Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais - ABCD USP

Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais - ABCD USP A Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD) é um órgão da Reitoria da Universidade de São Paulo.

A Agência incorporou as atividades do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBiUSP) e da Agência USP de Gestão Acadêmica. Após 38 anos atuando como Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, vivenciamos um momento único de transformação e expansão de atividades, marcado pela criação da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD), um órgão estratégico da Reitoria da USP. A Agência dá continuidade

às atividades anteriormente desenvolvidas pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBiUSP), ao mesmo tempo que incorpora novas atividades e expande seu escopo de atuação. A missão da ABCD é promover a ciência e o acesso aberto, a geração e uso da informação por meio das atividades sistêmicas das Bibliotecas da USP, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade, a excelência do ensino, pesquisa e extensão, em todas as áreas do conhecimento. Esta promoção se concretiza por meio da assistência especializada, administração, difusão e preservação do conhecimento registrado, mantendo ambientes propícios ao estudo, aprendizado e pesquisa.

Vem aumentando rapidamente o número de papers com referências bibliográficas fabricadas, diz estudo.Saiba mais: https://...
05/09/2026

Vem aumentando rapidamente o número de papers com referências bibliográficas fabricadas, diz estudo.

Saiba mais: https://www.instagram.com/pesquisa_fapesp/

Estudo mostra que o número de papers com referências bibliográficas fabricadas vem aumentando rapidamente. O problema é comumente atribuído a falhas de programas de inteligência artificial (IA) usados para auxiliar autores na escrita científica.
A auditoria foi feita por pesquisadores dos Estados Unidos, Finlândia e Israel em cerca de 2,5 milhões de artigos da área biomédica publicados desde 2023. Eles utilizaram um sistema automatizado para verificar 125.615.773 referências nesses artigos.
Em 2023, a cada 2.828 artigos disponibilizados na base de dados 𝑃𝑢𝑏𝑚𝑒𝑑, ao menos um citava algum estudo inexistente. Essa proporção começou a ganhar fôlego no segundo semestre de 2024 até atingir, na média de 2025, um em cada 458 artigos. Nas primeiras sete semanas de 2026, houve um novo salto, e um em cada 277 novos artigos da 𝑃𝑢𝑏𝑚𝑒𝑑 apresentava pelo menos uma referência falsa.

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Novo e-book “Estudos em filosofia da educação. v. 2” acaba de ser publicado.O texto completo está disponível no Portal d...
05/09/2026

Novo e-book “Estudos em filosofia da educação. v. 2” acaba de ser publicado.

O texto completo está disponível no Portal de Livros Abertos da USP: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1987

DOI: https://doi.org/10.11606/9786550130411

Os textos reunidos neste volume nasceram das discussões realizadas na disciplina Introdução à Filosofia da Educação: uma tradição literária, oferecida no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo no segundo semestre de 2025.

Eles são registros de uma experiência comum: o encontro de estudantes de diferentes trajetórias e interesses com uma tradição de pensamento que continua a nos interrogar através do tempo, dando o testemunho das diferentes maneiras pelas quais essa experiência se expressa na forma da escrita.

Aos interessados em Filosofia da Educação, a obra oferece um quadro significativo das maneiras pelas quais essa tradição literária pode ser mobilizada.

Aos pesquisadores e profissionais da Educação, apresenta a Filosofia como um esforço para explicitar razões, valores e expectativas em relação ao humano presentes em qualquer ação formativa.

E, por fim, ao público em geral esta obra talvez mostre que os problemas da educação não pertencem somente aos especialistas, mas a todas e todos que, de algum modo, ensinam, aprendem, cuidam, transmitem uma herança ou se perguntam o que fazer com aquilo que receberam.

As quase cinquenta contribuições deste livro mostram que a área permanece viva, seus limites continuam abertos e a tradição, longe de encerrar a conversa com sua autoridade, oferece meios para continuá-la.

E é nessa conversa que a leitora e o leitor são convidados a entrar.

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Produção de biocombustíveis não precisa competir com a de alimentosDavid Tsai aponta a solução: aumentar a produtividade...
05/09/2026

Produção de biocombustíveis não precisa competir com a de alimentos

David Tsai aponta a solução: aumentar a produtividade e usar áreas já abertas e degradadas, evitando novos desmatamentos.

Saiba mais: https://jornal.usp.br/atualidades/producao-de-biocombustiveis-nao-precisa-competir-com-a-de-alimentos/

Os biocombustíveis têm sido um dos grandes destaques no discurso socioambiental global por sua capacidade de surgir como uma alternativa para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e de colaborar com a redução das emissões de gases de efeito estufa. Um ponto a se considerar, porém, é que sua produção em larga escala depende de extensas áreas de terras hoje direcionadas aos cultivos agrícolas. A relação entre a produção de biocombustíveis e a produção de alimentos aparece, portanto, como um desafio.
David Tsai, engenheiro químico e gerente de projetos do Instituto de Energia e Meio Ambiente, explica que, como os biocombustíveis são produzidos a partir de biomassa (cana-de-açúcar, soja, milho, resíduos agrícolas e florestais), o Brasil tem um papel central nesse mercado, não fosse um dos maiores produtores mundiais de etanol e biodiesel, graças à alta produtividade da cana-de-açúcar, à experiência acumulada desde o Proálcool e à grande participação de renováveis na matriz energética. “O País também é visto como estratégico para expandir a oferta global de biocombustíveis sustentáveis nas próximas décadas.”
Ele alerta para o risco potencial de competição por terra entre biocombustíveis e alimentos, embora estudos mostrem que isso não precisa acontecer no Brasil, que possui cerca de 100 milhões de hectares de pastagens degradadas, dos quais parte pode ser recuperada para expansão agrícola e bioenergética sem avançar sobre florestas ou áreas de produção de alimentos. “Além disso”, diz Tsai, “ganhos de produtividade na agropecuária permitem produzir mais em menos área. O problema surge quando há expansão desordenada, monoculturas extensivas ou pressão indireta por desmatamento. Por isso, a discussão não é apenas alimento versus combustível, mas como organizar o uso da terra com planejamento, conservação ambiental e aumento de eficiência produtiva”.

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Aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asmaEnsaio clínico realizado na USP demons...
04/09/2026

Aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asma

Ensaio clínico realizado na USP demonstrou que as duas abordagens não farmacológicas melhoram a qualidade de vida e aliviam sintomas respiratórios e de ansiedade a médio prazo.

Saiba mais: https://agencia.fapesp.br/aumentar-os-passos-diarios-e-tao-eficaz-quanto-treino-aerobico-no-controle-da-asma/59046

Para pessoas que sofrem com asma moderada a grave, aumentar o número de passos diários pode ser tão eficaz para o controle da doença quanto suar a camisa em sessões estruturadas de treinamento aeróbico. É o que revela um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e publicado na revista Pulmonology. A pesquisa demonstrou que as duas abordagens melhoram a qualidade de vida, aliviam sintomas de ansiedade e depressão e mantêm a asma sob controle a médio prazo, oferecendo aos médicos e pacientes alternativas mais flexíveis e acessíveis de tratamento não farmacológico.
O artigo é fruto do doutorado do fisioterapeuta David Halen Araújo Pinheiro, desenvolvido na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) em colaboração com a Unidade de Doenças de Vias Aéreas da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (HC) da FM-USP. O grupo recebeu apoio da FAPESP (projetos 21/03745-3, 24/00263-6, 21/04198-6 e 18/17788-3) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
“Em um estudo anterior, vimos que, se um paciente caminha 7.500 passos por dia, ele já tem um melhor controle clínico da asma”, afirma Pinheiro, atualmente pós-doutorando do Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC-FM-USP, com bolsa da FAPESP.

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