ignorantes espiritualistas que se rebelam, são os mais poderosos auxiliares para educar a vontade e direcioná-la, para substituir a ciência naqueles que não a têm e para gerar o equilíbrio nos homens sujeitos às baixas paixões.

Tradições religiosas inteiras ainda se mantêm em pé por causa dos ritos, mesmo que, muitas vezes, os próprios sacerdotes dessas religiões perderam sua chave e desconhecem sua essência. Abolidos, nesse estado de consciência sacerdotal, os ritos ainda sustentam a religião.

O rito e a fórmula ritualística não obedecem à personalidade consciente exterior do operador, mas atua magicamente no indivíduo em seu subconsciente íntimo, ou seja, à sua consciência superior que é oculta ao ego individual.

Se entre o subconsciente (a consciência oculta) e a consciência normal não existe homogeneidade, o efeito do rito, embora seja uma contribuição mais segura para fluir a corrente mágica da escola, ver-se-á muitas vezes em perfeita contradição com os desejos expressos pelo ego praticante.

Na magia, a prática de um rito é em si mesma um arcano, pois quem o realiza deve querer realiza-lo, mesmo desconhecendo sua motivação; e sempre em magia, o significado hermético da palavra "vontade" não é o que se entende humanamente, mas o que não se compreende racionalmente, mas que traz segurança e o bem maior.

Daqui surgem muitos equívocos, muitas desesperações, e muitíssimos erros. O exercício humano da vontade está sob o domínio específico da paixão impulsiva, que frequentemente assume a forma de raciocínio lógico: assim parece que, quando humanamente queremos algo com a ilusória razão intelectual, na verdade são nossos instintos através da voz do ego que diz o que supostamente queremos, sendo, portanto, apenas uma consciência relativa e inferior, a mais baixa consciência embriaga pelas paixões animalescas.

A vontade somente terá, realmente, um valor potencial mágico quando ela for a expressão predominante do subconsciente em nós, ou quando a personalidade exterior aceita com dor aquilo que é dito pelo indivíduo divino oculto que reside em nós.

Quem age magicamente, passa pelo mesmo efeito que passam os médiuns, nos quais o estado de transe impera e pouca coisa ou nada se recorda. Quando em transe profundo, revelam-se frequentemente como personalidades ocultas que estão em perfeita harmonia com o Bem e contradição com a personalidade aparente, e por isto, muitos acreditam ser uma entidade distinta ao médium operador, chamando-a de Sagrado Anjo Guardião, Espírito de Luz, entidades espirituais etc.

SAGRADO ANJO GUARDIÃO

A integração do homem divino com o homem caído começa quando a personalidade consciente, purificada pelo fogo do arrependimento, coincide sua vontade com a vontade subconsciente, isto é, com a consciência do homem divino oculto que há dentro de nós.

Quem não entende isso jamais deveria tentar se aventurar com a prática da magia, pois está destinado ao fracasso.

Nossa escola possui várias câmaras, que muitos confundem com ordens internas. E cada câmara é destinada para selecionar, preparar e auxiliar o iniciado a reencontrar-se com o seu Sagrado Anjo Guardião, ou melhor dizendo, reencontra-se consigo mesmo, Christos, a fagulha de luz desprendida do Sol divino central e que, como sua semente, ascende para também iluminar, tornando-se a imagem e semelhança do primeiro Sol.

Boa jornada peregrinos.

Que as sete rosas floresçam em vosso jardim.

Pax et Lux

FR+ Irmão Leigo

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São Paulo, SP

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