Liga Acadêmica de Fisiopatologia Aplicada à Clínica - LAFAC

Liga Acadêmica de Fisiopatologia Aplicada à Clínica - LAFAC Espaço criado para divulgação das atividades da liga de fisiopatologia. Aberta para discussões científicas e apresentação de casos clínicos.

Querido colega! Você se sente seguro para dar plantão?Imagina chegar um paciente com infarto com supra de ST e você não ...
16/10/2021

Querido colega!

Você se sente seguro para dar plantão?

Imagina chegar um paciente com infarto com supra de ST e você não saber dar o diagnóstico? E imagina que esse paciente evolui com choque cardiogênico e você não percebe os sinais precoces?

Pensando nisso, eu vou fazer uma Master Class - Emergências Cardiológicas na Prática, 100% online e gratuita, pra te ajudar a se sentir seguro no seu plantão

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Ação social, 12 de Outubro de 2014.
14/10/2014

Ação social, 12 de Outubro de 2014.

Desafio diagnóstico  #3:Homem, 59 anos, sabidamente hipertenso e portador de Doença de Crohn, foi encontrado inconscient...
11/10/2014

Desafio diagnóstico #3:

Homem, 59 anos, sabidamente hipertenso e portador de Doença de Crohn, foi encontrado inconsciente em casa.
Vinha em tratamento com infliximabe, via cateter venoso central. O paciente chegou a ser tratado com sulfassalazina, glicocorticóides e imunomoduladores, incluindo metotrexato, azatioprina e mercatopurina, sem sucesso.
O resgate foi solicitado pela família.
O paciente foi intubado e transportado pela equipe de emergência.
Os sinais vitais eram estáveis e ao exame físico notável cianose de face, pescoço, tórax superior e membros superiores.
Qual sua principal hipótese?

A LAFAC estará presente. Por um dia das crianças mais feliz!
10/10/2014

A LAFAC estará presente.
Por um dia das crianças mais feliz!

O grupo Médicos de Anjos, formado por alunos do curso de medicina, vão entregar brinquedos as 225 crianças que estão internadas no Hospital Infantil Lucídio Portela e na ala infantil do Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella (IDTNP).

Desafio diagnóstico  #2:O paciente estava tentando olhar para a direita quado esta foto foi tirada. Qual o diagnóstico m...
09/10/2014

Desafio diagnóstico #2:

O paciente estava tentando olhar para a direita quado esta foto foi tirada. Qual o diagnóstico mais provável?

a) Oftalmoplegia internuclear
b) Paralisia do IV nervo craniano à esquerda
c) Paralisia do VI nervo craniano à esquerda
d) Paralisia do IV nervo craniano à direita
e) Paralisia do VI nervo craniano à direita

Desafio diagnóstico  #1:As alterações da dentição primária do paciente sugerem qual diagnóstico?
07/10/2014

Desafio diagnóstico #1:

As alterações da dentição primária do paciente sugerem qual diagnóstico?

Vamos finalizar o caso anterior?Homem de 45 anos, sem antecedentes patológicos, referindo história de dor severa nas per...
07/10/2014

Vamos finalizar o caso anterior?
Homem de 45 anos, sem antecedentes patológicos, referindo história de dor severa nas pernas há cinco dias, acompanhada de febrícula e fadiga, sem melhora com uso de AINEs. (Vide publicação anterior)

O RX de tórax mostrou hilos proeminentes, devido a linfonodomegalia peri-hilar, com área cardíaca e parênquima pulmonar normais. (FOTO)

A figura acima mostra o eritema nodoso próximo à articulação e região pré tibial, que quando acompanhado de adenopatia hilar, artrite e periartrite aguda dos tornozelos, além de envolvimento menos proeminente dos joelhos, compoem a Síndrome de Löfgren. Todos estes sinais estão presentes neste paciente, indicando este diagnóstico.

A adenopatia hilar bilateral, presente na radiografia de tórax, indica um provável diagnóstico de sarcoidose; uma biópsia irá fornecer a confirmação definitiva. Os achados radiológicos são caracterizados em três grupos:
- Estágio 1 é uma adenopatia hilar;
- Estágio 2 é uma adenopatia hilar com opacificações parenquimatosas;
- Estágio 3 que consiste de opacificações parenquimatosas sem adenopatia hilar.

Os níveis séricos da enzima conversora da angiotensina (ECA) estão elevados na sarcoidose, mas a sua aplicação diagnóstica é limitada por sua baixa especificidade e sensibilidade.

Nesses casos devemos afastar gota e pseudogota (artralgia por depósito de pirofosfato de cálcio), que é muito comum nos homens, especialmente de meia idade.
A artrite resultante da infecção por parvovírus e o lúpus eritematoso sistêmico normalmente envolvem muitas articulações, incluindo as pequenas articulações das mãos.

Concluindo: O diagnóstico provável é de artrite aguda da sarcoidose (Síndrome de Löfgren).

Tratamento:
No geral, aproximadamente 40% dos pacientes tem melhora espontânea sem terapia, 40% respondem ao tratamento subsequente e 20% necessitam de tratamento imediato. A terapia com glicocorticóide é o tratamento padrão. Está indicada nos casos de sarcoidose ocular extensa, neurológica ou cardíaca, hipercalemia significativa, e doença pulmonar sintomática estágio 1 ou 3.

CASO CLÍNICO:Homem de 45 anos, encaminhado para atendimento ambulatorial. Deu entrada no PS há dois dias, referindo hist...
07/09/2014

CASO CLÍNICO:

Homem de 45 anos, encaminhado para atendimento ambulatorial. Deu entrada no PS há dois dias, referindo história de dor severa nas pernas há cinco dias que impedia de exercer suas atividades de carteiro. Refere ter tomado anti-inflamatório por conta própria, sem melhora. Refere ainda febrícula e fadiga durante o mesmo período e negava qualquer sintoma respiratório ou gastrointestinal. Nega relações se***is nas últimas 3 semanas. Na história pregressa ou familiar – nega diabetes, hipertensão ou "doença reumática".

Ao exame físico:
Temperatura de 38,2ºC.
Veja foto - os tornozelos mostram-se edemaciados, calor, rubor e sensibilidade, que se estende até o dorso de ambos os pés e a 6 cm acima da articulação do tornozelo. Há áreas esparsas elevadas não-endurecidas, eritematosas e de tamanho variável em ambas as regiões pré-tibiais. Há pequenas efusões em ambos os joelhos.
Não apresenta linfadenomegalia.
Orofaringe, aparelhos cardiorespiratório e abdominal sem alterações.

Qual o diagnóstico mais provável?
Quais exames você solicitaria para elucidar sua hipótese?

É com muita honra e imensa alegria, que a Liga Acadêmica de Fisiopatologia Aplicada à Clínica vem, publicamente, divulga...
07/09/2014

É com muita honra e imensa alegria, que a Liga Acadêmica de Fisiopatologia Aplicada à Clínica vem, publicamente, divulgar a lista dos aprovados no VII Processo Seletivo.

Gravem estes nomes! Juntos faremos história!

Como dito, infelizmente não podemos selecionar todos, caso contrário o faríamos. São todos muito bons! A prova disto é que desde já a LAFAC vos convida a, sempre que possível, participar dos nossos encontros, enriquecendo nossas discussões. Estaremos sempre de portas abertas para todos vocês.

Mais uma vez muito obrigada pela confiança!
Parabéns aos aprovados!
Bem-vindos à LAFAC!

Apresentação da liga aos novos membros, quarta, dia 10.09, às 19h, na UNINOVAFAPI!

OBS.: O não comparecimento a esta primeira reunião será considerado como desistência. Fiquem atentos!

É com imensa satisfação que a Liga Acadêmica de Fisiopatologia Aplicada à Clínica vem, publicamente, agradecer a presenç...
06/09/2014

É com imensa satisfação que a Liga Acadêmica de Fisiopatologia Aplicada à Clínica vem, publicamente, agradecer a presença de todos os participantes do VII Processo Seletivo, além de desejar boa sorte a cada um.

Infelizmente alguns não serão contemplados, o que não os tornará menos capacitados, lembrem disso! Foram 40 inscritos, porém apenas 29 compareceram.

Mais uma vez boa sorte a todos!
Em breve a lista convocando os 15 aprovados!

Dica de hoje: Mecanismos de formação de edemas.
http://revista.fmrp.usp.br/2004/vol37n3e4/1mecanismos.pdf

Caiu na prova!

Incrível potencial de regeneração do pâncreas!Fonte: Science Daily - Herrera, P. L. et al. Diabetes recovery by age-depe...
05/09/2014

Incrível potencial de regeneração do pâncreas!

Fonte: Science Daily - Herrera, P. L. et al. Diabetes recovery by age-dependent conversion of pancreatic δ-cells into insulin producers. Nature, 2014; DOI: 10.1038/nature13633

Até a puberdade, o pâncreas é mais adaptável e possui um potencial maior para regeneração do que anteriormente se pensava. Esta é a conclusão alcançada por um estudo com ratos financiado através do Programa Nacional de Pesquisa "Células-tronco e Medicina Regenerativa" (NRP 63).

Aproximadamente 40.000 pessoas na Suíça sofrem de diabetes tipo 1. A doença é causada pela perda das chamadas células beta pancreáticas, as células que produzem o hormônio insulina, que é essencial para regular o uso de açúcar no corpo. Desde que as células beta não se regeneram, os cientistas têm tradicionalmente assumido que a perda dessas células é irreversível; de fato, pacientes diabéticos requerem de injeções de insulina para a vida.

Mecanismo previamente desconhecido

Há quatro anos, a equipe de pesquisa de Pedro Herrera (Universidade de Genebra) questionou primeiro esse suposto quando demonstrou que algumas células alfa no pâncreas dos ratos diabéticos geneticamente modificados transformaram-se em células beta. As células alfa normalmente produzem o hormônio glucagon que aumenta os níveis de açúcar no sangue, mas nos ratos diabéticos em vez disso elas começaram a produzir insulina. A equipe de Herrera fez agora uma segunda descoberta, que acaba de ser publicada na revista Nature: em ratos pré-púberes, o pâncreas é capaz de compensar a perda de células beta produtoras de insulina. "Isto é conseguido através de um mecanismo desconhecido até agora", explica Herrera. O processo envolve a reversão das células delta (que produzem somatostatina, outro hormônio pancreático) para um estado precursor da célula, com proliferação e posterior reconstituição das populações de células beta e delta.
Em contraste com a conversão de células alfa, que apenas afetam uma pequena fração da população de células alfa, o novo mecanismo que envolve a alteração do destino das células delta é uma maneira mais eficiente de compensar a perda de células beta e, portanto, recuperação do diabetes. Ainda enquanto as células alfa podem reprogramar a produção de insulina também em ratos velhos, a capacidade das células delta de fazê-lo é limitada e não se estende além da puberdade.

O pâncreas humano também pode ser regenerado

Se bem que o grupo de Herrera investigou a versatilidade das células do pâncreas em ratos, várias observações em pacientes diabéticos sugerem que o pâncreas humano também é capaz de transformação. "O novo mecanismo mostra que o pâncreas é muito mais plástico e -pelo menos durante a infância - possui um potencial muito maior de autorrecuperação do que anteriormente tinha sido assumido", afirma Herrera. "Ainda há um longo caminho a percorrer antes que os pacientes com diabetes possam ser capazes de se beneficiar destes achados, mas a descoberta de que as células delta têm um grau elevado de pontos de plasticidade que aponta a uma opção até agora insuspeitada de intervenção terapêutica."

Endereço

Teresina, PI

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