Laboratório de Ficologia UFSM

Laboratório de Ficologia UFSM Página do Laboratório de Ficologia da Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Bras

Time Labfic presente em mais uma JAI 💚
27/10/2023

Time Labfic presente em mais uma JAI 💚

Para começar a semana com o pé direito, não pode faltar a nossa   💚Para essa semana escolhemos uma alga muito especial.....
07/02/2022

Para começar a semana com o pé direito, não pode faltar a nossa 💚

Para essa semana escolhemos uma alga muito especial...
A 𝘡𝘺𝘨𝘯𝘦𝘮𝘢⁣ !!

As algas desse Gênero possuem talos filamentosos, simples, unisseriados, constituídos por células são cilíndricas curtas, uninucleadas e apresentam dois (raramente quatro) cloroplastos estrelados, axiais, cada um com um pirenoide central. O núcleo situa-se entre os plastídios.

São conhecidas cerca de 120 espécies, cuja distribuição é cosmopolita. Crescem nos mais diversos hábitats, do nível do mar até montanhas, tanto em água doce como salobra. Os filamentos de 𝘡𝘺𝘨𝘯𝘦𝘮𝘢⁣, formam massas mucilaginosas aderidas ao substrato ou livre-flutuantes em águas estagnadas e correntes. Preferem meios ácidos.

Gostou da nossa queridinha 𝘡𝘺𝘨𝘯𝘦𝘮𝘢⁣?
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Voltando com o projeto Produção Labfic UFSM 💯❤️Hoje temos a honra de fazer a divulgação científica do artigo “Fatores cl...
03/02/2022

Voltando com o projeto Produção Labfic UFSM 💯❤️

Hoje temos a honra de fazer a divulgação científica do artigo “Fatores climáticos e limnológicos influenciam uma estrutura da comunidade fitoplanctônica em dois reservatórios subtropicais de um sistema em cascata”, feito por Ana Paula Vestena Cassol e a equipe do Labfic.👩‍🔬💚

O objetivo do artigo foi investigar padrões espaciais e temporais do fitoplâncton associadas às características climatológicas e limnológicas dos reservatórios de água Ernestina e Itaúba, localizados no curso superior do rio Jacuí, RS, Brasil.

Para ler o artigo completo, acesse: https://doi.org/10.1590/S2179-975X6316

Interessante né?
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Referencia
https://www.portal-energia.com/funcionamento-da-energia-hidrica-barragens-hidroelectricas/
https://radiogeracao.com.br/concluida-modernizacao-da-usina-de-itauba/

Para dar início a nossa semana, não pode faltar a nossa   !💚E para hoje, escolhemos uma alga super diferente, a 𝘈𝘯𝘬𝘪𝘴𝘵𝘳𝘰...
18/01/2022

Para dar início a nossa semana, não pode faltar a nossa !💚

E para hoje, escolhemos uma alga super diferente, a 𝘈𝘯𝘬𝘪𝘴𝘵𝘳𝘰𝘥𝘦𝘴𝘮𝘶𝘴 𝘴𝘱.

As algas desse gênero possuem indivíduos coloniais, predominantemente de vida livre, agrupados em feixes, às vezes em colônias compostas. As células podem ser fusiformes, cilíndricas ou lunadas, retas, encurvadas ou torcidas em espiral, muito alongadas. O único plastídio é parietal, podendo conter ou não um pirenóide, raramente vários.
O gênero, de distribuição cosmopolita, inclui cerca de 20 espécies; muitas delas crescem em águas de regiões temperadas, outras, como 𝘈. 𝘣𝘦𝘳𝘯𝘢𝘳𝘥𝘪𝘪, são restritas à zona tropical. As espécies são muito comuns no fitoplâncton de águas lênticas, como lagos e açudes, podendo viver associadas com a vegetação das margens; desenvolvem-se bem em ambientes eutrofizados.
As 𝘈𝘯𝘬𝘪𝘴𝘵𝘳𝘰𝘥𝘦𝘴𝘮𝘶𝘴 são lindas não é mesmo? 💚

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Nessa semana aconteceu a 36° Jornada Acadêmica Integrada - UFSM, e o Laboratório de Ficologia não podia ficar de fora!Ti...
26/11/2021

Nessa semana aconteceu a 36° Jornada Acadêmica Integrada - UFSM, e o Laboratório de Ficologia não podia ficar de fora!

Tivemos a participação de 3 integrantes do laboratório: o Guilherme Veiga, apresentando seu trabalho sobre o Desenvolvimento de um atlas de identificação de espécies visando a popularização das microalgas; A nossa bolsista FIEX, Pietra Bariquelo, apresentando na JAI sobre as oficinas virtuais do Jardim Botânico - POLUIÇÃO DA ÁGUA: Efeitos sobre o ecossistema aquático. E por último a nossa outra bolsista FIEX, Maria Paula, apresentando seus resultados sobre o projeto das Redes sociais como ferramenta de alcance para divulgação científica de conteúdos ficológicos.

36° JAI-UFSM Concluída com sucesso ✔️
Que venha a 37° 🎉💚

09/11/2021

A alga escolhida para esta semana é a nossa queridinha "bananinha" 💚

As algas do gênero C𝘭𝘰𝘴𝘵𝘦𝘳𝘪𝘶𝘮⁣ possuem células cilíndricas, geralmente lunadas, com as extremidades arredondadas; também podem ser curvadas apenas nos ápices ou inteiramente retas, a maioria das vezes mais longas do que largas.
A parede celular geralmente é incolor ou castanho-amarelada devido à
incrustação por sais de ferro e manganês. Podem ser lisas, com poros mais ou menos visíveis, ou ser longitudinalmente estriada; na parte mediana, ela apresenta uma sutura e, às vezes, zonas de alongamento situadas de um lado e outro da sutura mediana; as zonas de alongamento resultam do crescimento das semicélulas após a divisão celular.
Em alguns casos, no ápice, a parede possui um espessamento interno, bastante pronunciado, acompanhado de um grande poro. O cloroplastídeo é único por semicélula, ocupando a posição axial na célula e apresenta forma geralmente laminar. Apresenta de um a 10 pirenóides dispostos em série mediana longitudinal.

O gênero C𝘭𝘰𝘴𝘵𝘦𝘳𝘪𝘶𝘮 inclui presentemente maia de 140 espécies; muitas são cosmopolitas, outras são ssubcosmopolitas e algumas espécies têm áreas de distribuição mais restritas. Vivem em geral no metafíton de lagos e açudes de águas ácidas e oligotróficas.

E aí, gostaram da nossa alga da semana?
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Hoje iniciaremos um novo projeto: Produção Labfic.UFSM 💯💙Com o intuito de prestigiar e divulgar as publicações do nosso ...
05/11/2021

Hoje iniciaremos um novo projeto: Produção Labfic.UFSM 💯💙

Com o intuito de prestigiar e divulgar as publicações do nosso Laboratório, começaremos a fazer divulgações científicas dos artigos publicados pelos cientistas que fizeram parte do Laboratório de Ficologia da UFSM.
E, para dar início a este novo quadro, selecionamos o Artigo “Distribuição de comunidades de diatomáceas aerófilas associadas a macroalgas terrestres nas Ilhas de Shetland do Sul, Antártica Marítima” da Doutora Juliana Ferreira da Silva.👩‍🔬❤️

O objetivo deste artigo, foi avaliar a semelhança entre as comunidades de diatomáceas associadas a macroalga 𝘗𝘳𝘢𝘴𝘪𝘰𝘭𝘢 𝘤𝘳𝘪𝘴𝘱𝘢, com distribuição nas Ilhas Shetland do Sul, na Antártica Marítima. A coleta das amostras foi realizada em 6 locais distintos, nas ilhas Halfmoon, Ardley e King George( Copacabana, Punta Plaza, Steinhouse e Voureal). Nas amostras, foram encontradas 23 espécies de diatomáceas distribuídas em 15 gêneros. As espécies mais abundantes foram 𝘗𝘪𝘯𝘯𝘶𝘭𝘢𝘳𝘪𝘢 𝘢𝘶𝘴𝘵𝘳𝘢𝘭𝘰𝘴𝘤𝘩𝘰𝘦𝘯𝘧𝘦𝘭𝘥𝘦𝘳𝘪, 𝘓𝘶𝘵𝘪𝘤𝘰𝘭𝘢 𝘢𝘶𝘴𝘵𝘳𝘰𝘢𝘵𝘭𝘢𝘯𝘵𝘪𝘤𝘢, 𝘓𝘶𝘵𝘪𝘤𝘰𝘭𝘢 𝘢𝘮𝘰𝘦𝘯𝘢, 𝘗𝘪𝘯𝘯𝘶𝘭𝘢𝘳𝘪𝘢 𝘢𝘶𝘴𝘵𝘳𝘰𝘴𝘩𝘦𝘵𝘭𝘢𝘯𝘥𝘪𝘤𝘢 e 𝘗𝘴𝘢𝘮𝘮𝘰𝘵𝘩𝘪𝘥𝘪𝘶𝘮 𝘱𝘢𝘱𝘪𝘭𝘪𝘰.
Esperava-se encontrar diferenças entre as comunidades de diatomáceas presentes na macroalga 𝘗. 𝘤𝘳𝘪𝘴𝘱𝘢 a medida que a distância entre os pontos de coleta aumentasse, porém, não houve grandes diferenças entre a flora de diatomáceas encontrada. A falta de diferenciação das comunidades pode ter sido atribuída a menor variação climática na Antártica, e também mostrou que a 𝘗𝘳𝘢𝘴𝘪𝘰𝘭𝘢 𝘤𝘳𝘪𝘴𝘱𝘢 como substrato parece ser um fator importante para a seleção de comunidades epifíticas existentes.

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E para seguir acompanhando as publicações do nosso laboratório segue o perfil do Labfic.ufsm 💚

A alga escolhida para dar início a nossa semana foi a 𝘌𝘶𝘢𝘴𝘵𝘳𝘶𝘮 𝘢𝘯𝘴𝘢𝘵𝘶𝘮💚A característica diagnóstico desse gênero é a exi...
01/11/2021

A alga escolhida para dar início a nossa semana foi a 𝘌𝘶𝘢𝘴𝘵𝘳𝘶𝘮 𝘢𝘯𝘴𝘢𝘵𝘶𝘮
💚

A característica diagnóstico desse gênero é a existência de uma fenda apical mediana frequentemente profunda e estreita, mas que pode ser rasa e aberta em U ou em V em algumas espécies.
A espécie 𝘌𝘶𝘢𝘴𝘵𝘳𝘶𝘮 𝘢𝘯𝘴𝘢𝘵𝘶𝘮 é composta por duas semicélulas trilobadas, com o seu centro ligeiramente inflado. Cloroplasto com um único pirenoide por semicélula.

O gênero 𝘌𝘶𝘢𝘴𝘵𝘳𝘶𝘮 compreende 200 espécies, com distribuição geográfica cosmopolita.

E aí, gostaram da nossa alga da semana?

A alga dessa semana é a nossa queridinha 𝘔𝘪𝘤𝘳𝘢𝘴𝘵𝘦𝘳𝘪𝘢𝘴 𝘳𝘢𝘥𝘪𝘢𝘯𝘴!!! 💚*caracterização segundo Franceschini. et al, 2010:*Ess...
25/10/2021

A alga dessa semana é a nossa queridinha 𝘔𝘪𝘤𝘳𝘢𝘴𝘵𝘦𝘳𝘪𝘢𝘴 𝘳𝘢𝘥𝘪𝘢𝘯𝘴!!! 💚

*caracterização segundo Franceschini. et al, 2010:*

Essa alga é dividida em duas semicélulas por um sinus profundo. Cada semicélula possui um lobo apical mediano e lobos laterais diversamente divididos por incisões mais ou menos profundas. Sua parede celular pode ser lisa ou pontuada, às vezes com verrugas ou espinhos. O cloroplasto preenche toda a célula, muitas vezes lobado, e possui poucos a numerosos pirenóides.

Com 70 espécies de água doce. Ocorrendo no plâncton ou metafíton.

E aí, gostaram? 💚

Não é novidade que as algas são de extrema importância para como, de atuar como biorremediadores de água contaminada.Bio...
18/10/2021

Não é novidade que as algas são de extrema importância para como, de atuar como biorremediadores de água contaminada.
Biorremediação é um processo no qual compostos indesejados, em sua maioria nocivos, são degradados biologicamente a um estado mais neutro possível. Esses compostos são usados na via metabólica dos organismos vivos presentes no local, como fonte de carbono e energia, por exemplo. O princípio desta técnica é remover poluentes e/ou convertê-los para produtos menos tóxicos e prejudiciais ao ambiente.
A poluição nos sistemas aquáticos devido às atividades antrópicas, seja através de efluentes industriais, fertilizantes ou esterco causam um aumento de nutrientes, principalmente nas formas de nitrogênio e fósforo, podendo se estender para os mais diversos tipos de álcoois, carboidratos, proteínas e lipídios, dependendo do efluente analisado.
Esse aumento de nutrientes além das condições naturais é chamado de eutrofização e, em casos excessivos, hipertrofização. A eutrofização desregula todo o ecossistema aquático, contribui com a maior frequência de florações algais (geralmente tóxicas) e favorece a produção de odores indesejáveis, o que afeta a saúde da comunidade que vive próxima.
As algas são capazes de remover e transformar os poluentes através do seu metabolismo. Essa eficiência se deve a característica gerais de troca de íons através da superfície celular ou ainda a características específicas de cada espécie que favorece esse processo. Dentre algumas espécies de algas podemos citar a Chlorella vulgaris, Phormidium autumnale e espécies do gênero Ulva. Com isso, o resíduo passa a ser tratado de forma natural, sustentável e com potencial geração de rentabilidade. Legal, né?

Referências:
SALVI, Kelly Paula. Sistemas de tratamento de águas residuais baseados em algas.2020. 73 p. Dissertação(mestrado em Oceanografia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas, 2020..

ABREU, Laura Carolina Ferreira Gonçalves. Biorremediação de fosfato e ferro: Utilização de Chlorella vulgaris imobilizada em alginato de sódio. 2013. 45 p. Dissertação (mestrado em Biologia e Gestão de Qualidade de água) - Universidade do Porto, Dep. de Biologia 2013.

Alguns grupos de cianobactérias filamentosas apresentam estruturas adaptadas para a sua sobrevivência. Hoje vamos conhec...
20/09/2021

Alguns grupos de cianobactérias filamentosas apresentam estruturas adaptadas para a sua sobrevivência. Hoje vamos conhecer um pouco sobre o aerótopo, acineto e heterocisto, sendo também características fundamentais para identificação. Let’s go!
REFERENCIAS

http://arquivos.ambiente.sp.gov.br/pgibt/2013/09/Silvia_Susanne_Melcher_DR.pdf
https://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/fisicaequimica/relacaodedocentes973/cianobacterias.pdf
http://ecologia.ib.usp.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=157&Itemid=446
https://www.ufjf.br/ecologia/files/2018/08/dissertacao_2007_otavio_oliveira.pdf

Alguns grupos de cianobactérias filamentosas apresentam estruturas adaptadas para a sua sobrevivência. Hoje vamos conhec...
20/09/2021

Alguns grupos de cianobactérias filamentosas apresentam estruturas adaptadas para a sua sobrevivência. Hoje vamos conhecer um pouco sobre o aerótopo, acineto e heterocisto, sendo também características fundamentais para identificação. Let’s go!

REFERENCIAS

http://arquivos.ambiente.sp.gov.br/pgibt/2013/09/Silvia_Susanne_Melcher_DR.pdf
https://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/fisicaequimica/relacaodedocentes973/cianobacterias.pdf
http://ecologia.ib.usp.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=157&Itemid=446
https://www.ufjf.br/ecologia/files/2018/08/dissertacao_2007_otavio_oliveira.pdf

Endereço

Universidade Federal De Santa Maria
Santa Maria, RS

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