Africanidades por elas UFABC

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Africanidades por elas UFABC Pesquisa, ensino e extensão sobre educação antirracista com foco em Educação em Direitos Humanos!

O Africanidades, Circularidades e Literatura Infantil tem objetivo de realizar formações continuadas de professores da Educação Básica voltadas para Educação antirracista. a metodolgia que usamos é a arte-educação através da contação de histórias de literatura infanto juvenil, para as diversidades étnicas, de gênero e de identidade. E para que também conheçam melhor a contribuição indígena e afro-descendente na cultura brasileira, saindo de uma perspectiva eurocêntrica.

A 15ª edição do UFABC para Todos 2026 ocorreu neste dia 22 de setembro de 2026, das 10h às 21h, no Campus Santo André da...
24/09/2026

A 15ª edição do UFABC para Todos 2026 ocorreu neste dia 22 de setembro de 2026, das 10h às 21h, no Campus Santo André da Universidade Federal do ABC. Com o presente. Por Clarice e Miriam
Informações Principais
Local: Campus Santo André (Avenida dos Estados, 5001 - Bangu, Santo André/SP)
• Público-alvo: Estudantes do ensino médio, professores e toda a comunidade externa; o evento é totalmente gratuito.
• Objetivo: Apresentar a estrutura, os cursos de graduação e os projetos de pesquisa e extensão da universidade.
Neste dia 22 de setembro a UFABC recebeu estudantes de ensino fundamental e médio de diversa regiões para apresentar seus espaços e um pouca da dinâmica do ensino de graduação superior, para isso os espaços foi preparado com diversos estandes de diversas áreas de graduação onde foi apresentado o dinamismo das práticas de ensino ali desenvolvida. Tudo apresentado com muita exposição visual, palpável e com atividades dinâmicas e interativas, podendo as crianças e jovens e adultos, aprenderem sanando duvidadas e as curiosidades no ato, porque os estudantes de graduação e seus mestres/professores, estavam lá com toda dedicação.
Essa forma de acolher os estudantes e apresentar um mundo acadêmico dinâmico serve como incentivo para que eles se interessem em prosseguir os estudo e acessar esse mundo acadêmico, além de deixar clara que a academia é acessível e pertence a todos.
Teve exposição do Museu Catavento, das mulheres cientista importante no mundo. Colocando em evidenciar a importância das mulheres na Ciência.
Teve muita tecnologia presente o que fala na linguagem dessa geração sendo mais um atrativo para esses estudantes.
Teve as exposições das bancas dos atletismos da UFABC e isso serve como atrativo para esse acesso dos jovens na faculdade. O pessoal do atletismo fez até uma apresentação tocando banda, foi muito bonito.
Teve arrasta pé da UFABC com a representação do nordeste, banda dos graduandos das UFABC foi um evento acolhedor e bem interativo.
Durante todo o período diurno, mesmo com muita chuva o evento estava cheio de olhos curiosos, para conhecer o espaço, querendo aprender, tocar em tudo em intensa interação, com muitas perguntas e curiosidades. Esse é o ponto principal do evento, mostrar a dinâmica do aprendizado acadêmico e o mais fundamental, mostrar que a UFABC é uma instituição federal, gratuita, e para todos. O evento é um convite para todos acessarem.

✊🏾 Mais um passo importante para a igualdade racial em Santo André! ✨No dia 15 de setembro, os conselheiros do COMPIR (C...
24/09/2026

✊🏾 Mais um passo importante para a igualdade racial em Santo André! ✨
No dia 15 de setembro, os conselheiros do COMPIR (Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial) estiveram reunidos na Prefeitura de Santo André para avançar em pautas fundamentais para a nossa cidade. A reunião contou com a presença das pesquisadoras Maria José Bassi e Miriam Alves, que representaram o Projeto Africanidades durante o encontro.

Entre os principais assuntos debatidos na reunião ordinária, destacam-se:
🔹 Avanços na estruturação do FIMPIR (Fundo Municipal de Promoção da Igualdade Racial) e regulamentação da documentação técnica;
🔹 Planejamento e reestruturação do site do COMPIR, garantindo mais transparência e acesso à informação para toda a população;
🔹 Fortalecimento das ações com o NERER (Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais) nas escolas municipais e diálogo sobre a aplicação das Leis 10.639/03 e 11.645/08;
🔹 Parcerias com o setor privado para incentivar boas práticas e diversidade no mercado de trabalho em Santo André.

O trabalho contínuo das secretarias municipais, da sociedade civil e de parceiros e pesquisadores garante a construção de políticas públicas antirracistas e inclusivas.

💬 Deixe seu comentário e acompanhe de perto as novidades do COMPIR! 👇

Africanidades no UFABC Para Todos! ✊🏿
22/09/2026

Africanidades no UFABC Para Todos! ✊🏿

22/09/2026

Venham nos visitar na sala A102-0, aqui na UFABC de Santo André! ✨️
Ficaremos até às 21h! 🕘

Amanhã vai acontecer o UFABC Para Todos e os projetos de extensão e cultura Africanidades , Circularidades Indígenas, Ca...
21/09/2026

Amanhã vai acontecer o UFABC Para Todos e os projetos de extensão e cultura Africanidades , Circularidades Indígenas, Capoeira Ancestral e UFABC Vai Ficar Preta estarão com atividades na UFABC de Santo André, Bloco A, sala S102 , das 10h às 21h. 📍

Venham saber mais sobre nossos projetos e participar das atividades que preparamos! ✨

Você já ouviu falar em JUSTIÇA CLIMÁTICA?Este é um dos conceitos apresentados pela Profa. Dra. Vanice Alves no artigo da...
19/09/2026

Você já ouviu falar em JUSTIÇA CLIMÁTICA?
Este é um dos conceitos apresentados pela Profa. Dra. Vanice Alves no artigo da Coluna do Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos - GPEDH CNPq/ UFABC na Revista ContemporARTES desta semana.
Segue link de acesso:

* Vanice Aparecida Alves Este artigo analisa os impactos da degradação ambiental e as consequentes violações de direitos humanos, com ênfase em territórios racializados, nos quais mulheres e classe…

Saúde da População Negra em pauta! No dia 10 de setembro, foi realizada uma nova reunião do Consórcio Intermunicipal do ...
18/09/2026

Saúde da População Negra em pauta!

No dia 10 de setembro, foi realizada uma nova reunião do Consórcio Intermunicipal do ABC para dar continuidade à organização do Seminário sobre a Saúde da População Negra. O encontro teve como foco a construção da programação, a definição do público participante e o fortalecimento da articulação entre os municípios. 🤝🏿

A proposta é reunir conselheiros, técnicos, gestores e representantes da sociedade civil, promovendo um espaço de formação, troca de experiências e diálogo sobre as políticas públicas voltadas à saúde da população negra. 🖤

Entre as discussões, esteve a possibilidade de contar com diferentes mesas e palestras, além da apresentação de experiências desenvolvidas pelos municípios, especialmente Santo André e Diadema, contribuindo para compartilhar iniciativas e estratégias que possam fortalecer a atuação local. 📚

A organização também busca envolver diretamente as Secretarias Municipais de Saúde, incentivando a participação dos municípios e o compartilhamento de dados e experiências relacionadas às políticas de saúde da população negra.🏛️

A intenção é que o seminário seja mais do que um momento de exposição: que possibilite formação, articulação e construção coletiva, fortalecendo a participação social e a continuidade das políticas de promoção da igualdade racial e de atenção à saúde da população negra. ✨

A proposta é que o seminário aconteça no dia 7 de novembro de 2026, no Consórcio Intermunicipal do ABC. A programação e demais informações ainda estão em construção e serão divulgadas posteriormente.📅

17/09/2026
2º dia do encontro de mulheres indígenas   por Miriam e Clarice Na Casa das Palavras Mario Quintana Santo André SPCom a ...
17/09/2026

2º dia do encontro de mulheres indígenas por Miriam e Clarice

Na Casa das Palavras Mario Quintana Santo André SP

Com a presença de representante indígenas de diversas regiões do Brasil

Nesse segundo dia teve a feira de artesanatos indígenas, dança do toré e três roda de conversas e compartilhamento.

O esteve presente contemplado esse momento histórico.

As três rodas de conversa foram iniciadas com apresentação da dança do toré.

1 º roda falando de território e identidade indígena e do contexto urbano.

As indígenas Tania Pataxós e Elaine do povo Pankará, relataram os desafios das mulheres indígenas assumir sua identidade e de serem reconhecidas no contexto urbano. A mulher indígena é agente de transformação pelo fato de existir. Não que os homens indígenas não tenham importância, mas esse encontro das mulheres indígenas veio mostrar que as mulheres enfrentam muito mais dificuldade só pelo fato de ser mulher, menstruar ter filhos etc.

O uso dos parlamentos no contexto urbano se torna até um ato de resistência e existência. As pessoas têm a concepção que os indígenas têm que estar nus e no mato. E isso é uma verdadeira ignorância o indígena tem direito ao seu território sim, mas tem direito de ir e estar onde ele quiser igual a todo mundo, e ele não deixa de ser indígena só porque está na zona urbana.

Foi explicado que muitas indígenas saíram de sua aldeia pelas dificuldades passadas por serem perseguidos, exterminados, assim nas grandes cidades tiveram seus filhos os quais tiveram de ocultar suas identidades mesmo mantendo sua cultura dentro do lar. Há uma grande burocracia nos cartórios para colocar o nome indígena assim os indígenas vinham sendo invisibilizados pela sociedade.
Esse movimento é por busca de reconhecimento de identidade, direitos e respeito, e deve ser fortalecido cada vez mais com a união e representação das etnias.

2ª roda sobre artes indígenas
A Dr Gilda Pankará, escritora, professora e artista fez a sua fala sobre as artes, por gostar e fazer muitas artes ela não f**a apegada só ao grafismo ou parlamentos indígenas, tem a tradição sim, mas tem também a liberdade de criar o que quiser, ela fala que o indígena pode ter a liberdade de ser criativo sem precisar seguir só os padrões que a sociedade lhe impõem, cultura e ancestralidade fazem parte da vida indígena, mas vai além disso. Acompanhar a contemporaneidade exercer a liberdade de expressão faz parte e isso não faz que com o indígena perca a identidade.

3ª roda sobre a saúde indígenas.
Nesta roda começou com a fala da doutora Nicole que trabalha em um posto de saúde em uma sala junto de atendimento aos indígenas. Ela soltou uma pergunta (O que você pensa como saúde da mulher.

As indígenas começaram a responder relatando principalmente nas aldeias como é difícil o acesso a saúde quando é algo mais grave a pessoa tem que fazer hora de viagem nos rios, matas ou estrada. Para chegar em um hospital e quando chega no atendimento encontra com a barreira da língua. O primordial no atendimento médico é a comunicação entre o médico e o paciente para relatar o que sente.

Uma reclamação é o não respeitar e rejeitar a medicina tradicional indígena que é muito ef**az dentro das aldeias, mas como os homens brancos invadiram as aldeias e matas levando suas doenças, contaminando os rios ai se torna necessário unir as duas medicinas, mas uma respeitando e aceitando a outra.

Com toda essa questão quem sofre mais são a mulheres indígenas que por não fazer pré-natal so descobre que vai ter problemas só na hora do parto muitas acabam morrendo e quando chegam nos hospitais tem um tratamento desumanizado
As lideranças indígenas estão tendo que sair das aldeias para lutar a favor do reconhecimento, acesso aos direitos e pela história não contada.

1º ENCONTRO DE MULHERES INDÍGENAS EM SANTO ANDRÉEm homenagem ao dia da Mulher Indígena (comemorado no dia 5 de setembro)...
17/09/2026

1º ENCONTRO DE MULHERES INDÍGENAS EM SANTO ANDRÉ

Em homenagem ao dia da Mulher Indígena (comemorado no dia 5 de setembro), a Casa da Palavra recebeu no dia 11 de setembro, a roda de conversa "A mulher indígena e o mercado de trabalho", que debateu a inserção urbana e ancestralidade.

As mestrandas e pesquisadoras Clarice Almeida e Miriam Alves, estiveram representando o Projeto Africanidades e Circularidades Indígenas.

Mediada por Tânia Magali (Ãgohó Ãkirê Pataxó), a roda de conversa reuniu diversas lideranças indígenas de etnias como Pankararu, Kariri, Kokama, Pataxó e Gavião. O objetivo principal foi visibilizar a presença das mulheres indígenas no mercado laboral e quebrar estereótipos sobre a vida indígena nas cidades.

Destaques do encontro:
Pluralidade profissional: Participação de mulheres que atuam na educação, na advocacia, nas artes e na pós-graduação acadêmica.

Troca de saberes: Estudantes e comunidade civil participaram fazendo perguntas sobre ancestralidade, barreiras linguísticas e o signif**ado de elementos como o maracá.

Conscientização: A reafirmação de que a identidade cultural permanece viva, independentemente de estar na aldeia ou no centro urbano.
O evento encerrou-se em clima festivo, fortalecendo a união e a resistência cultural no Grande ABC.

Curta, compartilhe e ajude a multiplicar essas vozes!

Endereço

Avenida Dos Estados, 5001
Santo André, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 12:00 - 18:00
Terça-feira 12:00 - 18:00
Quarta-feira 12:00 - 18:00
Quinta-feira 12:00 - 18:00
Sexta-feira 12:00 - 18:00

Telefone

+551133567385

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