IFMSA Brazil - Comitê Local FMUSP

IFMSA Brazil - Comitê Local FMUSP Página oficial do Comitê Local FMUSP da IFMSA Brazil! Conheça um pouco melhor nossos intercâmbios e projetos sociais. [email protected]

03/06/2017

O SCORA da Med USP apresenta o projeto MEP: Medicina Educativa em Pares. A ideia do projeto é ir em escolas publicas falar sobre temas como Orientação Sexual e Gênero, HIV/AIDS e Ab**to! É muito importante porque acreditamos que essas são praticamente as unicas oportunidades que os alunos tem de entrar em contato com esses temas! E a ideia do projeto não é fazer palestras ou falar sobre isso de forma expositiva, mas promover discussões e conversas com os alunos! O projeto acontece por meio de capacitações com os participantes (para capacitá-los a falar sobre os temas) e oficinas nas escolas. Nessa quarta fizemos a 1ª capacitação, sobre o tema da 1ª oficina, que vai ser Orientação Sexual e Gênero!

A 1ª capacitacao foi dia 31/05 as 18:30, na FMUSP (Av doutor arnaldo, 455)

Temos uma 2ª capacitacao prática, dia 07/06, tambem as 18:30 na FMUSP

E a oficina será dia 09/06, sexta feira de manhã, na Escola Estadual Graciliano Ramos!

Todas as pessoas estão convidadas a fazer parte do projeto, seja estudante de medicina ou não!

02/12/2016

Foram muitos candidatos à Gestão 2017 da IFMSA FMUSP, nossa equipe ficou muito feliz com isso. Buscamos, então, selecionar aqueles que melhor adequassem-se aos perfis que procurávamos.

É COM ENTUSIASMO QUE ANUNCIAMOS OS DIRETORES 2017:

Vice Presidente Interno: João Batista Neto
Vice Presidente Externo: Gian Maria Paradisi
Diretor Local em Saúde Pública: Johnatan
Diretor Local em Educação Médica: Lucas Chinelatto
Diretor Local em Direitos Humanos e Paz: Henrique Peres
Diretor Local em Doenças Sexualmente Transmissíveis - HIV e AIDS: Bianca Ruiz

Att, equipe IFMSA.

Nota sobre o Evento da IFMSA:- a sala para a realização do evento foi alterada de última hora do anfiteatro de Parasitol...
15/10/2016

Nota sobre o Evento da IFMSA:
- a sala para a realização do evento foi alterada de última hora do anfiteatro de Parasitologia para a sala 1366, pedimos desculpas caso isso tenha incomodado alguém.
- no evento foi lançado o processo seletivo para a gestão 2017, cujos cargos disponíveis são:
Vice Presidente Externo: responsáveis pela produção de material de divulgação do comitê local, bem como pelas mídias sociais.
Vice Presidente Interno: responsável pela comunicação com outras instituições da universidade.
Coordenador de Saúde Pública: responsável por desenvolver um projeto na comunidade voltado para a temática, bem como organização dos trainees para a atividade.
Coordenador de Educação Médica: responsável por desenvolver um projeto na comunidade ao longo do ano voltado para a temática, bem como organização dos trainees para a atividade.
Coordenador em Doenças sexualmente transmissíveis - HIV e AIDS: responsável por desenvolver um projeto na comunidade voltado para a temática, bem como organização dos trainees para a atividade.
- O processo contará com inscrição seguida de entrevista, o link para se candidatar é:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdUOxiTSqY8Zew6_wHGbzGqxDHFbKXFQsQvQnidK0OBZ6hYNQ/viewform
- informou-se que a seletiva para o intercâmbio que se iniciará em Novembro, sendo que o programa está condicionado à IFMSA mundo. Assim, é possível concorrer a vagas de um mês de intercâmbio clínico-cirúrgico em mais de 72 países, cujo custo está orçado em : R$ 100,00 (taxa para inscrição) + R$ 500,00 (taxa depois de ser selecionado) + passagem aérea. A IFMSA garante acomodação com banheiro e 1 alimentação diária, sendo obrigação do interessado receber um intercambista durante um mês ao longo do ano de sua viagem.
- a seleção dos candidatos ao intercâmbio é feita segundo ranking de pontuação no qual se considera atividade como ligas, curso médicos e trabalho científicos, priorizando-se membros da gestão e pessoas que possam receber intercambistas.

28/06/2016

Gostaríamos de divulgar uma nova oportunidade dentro do contexto dos intercâmbios da IFMSA no Comitê Local FMUSP: RECEBER INTERCAMBISTAS E GANHAR PONTOS PARA SEU PRÓXIMO INTERCÂMBIO!

Como funciona? Se você tem disposição e um lugar em SP em que possa hospedar um intercambista (ou mais, à sua escolha) pelo período de um mês, mande-nos uma mensagem pela nossa página do FB (ou contacte nosso presidente, Guilherme Jaime de Castro). Iremos lhe responder as datas em que iremos receber intercambistas, e assim combinarmos qual intercambista você poderá receber. Claro que você contará com nosso suporte, e ficaremos ainda responsáveis por toda a documentação e burocracia dos intercambistas.

O que você ganha em troca? Além da experiencia super bacana, pontuação (e muita!) para o próximo Período de Intercâmbios da IFMSA Brazil, o que com certeza fará diferença se você quer fazer um intercâmbio para países concorridos como França, Itália, Alemanha ou Canadá. Lembrando que nossos intercambios sao de um mês (sem cair de turma), e você só precisa bancar sua passagem e parte da sua alimentação no local.

Temos intercambistas a serem recebidos já no mês de julho. Se você tem disponibolidade e se interessar pelo projeto, não deixe de nos contatar!

15/06/2016

Desde 2006, o dia 15 de junho é lembrado como dia mundial de conscientização da violência contra a pessoa idosa. Você pode fazer a sua parte denunciando maus tratos às pessoas idosas aos órgãos públicos do seu município ou estado pelo Disque 100. Saiba mais: http://www.blog.saude.gov.br/urszav

Comitê local FMUSP apresentando trabalho com os resultados do Projeto de Educação Sexual e Reprodutiva para Adolescentes...
28/05/2016

Comitê local FMUSP apresentando trabalho com os resultados do Projeto de Educação Sexual e Reprodutiva para Adolescentes na 22nd World Conference of the International Union for Health Promotion and Education

19/05/2016

Ontem, dia 17 de maio, foi comemorado o Dia Internacional de Combate à Homofobia, Bifobia e Transfobia. A data é celebração de um marco também na saúde: a retirada da homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Desde então, avanços significativos relativos ao tratamento da comunidade LGBTI têm sido conquistados, mas ainda há muito a ser feito.

Epidemiologicamente, compreender a identidade sexual como variável significativa na condução do cuidado já é uma postulação inquestionável. Entretanto, transpor estes resultados para a prática ainda é um enorme desafio, pela perpetuação de conceitos errôneos no cotidiano da saúde.

A IFMSA Brazil acredita firmemente que o respeito à diversidade, o combate ao preconceito e o fomento à equidade são indispensáveis ao bem-estar social e, consequentemente, à saúde de qualquer indivíduo. Por isso, batalhamos continuadamente por estes ideais, especialmente junto aos nossos Comitês Permanentes de Saúde Reprodutiva & Sexual e Direitos Humanos & Paz.

Ontem não foi o dia da luta; foi mais um dia de luta. Seguiremos!

24/03/2016

| Dentre os 365 dias do ano, o “21/03” foi escolhido porque a Síndrome de Down é uma alteração genética no cromossomo “21”, que deve ser formado por um par, mas no caso das pessoas com a síndrome, aparece com “3” exemplares (trissomia).

09/03/2016
Saiu o posicionamento oficial da IFMSA Brazil quanto à questão do Zika vírus e suas políticas de combate! Sua leitura é ...
27/02/2016

Saiu o posicionamento oficial da IFMSA Brazil quanto à questão do Zika vírus e suas políticas de combate! Sua leitura é uma boa oportunidade para conhecer melhor como nossa organização une estudantes de Medicina em torno da discussão e idealização de soluções para demandas pertinentes da sociedade em que nos inserimos. Confiram!

A International Federation of Medical Students’ Associations of Brazil – Federação Internacional das Associações de Estudantes de Medicina do Brasil (IFMSA Brazil) manifesta-se através de seus Comitês Permanentes em Saúde Pública, Saúde Sexual e Reprodutiva, Direitos Humanos e Paz, e Educação Médica, sobre o atual panorama do vírus Zika e o surto de microcefalia em território brasileiro.

O vírus Zika foi isolado em 1947, na Uganda, considerado endêmico no leste e oeste do continente africano. Nas Américas, foi identificado na Ilha de Páscoa, no início de 2014. Hoje é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, mesmo transmissor da Dengue e da Chikungunya. Evidências são apontadas relacionando a importação do Zika ao Brasil à alta mobilidade internacional, acentuada em eventos de grande abrangência, como a própria Copa do Mundo de 2014, sediada no país.

Apesar do antigo conhecimento do vírus, os casos de infecção só ganharam notoriedade no segundo semestre de 2015 no Brasil, em meio a uma epidemia de Dengue (1,5 milhões de casos registrados), quando o vírus foi associado a casos de recém-nascidos com microcefalia em razão de uma forte associação geográfica, epidemiológica e temporal. Apesar disso, diversos estudos ainda estão sendo realizados a fim de confirmar esta hipótese.

O debate sobre epidemias e sobre o vírus Zika necessita de grande atenção em razão da alta complexidade que o tema possui. A IFMSA Brazil acredita que questões como a falta de saneamento básico adequado, no que diz respeito à coleta de lixo precária, falta de higiene em espaços públicos e tratamento de água adequada para consumo; as mudanças climáticas, que alteram o manejo de água em diversos estados do país, além de intimamente ligadas ao processo de desmatamento e transferência do vetor ao meio urbano; e a falta de atenção e ensino em saúde às populações mais vulneráveis, são fatores diretamente favoráveis à reprodução do Aedes aegypti.

Preocupa-nos também outras questões envolvidas nesta temática: o alarmismo oferecido por meios de comunicação oportunistas ao desespero de muitos brasileiros; o compartilhamento de informações falaciosas sobre o Zika e a microcefalia, que impedem um debate adequado; a priorização do Estado brasileiro na eliminação do mosquito a curto prazo, sem novos modelos de controle vetorial e resolução dos problemas ambientais a longo prazo; ou mesmo a ausência de espaço para discussão sobre o ab**to seguro em casos de microcefalia em meio a uma agenda extremamente conservadora do país.

A prevenção de epidemias e o controle de doenças só podem ser realizados de maneira adequada quando plenamente estruturados dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Como investimento do Estado, devem-se focar esforços na produção de vacinas; em estudos para melhor conhecimento da doença; na regulamentação adequada do compartilhamento de material genético; em parcerias para o uso e fornecimento de tecnologias de pesquisa integrada, sempre levando em consideração a Saúde Global; no controle da propagação de Aedes, frisando a destruição de criadouros e na resolução dos problemas socioambientais atuais; e na educação popular em saúde, sempre acreditando na população e em sua atuação como liderança social na promoção da saúde.

Nós, como estudantes de medicina, colocamo-nos na linha de frente no combate de epidemias, atuando na promoção de educação médica adequada; na criação de fóruns e discussões à população em geral a fim de conscientização da temática; na realização de projetos e atividades locais, regionais e até nacionais em prol da educação popular em saúde; e na cobrança das universidades no ensejo de um currículo voltado aos princípios básicos de saúde pública, educação médica e direitos humanos.

A IFMSA Brazil, atuando como entidade representativa dos estudantes de medicina e como instituição promotora de saúde, se coloca à disposição das organizações de saúde para elaboração de ações e políticas locais e nacionais na luta contra a doença e a favor da população brasileira.

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The International Federation of Medical Students’ Associations of Brazil (IFMSA Brazil) expresses itself through the Standing Committees on Public Health, Sexual and Reproductive Health, Human Rights and Peace, and Medical Education about the current situation of the Zika virus and the surge of microcephaly in the Brazilian territory.

The Zika virus was isolated in 1947, in Uganda, considered endemic in the east and west of the African continent. In the Americas, it was identified in the Easter Island, in the beginning of 2014. Today, the virus is transmitted by the bite of the mosquito Aedes aegypti, the same one that transmits “Dengue” and “Chikungunya”. It is believed that the high international mobility, during the 2014 World Cup and other major events, resulted in the introduction of Zika virus in Brazil.

Despite the initial knowledge about the virus, the infection cases in Brazil only obtained prominence in the second half of 2015, during a Dengue epidemic (1.5 million cases registered), when the virus became associated with cases of newborns with microcephaly because of a strong geographic, epidemiological and time association. In spite of that, lots studies are being conducted to confirm that hypothesis.

The debate on epidemics and Zika virus needs a lot of attention considering the high complexity of the subject. IFMSA Brazil believes that issues like the lack of proper basic sanitation, also poor garbage collecting, lack of hygiene in public places, and treatment of water that is inadequate for drinking; the climate changes, that modify how the water is managed, besides being very connected with deforestation and the mosquito transition to the urban area; the lack of attention and education in public health to the most vulnerable population; those factors act in favor of the Aedes aegypti reproduction.

Other issues also concern us like the big attention that was given by an opportunist media resulting in the desperation of many Brazilians; false information being shared about Zika and microcephaly, which restrains a valid debate; the Brazilian government most concerned about eliminating the mosquito for a short-term, without new ways of controlling the vector of the disease and solving the environmental issues in long-term; or even the absence of a platform for the discussion about safe abortion in case of microcephaly due to an extremely conservatory agenda in the country.

The epidemic prevention and the disease control can only be done in a proper way when there is an adequate structure in the national public health system (SUS). As an investment by the Government, vaccines should be done; more studies to help the disease comprehension should be promoted; proper regulation about sharing genetic material; partnerships for use and supply of integrated research technology, always keeping in mind Global Health; controlling the spread of Aedes, keeping in mind the habitat destruction and resolution of current environmental issues; and the promotion of public health education, always believing in population and in their role as leaders of welfare promotion.

We, as medical students, put ourselves in the front line of the epidemic combat, acting to promote and adequate medical education; creating forums and discussions to the general population in order to achieve awareness about the subject; by making local, regional and even national projects and activities in favor of popular education in health; and making sure that universities develop their curricula related on basic public health, medical education and human rights.

IFMSA Brazil, as representative organization of Brazilian medical students and health promoter, puts itself available to health organizations in order to create local and national actions and develop policies against the disease and in favor of the national population.

Publicado originalmente em: http://ifmsabrazil.org/nota-oficial-zika-panorama-e-politicas-de-combate/

Na última sexta-feira, com a participação de colegas da Escola Paulista de Medicina, realizamos um workshop para recepci...
22/02/2016

Na última sexta-feira, com a participação de colegas da Escola Paulista de Medicina, realizamos um workshop para recepcionar os calouros e mostrá-los a dinâmica de pensamento de projetos, campanhas e eventos dentro do nosso comitê. Gostaríamos de, mais uma vez, agradecer ao Comitê EPM pela colaboração! E claro, a todos da turma 104 pela presença e interesse! Esperamos por vocês em breve nas nossas atividades ;)

Endereço

São Paulo, SP

Site

http://www.ifmsa.org/

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