LISA Uma das propostas do Laboratório é também promover encontros de docentes e pesquisadores que trabalham nas diferentes áreas da Antropologia. Rose Satiko Hikiji.

O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da Universidade de São Paulo (LISA-USP) é um importante centro de apoio e fomento às pesquisas, preservação de acervos, difusão e formação em Antropologia. O Laboratório de Imagem e Som em Antropologia, ligado ao Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, foi inaugurado em Outubro de

1991. Desde então vem atuando como um centro de pesquisa e formação de alunos no campo da Antropologia Visual e da Etnomusicologia, permitindo, assim, que docentes, alunos e pesquisadores produzam e se utilizem de registros de imagens e de sons. O Lisa abriga um acervo de cerca de 1000 vídeos, 8000 imagens (entre fotos, cromos e chapas de vidro), fitas cassetes, discos, CDS, além de documentos de referência, como livros, teses e catálogos. Desde 2003, o LISA possibilita o acesso de seu acervo de imagens no banco de dados A consulta aos documentos é feita exclusivamente no local e os vídeos só saem para as aulas dos professores no Departamento de Antropologia. Desde 1995 abriga o GRAVI (Grupo de Antropologia Visual), coordenado pela Profa Sylvia Caiuby Novaes, reunindo bolsistas de Iniciação Científica, alunos de pós-graduação em Antropologia e pesquisadores interessados em um maior conhecimento desta área da Antropologia e nas possibilidades de análise de imagens a partir de uma perspectiva antropológica. A partir de 2005 passou a abrigar o NAPEDRA (Núcleo de Antropologia da Performance e do Drama), coordenado pelo Prof. John Cowart Dawsey, que discute questões relacionadas à antropologia da performance, do drama e do ritual. Em 2011 conta também com o grupo "Pesquisas em Antropologia Musical" (PAM), coordenado pela Profa .

O CHAMA convida para a segunda edição do Ciclo de Estudos RESPIRO, que contará com a participação da pesquisadora Laure ...
14/05/2026

O CHAMA convida para a segunda edição do Ciclo de Estudos RESPIRO, que contará com a participação da pesquisadora Laure Emperaire (IRD/França), referência nos debates sobre agrobiodiversidade, sistemas agrícolas tradicionais e patrimônios bioculturais.

• Palestrante: Laure Emperaire
• Instituição: IRD/França
• Título: Da agrobiodiversidade à pirodiversidade: SATs como método e patrimônios bioculturais como horizonte
• Data: 22 de maio de 2026
• Horário: 14h30 às 16h30
• Local: Maison du CNRS, Praça dos Bancos, Campus Butantã da Universidade de São Paulo

🔥🌿 O RESPIRO — Restaurando a Pirodiversidade do Cerrado é um Projeto Jovem Pesquisador FAPESP, vinculado ao Programa BIOTA-FAPESP, que investiga o papel de povos e comunidades tradicionais na produção, manutenção e restauração da pirodiversidade no Cerrado. O projeto articula antropologia, ecologia do fogo, agrobiodiversidade, sistemas agrícolas tradicionais, sensoriamento remoto, arqueologia, paleoecologia e produção audiovisual para compreender regimes de fogo associados a patrimônios bioculturais como o capim-dourado do Jalapão, as flores sempre-vivas da Serra do Espinhaço e o queijo tradicional da Serra da Canastra.

Nesta edição, Laure Emperaire apresentará a conferência “Da agrobiodiversidade à pirodiversidade: SATs como método e patrimônios bioculturais como horizonte”. A atividade será uma oportunidade para discutir a passagem dos debates sobre agrobiodiversidade e Sistemas Agrícolas Tradicionais para o problema da pirodiversidade, tomando os patrimônios bioculturais como horizonte analítico, metodológico e político.

O Ciclo de Estudos RESPIRO conta com o apoio do CHAMA — Coletivo de Antropologia, Ambiente e Biotecnodiversidade; IRL 2034 Mundos em Transição; Programa BIOTA-FAPESP; Laboratório de Imagem e Som em Antropologia — LISA/USP; Centro de Estudos Ameríndios — CEstA/USP; Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP — PPGAS/USP; e FFLCH/USP.

Colóquio Entre Arte e Ciência: diálogos com Sylvia Caiuby NovaesUm encontro para discutir sobre o fazer antropológico a ...
12/05/2026

Colóquio Entre Arte e Ciência: diálogos com Sylvia Caiuby Novaes

Um encontro para discutir sobre o fazer antropológico a partir da trajetória de Sylvia Caiuby Novaes, desde sua produção na etnologia ameríndia à antropologia visual, passando pela fotografia e pelos arquivos, bem como sua influência e desdobramentos nas pesquisas orientadas por ela nas últimas décadas.

📅 18 e 19 de maio de 2026
📍 Laboratório de Imagem e Som em Antropologia - Rua do Anfiteatro, 181, Cidade Universitária, São Paulo/SP, Brasil - CEP 05508-060
🔗 Link da transmissão online no site do LISA

O LISA-USP receberá pesquisadores da Universidade Humboldt de Berlim para uma apresentação e roda de conversa sobre músi...
14/04/2026

O LISA-USP receberá pesquisadores da Universidade Humboldt de Berlim para uma apresentação e roda de conversa sobre música e cultura do sound system. Organizado pelo grupo Pesquisas em Antropologia Musical (PAM-USP), o seminário "Sound System Epistemologies" será uma oportunidade para debater epistemologias sonoras com pesquisadores atuantes na cena musical internacional.

📍 Auditório do LISA-USP
📅 23/04/2026 (quinta-feira)
🕐 18h às 20h

Conheça os convidados:

♪ Stefanie Alisch - Diretora do projeto "Sound System Epistemologies" (DFG) na Universidade Humboldt de Berlim.
É musicóloga e DJ em Berlim, pesquisadora de música e dança do Atlântico Negro, com foco em Sound System Epistemologies, língua portuguesa, políticas do prazer e culturas de DJ. Realizou pesquisas de campo sobre broken beat (Londres), kuduro (Angola, Moçambique, África do Sul, Lisboa, Paris, Amsterdã e Berlim), mazurka (Cabo Verde, Brasil e Polônia) e sound systems (Londres, Brasil, Jamaica).

♪ Penelope Braune - Professora no Instituto de Musicologia da Universidade Humboldt de Berlim.
Em sua tese de doutorado, aborda estratégias performáticas da construção subversiva da feminilidade no rap de língua alemã. Seus principais campos de pesquisa são estudos feministas do hip-hop, política do prazer e interseccionalidade no contexto da migração. Além disso, ela trabalha como promotora musical e jornalista.

♪ Ilgaz Yalçınoğlu - Doutorando na Universidade Humboldt de Berlim
É apresentador de rádio e produtor de eventos. Atualmente, ele está trabalhando em sua tese de doutorado sobre iniciativas de sound systems lideradas por mulheres, pessoas q***r e transgêneros, como parte do grupo de pesquisa “Sound System Epistemologies”. Co-fundador da série de eventos e programa de rádio "kudur".

Coordenação: Rose Satiko Gitirana Hikiji (Departamento de Antropologia da USP)

PAM - Pesquisas em Antropologia Musicalconvida para conversa e palestra com o Prof. Dr. Tiago de Oliveira Pinto:Data: 07...
06/04/2026

PAM - Pesquisas em Antropologia Musical
convida para conversa e palestra com o Prof. Dr. Tiago de Oliveira Pinto:

Data: 07/04/2026
Local: Auditório do LISA - USP

Roda de conversa com pesquisadores (14h)

Palestra (16h): Música, Recôncavo, Patrimônio Vivo – uma trajetória musicológica

Nesta palestra, Tiago de Oliveira Pinto propõe acompanhar o percurso de sua trajetória como antropólogo, músico e musicólogo, tomando como ponto de partida o Recôncavo Baiano, onde iniciou seu trabalho em 1982. A partir desse contexto, busca esboçar um campo de pesquisa em constante evolução, também em relação aos agentes culturais, no qual o aporte acadêmico inclui, necessariamente, a interação com diversas questões prementes do mundo contemporâneo.

Tiago de Oliveira Pinto é Professor Titular da primeira Cátedra UNESCO em musicologia, vinculada aos Estudos Musicais Transculturais da University of Music Franz Liszt Weimar, Alemanha, onde atua desde 2009.
Em 2025 assumiu a Musical Heritage Chair da Kronberg Academy, Alemanha.
Os seus atuais focos de investigação, ensino e projetos internacionais concentram-se nos Estudos Transculturais em música e música enquanto património cultural vivo. Realizou pesquisas de colaboração internacional no Afeganistão, Etiópia, Turquia, África do Sul, Alemanha, Colombia e Brasil.

Convidamos você para o seminário "Etnomusicologia Negra: encruzilhada de saberes e o legado africano nos estudos musicai...
06/04/2026

Convidamos você para o seminário "Etnomusicologia Negra: encruzilhada de saberes e o legado africano nos estudos musicais" com a presença do professor Pedro Acosta (Universidade Federal da Bahia - UFBA), organizado pelos grupos Pesquisas em Antropologia Musical (PAM-USP), Coletivo de Etnomusicologia Negra (CEN-UFBA) e pelo projeto Memória Negra na FFLCH.

📅 16 de abril de 2026 (quinta-feira)

🕐 16h | Roda de conversa sobre pesquisas em música (com professores Pedro Acosta, Rafael B. A. Norberto e Rose Satiko Gitirana Hikiji)

🕐 18h | Seminário "Etnomusicologia Negra: encruzilhada de saberes e o legado africano nos estudos musicais"

📍 Auditório do LISA

O evento propõe compartilhar experiências de Etnomusicologia Negra por meio da agência histórica das pessoas negras nos estudos musicais, arte e cultura. Esse projeto realizado no Brasil juntamente com a comunidade dos estudos em Música, Dança e Artes Dramáticas Africanas enfatiza o legado de produção de conhecimentos africano e negro em suas formas plurais de expressões, bem como as epistemologias que envolvem cada uma de suas práticas e produção de conhecimento, seja este comunitário ou acadêmico.

📕 Texto de apoio ao seminário: NASCIMENTO, Gabriela Rodrigues do. Sem perder o compasso: A trajetória de uma mulher negra, sambista, em um espaço acadêmico. Música e Cultura, v. 13, n. 3, p. 257-270, 2024. Disponível em: https://musicacultura.com.br/rmc/article/view/21. Acesso em: 25 mar. 2026.

05/03/2026

Em entrevista, o aluno Wesley Felix compartilha sua experiência na produção de um cinedebate realizado na Batalha da São Remo . A sessão contou com a apresentação do filme Fabrik Funk, conduzida pelo grupo formado por Nalanda De Vito, Larissa Isabelle, Wesley Felix, Julia Borges e Julia Costa. A atividade integrou os trabalhos da disciplina de extensão Práticas de Extensão em Antropologia das Formas Expressivas e Regimes de Conhecimento (FLA0416), do Departamento de Antropologia da FFLCH, evidenciando o cinema como espaço de reflexão coletiva e diálogo entre território, cultura periférica e produção audiovisual.

Durante o debate, foram discutidos temas como as relações de gênero na música, especialmente no funk e no rap, problematizando desigualdades, estigmas e as disputas por espaço e reconhecimento enfrentadas por mulheres e dissidências no cenário musical. Também ganhou destaque o “corre” dos artistas independentes. A “CPI do Funk” também foi debatida como parte desse cenário, refletindo sobre criminalização, estigmatização cultural e as tensões entre poder público e expressões artísticas periféricas. A agenda do dia ainda contou com batalha de rima e set de DJ após a exibição, ampliando o encontro como momento de troca, expressão artística e fortalecimento das redes culturais locais.

26/02/2026

Em entrevista, a aluna Rayssa Cordeiro compartilha sua experiência na produção de um cinedebate realizado no Instituto Federal São Miguel. A sessão contou com a apresentação do filme Cinema de Quebrada, e com um debate em formato de aula conduzida por Rayssa ao lado de Aline Neves, Glenda Amaral e Luiz Fernando. A atividade integrou uma série de vídeos desenvolvidos como parte das ações formativas do projeto, evidenciando o cinema como espaço de reflexão coletiva e diálogo entre escola, território e produção audiovisual periférica.

12/02/2026

Em entrevista, a aluna Marina Camargo compartilha sua experiência na produção de um cinedebate realizado na Cinemateca Brasileira. A sessão contou com a apresentação do filme PeriferiAção, conduzida pelos alunos Filipe Kiyoshi Otuka, Ana Flavia Cine e João Vitor Magalhães. A atividade integrou os trabalhos da disciplina de extensão Práticas de Extensão em Antropologia das Formas Expressivas e Regimes de Conhecimento (FLA0416), do Departamento de Antropologia da FFLCH, evidenciando o cinema como espaço de reflexão coletiva e diálogo entre universidade, território e produção audiovisual.

As pesquisadoras do LISA-USP, Rose Satiko Hikiji e Sylvia Caiuby Novaes, realizam seminários na Universidade de Bologna ...
06/02/2026

As pesquisadoras do LISA-USP, Rose Satiko Hikiji e Sylvia Caiuby Novaes, realizam seminários na Universidade de Bologna no âmbito do curso "Técnicas de Pesquisa Etnográfica".

10 de fevereiro de 2026
🎼 Rose Satiko Hikiji apresenta o tema "Cinema e música na pesquisa etnográfica"

24 de fevereiro de 2026
📸 Sylvia Caiuby Novaes apresenta o tema "Fotografia na pesquisa etnográfica"
🎬 Exibição do filme "São Palco - Cidade Afropolitana"

Informações sobre o evento estão disponíveis no site https://www.unibo.it/sitoweb/zelda.franceschi/avvisi/1b6846a1

05/02/2026

Em entrevista, o aluno Bruno Nunes relata sua experiência na produção de dois cinedebates realizados na Fábrica de Cultura Jardim São Luís e no Cursinho Popular da FFLCH. As atividades contaram com a apresentação do filme O estigma da deficiência física e o paradigma da reconstrução biocibernética do corpo, conduzida pelos alunos Lucas Ribeiro, Bianca Simões, Victor Bessa, Caio Miranda e Bruno Çar. A iniciativa integrou os trabalhos da disciplina de extensão Práticas de Extão em Antropologia das Formas Expressivas e Regimes de Conhecimento (FLA0416), do Departamento de Antropologia da FFLCH, destacando o cinema como ferramenta de reflexão sobre nossos hábitos e nossos corpos.

Endereço

Rua Do Anfiteatro, 181/Cj. Colméia Favo 10/Cidade Universitária São Paulo/SP/
São Paulo, SP

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