Centro Halal da América Latina

Centro Halal da América Latina Atuamos conforme normas internacionais e princípios da lei islâmica, garantindo conformidade.

Centro Halal da América Latina é especializado em certificação Halal, auditoria, treinamentos e consultoria para empresas que desejam acessar mercados islâmicos. Centro Halal da América Latina é uma organização especializada em certificação Halal, auditoria, treinamentos e consultoria para empresas que desejam acessar e expandir suas operações nos mercados islâmicos internacionais. Atuamos apoiand

o indústrias, exportadores e prestadores de serviços na implementação de requisitos Halal em conformidade com normas e regulamentos reconhecidos internacionalmente. Nossos serviços incluem avaliação de conformidade, auditorias técnicas, capacitação profissional e orientação estratégica para adequação de processos produtivos, sistemas de gestão e cadeias de suprimentos aos requisitos Halal. Trabalhamos com base em princípios de transparência, rastreabilidade e integridade, respeitando os fundamentos da lei islâmica e as exigências sanitárias e regulatórias dos países importadores. Nosso objetivo é fortalecer a confiança entre produtores da América Latina e consumidores em mercados muçulmanos, contribuindo para o desenvolvimento de relações comerciais sustentáveis e para a expansão do comércio internacional de produtos e serviços Halal.

Em 3 de agosto, o pecuarista André Bartocci — que rastreia gado para a Europa há mais de 20 anos — revelou ao g1 o que o...
08/08/2026

Em 3 de agosto, o pecuarista André Bartocci — que rastreia gado para a Europa há mais de 20 anos — revelou ao g1 o que o Ministério da Agricultura repassou em reunião reservada: a Europa não volta a comprar carne bovina do Brasil antes de dois anos. A conta é simples — a exigência cobre o ciclo de vida completo do animal, e esse ciclo dura de 24 a 36 meses no sistema brasileiro.
Mas o detalhe mais grave não é o prazo. É que a Trace List — categoria que exigia comprovação de apenas cem dias sem antimicrobianos, por onde passava a maior parte do volume exportado — deixa de existir. E produtores como Rafael Andrade Asato, com rebanho 100% voltado à Europa, já avisam: sem prêmio de preço, não faz sentido manter chip e rastreabilidade.
O resultado é o oposto do que a norma europeia pretendia: os produtores mais avançados do Brasil em identif**ação individual são exatamente os que agora avaliam desistir — porque perderam o único comprador que remunerava esse investimento de duas décadas.
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Leia o artigo completo em https://centrohalal.com.br/brasil-dois-anos-trace-list-desmonte-rastreabilidade-veto-ue-halal/

O Diretor-Geral do Centro Halal da América Latina, Sr. Marc Daher, juntamente com o Sr. Renato Gouveia, Diretor da Katal...
06/08/2026

O Diretor-Geral do Centro Halal da América Latina, Sr. Marc Daher, juntamente com o Sr. Renato Gouveia, Diretor da Katalysis Brasil e parceiro de negócios do Centro Halal da América Latina, participaram de um encontro institucional com o Sr. Amirul Azman Ahmad, Trade Commissioner da MATRADE e Cônsul Comercial da Malásia em São Paulo, e com a delegação do Department of Islamic Development Malaysia (JAKIM), durante a Fi South America 2026.

O encontro proporcionou uma importante oportunidade para o fortalecimento das relações institucionais entre o Brasil e a Malásia, com a troca de experiências sobre certif**ação Halal, comércio internacional, desenvolvimento do mercado Halal e futuras oportunidades de cooperação.

O Centro Halal da América Latina agradece à Halal Development Corporation (HDC), à MATRADE e à delegação do JAKIM pela cordial recepção e pela oportunidade de diálogo, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento das relações entre a América Latina e as principais instituições do ecossistema Halal da Malásia.

Em 22 de julho de 2026, a Barantin (Indonésia) destruiu 312 toneladas de farinha de carne e ossos brasileira — avaliadas...
06/08/2026

Em 22 de julho de 2026, a Barantin (Indonésia) destruiu 312 toneladas de farinha de carne e ossos brasileira — avaliadas em cerca de Rp 2,4 bilhões — após teste de PCR em tempo real detectar DNA suíno em um lote rotulado como halal-certif**ado e "free from pork". O lote, ligado à planta SIF 4131 (Faros/Grupo FASA, controlada pela Darling Ingredients), havia passado por toda a documentação antes da contaminação ser identif**ada.
Não é uma falha isolada. Em abril de 2025, a própria BPJPH indonésia já havia encontrado DNA suíno em 11 lotes de produtos certif**ados — sete deles já com certif**ação halal válida no momento da detecção. O padrão é estrutural: as normas halal atuais (GSO 2055-2) exigem apenas auditoria de vigilância anual para categorias de ração animal, não verif**ação lote a lote. Certif**ar uma planta não é o mesmo que certif**ar cada carregamento que sai dela.
O Centro Halal da América Latina defende, há tempos, que a integridade halal não pode depender só da auditoria anual de planta. Este caso — como a contaminação no Reino Unido em 2013 e os próprios achados indonésios de 2025 — confirma um padrão que o setor não pode mais tratar como exceção.
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Leia a análise completa em https://centrohalal.com.br/contaminacao-farinha-animal-lacuna-supervisao-halal-lote/

Foto: Humas Barantin / Badan Karantina Indonesia. Reprodução autorizada por força do Art. 43(b) da Lei de Direitos Autorais da República da Indonésia.

O diretor geral do CHAL, Marc Daher, e a Sra. Márcia Holen Borges, do Grupo Holen, parceiro do Centro Halal, participara...
05/08/2026

O diretor geral do CHAL, Marc Daher, e a Sra. Márcia Holen Borges, do Grupo Holen, parceiro do Centro Halal, participaram hoje da SIAVS, um dos principais encontros do setor de alimentos e bebidas.

Juntos, percorreram os estandes da feira, fortalecendo conexões com clientes, parceiros e players do mercado halal.

Também foram prestigiadas outras empresas parceiras do universo halal, reforçando como esse mercado se constrói coletivamente, com respeito e cooperação entre players do setor. #

ComércioInternaciona

SIAVS

A China deve exportar 1,4 milhão de toneladas de frango em 2026 e se tornar o terceiro maior exportador mundial da prote...
02/08/2026

A China deve exportar 1,4 milhão de toneladas de frango em 2026 e se tornar o terceiro maior exportador mundial da proteína — atrás apenas de Brasil e Estados Unidos. O detalhe que muda tudo: ela importa pés, asas e miúdos para consumo doméstico, e exporta justamente o peito de frango.
Esse é o corte mais exportado pelo Brasil — 22% do volume total, com os melhores preços da pauta — e seus principais destinos são exatamente Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, mercados Halal de alto poder aquisitivo geograf**amente muito mais próximos da China. O presidente da ABPA já havia dito que o Oriente Médio é insubstituível para a avicultura brasileira. A ameaça não vem de barreira sanitária — vem de preço.
A defesa real do Brasil não está em competir por volume ou custo. Está na certif**ação Halal auditável, com rastreabilidade completa da cadeia — uma barreira que levou décadas para ser construída e que a China ainda não superou. Enquanto ela não obtiver reconhecimento pleno de organismos de certif**ação pelas autoridades do Golfo, essa infraestrutura continua sendo o ativo mais difícil de replicar que o setor possui.
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Em julho de 2026, dez vacas leiteiras de uma fazenda no Paraná receberam identidade digital registrada em blockchain e s...
31/07/2026

Em julho de 2026, dez vacas leiteiras de uma fazenda no Paraná receberam identidade digital registrada em blockchain e se tornaram garantia de uma operação de crédito de R$ 100 mil, formalmente registrada na B3. É a primeira vez que um rebanho tokenizado vira garantia na bolsa brasileira.
A operação foi tratada como curiosidade de inovação financeira, mas resolve, por interesse comercial de instituições de crédito, exatamente o problema que travou o Brasil na Europa: rastreabilidade individual verificável. O Plano Nacional de Identif**ação de Bovinos só prevê obrigatoriedade plena em 2033 — mas a tecnologia já opera comercialmente em mais de mil propriedades brasileiras, monitorando cerca de 100 mil vacas.
Mais: a arquitetura técnica — identidade digital, existência verificável, registro imutável — atende precisamente ao tipo de determinação de ativo que instrumentos financeiros islâmicos como Sukuk, Murabahah e Salam exigem. Não é uma solução Halal implementada, mas é a infraestrutura sobre a qual ela poderia ser construída.
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Enquanto o Brasil perde espaço na União Europeia e enfrenta cota esgotada na China, outros players avançam. Washington q...
31/07/2026

Enquanto o Brasil perde espaço na União Europeia e enfrenta cota esgotada na China, outros players avançam. Washington quintuplicou a cota de importação da Argentina — de 20 mil para 100 mil toneladas — no mesmo mês em que aplicou sobretaxas ao Brasil. A Coreia do Sul, após dezessete anos de negociação, enviará em agosto uma missão sanitária que pode abrir um mercado inteiramente novo.
E a conta do esgotamento da cota chinesa já chegou ao campo: frigoríficos em Mato Grosso e no Pará reduziram abates em até 40% e decretaram férias coletivas. Não é só uma crise de acesso a mercado — é uma redistribuição geopolítica em tempo real, e o espaço que o Brasil deixa vago não f**a vazio por muito tempo.
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Em 13 de julho, a Comissão Europeia alterou o escopo do EUDR: couro bovino saiu da lista, língua bovina congelada entrou...
31/07/2026

Em 13 de julho, a Comissão Europeia alterou o escopo do EUDR: couro bovino saiu da lista, língua bovina congelada entrou. Em 17 de outubro, vence o prazo da Indonésia para certif**ação Halal obrigatória de produtos importados. No fim de outubro, encerra-se o escoamento de estoques da portaria brasileira de antimicrobianos. Em 30 de dezembro, o EUDR passa a valer plenamente para grandes operadores.
Quatro prazos, quatro jurisdições diferentes — Europa, Indonésia e Brasil — mas uma única exigência de fundo: comprovação documental rastreável de toda a cadeia produtiva. Não é mais sobre ter a norma. É sobre provar que ela foi cumprida, com registro auditável do início ao fim.
Empresas que ainda tratam isso como "mais uma portaria" vão descobrir, entre setembro e dezembro, que o critério mudou de patamar ao mesmo tempo em quatro lugares.
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Em 25 de junho, o Ministro André de Paula assinou resposta formal ao Congresso dizendo que o MAPA alertou o setor produt...
31/07/2026

Em 25 de junho, o Ministro André de Paula assinou resposta formal ao Congresso dizendo que o MAPA alertou o setor produtivo sobre a exigência europeia em maio de 2023. Mas o Itamaraty, em outro documento oficial assinado por Mauro Vieira, afirma que o governo brasileiro já sabia do problema desde janeiro de 2019.
As duas datas não podem estar certas ao mesmo tempo — e a diferença entre elas não é um detalhe burocrático. É exatamente a base da tese jurídica que o Brasil está construindo para levar o caso à OMC: se o governo sabia desde 2019, por que só agiu em 2023? E se só soube em 2023, por que o Itamaraty registrou 2019 em documento oficial?
Quando dois ministérios do mesmo governo dão versões incompatíveis ao Congresso sobre o mesmo fato, o problema deixa de ser só regulatório — vira institucional.
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Em julho de 2026, quatro dos principais mercados importadores de proteína brasileira tomaram decisões opostas sobre o me...
27/07/2026

Em julho de 2026, quatro dos principais mercados importadores de proteína brasileira tomaram decisões opostas sobre o mesmo produto, no mesmo mês, com os mesmos dados disponíveis. A União Europeia formalizou a exclusão do Brasil por incapacidade de comprovação documental sobre uso de antimicrobianos. A China parou as compras — mas por esgotamento de cota, não por sanidade. Os Estados Unidos isentaram a carne bovina de tarifas punitivas, reconhecendo dependência estrutural do abastecimento.
O Reino Unido rompeu com a expectativa: em vez de replicar o veto europeu, decidiu fazer sua própria auditoria técnica e manter o mercado aberto até dezembro — mas já avisou que se alinhará ao critério da UE em 2027. A lição é direta: onde o critério é comercial, o Brasil vende; onde é de comprovação sistêmica, perde acesso.
Existe uma quinta régua ainda não aplicada: os mercados Halal, onde o Brasil é o segundo maior fornecedor da OIC. As normas Halal já exigem rastreabilidade de cadeia completa — e o silêncio institucional dessas autoridades hoje é o principal ativo estratégico do setor exportador brasileiro. Mas silêncio não é imunidade, é janela.
Leia o artigo completo em https://centrohalal.com.br/brasil-quatro-reguas-reino-unido-eua-china-ue-comprovacao-halal/

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