Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP

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Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP A Biblioteca Digital de Cartografia Histórica reúne a coleção de mapas impressos do antigo Banco Santos - atualmente sob custodia do IEB/USP.

A Biblioteca Digital de Cartografia Histórica reúne a coleção de mapas impressos do antigo Banco Santos - atualmente sob custodia do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP), conforme determinação da Justiça Federal. Além de disponibilizar os mapas em alta resolução, o site oferece informações cartobibliográficas, biográficas, dados de natureza técnica e editorial; assim como verbetes explicativos que procuram contextualizar o processo de produção, circulação e apropriação das imagens cartográficas. A concepção da Biblioteca Digital foi desenvolvida pela equipe do Laboratório de Estudos de Cartografia Histórica (LECH), da Cátedra Jaime Cortesão, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/USP), e executada pelo Centro de Informática de São Carlos (CISC/USP), com o apoio da FAPESP (Projeto Temático Dimensões do Império Português). A equipe do IEB realizou a digitalização dos mapas, sendo também responsável pela conservação dos mesmos

22/09/2026

The collection’s 300,000 pages record the lives of enslaved people in countries including the Bahamas, Barbados, Jamaica, Mauritius, South Africa and Trinidad

19/09/2026
19/09/2026

LANÇAMENTO - ACESSO ABERTO • EDUFBA - Editora da UFBA lança em formato digital
📗História da arquitetura e da cidade no Brasil e em Portugal: séculos XVI ao XIX: antologia crítica - Volume 1
Organizado por Clovis Ramiro Jucá Neto e Rodrigo Espinha Baeta
Download em: https://doi.org/10.7476/9786556309927

SINOPSE
Esta antologia reúne pesquisadores e pesquisadoras do Brasil e de Portugal em torno de um amplo panorama da produção historiográfica recente sobre arquitetura e cidade entre os séculos XVI e XIX. Ao explorar a circulação de ideias, formas, agentes e saberes no universo português, a obra evidencia as conexões transnacionais que moldaram a arquitetura, o urbanismo e as artes em diferentes contextos locais. Dividido em cinco seções temáticas, o livro aborda desde processos de transculturação e fundação de núcleos urbanos até arquitetura civil, religiosa e formas de representação pictórica e gráfica. As análises revelam a diversidade da arquitetura brasileira e portuguesa, destacando a relação entre cidade, paisagem, poder e cultura material, além de iluminar os intercâmbios que marcaram a constituição da escola barroca e da experiência urbana no mundo luso-brasileiro.
ANO: 2026
ISBN EPUB: 9786556309927

18/09/2026

AGB 92 ANOS: CONHECIMENTO E LUTA POLÍTICA!

No mês em que celebramos os 92 anos da nossa associação, resgatamos a memória viva de quem construiu e continua construindo a AGB no cotidiano das lutas e da produção do conhecimento crítico.
Como destaca a professora Arlete Moyses Rodrigues em entrevista concedida ao nosso próximo número, a AGB sempre foi espaço de articulação e formação que extrapola as salas de aula: “Não era um conhecimento só teórico, era um conhecimento teórico e era uma luta política.”

É com esse espírito que anunciamos que estamos na reta final dos preparativos para o lançamento do Dossiê Geografia e Marxismo, que será publicado muito em breve no Boletim Paulista de Geografia (BPG)!
Fiquem atentos às nossas redes e acompanhem o lançamento dessa edição especial!



PraTodosVerem
Card comemorativo dos 92 anos da AGB. Fundo em tom bege claro com a parte superior em curva num tom verde-oliva. No topo, constam as marcas do Boletim Paulista de Geografia, o logo da AGB São Paulo (desde 1934) e a indicação "Dôssiê Geografia e Marxismo".”Ao centro, em destaque, o título "A“B 92 ANOS".”À direita, a foto da professora Arlete Moyses Rodrigues e, à esquerda, uma citação de sua autoria: "A“ tem que entrelaçar – e eu não posso deixar de entrelaçar – com a AGB. Ainda na PUC, em 1968, nós ouvíamos falar da AGB – a PUC não tinha AGB – na época a AGB tinha organização estadual e/ou regional. Assim tinha uma possibilidade de você ouvir uma forma de articulação, uma forma de conhecimento político que não estava apenas na sala de aula. Não era um conhecimento só teórico, era um conhecimento teórico e era uma luta política".”Na parte inferior, consta o crédito "P“ofessora Arlete Moyses Rodrigues em entrevista para o Dossiê Geografia e Marxismo do BPG" ” o aviso "Publicação em breve!”.

15/09/2026

𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐭𝐭𝐨 𝐆𝐫𝐨𝐬𝐬𝐨 : indicando o território dos "Bororos Orientaes"

in "À luz do Cruzeiro do Sul : Os indios Borôros-Orari do planalto oriental de Mato Grosso e a Missão Salesiana" (Colbacchini 1939)
https://tinyurl.com/salesiana

13/09/2026

A propósito da recente aprovação, pelas Nações Unidas, de uma resolução relativa à representação cartográfica do mundo, damos a conhecer a "carta náutica de João Teixeira Albernaz I", integrada na Colecção Cartográfica do Arquivo Nacional Torre do Tombo.
A carta representa o Oceano Atlântico, a Europa, África, parte da Ásia e das Américas, bem como áreas dos oceanos Índico e Pacífico. Inclui ainda as representações de Santo António de Lisboa e de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal.
Elaborada no século XVII, insere-se na tradição da cartografia náutica portuguesa e constitui um exemplo das formas de representação geográfica utilizadas no seu tempo.
Arquivo Nacional Torre do Tombo – Colecção Cartográfica
[Código de referência: PT/TT/CRT/198]
https://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/219793d31b0f433b9f5ed0c41d70abd8

12/09/2026

MAPA ATRIBUIDO AL PADRE JESUITA BELGA LUIS ERNOT. Se encuentra entre las representaciones cartográficas más influyentes del Paraguay jesuítico. Elaborado hacia 1632 y conocido por su título latino Paraqvaria vulgo Paragvay cm adjacentibus. La importancia de esta carta radica en que constituye uno de los primeros intentos sistemáticos de representar el amplio espacio ocupado por la Provincia Jesuítica del Paraguay, integrando información geográfica, hidrográfica, etnográfica y misional obtenida directamente por los religiosos durante sus recorridos por la región.
Sin embargo, el original confeccionado por Ernot no ha podido localizarse y su existencia material continúa siendo objeto de discusión entre los historiadores de la cartografía. Guillermo Furlong sostuvo que no conocía ningún ejemplar original y manifestó sus dudas acerca de que hubiera sobrevivido hasta la actualidad. Las versiones que hoy se conservan corresponden, en realidad, a ediciones posteriores realizadas por cartógrafos europeos que incorporaron la información jesuítica a sus atlas.
La más difundida es la publicada por Joan Blaeu (1596-1673) en Ámsterdam dentro de su célebre Atlas Maior, en diversas ediciones aparecidas durante la década de 1660. Esta versión reproduce el título Paraqvaria vulgo Paragvay cm adjacentibus y fue grabada a partir de materiales cartográficos jesuíticos anteriores, lo que explica su estrecha relación con la obra atribuida a Ernot. Ejemplares de estas impresiones se conservan actualmente en instituciones como la Biblioteca Nacional de Chile y la Biblioteca Nacional de Brasil, aunque presentan variantes propias de las sucesivas ediciones del taller Blaeu.
Más que una simple representación geográfica, el mapa constituye un documento de gran valor histórico porque refleja la visión territorial construida por la Compañía de Jesús sobre la cuenca del Plata durante la primera mitad del siglo XVII. En él aparecen localizadas las reducciones, los principales cursos fluviales, numerosos grupos indígenas y las áreas de influencia española y portuguesa, evidenciando el conocimiento acumulado por los misioneros y su contribución al desarrollo de la cartografía moderna de Sudamérica. Como han señalado diversos especialistas, buena parte de la cartografía europea sobre el Paraguay durante los siglos XVII y XVIII derivó, directa o indirectamente, de la información producida por los propios jesuitas.

Endereço

São Paulo, SP

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