Biblioteca do Conjunto das Químicas - USP

Biblioteca do Conjunto das Químicas - USP Funcionamento em período de aulas: 2ª a 6ª feira das 8h00 às 22h00. Fechada em feriados, pontos facultativos, pontes e recessos.

Funcionamento nas férias e semanas sem aula: 2ª a 6ª feira das 08h00 às 18h00. O acervo da Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas teve seu início na biblioteca da antiga Escola de Pharmacia, Odontologia e Obstetrícia (1902). Em 1934, com a fundação da Universidade de São Paulo, a antiga escola foi anexada a esta, com o nome de Faculdade de Farmácia e Odontologia. Com o desme

mbramento em Faculdade de Farmácia e Bioquímica e Faculdade de Odontologia em 1962, parte do antigo acervo originou a Biblioteca da Faculdade de Farmácia e Bioquímica que esteve instalada até 1965 à Rua Três Rios. Em 1965-66, a Faculdade de Farmácia e Bioquímica, setores da química e afins de outras faculdades passaram a ocupar na Cidade Universitária um conjunto de pavilhões denominado, pelos arquitetos responsáveis, Conjunto das Químicas. Em virtude dessa transferência e tendo em vista a importância de fornecer atividades de interesse comum, a Biblioteca, nas novas instalações, passou a ser Biblioteca do Conjunto das Químicas, que no início reuniu os acervos da Faculdade de Farmácia e Bioquímica e do Departamento da Química da então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, sob administração unificada. Com a implantação da Reforma Universitária, em 1970, e a consequente criação dos Institutos básicos, incorporaram-se à Biblioteca os acervos dos antigos departamentos e cadeiras de Química e Bioquímica da Escola Politécnica, Faculdade de Medicina Veterinária, Faculdade de Odontologia que juntamente com os congêneres das citadas Faculdades de Farmácia e Bioquímica e Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, constituíram o Instituto de Química. A primeira dessas duas unidades, com a nova denominação de Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Instituto de Química, a partir dessa época, passou a gerir a Biblioteca, sempre sob a administração unificada. A partir de 1985, o então Serviço de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas, tornou-se Biblioteca Principal de Química e Engenharia Química no País, após aprovação de projeto junto ao CNPq/PADCT. Após reforma administrativa, ocorrida em junho de 1992, o Serviço de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas reformulou seu organograma, unindo serviços e criando seções que, de fato, já se encontravam em pleno funcionamento, passando a ser denominado Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas. A Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas esteve instalada até setembro de 1991 no Bloco 6 do Conjunto das Químicas, quando passou a ocupar prédio único, com área de 2.755 m2
Em 24/11/2009, foi inaugurado oficialmente o prédio anexo da Biblioteca, com área de 896 m2. Com esta ampliação, a Biblioteca passou a ocupar uma área total de 3.473m2.

No dia 22/05, teremos um encontro exclusivo com Paulo Simonetti, líder de inovação do Idesam, para apresentar o Desafio ...
19/05/2026

No dia 22/05, teremos um encontro exclusivo com Paulo Simonetti, líder de inovação do Idesam, para apresentar o Desafio Bioinovação Amazônia. Esta é uma oportunidade única para entender como sua pesquisa em áreas como , , e pode receber investimento e suporte técnico para ganhar escala.
O Idesam, em parceria com o Bezos Earth Fund, busca projetos que utilizem a ciência para fortalecer cadeias produtivas sustentáveis. Venha tirar suas dúvidas e descobrir como participar desta chamada internacional.
📍 https://meet.google.com/yaw-frtv-ypm
🗓️ 22/05, às 9h15.
🚀 Acesse agora o site oficial, confira os editais e prepare suas perguntas: https://chamadas.idesam.org/chamada/bioinovacao/
Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Instituto de Química da USP - IQ

🔬 Simpósio: Iron & Nitric Oxide in Redox Signaling and TherapeuticsNo dia 21/05, nos reuniremos no Anfiteatro 668 para u...
19/05/2026

🔬 Simpósio: Iron & Nitric Oxide in Redox Signaling and Therapeutics
No dia 21/05, nos reuniremos no Anfiteatro 668 para uma tarde de imersão científica com palestrantes renomados, discutindo as fronteiras da sinalização redox e aplicações terapêuticas.
📍 Anfiteatro 668
📅21/05, às 14:00
☕ Teremos Coffee Break para networking entre as sessões!
Esperamos por vocês!
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Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Instituto de Química da USP - IQ USP - Universidade de São Paulo
19/05/2026

Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Instituto de Química da USP - IQ USP - Universidade de São Paulo

Venha participar de uma     para busca de soluções, com a presença de: Fernando Menezes (Ex-Diretor Administrativo da FA...
19/05/2026

Venha participar de uma para busca de soluções, com a presença de:
Fernando Menezes (Ex-Diretor Administrativo da FAPESP (2017-2026)
Fernando Peregrino (Pró-Reitor de Gestão e Governança da UFRJ)
Hélio Dias (Presidente do IVEPESP)
Segunda-feira, 25/05/26, às 10h30, no Anfiteatro do de Química da USP - IQ, bloco 6 superior

Será que os   e   que você usa estão realmente seguros contra   industriais? 🧴🦠Existe um mito de que  ,   e   de   são i...
19/05/2026

Será que os e que você usa estão realmente seguros contra industriais? 🧴🦠
Existe um mito de que , e de são imunes à pelo seu próprio efeito . Mas o CRQ-SP (Conselho Regional de Química da IV Região) alerta: a biologia microbiana está evoluindo mais rápido do que as indústrias imaginam.
A não é um problema exclusivo dos hospitais. Nos ambientes fabris, altamente adaptados criam os chamados industriais — verdadeiras fortalezas biológicas que se instalam nas tubulações e resistem aos sanitizantes comuns. Quando ocorrem falhas nesse controle, os impactos são severos:
⚠️ Degradação físico-química e perda de eficácia de produtos.
📉 Redução drástica da vida útil (shelf-life) das mercadorias.
🚨 Riscos graves à saúde pública, afetando principalmente crianças, idosos e imunocomprometidos.
💡 A segurança microbiológica é invisível aos olhos, mas essencial para a vida! 🛡️
Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Instituto de Química da USP - IQ
https://crqsp.org.br/seguranca-microbiologica-industrial/

Viver com a   ou   ao   vai muito além de mudar a dieta; exige cuidados extremos e, frequentemente, enfrentar produtos c...
19/05/2026

Viver com a ou ao vai muito além de mudar a dieta; exige cuidados extremos e, frequentemente, enfrentar produtos caros ou sem o sabor desejado. Para transformar essa realidade com base na ciência, pesquisadoras da FMRP USP desenvolveram um guia definitivo para o dia a dia!
A de apoiada pela Agência FAPESP, o "A arte de comer sem glúten: lanches práticos e acessíveis" acaba de ser lançado. Ele une o rigor da ciência laboratorial à praticidade que a sua rotina precisa.
🔬 O diferencial científico por trás do projeto:
Todas as receitas foram submetidas a análises rigorosas para garantir a qualidade sensorial perfeita — preservando a textura, o aroma e o sabor que você aprova.
Orientações científicas claras para evitar a contaminação cruzada na sua cozinha, garantindo segurança real para a saúde.
Dados detalhados de composição nutricional voltados para profissionais de Nutrição e entusiastas da alimentação saudável.
Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP´

Livro organizado por ex-bolsista da FAPESP foi elaborado com o propósito de tornar a prática mais acessível, segura e saborosa

Como os cientistas continuam produzindo descobertas revolucionárias mesmo estando fora dos laboratórios e das universida...
19/05/2026

Como os cientistas continuam produzindo descobertas revolucionárias mesmo estando fora dos laboratórios e das universidades? 🌍🔬
A resposta está na conectividade sem barreiras. A Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais - ABCD USP (ABCD/USP) acaba de lançar um guia estratégico para o uso do Acesso CAFe no Portal de da — uma das maiores bases de dados científicos do planeta.
Essa de autenticação federada funciona como um passaporte digital global. Ela permite que , professores e estudantes acessem milhões de artigos internacionais de alto impacto, teses e patentes diretamente de suas casas ou durante congressos internacionais.
Por que isso transforma a ciência brasileira?
🌐 Mobilidade total: A produção do conhecimento científico não e limita mais ao espaço físico da universidade.
🛡️ Segurança de dados: Protocolos modernos garantem o acesso seguro com as mesmas credenciais institucionais.
📈 Aceleração da pesquisa: Menos burocracia digital significa mais tempo dedicado a solucionar problemas complexos da sociedade.
A democratização do saber é o motor do desenvolvimento tecnológico e social. Facilitar o acesso à literatura científica de ponta é garantir que a ciência não pare.
Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Instituto de Química da USP - IQ

Apresentamos aqui o mais recente Guia rápido do Acesso CAFe ao Portal de Periódicos da Capes, que está disponível neste LINK O acesso via CAFe permite utilizar o acervo do […]

🧬 Será que você está desperdiçando a proteína que consome?Muitos acreditam que, quando o assunto é o ganho de massa musc...
19/05/2026

🧬 Será que você está desperdiçando a proteína que consome?
Muitos acreditam que, quando o assunto é o ganho de massa muscular ou o emagrecimento, consumir proteínas em excesso é sempre a melhor estratégia. Mas a ciência de ponta traz um alerta: o nosso metabolismo possui um limite biológico exato de absorção por refeição.
Estudos recentes de fisiologia metabólica revelam os 3 pilares essenciais que você precisa dominar sobre esse macronutriente:
O teto biológico da síntese proteica
Consumir mais de 30g a 40g de proteína em uma única refeição não vai acelerar a construção dos seus músculos. O excedente ativa vias de oxidação, onde o corpo converte os aminoácidos em ureia ou energia. A eficiência está no fracionamento, e não no volume isolado.
Além do mínimo: A dose funcional
A recomendação tradicional de 0,8g por quilo de peso ao dia serve apenas para evitar a desnutrição crônica. Para um envelhecimento saudável, preservação da massa magra e otimização metabólica, a ciência recomenda uma meta de 1,2g a 1,6g/kg/dia.
O gatilho da Leucina e a Saciedade
As proteínas estimulam hormônios da saciedade (como PYY e GLP-1) e exigem mais gasto energético para serem digeridas (efeito térmico dos alimentos). Para ativar a síntese muscular, a presença do aminoácido essencial leucina é o interruptor químico necessário.
O impacto prático: Ajustar a distribuição de proteínas ao longo do dia melhora a estabilidade da glicose no sangue, previne os picos de fome no meio da tarde e protege a longevidade dos seus músculos.
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Why have so many people become fixated on protein? Donald Layman is one of the people behind the research showing the benefits of getting more protein in your diet, but he thinks things have gone too far and wants to set the record straight

Muitos acreditam que o uso de   é uma exclusividade da espécie humana. No entanto, cientistas da UEFSUniversidade Estadu...
18/05/2026

Muitos acreditam que o uso de é uma exclusividade da espécie humana. No entanto, cientistas da UEFSUniversidade Estadual de Feira de Santana detalham um fenômeno fascinante que quebra esse paradigma: a , o comportamento de automedicação animal.
Em todo o mundo, de insetos a grandes primatas (e até seus cães e gatos em casa!), os animais utilizam plantas, fungos, argilas e insetos especificamente para tratar ou prevenir doenças. Ao longo da evolução, esses comportamentos inteligentes foram selecionados porque garantem a sobrevivência e aumentam o sucesso reprodutivo das espécies.
A ciência divide essa " " em táticas surpreendentes:
Chimpanzés na África engolem folhas inteiras e ásperas da planta Vernonia amygdalina. Elas funcionam como uma "escova natural" que raspa e elimina parasitas intestinais, sem que o animal precise digeri-las.
Animais mastigam ervas específicas ricas em taninos e alcaloides, substâncias que combatem infecções ativamente.
Aves e primatas esfregam frutas cítricas ou insetos no próprio corpo, criando um poderoso repelente natural contra fungos e picadas.
Além de nos ensinar sobre a complexidade do comportamento animal, a zoofarmacognosia abre portas para a bioprospecção. Isso significa que observar quais plantas os animais procuram quando estão doentes pode ajudar a ciência humana a descobrir novos medicamentos! 🧬🔬
Sempre que destruímos florestas, destruímos também essas farmácias vivas. Preservar a biodiversidade é manter a ciência da própria terra funcionando.
Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Instituto de Química da USP - IQ

Animais usam plantas, solos e outros organismos para manter sua saúde. Conhecida como 'zoofarmacognosia', essa automedicação é comum em primatas, aves, insetos, répteis e até mamíferos domésticos

💊✨A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para se tornar a maior aliada da medicina moderna na re...
18/05/2026

💊✨A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para se tornar a maior aliada da medicina moderna na realização de , os **esrigorosos que validam a ficácia de novas terapias.
do Núcleo de e de da Universidade Federal do Ceará - UFC discutem como essa transformação digital está redesenhando a ciência da saúde.
Entenda o impacto prático dessa inovação:
🔬Cerca de 80% dos atrasam por falta de voluntários. Com o de (NLP), robôs analisam milhares de prontuários eletrônicos em segundos para encontrar perfis compatíveis.
🧬Modelos computacionais avançados simulam reações de pacientes reais antes mesmo dos te**es começarem, antecipando falhas de desenho e economizando recursos vitais.
🌍A IA ajuda a cruzar dados globais para evitar o histórico viés de seleção, garantindo que minorias étnicas e diferentes faixas etárias estejam representadas nos te**es de novos .
🛡️ monitoram dados de sensores continuamente, identificando sinais sutis de ou muito antes que se tornem perigosos.
Sistemas complexos de deep learning que geram resultados que nem os próprios criadores conseguem explicar, desafiando a reprodutibilidade da ciência.
Diretrizes globais cruciais, como a histórica Declaração de Helsinque (em sua atualização recente de 2024), ainda são omissas sobre os riscos da IA na proteção de dados e vieses algorítmicos.
A inteligência artificial não veio para substituir o médico ou o cientista, mas para funcionar como um "supermicroscópio" capaz de guiar a humanidade rumo à medicina de precisão. O futuro exige governança ética, regras claras e supervisão humana rigorosa. Afinal, na ciência, a tecnologia deve ser o meio, e a vida, o fim. 📊❤️
Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Instituto de Química da USP - IQ

Tomar um comprimido ou fazer um exame médico soam simples. Mas isso é resultado de um processo longo e custoso. A inteligência artificial surge como aliada para ajudar os pesquisadores nessa tarefa. Mas ainda há muitas questões (inclusive, éticas) sem resposta

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