Coletivo Feminista Dandara

Coletivo Feminista Dandara Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Coletivo Feminista Dandara, Largo São Francisco, 95, São Paulo.

[NOVA PÁGINA] [ESCLARECIMENTOS]Por motivos ainda nebulosos, tivemos problemas técnicos com nossa antiga página, que pass...
23/08/2017

[NOVA PÁGINA] [ESCLARECIMENTOS]

Por motivos ainda nebulosos, tivemos problemas técnicos com nossa antiga página, que passou a f**ar invisível.
Frente a isso, criamos essa nova página.

Sabemos que o primeiro passo para a concretização de um coletivo extensionista é o estabelecimento de um canal de diálogo. Por isso, pretendemos sempre atualizar nossa página com notícias, textos, notas, etc. Além disso, sintam-se a vontade para nos enviar mensagens caso queiram entrar em contato.

Nossas reuniões estão ocorrendo às quartas-feiras, na Faculdade de Direito da USP ("salinha do SAJU", que f**a ao lado da salinha da Atlética. Caso não saiba onde é, pode nos mandar mensagem que te ajudamos!), as 18h30.
Sintam-se convidadas a nos conhecer!!

Somos um Coletivo auto organizado de mulheres, nascido em 2007, e aberto a qualquer mulher (da Faculdade ou não) que queria participar.

Por fim, pedimos a todas e todos que nos ajudem na divulgação desta página!

Obrigada!

As últimas pesquisas apontam que uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência no Brasil: espancada, agarr...
26/07/2017

As últimas pesquisas apontam que uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência no Brasil: espancada, agarrada, xingada, ameaçada, perseguida, esfaqueada, empurrada ou chutada entre 2016 e 2017. Em termos de agressão física, o número alcança 503 mulheres por hora. A quantidade de casos que sequer chega ao conhecimento das autoridades públicas é maior. Segundo o Datafolha, apenas 11% das mulheres buscaram uma Delegacia para contar os fatos. (http://www1.folha.uol.com.br/…/1864564-uma-em-tres-brasilei…). De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados pelo menos 5 estupros por hora no Brasil. Em 2015, foram 45.560 registros. Dado o estigma da violência, o tratamento recebido pela vítima e a culpabilização da mulher pelo crime, calcula-se que na realidade tenham ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no mesmo ano. (http://www.forumseguranca.org.br/estatis…/tableau-dignidade/).

O Brasil é um dos piores países para ser mulher no mundo, registrando a assustadora taxa de 4,8 feminicídios para cada cem mil mulheres. Em 2015, a quantidade de assassinato de mulheres negras cresceu 54%, passando de 1.864 para 2.875 (https://nacoesunidas.org/onu-feminicidio-brasil-quinto-mai…/). O feminicídio é caracterizado pelo assassinato de uma mulher devido à motivação de gênero, o que envolve controle físico, emocional e corporal sobre a mulher e desprezo por sua condição humana. O crime pode ter como critério, também, o elemento racial associado ao gênero. Angela Davis, teórica do feminismo negro e marxista, em sua obra Mulheres, Classe e Raça, atribui o recrudescimento da violência contra a mulher, principalmente dos casos de estupro, ao neoliberalismo - fenômeno da fase contemporânea do capital, caracterizado pela desregulamentação, transferência de capital produtivo para financeiro, relações de trabalho mais precárias e, por consequência, pelo agravamento da condição de vida da classe trabalhadora.

Esse cenário, puramente numérico, reflete a ponta do iceberg da violência contra a mulher, fenômeno generalizado no contexto do patriarcado, estrutura que tem por sinônimo a dominação social, econômica e cultural do homem pela mulher, nas suas infinitas nuances. Índia, México, Nigéria, Brasil, África do Sul, Estados Unidos da América (http://exame.abril.com.br/…/estupros-disparam-nos-eua-por-…/): países tão diversos, com um ponto em comum: dados assustadores sobre violência contra a mulher, principalmente de casos de estupro e feminicídio. “Duas meninas de dois anos e cinco anos foram violentadas em grupo em dois ataques separados em Nova Déli, nos últimos casos de violência sexual que comovem a Índia, informou à Agência Efe uma fonte policial” (https://noticias.uol.com.br/…/meninas-de-2-e-5-anos-sao-vit…), “Na capital, foram assassinadas 402 mulheres entre 2013 e 2015, três por semana, e o número não para de aumentar há 10 anos. As taxas mais altas ocorrem no distrito de Cuauhtémoc, região central da Cidade do México, exatamente onde foram agredidas Noel e Kubatov nas últimas semanas.” (https://brasil.elpais.com/…/internac…/1457646265_955375.html), “Na África do Sul, quase 60 mil estupros são denunciados anualmente à polícia, o que é mais do dobro das denúncias na Índia (cuja população é 24 vezes maior que a sul-africana). E especialistas acreditam que o número real de estupros seja ao menos dez vezes maior, ou 600 mil ataques ao ano.” (http://www.bbc.com/…/…/130110_africadosul_estupros_pai.shtml), “Uma das meninas sequestradas na Nigéria no último dia 14 de abril, supostamente pelo grupo islâmico Boko Haram, conseguiu escapar e denunciou que as reféns são vítimas de até 15 estupros por dia, segundo o portal local The Trent.” (https://www.pragmatismopolitico.com.br/…/sequestro-meninas-…).

Ser mulher no mundo, viver mulher no mundo – variações de classe, raça e sexualidade não são capazes de imunizar qualquer de nós de ser violentada por um homem em função da nossa condição. No âmbito da Faculdade de Direito, inúmeros casos já foram relatados por estudantes nos últimos anos. Relacionamentos abusivos, assédio sexual em festas, agressões físicas, provocações, mensagens em redes sociais, perseguições. A realidade de muitas franciscanas, silenciadas pelo ambiente masculino do direito, é de sensação de impotência e até mesmo solidão, em face da falta de possibilidades para denunciar as agressões. Ir à delegacia nem sempre é a opção fácil, considerando o tratamento que é dado pelos agentes policiais no atendimento das vítimas.

A auto-organização das mulheres surge, também, como tentativa de reduzir danos, produzindo redes de ajuda, cooperação e colaboração entre vítimas de violência – praticamente todas nós, em algum momento da vida.

Nesse sentido, o Coletivo Feminista Dandara gostaria de reafirmar que nenhum retrocesso será tolerado ou passará despercebido pelas mulheres da Faculdade. Se a violência piora ou continua a mesma, fato é que as mulheres não mais se calarão diante de tantas injustiças, como, por exemplo, de ver verdadeiros agressores diplomados e plenos no exercício profissional do Direito. O pessoal é político nunca fez tanto sentido quanto nos dias de hoje, em que mulheres do mundo todo se organizam para denunciar o verdadeiro estado de calamidade que foi produzido pelo capitalismo e pelo patriarcado contra nossos corpos e mentes. O lema feminista de pelo menos 40 anos nunca pareceu tão atual. Que nenhuma mulher se cale diante de tantas injustiças.

“Quando uma mulher toma a decisão de abandonar o sofrimento, a mentira e a submissão. Quando uma mulher diz do fundo de seu coração: ‘Basta, cheguei até aqui ’. Nem mil exércitos de ego e nem todas as armadilhas da ilusão poderão detê-la na busca de sua própria verdade.
Aí se abrem as portas de sua própria alma e começa o processo de cura. O processo que a devolverá pouco a pouco a si mesma, a sua verdadeira vida. E ninguém disse que esse caminho seria fácil, mas é ‘o Caminho’. Essa decisão em si abre uma linha direta com sua natureza selvagem, e é aí onde começa o verdadeiro milagre”.
– Mulheres que Correm com os Lobos. Clarissa Pinkola-Estés. –

Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa. Um jornal a serviço do Brasil

As últimas pesquisas apontam que uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência no Brasil: espancada, agarr...
26/07/2017

As últimas pesquisas apontam que uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência no Brasil: espancada, agarrada, xingada, ameaçada, perseguida, esfaqueada, empurrada ou chutada entre 2016 e 2017. Em termos de agressão física, o número alcança 503 mulheres por hora. A quantidade de casos que sequer chega ao conhecimento das autoridades públicas é maior. Segundo o Datafolha, apenas 11% das mulheres buscaram uma Delegacia para contar os fatos. (http://www1.folha.uol.com.br/…/1864564-uma-em-tres-brasilei…). De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados pelo menos 5 estupros por hora no Brasil. Em 2015, foram 45.560 registros. Dado o estigma da violência, o tratamento recebido pela vítima e a culpabilização da mulher pelo crime, calcula-se que na realidade tenham ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no mesmo ano. (http://www.forumseguranca.org.br/estatis…/tableau-dignidade/).

O Brasil é um dos piores países para ser mulher no mundo, registrando a assustadora taxa de 4,8 feminicídios para cada cem mil mulheres. Em 2015, a quantidade de assassinato de mulheres negras cresceu 54%, passando de 1.864 para 2.875 (https://nacoesunidas.org/onu-feminicidio-brasil-quinto-mai…/). O feminicídio é caracterizado pelo assassinato de uma mulher devido à motivação de gênero, o que envolve controle físico, emocional e corporal sobre a mulher e desprezo por sua condição humana. O crime pode ter como critério, também, o elemento racial associado ao gênero. Angela Davis, teórica do feminismo negro e marxista, em sua obra Mulheres, Classe e Raça, atribui o recrudescimento da violência contra a mulher, principalmente dos casos de estupro, ao neoliberalismo - fenômeno da fase contemporânea do capital, caracterizado pela desregulamentação, transferência de capital produtivo para financeiro, relações de trabalho mais precárias e, por consequência, pelo agravamento da condição de vida da classe trabalhadora.

Esse cenário, puramente numérico, reflete a ponta do iceberg da violência contra a mulher, fenômeno generalizado no contexto do patriarcado, estrutura que tem por sinônimo a dominação social, econômica e cultural do homem pela mulher, nas suas infinitas nuances. Índia, México, Nigéria, Brasil, África do Sul, Estados Unidos da América (http://exame.abril.com.br/…/estupros-disparam-nos-eua-por-…/): países tão diversos, com um ponto em comum: dados assustadores sobre violência contra a mulher, principalmente de casos de estupro e feminicídio. “Duas meninas de dois anos e cinco anos foram violentadas em grupo em dois ataques separados em Nova Déli, nos últimos casos de violência sexual que comovem a Índia, informou à Agência Efe uma fonte policial” (https://noticias.uol.com.br/…/meninas-de-2-e-5-anos-sao-vit…), “Na capital, foram assassinadas 402 mulheres entre 2013 e 2015, três por semana, e o número não para de aumentar há 10 anos. As taxas mais altas ocorrem no distrito de Cuauhtémoc, região central da Cidade do México, exatamente onde foram agredidas Noel e Kubatov nas últimas semanas.” (https://brasil.elpais.com/…/internac…/1457646265_955375.html), “Na África do Sul, quase 60 mil estupros são denunciados anualmente à polícia, o que é mais do dobro das denúncias na Índia (cuja população é 24 vezes maior que a sul-africana). E especialistas acreditam que o número real de estupros seja ao menos dez vezes maior, ou 600 mil ataques ao ano.” (http://www.bbc.com/…/…/130110_africadosul_estupros_pai.shtml), “Uma das meninas sequestradas na Nigéria no último dia 14 de abril, supostamente pelo grupo islâmico Boko Haram, conseguiu escapar e denunciou que as reféns são vítimas de até 15 estupros por dia, segundo o portal local The Trent.” (https://www.pragmatismopolitico.com.br/…/sequestro-meninas-…).

Ser mulher no mundo, viver mulher no mundo – variações de classe, raça e sexualidade não são capazes de imunizar qualquer de nós de ser violentada por um homem em função da nossa condição. No âmbito da Faculdade de Direito, inúmeros casos já foram relatados por estudantes nos últimos anos. Relacionamentos abusivos, assédio sexual em festas, agressões físicas, provocações, mensagens em redes sociais, perseguições. A realidade de muitas franciscanas, silenciadas pelo ambiente masculino do direito, é de sensação de impotência e até mesmo solidão, em face da falta de possibilidades para denunciar as agressões. Ir à delegacia nem sempre é a opção fácil, considerando o tratamento que é dado pelos agentes policiais no atendimento das vítimas.

A auto-organização das mulheres surge, também, como tentativa de reduzir danos, produzindo redes de ajuda, cooperação e colaboração entre vítimas de violência – praticamente todas nós, em algum momento da vida. Nesse sentido, o Coletivo Feminista Dandara gostaria de reafirmar que nenhum retrocesso será tolerado ou passará despercebido pelas mulheres da Faculdade. Se a violência piora ou continua a mesma, fato é que as mulheres não mais se calarão diante de tantas injustiças, como, por exemplo, de ver verdadeiros agressores diplomados e plenos no exercício profissional do Direito. O pessoal é político nunca fez tanto sentido quanto nos dias de hoje, em que mulheres do mundo todo se organizam para denunciar o verdadeiro estado de calamidade que foi produzido pelo capitalismo e pelo patriarcado contra nossos corpos e mentes. O lema feminista de pelo menos 40 anos nunca pareceu tão atual. Que nenhuma mulher se cale diante de tantas injustiças.

“Quando uma mulher toma a decisão de abandonar o sofrimento, a mentira e a submissão. Quando uma mulher diz do fundo de seu coração: ‘Basta, cheguei até aqui ’. Nem mil exércitos de ego e nem todas as armadilhas da ilusão poderão detê-la na busca de sua própria verdade.
Aí se abrem as portas de sua própria alma e começa o processo de cura. O processo que a devolverá pouco a pouco a si mesma, a sua verdadeira vida. E ninguém disse que esse caminho seria fácil, mas é ‘o Caminho’. Essa decisão em si abre uma linha direta com sua natureza selvagem, e é aí onde começa o verdadeiro milagre”.
– Mulheres que Correm com os Lobos. Clarissa Pinkola-Estés. –

08/04/2017
Convidadas a confirmar! Roda de Cultura Feminista Local: Faculdade de Direito da USP (Largo São Francisco, nº 95 ou Rua ...
04/04/2017

Convidadas a confirmar!

Roda de Cultura Feminista
Local: Faculdade de Direito da USP (Largo São Francisco, nº 95 ou Rua Riachuelo nº 194 - Sé, São Paulo)
Horário: 19h
Pátio das Arcadas
Data: 11/05/2017

[REUNIÃO DANDARA] [TEXTO DE FORMAÇÃO]Olá, mulheres!Nossa reunião já é amanhã!O texto que usaremos em nossa primeira form...
27/03/2017

[REUNIÃO DANDARA] [TEXTO DE FORMAÇÃO]

Olá, mulheres!

Nossa reunião já é amanhã!

O texto que usaremos em nossa primeira formação é o "Feminismo, gênero e revolução", de Lelita Oliveira Benoit.

Ele pode ser acessado através do seguinte link:http://www.ifch.unicamp.br/criticamarxista/arquivos_biblioteca/dossie30Dossie%203.pdf

Até mais!

[COLETIVO FEMINISTA DANDARA] [10 ANOS] [APRESENTAÇÃO] [VENHAM TODAS]Mulheres,Neste ano de 2017, o Coletivo Feminista Dan...
23/03/2017

[COLETIVO FEMINISTA DANDARA] [10 ANOS] [APRESENTAÇÃO] [VENHAM TODAS]

Mulheres,

Neste ano de 2017, o Coletivo Feminista Dandara completa 10 anos de história na São Francisco. De lá pra cá, muita coisa mudou no cotidiano da Faculdade. O Feminismo, que há poucos anos era um grande tabu, foi (e vem sendo) gradualmente incorporado pelos estudantes, a partir de muita luta e resistência de dezenas de mulheres que disputaram a política acadêmica e as extensões e que construíram o Coletivo Feminista Dandara.
A história do Dandara perpassa pela necessidade das mulheres de se organizarem em espaços de formação e de construção coletiva do campo de esquerda da Faculdade. É por isso que – em muitos pontos – nossa história se confunde com as histórias de lutas e de resistência que atravessam os anos entre as arcadas do Largo de São Francisco.

Em 2017, esperamos oferecer às mulheres da São Francisco o que de melhor construímos ao longo destes dez anos. Eventos, reuniões, intervenções e formações que possam transmitir nosso histórico de lutas – o grito contra o machismo nos inúmeros espaços estudantis (festas, entidades, coletivos, sala de aula) - e a participação nas vitórias de movimentos sociais que atuam na luta por um país e por uma sociedade igualitários.

Nesse sentido, convidamos a todas as mulheres interessadas que participem da nossa reunião de apresentação, que será realizada na terça-feira, dia 28/03, às 19:30h, no Porão da Faculdade de Direito da USP. Haverá formação com texto a ser disponibilizado em breve.

Além disso, informamos que, neste ano, nossas demais formações do primeiro semestre serão realizadas a partir da leitura conjunta da obra “A mulher na sociedade de classes”, clássico da sociologia feminista, de autoria de Heleieth Saffioti. Consideramos que, neste momento de crise na conjuntura política e econômica do país, é preciso reforçar o aporte teórico que nos permite compreender a realidade das mulheres na sociedade de classes ra***ta e patriarcal do mundo subdesenvolvido.
Venham com a gente fazer desse décimo ano o melhor ano do Coletivo Feminista Dandara.

As reuniões do Coletivo estão ocorrendo todas as terças, 19h30, no porão da Faculdade de Direito da USP. Para mais infor...
15/03/2017

As reuniões do Coletivo estão ocorrendo todas as terças, 19h30, no porão da Faculdade de Direito da USP.

Para mais informações, enviar inbox.

https://www.facebook.com/marchamundialdasmulheresbrasil/photos/a.458463044172159.109748.223556967662769/1465908056760981...
02/03/2017

https://www.facebook.com/marchamundialdasmulheresbrasil/photos/a.458463044172159.109748.223556967662769/1465908056760981/?type=3&theater

TODAS CONVOCADAS

DIA 8 DE MARÇO

ATO PELA VIDA DAS MULHERES

"Aposentadoria f**a! Temer sai!"

CONCENTRAÇÃO: PRAÇA DA SÉ, 15H

Companheiras,

Neste 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, estaremos nas ruas contra a reforma da previdência, contra a violência sexista, pela legalização do ab**to e pelo Fora Temer!

O 8 de março será o início de uma longa jornada de lutas, que continua com a greve da educação a partir do dia 15 de março e com todas as agendas que construímos como parte da Frente Brasil Popular. Convidamos todas a estarem conosco no ato do dia 8, em um bloco colorido e combativo, com nossos batuques, bandeiras, faixas e camisetas.

O ato está sendo construído em unidade com outros movimentos e organizações. Em breve, divulgaremos aqui também o evento do chamado unif**ado!

Em Marcha permanente até que todas sejamos livres!

Confirme presença no evento do bloco:
https://www.facebook.com/events/383261725378876/?notif_t=plan_user_joined¬if_id=1487366933349689

CALOUROS E CALOURAS, SEJAM BEM-VINDAS!O Coletivo Feminista Dandara parabeniza a todas e todos aprovados no Sisu de 2017!...
30/01/2017

CALOUROS E CALOURAS, SEJAM BEM-VINDAS!

O Coletivo Feminista Dandara parabeniza a todas e todos aprovados no Sisu de 2017!

O Dandara é uma entidade auto-organizada de mulheres da faculdade que, em pelo menos dez anos de atuação, tem lutado contra o machismo na universidade, seja nas salas de aula, nas festas e nos espaços de convivência estudantil. Nossas reuniões semanais começam junto com as aulas, mas, desde já, todas estão convidadas a conhecer o grupo (que realiza também formações abertas e eventos com espaços mistos). Qualquer dúvida pode ser tirada através da nossa página ou de qualquer das membras!

Sejam todas e todos novamente bem-vindos!

17/12/2016

Nota da UBM/SP e UJS contra o Feminicidio de uma jovem militante

Do luto a luta!

Nenhuma Débora a menos!
Foi com imenso pesar e indignação que recebemos a notícia da morte da jovem Débora Soriano. O machismo ceifou a vida de mais uma de nós, diante de um poder público que pouco ou nada faz para combater a violência patriarcal. Débora era uma jovem mulher de 23 anos, com a vida toda pela frente, cheia de sonhos e expectativas, mas que foi brutalmente violentada e assassinada. Débora acreditava em uma sociedade melhor e mais justa, irradiava alegria de viver e esperança em um mundo novo, para ela e seus dois filhos pequenos.
Nos solidarizamos com a família neste momento de dor e despedida e exigimos dos órgãos responsáveis que este crime bárbaro seja esclarecido e o autor, rigorosamente punido. Não admitimos que os crimes contra as mulheres continuem sendo secundarizados e esquecidos pelas autoridades. Nós não esqueceremos!
A morte trágica de Débora reforça a necessidade de políticas públicas para as mulheres, para que não precisemos mais nos despedir de nenhuma de nós desta maneira.
Por isso, convocamos a todas as mulheres a se somarem a nós neste domingo 18 de dezembro, as 14h na Paulista por Débora e por todas as mulheres que morrem vítimas do machismo e do feminicídio.

União Brasileira de Mulheres
União da Juventude Socialista

Endereço

Largo São Francisco, 95
São Paulo, SP

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