Coletivo Contraponto

Coletivo Contraponto Coletivo político da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.

FORA BOLSONARO!
25/03/2021

FORA BOLSONARO!

Como contamos no último "Nossa comarca no mundo", o ex-vice-presidente do Paraguai foi sequestrado, e hoje, 19 dias depo...
28/09/2020

Como contamos no último "Nossa comarca no mundo", o ex-vice-presidente do Paraguai foi sequestrado, e hoje, 19 dias depois, continua desaparecido! Os detalhes dessa história você confere nas imagens.

DEMANDAS DE SAÚDE MENTAL NA SANFRANLink para acessar o forms: https://forms.gle/VvWbvCn6dCyHiAj39Bom dia pessoal, espera...
17/09/2020

DEMANDAS DE SAÚDE MENTAL NA SANFRAN

Link para acessar o forms: https://forms.gle/VvWbvCn6dCyHiAj39

Bom dia pessoal, esperamos que todos estejam bem!

O Coletivo Contraponto vem ao longo deste ano pautando temas como saúde na universidade, colhendo demandas e relatos dos alunos por meio de formulários, fizemos um minicurso aberto do SUS no primeiro semestre para aprendermos mais sobre essa política tão importante no nosso país, e que se mostra imprescindível no momento atual em que passamos por uma grave crise política, econômica e sanitária. O Brasil já passou de 132 mil mortes pelo coronavírus, e as preocupações primárias do governo são a abertura do comércio, os lucros do agronegócio e a volta às aulas, f**ando evidente o abandono do estado com a população que mais necessita de cuidados na área da saúde.

Nesse período é muito comum que as pessoas tenham a saúde mental afetada. Os trabalhadores que perderam os seus empregos, as mães que tiveram a carga de trabalho aumentada com a quarentena, as pessoas que perderam entes queridos… Na nossa faculdade, os estudantes e professores estão tendo que se adaptar a um modelo de aulas que não é inclusivo e que traz diversos problemas, pois nem todos têm acesso ou espaço adequado em casa para assistir às aulas, aumentando assim as disparidades sociais já existentes na São Francisco.

Nesse sentido, entendendo que esses fatores estão diretamente associados aos problemas de saúde mental dos alunos, nós elaboramos um formulário a fim de buscar essas demandas para, então, pensarmos coletivamente em propostas concretas de melhorias que a SanFran poderia aderir, propiciando um ambiente de ensino que não gere impactos tão negativos na saúde mental dos estudantes. O formulário contém 10 perguntas e não leva muito tempo para ser respondido!

Link para acessar o forms: https://forms.gle/VvWbvCn6dCyHiAj39

Continuando com o nosso quadro que trás as decisões do STF de forma acessível a todos, hoje o Coletivo Contraponto apres...
12/09/2020

Continuando com o nosso quadro que trás as decisões do STF de forma acessível a todos, hoje o Coletivo Contraponto apresenta para você o que aconteceu na semana da nossa Suprema Corte. E os acontecimentos dos últimos dias tiveram grande repercussão na mídia e na sociedade: um novo ministro assumiu a presidência, a negação do pedido de depoimento por escrito de Bolsonaro, o fim da obrigação do governo do Rio de fornecer merenda para os estudantes em isolamento e muito mais! Se liga nas imagens para conferir. @ Supremo Tribunal Federal - STF

11 DE SETEMBRO: UMA TRAGÉDIA A SER RECORDADAConfiram abaixo uma breve e simplória recapitulação de alguns fatos que marc...
11/09/2020

11 DE SETEMBRO: UMA TRAGÉDIA A SER RECORDADA

Confiram abaixo uma breve e simplória recapitulação de alguns fatos que marcaram para sempre o dia 11 de setembro na história do Chile e, de algum modo, na história de toda a América Latina.

Há 47 anos o presidente socialista Salvador Allende fora brutalmente assassinado e uma nação inteira fora golpeada. Após meses de aplicação da chamada "fórmula para o caos" - operação de desestabilização do regime e da economia, postumamente reconhecida pelos sabotadores, inclusive estadunidenses - o palácio presidencial foi bombardeado; Allende foi encurralado, e morto. O ditador Augusto Pinochet assumiu o poder.

O trágico desfecho da experiência socialista e democrática da "via chilena" trouxe consigo enormes impactos para a correlação de forças políticas no subcontinente, além de impor lições e giros estratégicos radicais para as organizações de esquerda (em grande parte clandestinas nesse período).

Recordar a história para que não se esqueça e que nunca mais aconteça!

¡Viva Salvador Allende!

02/09/2020

PORQUE A LUTA LGBTQ+ DEVE SER NECESSARIAMENTE À ESQUERDA E AO LADO DOS TRABALHADORES?

Finalizando nossa sessão de vídeos sobre a história do movimento lésbico feminista no Brasil, a militante Alice Oliveira, co-fundadora do primeiro grupo LGBT (SOMOS) e do primeiro movimento organizado das mulheres lé***cas (GALF), há 40 anos atrás, compartilha com nós, neste último relato, sobre o porquê da luta em prol da comunidade LGBTQ+ historicamente ter sido de viés revolucionário e o porquê deve nos dias de hoje, necessariamente, ser à esquerda e ao lado da classe trabalhadora.

Para tanto, Alice recorda de um momento crucial na história do SOMOS, considerado o primeiro grupo de LGBT no Brasil, que foi a adesão à Greve dos metalúrgicos do ABC, no 1º de maio de 1979. Alice conta que o SOMOS se dividiu nesse episódio, com parte que defendeu a importância de se somar às reivindicações populares em plena ditadura e compreendeu que seus membros não eram apenas LGBTQ+, mas também trabalhadoras e trabalhadores oprimidos. Outra parcela, porém, não queria vincular a comunidade LGBT ao processo político, e optou por promover um piquenique no parque Ibirapuera no feriado, ao invés de fazer parte do ato histórico. Apesar dos temores de homofobia, Alice conta que os que aderiram à greve foram bem-recebidos, aplaudidos e que mostraram que é imprescindível a união de diferentes segmentos em combate à exploração, patriarcado e discriminação, ao invés da adoção de posturas isolacionistas do movimento.

Em uma perspectiva mais ampla dos 42 anos de história do movimento LGBTQ+ no Brasil, Alice compreende que o momento de maior expansão de políticas e direitos em prol das minorias se deu nos governos de esquerda, entre 2002 e 2016. Projetos federais como “Brasil sem Homofobia” e a progressiva criação de coordenadorias a nível municipal, estadual e federal, especif**amente para elaboração de políticas públicas para os LGBTQ+, foram essenciais para promoção da discussão perante a sociedade e combate à discriminação. Além disso, entende como uma vitória o movimento ter saído de sua bolha, de forma que hoje são vários os sindicatos com secretarias LGBT e os partidos de esquerda com núcleos internos LGBT, como pioneiramente fez o PT em 93. A partir disso, na atualidade, aumentaram imensamente os partidos que tornaram a pauta LGBTQ+ uma bandeira política e eleitoral, mas Alice ressalta que não basta eleger candidatos que sejam LGBTs, mas sim candidaturas dentro de partidos que verdadeiramente promovam o debate público em prol dessa luta. Por fim, também aponta que é papel dos diversos movimentos se unirem na formulação da compreensão de opressões antes negligenciadas pela grande parcela, como a de indígenas, pessoas com deficiência e mulheres negras LGBT, compreendendo que a questão LGBT perpassa por todos os segmentos da sociedade.

A gente sabe que a quarentena está sendo um período especialmente difícil para a saúde mental. E hoje, com o início do m...
01/09/2020

A gente sabe que a quarentena está sendo um período especialmente difícil para a saúde mental. E hoje, com o início do mês de setembro, queremos dar mais atenção para o tema. Esperamos que o mês da campanha de prevenção ao suicídio - Setembro Amarelo - seja um período de disseminação de boas práticas de saúde mental, reflexão sobre o tema e ajuda mútua em nossa comunidade.

Mas, principalmente, que este mês seja um momento em que cada um se dedique mais a própria saúde. Se cuidar é muito importante, e a melhor maneira para isso é buscando ajuda profissional. Por isso o Coletivo Contraponto troxe informações de como obter atendimento psicológico gratuito pela USP. Tá tudo bem pedir ajudar!

01/09/2020

COMO FOI A HISTÓRICA OCUPAÇÃO DO FERRO’S BAR PELAS LÉSBICAS EM 1983? - ¡COLETIVO CONTRAPONTO!

Dando sequência à nossa sessão de vídeos sobre a história do movimento lésbico feminista no Brasil, a militante Alice Oliveira, co-fundadora do primeiro grupo LGBT (SOMOS) e do primeiro movimento organizado das mulheres lé***cas (GALF), há 40 anos atrás, nos conta hoje sobre o episódio conhecido como o Stonewall brasileiro, o Levante do Ferro’s Bar em 1983, um dos momentos que marcam a história do movimento LGBTQ+ no país, originando o Dia Nacional do Orgulho Lésbico, celebrado no dia 19 de agosto.

Alice começa relembrando de Rosely Roth, uma das pioneiras do movimento lésbico nacional que esteve na linha de frente da ocupação do Ferro’s Bar. Na época, o local era conhecidamente considerado o point da comunidade LGBTQ+ da cidade de São Paulo, onde se encontravam após as reuniões do movimento e também onde podiam discutir e compartilhar suas ideias livremente. Em um determinado dia, o Grupo de Ação Lé***ca Feminista (GALF) usou o espaço para divulgar e vender o periódico “Chanacomchana”, o primeiro jornal lésbico, lançado pelo grupo em 1981 e que circulou até 1987. No entanto, os donos do Ferro’s Bar, que lucravam com a presença de LGBTQ+, proibiram a circulação do material, censurando a entrada de quem quisesse vender o jornal ali dentro. Essa censura provocou uma revolta organizada do movimento de mulheres LBTs, culminando no Levante do Ferro’s em agosto de 1983, em um ato que convocou a imprensa, grupos feministas e políticos de esquerda. Naquele dia, não só as lé***cas e aliados adentraram e ocuparam o bar, mas também organizaram o primeiro “beijaço” enquanto protesto político, segundo conta Alice. A partir de então, foi firmado que o “Chanacomchana” poderia ser tranquilamente comercializado no Ferro’s Bar.

Além de ser um espaço de socialização dos LGBTQ+ e de divulgação do jornal do GALF, o Ferro’s foi um relevante espaço de discussões políticas, em que as mulheres LBTs se reuniam para discutir propostas na luta por visibilidade e políticas públicas. Dessa forma, o dia do Levante do Ferro’s foi marcante para nossa história, consagrando o Dia Nacional do Orgulho Lésbico, além de ter dado também nome ao Ferro’s em sua fundação, coletivo LGBTQ+ da Faculdade de Direito da USP, como homenagem ao nosso histórico Stonewall brasileiro.

31/08/2020

ALICE OLIVEIRA, MILITANTE HISTÓRICA, COMPARTILHA COM A SANFRAN SOBRE O MOVIMENTO LÉSBICO FEMINISTA NO BRASIL

Com o fim de agosto chegando, encerramos mais um mês nacional da visibilidade lé***ca, que resgata a luta política das mulheres LBTs em 40 anos de resistência e de formação de um legado que nos permite ser quem somos hoje. Pensando nisso, o Coletivo Contraponto convidou Alice Oliveira, militante que esteve presente na fundação do SOMOS em 1978, na criação da Ação Lé***ca Feminista posteriormente, na histórica ocupação do Ferro's Bar em 1983, no Seminário Nacional de Lé***cas em 1996, e inclusive segue na luta cotidiana dos dias de hoje, para compartilhar conosco sua trajetória, ao lado da história do movimento de lé***cas feministas. Nos próximos dias, Alice contará em vídeos um pouquinho sobre alguns episódios que marcaram o movimento LGBTQ+ enquanto uma atuação política, revolucionária e necessariamente de esquerda.

Neste primeiro vídeo, Alice se apresenta e cumprimenta as alunas e alunos da São Francisco, cujos estudantes tem um histórico relevante de luta pela democracia e direitos sociais. Alice inicia nossa sessão de vídeos recordando sobre o jornal O Lampião da Esquina e o Seminário da USP sobre minorias nos anos 70, influenciadores e precursores da organização dos LGBTQ+ enquanto movimento. A partir de então, nasce o SOMOS, Grupo de Ação Homossexual, em 1978, em plena ditadura militar. As mulheres, minoria que sofriam machismo dentro do próprio grupo, e entendendo a luta lé***ca diretamente associada à luta feminista, formam o subgrupo de Ação Lé***ca Feminista, que em 1980 racha e se torna um movimento único, GALF, que protagonizou a série de reivindicações e conquistas das mulheres LBTs que vieram em seguida.

Mais para frente na história, Alice nos conta sobre a criação do primeiro fórum de formulação e discussão unif**ada das mulheres LBTs no Brasil, a partir do incentivo da organização feminista latino-americana e caribenha. Ocorre então em agosto de 1996 o Seminário Nacional de Lé***cas (Senale), que reuniu LBTs de todas as partes do país e foi primordial para o fortalecimento do movimento. No dia de sua abertura, 29 de agosto, foi criado o Dia Nacional da Visibilidade Lé***ca. O dia 29, em conjunto com o dia 19, (do Levante das lé***cas no Ferro’s Bar) faz com que o mês de agosto seja o mês da visibilidade lé***ca, marcado por um legado de história de resistência e pela necessidade atual e cotidiana de luta constante por nossas reivindicações e por nossas vidas.

O COMBATE AO FASCISMO É UMA LUTA DIÁRIA -  TOLERAREMOS FASCISTAS NA SÃO FRANCISCO?A Faculdade de Direito do Largo São Fr...
31/08/2020

O COMBATE AO FASCISMO É UMA LUTA DIÁRIA - TOLERAREMOS FASCISTAS NA SÃO FRANCISCO?

A Faculdade de Direito do Largo São Francisco sempre foi um local aberto para discussões políticas, debates ideológicos e apresentação de ideias, entretanto, não devemos NUNCA admitir que o fascismo seja uma delas. Hoje, um antigo debate acerca da presença de uma liderança do Partido Integralista Brasileiro ministrando monitorias da disciplina História do Direito foi reacendido. A presença do membro em questão em um curso de ciências jurídicas demonstra, de maneira assustadora, o quão próximo os movimentos fascistas estão da nossa realidade.

A Ação Integralista Brasileira foi um movimento fundado na década de 30 do século passado e com fortes inspirações no fascismo italiano; apesar do partido ter sido extinto após a instauração do Estado Novo de Getúlio, sua força política foi, nos últimos anos, revitalizada, principalmente com o movimento Frente Integralista Brasileira. Além disso, sua presença no ambiente político franciscano também não é uma novidade: Miguel Reale, estimado jurista cria da faculdade, foi um dos fundadores do movimento. Surpreendentemente, a existência do partido em nossas Arcadas foi naturalizada, sendo, para novos e velhos alunos, muitas vezes visto como um mero detalhe, uma presença insignif**ante, não merecedora de atenção.

Contudo, insignif**ante parece ser um eufemismo extremamente danoso para o contexto que estamos vivendo. Não podemos deixar de enxergar que, juntamente a política bolsonarista, está sendo implementado no Brasil um processo que faz com que não só normalizemos ininterruptas afrontas aos direitos, como também a presença de posicionamentos escancaradamente desumanos e antidemocráticos.

Como consequência, a luta pela democracia de hoje é infelizmente gerida por uma parcela isenta que profere discursos superficiais e que insiste em igualar "extremos", sem que combata verdadeiramente a ascensão real e em crescimento da extrema-direita. É nesse sentido que dizemos que reforçar a luta antifascista nunca é demais: seja contra as políticas do atual governo, seja dentro dos espaços da nossa universidade, o fascismo deve sempre ser denunciado, repudiado e veementemente combatido.

Diante disso, f**a o questionamento a comunidade franciscana: Fingiremos que sua presença é um ato isolado? Aqueles que o colocaram na posição de monitor serão responsabilizados? Seremos coniventes com a designação de um fascista para ensinar em nossas salas de aula?!

Nesse sábado, 22 de agosto, se completou 229 anos da revolução haitiana, a única revolução feita por escravos e que pôs ...
24/08/2020

Nesse sábado, 22 de agosto, se completou 229 anos da revolução haitiana, a única revolução feita por escravos e que pôs fim a escravidão! Por isso, o "Nossa Comarca no Mundo" trouxe hoje, ao invés de alguma notícia da América Latina, a história dessa gloriosa revolta. Arrasta pro lado pra saber mais!

[COLETIVO CONTRAPONTO]  [NÃO À TAXAÇÃO DOS LIVROS] Essa semana repercutiu a proposta absurda do governo federal de taxar...
13/08/2020

[COLETIVO CONTRAPONTO] [NÃO À TAXAÇÃO DOS LIVROS]

Essa semana repercutiu a proposta absurda do governo federal de taxar livros (além de outros materiais impressos, como jornais). Mesmo sendo protegido de cobrança de impostos pela Constituição, o Ministério da Economia faz uma manobra para dificultar ainda mais o acesso à educação e à cultura no Brasil.

Além do setor ser protegido de impostos, no caso das Contribuições, como o Pis/Pasep e o Cofins, ele é protegido da cobrança pela Lei 10.865, aprovada em 2004, que isenta tributação sobre vendas e importações. O governo federal propõe a unif**ação da cobrança do PIS/Pasep e do Cofins em um novo imposto sobre valor agregado, com o nome de Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS). A alíquota desse novo tributo seria de 12%, o que resultaria num aumento do preço dos livros - que já são caros - no Brasil.

Paulo Guedes alega que livros são um "produto da elite" para defender a taxação. Mas aumentar ainda mais seu preço tornariam os livros um produto ainda mais elitizado e inacessível para as classes mais baixas. O papel do governo deve ser de criar políticas públicas que incentivem a leitura e contribuam para a democratização do conhecimento. Entretanto, sabemos que o governo obscurantista de Bolsonaro quer desestimular a educação, a arte, a sabedoria, a ciência.

É fato que o brasileiro lê pouco - em média dois livros por ano - e que esse hábito é mais comum em classes mais altas. E isso acontece porque os livros já são caros, devido a um ciclo vicioso: como a população lê pouco, são feitas poucas tiragens (poucos exemplares são produzidos), o que torna o livros mais caro, fazendo com que poucas pessoas os comprem. Precisamos que o governo quebre essa lógica perversa, e não a intensifique.

Taxação de livros diz muito mais sobre educação do que sobre economia: as perdas para a população superam e muito a renda gerada pelo novo imposto. Essa taxação não é um acaso e também não é mera "técnica econômica": é uma ação deliberada de um governo que constantemente ataca a educação e o conhecimento. A nossa dica para o Paulo Guedes de taxação que realmente faria diferença na economia do país é a de grandes fortunas e heranças, com a vantagem que diminui a desigualdade 😉

Endereço

São Paulo, SP
01005-010

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Coletivo Contraponto posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Universidade

Envie uma mensagem para Coletivo Contraponto:

Compartilhar

Categoria