20/11/2025
No , destacamos a potência das pesquisas que reafirmam a centralidade da população negra na construção das cidades e a urgência de reconhecer as desigualdades que seguem marcando território, vida e futuro.
📝A tese “Territórios de vida: resistências, existências e produção de cuidado por mulheres negras”, defendida por Claudia Rosalina Adão, orientada por Caio Santo Amore, investiga como quatro mulheres negras da zona leste de São Paulo transformam União de Vila Nova, Penha e Jardim Santa Inês em espaços de resistência, cuidado e produção de cidade.
A pesquisadora mostra que, mesmo em contextos marcados pelo que ela denomina “territórios de morte”, atravessados pela violência racial e pela desigual distribuição do direito à vida, emergem redes de solidariedade, saberes ancestrais e práticas que reorganizam o cotidiano e sustentam a vida coletiva.
✍🏿️Claudia retomou parte dessa reflexão no artigo “Territórios de Vida e Morte: Re(existência) Negra nas Cidades”, publicado na CartaCapital, conectando sua trajetória de pesquisa a debates urgentes sobre violência, cuidado e dignidade.
Hoje, celebramos as vidas que insistem, organizam, cuidam e reinventam as cidades todos os dias.✊🏽✊🏿✊🏾
📢É por isso que também reforçamos o convite para a Marcha das Mulheres Negras 2025, que prevê uma intensa programação de 20 a 26 de novembro, em Brasília. No dia 25 de novembro haverá a grande marcha por Reparação e Bem Viver. Saiba mais em:
➡️Para conferir a tese: www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16137/tde-07052024-144328/pt-br.php
➡️Para conferir o artigo da Carta Capital: www.cartacapital.com.br/blogs/br-cidades/territorios-de-vida-e-morte-reexistencia-negra-nas-cidades