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PPGFil-UFRRJ Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - PPGFil-UFRRJ

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21/09/2026

Editais de seleção Mestrado e Doutorado – Turmas 2027

Postado em 21 de setembro de 2026

https://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgfil/editais-de-selecao-mestrado-e-doutorado-turmas-2027/

As inscrições serão realizadas no período de 01 de outubro de 2026 a 31 de outubro de 2026.

Para acessar o Edital de seleção para o curso de Mestrado, clique em:
https://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgfil/files/2026/09/Edital-Selecao-2027-Mestrado.pdf

Para acessar o Edital de seleção para o curso de Doutorado, clique em:
https://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgfil/files/2026/09/Edital-Selecao-2027-Doutorado.pdf

O Prof. Pedro Hussak van Velthen Ramos, do PPGFil-UFRRJ, ministrará palestra no Colóquio Internacional Les scènes de Jac...
17/09/2026

O Prof. Pedro Hussak van Velthen Ramos, do PPGFil-UFRRJ, ministrará palestra no Colóquio Internacional Les scènes de Jacques Rancière, que ocorrerá entre os dias 15 a 17 de outubro de 2026 em Paris, na França.

"Samedi 17 octobre 2026
Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne, campus Lourcine, salle 13
1, rue de la Glacière - 75013 Paris (métro : Gobelins, ou RER Port-Royal)

10h/12h15
Table ronde n° 7: “Scènes d’ici et d’ailleurs”
Pedro Hussak : « La scène transculturelle : le régime esthétique à l'épreuve de l'anthropologie »
Alfredo Sanchez : « Ecrire le présent par scènes : la chronique chez Rancière et dans le journalisme narratif latino-américain »
Hervé Nicolle : « Donc elles doivent rester ». Scènes ordinaires de résistance dans deux zones économiques spéciales éthiopiennes
Anders Fjeld : « Les riches font sécession, les géants de la tech gouvernent sans mandat électif, le peuple est sommé de se plier au nouveau cirque mondial »

Veja a programação completa do evento:

https://philosophie.pantheonsorbonne.fr/evenements/scenes-de-jacques-ranciere

I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DIALÉTICASData: 7 a 9 de outubro de 2026Local: Universidade de Caxias do Sul (UCS)Apoio: Fil...
16/09/2026

I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DIALÉTICAS

Data: 7 a 9 de outubro de 2026

Local: Universidade de Caxias do Sul (UCS)

Apoio: Filosofia UFMG, Filosofia UFRGS, PPGFIL-UFRRJ, UCS (Programa de Pós-Graduação em Filosofia), Sicredi, CAPES

PROGRAMAÇÃO

7 de outubro
09h00 – 10h30 | Painel 1: O que é dialética?

Local: Espaço Corporativo Florense, Bloco M

Jan-Philipp Kruse (Universität Hamburg): Dialectics of Knowledge in the Age of AI

Thomas Meyer (Humboldt-Universität zu Berlin): What Can Dialectics Possibly Mean?

Mediação: Lucas M. Dalsotto (UCS)

11h00 – 12h30 | Painel 2: Sobre o estatuto das contradições

Local: Espaço Corporativo Florense, Bloco M

Michela Bordignon (UFABC): Dialética e Dialeteísmo: A Verdade da Contradição e a Possibilidade da Crítica Racional

Amaro Fleck (UFMG): Qual contradição?

Mediação: Victor Keenan (UFRGS)

14h30 – 16h00 | Painel 3: Recepções brasileiras da dialética pt. I

Local: Auditório do Bloco J, Sala 414

Thor Veras (UNIR): Pressentimento da dialética: genealogias brasileiras da liberdade social

Virginia Helena (USP): O Hegel de Lélia González

Mediação: Maria Zilda Valim (UCS)

16h30 – 18h30 | Painel 4: O materialismo histórico como problema

Local: Auditório do Bloco J, Sala 414

Luiz Philipe de Caux (UFRRJ): Marx e as forças produtivas: entre a vida e a técnica

Allan M. Hillani (UFPR): O antes e depois da forma-valor: o problema do materialismo histórico

Felipe Taufer (UCS): Relações de produção e forças produtivas

Mediação: Leonardo Daniel Gonçalves Dias (UCS)

19h00 – 20h30 | Painel 5: Giannotti e sua obstinada invocação com a lógica

Local: Auditório do Bloco J, Sala 414

João Carlos Brum Torres (UCS/UFRGS)

8 de outubro

09h00 – 10h30 | Painel 6: Dialética e os limites da normatividade

Local: Espaço Corporativo Florense, Bloco M

Odair Camati (UCS): A normatividade imanente do trabalho: uma leitura hegeliana

Ítalo Alves (UFRRJ): Experiência, articulação e libertação

Mediação: Gabriel da Silva Felicetti (UCS)

11h00 – 12h30 | Painel 7: Adorno e a dialética pt. I

Local: Espaço Corporativo Florense, Bloco M

Isette Schumacher (Humboldt-Universität zu Berlin): Fragile Dialectics: An Adornian Account

Giovanni Zanotti (CEIS20 - Universidade de Coimbra): Uma hipótese sobre Benjamin e Adorno

Mediação: Nikolas Kosthrun (UFRGS)

14h30 – 16h00 | Painel 8: Hegel, a formação e a dialética

Local: Auditório do Bloco J, Sala 414

Giovanna Luciano (Università di Padova): Critical Bildung: The Labor of Philosophy in Hegel

Ricardo Crissiuma (UFRGS): Medo e formação em G.W.F. Hegel

Mediação: Miguel Scopel (UCS)

16h30 – 18h30 | Painel 9: Recepções brasileiras da dialética pt. II

Local: Auditório do Bloco J, Sala 414

Felipe Catalani (UNIFESP): Ordem e desordem do tempo: Paulo Arantes, intérprete de Hegel

Renata Guerra (UFU): Ruy Fausto e uma dialética a três

Mediação: Leonardo Buziki (UCS)

9 de outubro

10h00 – 12h00 | Painel 10: Figuras da crítica e da dialética

Local: Auditório do Bloco J, Sala 414

Rodrigo Nagem de Aragão (USP): Dialética e Evolução: considerações de Engels a respeito da teoria evolutiva de Darwin

Nikolas Kosthrun (UFRGS): Razão e forma social: sobre o papel da crítica da economia política na Dialética do Esclarecimento

Nathalia Colli (USP): Sentimento da dialética: Antonio Candido e o Romantismo no Brasil

Mediação: Karen Dannenhauer (UCS)

14h30 – 16h30 | Painel 11: Adorno e a dialética pt. II

Local: Auditório do Bloco J, Sala 414

Daniel Oliveira Pucciarelli (UFMG): Dialética do nominalismo

Ricardo Lira (CEBRAP): Da dialética do material à dialética da experiência estética em Adorno

Rodolpho Venturini (CEBRAP/UFMG): Habermas, Foucault e a Dialética do Esclarecimento

Mediação: Caroline Peres Miola (UCS)

A revista Enunciação, do PPGFil-UFRRJ, acaba de publicar o Dossiê Descontrole (ἀκρασία) e autocontrole (ἐγκράτεια): o hu...
26/08/2026

A revista Enunciação, do PPGFil-UFRRJ, acaba de publicar o Dossiê Descontrole (ἀκρασία) e autocontrole (ἐγκράτεια): o humano no horizonte do pensamento antigo (v. 11 n. 1, 2026).

Revista Enunciação

v. 11 n. 1 (2026)

Dossiê Descontrole (ἀκρασία) e autocontrole (ἐγκράτεια): o humano no horizonte do pensamento antigo
https://www.editorappgfilufrrj.org/enunciacao/index.php/revista/pt_BR/issue/view/22

Sempre que a vida é concebida em termos de força (κράτος), sempre que os seres humanos necessitam demonstrar a sua força para serem propriamente, surge no horizonte da reflexão ética (prática) o problema do descontrole e do autocontrole. Foi assim entre os gregos antigos. Em Hesíodo, nas tragédias, em Sócrates, nas obras filosóficas de Platão e de Aristóteles, nas filosofias helenísticas, percebe-se a transição de um mundo no qual os deuses comandavam as ações humanas, infundindo ânimo indomável no peito dos heróis, a um contexto político/vital no qual a medida, a moderação e a escolha passam a constituir o centro de gravidade de uma vida humana demasiado humana, sempre em risco de erro e de ruína. Nesse contexto, surge o imperativo do autocontrole e, também, ao mesmo tempo, a reflexão filosófica sobre o fenômeno, amplamente conhecido, do descontrole. O presente número da Revista Enunciação traz contribuições significavas a essa temática extremamente atual e, por assim dizer, atemporal.

No primeiro artigo intitulado “O autointeresse e os limites da moral”, Mário Máximo argumenta não haver relação excludente entre a busca do interesse próprio, do bem individual, nos termos de uma ética eudaimônica, e o bem comum. O descontrole seria característico de uma conduta “tirânica”, pré-ética e imatura. Inversamente, ao definir seus interesses de acordo com a razão, o agente capaz de autodomínio não confunde meios (recursos) e fins, podendo compatibilizar a eventual escassez de recursos em disputa com o horizonte mais amplo da comunidade política, na qual unicamente os indivíduos podem ser felizes.

No artigo seguinte intitulado “O paradoxo do insensato acrático”, Alice Haddad toma posição crítica em relação ao argumento sofístico, que conhecemos através de Aristóteles, segundo o qual seria possível a um indivíduo decontrolado praticar o bem inadvertidamente. Nesse sentido, o insensato acrático em nada diferiria de um sábio, pois, querendo praticar o mal, por ser descontrolado, praticaria sempre o bem. A autora analisa a estrutura dos paradoxos e o chamado silogismo prático em diferentes obras de Aristóteles a fim de demonstrar a superficialidade do argumento sofístico, evidenciando, ao mesmo tempo, o seu caráter estimulante para a reflexão sobre o fenômeno complexo da acrasía.

Em “A ideia de autogoverno na filosofia de Sêneca como forma de exercício da razão”, Jordano Hernández demonstra que, para o filósofo romano, o autodomínio requer o exercício constante de distanciar-se da tirania das paixões, a qual conduz, inevitavelmente, à desmedida e ao vício. A filosofia como forma de vida orienta as ações e as escolhas dos indivíduos a partir do cuidado de si. Somente assim seria possível alcançar a liberdade e a felicidade, isto é, vivendo de acordo com a razão, o que significa viver de acordo com a natureza.

Em “Duas interpretações da virtude da eutrapelía”, Felipe Gall trata da virtude da espirituosidade, tal como formulada por Aristóteles na Ética a Nicômaco. O texto revela a novidade de elevar à condição de virtude a capacidade de descontrair, de provocar o riso, de “azeitar” o convívio social, tão comumente marcado pela seriedade e mesmo pela sisudez. Segundo o autor, não haveria contradição entre a meritória iniciativa de introduzir o riso no âmbito dos prazeres “clássicos”, relacionados com a virtude da temperança, como a comida, a bebida e o s**o, e a interpretação que pensa o prazer com o riso como um prazer da alma, já que é possível considerar tanto o prazer de quem faz rir, como também o prazer de quem ri; e a virtude da espirituosidade diria respeito a ambos os casos.

Em “O luto como limite da akrasía na ética aristotélica”, Everton de Jesus explora certa semelhança que poderia ser observada entre o comportamento do descontrolado, de não realizar aquilo que a razão, como reta razão, prescreve, e a situação de alguém que se encontra sem condições de agir segundo o que ele próprio considera ser o melhor, tendo em vista uma vida eudaimônica. Para o autor, a despeito da semelhança, o enlutado não pode ser entendido, de forma alguma, segundo o modelo do descontrole, já que sua condição diz respeito a um elemento estrutural da própria eudaimonía: a presença do amigo. Ao contrário do descontrolado, não há falha de caráter no enlutado, mas antes a força irrecusável da privação (stéresis).

Em “Entre a fuga e a morte: Sócrates, intérprete de sonhos”, Bianca Vilhena se debruça sobre o diálogo Críton, de Platão, a fim de investigar uma situação única no corpus platônico: a condução explícita de uma tomada de decisão por meio de uma deliberação sobre a melhor ação a ser praticada num contexto particular. É o caso de Sócrates, que precisava decidir permanecer preso e morrer daí a pouco tempo ou aceitar a proposta de Críton e evadir-se da prisão. A autora evidencia a importância do sonho de Sócrates e de sua interpretação para a efetiva tomada de decisão, algo que, em geral, tende a ser desconsiderado, quando se avalia a figura de Sócrates como a de alguém sempre decidido de antemão.

Em “Entre o desejo e a virtude: Eros, prazer e enkráteia nas Memoráveis de Xenofonte”, Estevão Sousa trata do autocontrole como condição para a virtude em Xenofonte, examinando alguns diálogos socráticos ricos e representativos da temática na referida obra. Sobre o autocontrole em si mesmo, o autor evidencia que cabe entendê-lo como uma espécie de filtro capaz de promover o aprimoramento dos desejos e dos prazeres humanos. À luz da contribuição mais recente de comentadores da obra de Xenofonte, a ética socrática não propõe a supressão dos desejos, mas a sua integração racional a uma vida virtuosa. O autodomínio transforma, assim, as experiências volitivas em instrumentos de prazer, utilidade e formação moral.

Por fim, em “A excelência da sabedoria: uma reflexão sobre pensamento e vida em Heráclito de Éfeso”, Felipe Mandato elege alguns fragmentos de Heráclito de Éfeso, nomeadamente os fragmentos B4, B29, B110 e B111, para tratar da conexão entre condição humana e vida sábia. O objetivo do artigo é refletir sobre a função dos prazeres na existência humana a partir da maneira como o filósofo pré-socrático a interpreta. O autor explora certa afinidade e continuidade entre Heráclito e a ética de Aristóteles, a fim de postular que escutar ou ouvir o Lógos não significa apreender certo conteúdo, mas agir em conformidade com essa escuta. Nesse sentido, o sábio, que compreendeu a ordem cósmica, torna-se capaz de bem-pensar, falar e agir segundo a verdade.

Agradecemos às autoras e aos autores pelo envio de seus textos, e também ao minucioso trabalho de edição da profa. Michelle Bobsin.

Boa leitura!

Francisco Moraes

Felipe Gall

DOI: https://doi.org/10.61378/1jyrxz67
Publicado: 2026-08-24

O Prof. Leandro Chevitarese, do PPGFil-UFRRJ, acaba de publicar o artigo "Contribuições da eudemonologia de Schopenhauer...
17/08/2026

O Prof. Leandro Chevitarese, do PPGFil-UFRRJ, acaba de publicar o artigo "Contribuições da eudemonologia de Schopenhauer no cenário da digitalização do mundo" na revista Voluntas (v. 17 n. 1 (2026): Estudos Schopenhauerianos (Publicação Contínua) - Ed. 38):

Resumo

A eudemonologia de Schopenhauer constitui-se como a arte de viver no âmbito da felicidade que nos é possível. O caráter adquirido sinaliza a existência de um “espaço de manobra” que torna possível a “sabedoria de vida”. Todavia, o exercício desta liberdade que nos resta para prática de vida é também indissociável da compreensão do cenário espaço-temporal em que nos encontramos. Deste modo, o presente artigo pretende investigar quais seriam as principais contribuições da eudemonologia de Schopenhauer diante do atual cenário de crescente digitalização do mundo, que traz consigo estímulos à aceleração constante de informação, comunicação e consumo, fomenta à hipervisibilidade, hipervigilância e maximização do desempenho.

https://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/96558

Grupo de estudos Filosofia e psicanálise 2026-2 | NuLFiChttps://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgfil/grupo-de-estudos-fil...
17/08/2026

Grupo de estudos Filosofia e psicanálise 2026-2 | NuLFiC

https://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgfil/grupo-de-estudos-filosofia-e-psicanalise-2026-2-nulfic/

O Núcleo de Lógica e Filosofia da Ciência da UFRRJ tem o prazer de convidar a todas as pessoas interessadas para o grupo de estudos “Filosofia e psicanálise”, que tem como objetivo estudar a teoria psicanalítica com atenção às suas intersecções com a ciência. Nesse segundo semestre de 2026, o grupo se dedicará ao livro “Estudos sobre a histeria” (1893 – 1895), escrito por Josef Breuer e Sigmund Freud, obra na qual as primeiras hipóteses psicanalíticas sobre a existência e o funcionamento do aparelho psíquico surgem.

Início em 20/08/2026
Encontros: semanais às quintas-feiras
Horário: das 09h30m às 11h30m
Local: cabine de monitoria 25, segundo andar da Biblioteca Central, UFRRJ campus Seropédica

Está online o primeiro número da Revista Transfinito, revista editada e coordenada pelos discentes do Programa de Pós-Gr...
07/08/2026

Está online o primeiro número da Revista Transfinito, revista editada e coordenada pelos discentes do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (PPGFIL-UFRRJ).

Edição de Estreia (v. 1 n. 1 - 2026)

Dossiê: Interfaces entre Filosofia e Política

Design da Capa: Larissa Medeiros e Quésia Olanda

Corpo Editorial desta Edição

Daniel Lima Nogueira
Gabriel Azevedo Cruz
Gabriel da Silva Velozo
Gabryela Schneider Gonçalves
Joyce Oliveira Badaró
Larissa Broedel Melo
Matheus Pereira da Fonseca
Vanessa Pereira Dias

Confira os artigos, varia e o editorial completo acessando o site oficial da publicação:

https://transfinito.editorappgfilufrrj.org/index.php/revista

O discente Gabriel Cruz, do PPGFil-UFRRJ, orientado pelo prof. Rodrigo de Brito, juntamente com os colegas Matheus Henri...
07/08/2026

O discente Gabriel Cruz, do PPGFil-UFRRJ, orientado pelo prof. Rodrigo de Brito, juntamente com os colegas Matheus Henrique Ferreira (UFRJ) e de Otávio Maciel (UnDF/UnB) acabam de publicar um dossiê que editaram na revista Das Questões (v. 23, n. 1, 2026):

Dossiê Realismo da Silva: o que o Brasil tem feito da Virada Realista?

https://periodicos.unb.br/index.php/dasquestoes/issue/view/3351

O Prof. Marcelo da Costa Maciel, do PPGFil-UFRRJ, acaba de publicar o artigo “Religion and Life Conduct: Some Affinities...
06/08/2026

O Prof. Marcelo da Costa Maciel, do PPGFil-UFRRJ, acaba de publicar o artigo “Religion and Life Conduct: Some Affinities Between Greek Skepticism and Max Weber”, na revista Veredas do Direito (v. 23, n. 12, 2026):

https://revista.domhelder.edu.br/index.php/veredas/article/view/7602

Abstract

This article is intended to carry out a comparison between the ideas of Greek skeptics and Max Weber about the foundations of religious beliefs and their relationship to human behavior. The aim is to show that there are significant similarities between these lines of thinking so far away in time from each other and inserted in such different intellectual contexts. It will be argued that the problem of the relationship between faith and reason occupied a prominent place both in the history of skepticism and in the work of Weber. The analysis of the original sources will demonstrate that, apart from the specific intellectual problems in which Weber and Greek skeptics were involved, there are, at least, two common features in their reflections: the recognition of the impossibility of faith resting upon any rational evidence and the emphasis on practical effects of belief.

Grupo de Estudos em Metalógica 2026-2 | NuLFIChttps://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgfil/grupo-de-estudos-em-metalogica...
22/07/2026

Grupo de Estudos em Metalógica 2026-2 | NuLFIC

https://cursos.ufrrj.br/posgraduacao/ppgfil/grupo-de-estudos-em-metalogica-2026-2-nulfic/

O Núcleo de Lógica e Filosofia da Ciência convida toda a comunidade acadêmica para participar do nosso grupo de estudos em metalógica.

📅 Informações Importantes:

Início: 17 de agosto (segunda-feira)

Encontros: Todas as segundas-feiras

Horário: Das 15h às 17h50

Local: Sala do PPGFIL – UFRRJ

Endereço

Seropédica, RJ

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