06/10/2026
BRASILIANA ICONOGRÁFICA | No mês de setembro, dois artigos foram publicados na Brasiliana Iconográfica. Confira abaixo:
“Instrumentos e batuques dos africanos vistos pelos viajantes”
"É principalmente nas praças em torno dos chafarizes, lugares de reunião habitual dos escravos, que muitas vezes um deles inspirados pela saudade da mãe-pátria recorda algum canto. (...) Os instrumentistas, também improvisados, e sempre numerosos, trazem na verdade unicamente cacos de pratos, pedaços de ferro, conchas, pedras ou mesmo latas, pedaços de madeira etc." Em seu livro Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, o pintor francês Jean-Baptiste Debret descreve assim o que hoje poderíamos chamar de uma roda de samba. Embora naquela época o ritmo não fosse exatamente o mesmo, a música como forma de lazer e expressão da criatividade era.
“Jardim Botânico: estudo, pirataria e preservação”
Os jardins botânicos europeus foram criados para cultivar e estudar plantas medicinais no século XVI, época das navegações, quando a aclimatação e cultivo de plantas trazidas de outros continentes se tornou uma prioridade. No final do século XVIII, os portugueses criaram seu primeiro jardim botânico no Brasil, em Belém, no Pará, com interesses comerciais. E o Jardim Botânico mais famoso do Brasil, o do Rio de Janeiro, foi abastecido com mudas de plantas trazidas do Jardim Botânico La Gabrielle, na Guiana, que pudessem ser comercializadas e proporcionar os lucros obtidos por Portugal na época do monopólio das especiarias.
🔍 Para ler os artigos completos, acesse a Brasiliana Iconográfica pelo site Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin .
🎨 Desde 2022, a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) contribui para o enriquecimento da "Brasiliana Iconográfica", uma plataforma virtual criada, em 2017, com materiais de quatro acervos importantes: o da Biblioteca Nacional (@bibliotecanacional.br), do Instituto Moreira Salles (@imoreirasalles), do Itaú Cultural (@itaucultural) e da Pinacoteca de São Paulo (@pinacotecasp).
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