Fabrica era uma vez

Fabrica era uma vez A fábrica era uma vez é uma empresa de entretenimento para crianças utilizando o teatro, arte e m Mesmo que esse trabalho seja cantando. Nossa!

Era uma vez dois artistas que não se conheciam mas sonhavam a mesma coisa, alegrar muitas crianças através dos contos de fadas, músicas e muita imaginação. Certo dia o destino fez com que um anjo uni-se os dois artistas e aí o sonho começou se realizar. Juntaram as idéias, colocaram mãos a obra e abriram uma fábrica chamada: Era uma vez e prometeram que lá produziriam muita diversão para as crianç

as. Começaram com uma fábula que mostra bem o pensamento do artísta: A Cigarra e a Formiga. Com muita diversão a Fábrica Era uma vez mostra a vida do artista que tem que trabalhar muito para alcançar seus objetivos. Mas logo em seguida também colocariam rapidamente no palco A Dama e o Vagabundo onde o amor e cuidado com animais seria prioridade sem esquecer do lado lúdico desta história usando muita fantasia, lindos cenários, figurinos de encher os olhos, músicas contagiantes e muitos artistas no palco dando vida para estes personagens que encantam adultos e crianças. A Fábrica Era uma vez aqueceu rapidamente as máquinas e esta a todo vapor na produção cultural para crianças. O que será que vem mais? Não sei, mas me disseram que a próxima história a ser contada é: "A Princesa e a Ervilha"! Uau essa Fábrica não para mesmo.

20/08/2026

Este é um post para informar e proteger. Salve e acesse com calma: há informações aqui que toda família com crianças e adolescentes conectados precisa conhecer.

O contato com p0rn0gr4f14 pode acontecer muito antes do que muitas famílias imaginam e nem sempre porque a criança procurou.

Dados de pesquisas internacionais ajudam a dimensionar essa realidade:

• A Children’s Commissioner for England aponta 13 anos como idade média do primeiro contato com p0rn0gr4f14 online. 59% relataram que a primeira exposição aconteceu de forma acidental.

• Em uma pesquisa da Common Sense Media com adolescentes de 13 a 17 anos, a idade média relatada para o primeiro contato foi 12 anos.

• 15% disseram ter visto p0rn0gr4f14 online pela primeira vez aos 10 anos ou antes.

• 73% dos adolescentes pesquisados pela Common Sense Media já haviam visto p0rn0gr4f14 online.

O que as famílias podem fazer na prática?

• Não espere acontecer para conversar. Explique, de maneira adequada à idade, que existem imagens e vídeos na internet destinados apenas a adultos (conteúdo adulto).

• Ative ferramentas de controle parental, filtros de conteúdo e configurações de segurança nos dispositivos utilizados pelas crianças.

• Acompanhe não apenas os sites acessados, mas também redes sociais, aplicativos, jogos, grupos e conteúdos compartilhados.

• Crie um combinado simples: se aparecer uma imagem ou vídeo que cause dúvida, medo ou desconforto, a criança pode fechar a tela e procurar um adulto de confiança.

• Evite broncas caso aconteça uma exposição. Acolher e conversar ajuda a manter aberto o caminho para que a criança procure a família novamente.

Proteção digital não se constrói apenas com bloqueios. Se constrói também com informação, diálogo e presença.

Fontes: Children’s Commissioner for England e Common Sense Media.

Laila Romano
Psicopedagoga | Educadora S3xu4l e Emocional | Autora infantil

18/08/2026

Há algum tempo, tive a oportunidade de fazer um tour por um espaço muito especial do Grupo Boticário.

Enquanto percorria cada ambiente, meu olhar como psicopedagoga reconheceu algo essencial: afetividade e aprendizagem caminham na mesma direção. Não há como separar o aprender das relações, do acolhimento e da segurança que a criança encontra ao seu redor.

Em cada detalhe, percebi uma estrutura preparada para que as crianças possam brincar, aprender e se desenvolver de maneira significativa. Um espaço que demonstra, na prática, como o cuidado e o afeto também fazem parte da aprendizagem.

Esse é o CEAK, centro educacional voltado aos filhos dos colaboradores do Grupo Boticário. Um cuidado primoroso que oferece apoio e tranquilidade às famílias, especialmente às mulheres, durante a rotina profissional.

Agradeço à diretora, professora Silvia Franca , pela acolhida e por me apresentar esse trabalho tão importante.

Com carinho,
Laila Romano
Psicopedagoga | Educadora Sexual e Emocional | Autora infantil

Educar é acreditar que o mundo pode sempre recomeçar.Cada criança que chega traz novas perguntas, possibilidades e manei...
17/08/2026

Educar é acreditar que o mundo pode sempre recomeçar.

Cada criança que chega traz novas perguntas, possibilidades e maneiras de enxergar a vida. A nós, adultos, cabe acolher essa novidade, apresentar o mundo com cuidado e ajudá-la a construir caminhos mais humanos, conscientes e cheios de significado.

Porque toda criança carrega a possibilidade de um novo começo.

Com carinho,
Laila Romano
Psicopedagoga | Educadora Sexual e Emocional | Autora infantil

14/08/2026

Muitas conversas importantes nem chegam a começar porque as famílias pensam:

“Se eu tocar nesse assunto, qual será a próxima pergunta?”

Quando esse medo interrompe o diálogo, a criança também perde uma oportunidade de receber orientação e proteção.

Neste vídeo, continuo a conversa sobre como explicar para uma criança o que é motel. Esse é apenas um exemplo de como podemos navegar por diferentes perguntas com tranquilidade, assertividade e respostas adequadas à fase da criança. Salve esse post para recorrer sempre que precisar.

Nas minhas orientações, ajudo famílias a conduzirem conversas sobre educação sexual e emocional com mais segurança.

Quer aprender como abordar esses assuntos na sua casa? Acesse o link da bio e agende uma orientação comigo.

Laila Romano
Psicopedagoga | Educadora Sexual e Emocional

14/08/2026

Salve este post. Essa é uma daquelas conversas que toda família precisa saber como conduzir.

A rotina com a sua criança traz oportunidades valiosas para a educação protetiva acontecer.

Neste vídeo, durante um simples banho, eu aproveitei um momento cotidiano com a minha filha para conversar, de forma leve e natural, sobre corpo, privacidade, limites e proteção.

E você pode levar esses mesmos ensinamentos para a sua casa:

• Nomeie corretamente as partes do corpo.
Assim como ensinamos braço, perna e barriga, ensinamos também v*lva, pên!s. Usar os nomes corretos ajuda a criança a reconhecer o próprio corpo e comunicar com clareza qualquer situação.

• Ensine sobre privacidade e intimidade.
A criança precisa compreender que existem partes íntimas e que elas merecem cuidado e proteção.

• Explique que partes íntimas não são brincadeira.
Ninguém deve tocar ou brincar com as partes ínt!mas de outra pessoa. Situações de abso podem ser apresentadas à criança como “brincadeira” justamente para confundi-la.

• Fale sobre proteção digital.
Não tiramos nem enviamos fotos das partes ínt!mas, mesmo quando o pedido vem de alguém conhecido.

• Não fale apenas sobre desconhecidos.
Pessoas conhecidas também precisam respeitar os limites da criança. Ensinar proteção é ensinar que as regras sobre o corpo valem para todos.

• Construa a rede de proteção.
Defina com a criança quais são os adultos de confiança que ela pode procurar e para quem pode contar quando algo acontecer.

• Ensine o passo a passo da proteção.
Se afastar, sair do local, gritar por ajuda quando for possível e procurar um adulto de confiança.

Mas guarde principalmente isto:

Uma família que dá espaço para a criança perguntar também constrói um ambiente em que ela se sente mais segura para contar.

O silêncio nunca foi proteção.

Salve para consultar quando precisar iniciar essas conversas e compartilhe com uma família que também precisa ter acesso a essas informações.

Laila Romano
Psicopedagoga | Educadora Sexual e Emocional

11/08/2026

Inspirada na dúvida de uma seguidora, gravei este vídeo sobre danças impróprias para a idade da criança.

Clique no vídeo e veja como abordar esse assunto com seu filho ou sua filha.

Você tem alguma dúvida que gostaria que eu respondesse em um próximo vídeo? Deixe aqui nos comentários.

Com carinho,
Laila Romano
Psicopedagoga e educadora sexual e emocional

09/08/2026

Não é o vídeo com as palavras mais bonitas, mas é o dia a dia que conta. 🥰

É aí que eu vejo todo o amor e admiração que nossa turminha tem por você. 🙏🏻
Um mundo de amor!
É o que você merece e recebe deles.

Amamos você!
Obrigada por tanto 🥹.

07/08/2026

Pesquisas apontam que crianças autistas estão mais vulneráveis a situações de maus-tratos e ainda recebem menos educação sobre corpo, limites e proteção.

Uma mudança brusca de comportamento não comprova uma violência, mas merece atenção e nunca deve ser automaticamente atribuída ao TEA.

Proteção também precisa ser ensinada de forma acessível.

Salve este vídeo e compartilhe com famílias, escolas e profissionais.

Se você precisa de orientação para abordar esse tema com uma criança autista, agende um atendimento comigo pelo link da bio.

Laila Romano
Psicopedagoga e educadora sexual e emocional

05/08/2026

A maioria dos casos de violência sexual contra crianças acontece em residências e envolve uma pessoa conhecida da vítima.

Por isso, não basta ensinar a ter cuidado com desconhecidos. A educação sexual e emocional precisa fazer parte da formação da criança, ajudando-a a reconhecer situações inadequadas e a procurar ajuda.

Proteção também se aprende.

Se você quer aprender a construir uma rotina de conversas protetivas na sua casa, agende uma orientação comigo pelo link da bio.

Salve este vídeo e compartilhe com outras famílias.

Fonte: UNICEF e Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Com carinho,

Laila Romano
Psicopedagoga | Educadora Sexual e Emocional

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São Paulo, SP

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