Laboratório de Estudos sobre o Império Romano - Leir/ES

Laboratório de Estudos sobre o Império Romano - Leir/ES Perfil de divulgação das atividades dos laboratórios e da Romanitas: revista de estudos grecolatinos.

Bem-vindo à página do Laboratório de Estudos sobre o Império Romano, seção Espírito Santo!

com entusiasmo que anunciamos o lançamento da coletânea "Urbano e rural na época clássica e pós-clássica".Reunindo contr...
07/06/2025

com entusiasmo que anunciamos o lançamento da coletânea "Urbano e rural na época clássica e pós-clássica".

Reunindo contribuições de pesquisadores de diferentes enfoques e instituições, a obra examina, a partir de fontes textuais e arqueológicas, a articulação entre cidade e campo, entre a urbs e seu ager. O livro busca evidenciar os modos como essas esferas se entrelaçavam na Antiguidade, sublinhando a continuidade da vida urbana mesmo após o século IV.

O ebook está disponível gratuitamente pelo link:
https://drive.google.com/file/d/1Bar71GpRVxZi0680pXVYx-t9_uVeEDp6/view?usp=drive_link

Desejamos uma boa leitura a todos!

É com grande satisfação que anunciamos o lançamento de mais uma obra coletiva, dedicada à riqueza e à complexidade da Áf...
12/05/2025

É com grande satisfação que anunciamos o lançamento de mais uma obra coletiva, dedicada à riqueza e à complexidade da África do Norte na Antiguidade.

Reunindo ensaios de diferentes autores, o livro mobiliza uma ampla variedade de fontes arqueológicas, epigráficas, literárias, numismáticas e iconográficas, para lançar luz sobre aspectos ainda pouco explorados da história africana.

Ao confrontar as marcas do colonialismo moderno e propor novas interpretações, A África Antiga: ensaios de História e Arqueologia reafirma a vitalidade da Africanologia, especialmente no campo da História Antiga. A obra evidencia o potencial transformador da pesquisa interdisciplinar e contribui de forma significativa para a renovação dos estudos africanos no Brasil.

O versão em ebook está disponível gratuitamente na página da coleção Lux Antiquitatis, em nosso site www.leir.ufes.br.

Boa leitura a todos!

Entre os dias 23 de abril e 11 de junho de 2025, ocorrerá o I Ciclo de Palestras Online: novas perspectivas para a Histó...
29/03/2025

Entre os dias 23 de abril e 11 de junho de 2025, ocorrerá o I Ciclo de Palestras Online: novas perspectivas para a História Antiga e Medieval. As sessões serão realizadas sempre às quartas-feiras, das 19h às 21h, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Leir/Repertorium.
O evento é uma iniciativa Leir/ES e do Repertorium, com o objetivo de promover o debate sobre novas abordagens e desafios da pesquisa em História Antiga e Medieval. O ciclo reunirá pesquisadores e especialistas da área, proporcionando um espaço de troca acadêmica e reflexão com o grande público sobre diferentes aspectos dessas temporalidades, suas fontes e metodologias de análise.

📝Inscrições e certificados

As inscrições para ouvintes estarão abertas até o dia 23 de abril por meio de formulário virtual. Os participantes inscritos terão direito a certificado de participação.

O caderno de resumos e o formulário de inscrição estão disponíveis em: https://linktr.ee/leir.repertorium

Aguardamos todos!

Uma nova edição de Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos foi publicada!Trata-se do número 24, organizado por Marga...
19/01/2025

Uma nova edição de Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos foi publicada!
Trata-se do número 24, organizado por Margarida Maria de Carvalho (Unesp/Franca) e Nathalia Monseff Junqueira (UFMS), que traz o dossiê "Medicina e alimentação na Antiguidade". Este número reúne artigos que exploram a interseção entre práticas médicas e alimentares nas sociedades antigas, analisando como a realidade material e crenças religiosas, culturais e filosóficas influenciaram a saúde e a dieta dessas civilizações.
A edição também conta com uma entrevista realizada com John Wilkins (University of Exeter, Reino Unido).

Disponível em: https://periodicos.ufes.br/romanitas

Boa leitura a todos!

A Romanitas está recebendo artigos para o dossiê "Continuidade, ruptura e negociação político-cultural no Ocidente: as r...
09/01/2025

A Romanitas está recebendo artigos para o dossiê "Continuidade, ruptura e negociação político-cultural no Ocidente: as relações entre romanos e “bárbaros” na Antiguidade Tardia (séc. III-VIII)", organizado pelo doutorando Anderson Leonardo Vaz Stein (Ufes).

Na Antiguidade Tardia, em particular nos territórios ocidentais, episódios marcantes da vida política, religiosa e cultural tiveram como protagonistas não apenas os romanos, que há séculos dominavam a bacia do Mediterrâneo, mas, de modo cada vez mais evidente, sociedades ou grupos estrangeiros, os assim denominados “bárbaros”, que estabeleceram com os romanos relações conflituosas, mas também de cooperação, no âmbito de um amplo processo de negociação política e cultural que se encontra na gênese do Medievo. Nesse sentido, a proposta deste dossiê consiste em reunir contribuições acadêmicas acerca das relações entre romanos e “bárbaros” que evidenciem rupturas e continuidades entre ambas as sociedades, com destaque para as diversas modalidades de negociação política e cultural características do período, de maneira que os assim denominados reinos “bárbaros” serão responsáveis por inaugurar uma nova experiência política nos territórios do antigo Império Romano, mas sem que isso signifique uma ruptura completa com a herança latina, muito pelo contrário.

Sob a perspectiva do colonizador em face do colonizado, entre os séculos XVIII e XX, a produção historiográfica europeia reproduziu o discurso dos autores antigos, que sustentavam a ideia de uma “missão civilizatória” de Roma sobre os demais povos do Mediterrâneo, o que justificava a ação imperialista europeia própria do período moderno (Bustamante, 2006, p. 109-110). Essa corrente interpretativa relegou às sociedades não romanas um papel secundário na narrativa histórica, produzindo assim uma hierarquização dos grupos étnicos pautada num critério de maior ou menor grau de “civilização”. Nesse sentido, os parâmetros de interpretação adotados foram aqueles próprios dos autores romanos. Na ausência de problematização, as sociedades não romanas viram cristalizar em torno de si uma imagem eivada de juízos de valor ancorada no emprego acrítico do termo “bárbaro”, que, no fim das contas, exprimia a visão dos romanos sobre o Outro.

Uma das leituras históricas sobre os “bárbaros”, nos séculos finais do Império Romano do Ocidente, que ainda exerce influência na historiografia, é aquela que os considera diretamente responsáveis pela desintegração deste Império (Mendes, 2002, p. 56), como é possível constatar por meio da célebre frase de André Piganiol (1972, p. 466), que conclui L’Émpire Chrétien, uma das suas obras mais influentes: “a civilização romana não morreu de morte natural, ela foi assassinada”. Nesse caso, os “assassinos” teriam sido os invasores “bárbaros”, reduzidos ao papel de inimigos e destruidores do Império Romano.

A partir da segunda metade do século XX, os estudos pós-coloniais deram ensejo a novas abordagens sobre as sociedades antigas. Criticou-se o conceito de aculturação, bem como a compreensão das sociedades e grupos étnicos como categorias homogêneas. Nessa seara, novos aportes conceituais permitiram compreender diferentes categorias sociais a partir da diversidade e interação em oposição à homogeneidade (Funari; Garraffoni, 2018, p. 250). Além disso, os postulados teóricos construídos para explicar a dinâmica da Antiguidade Tardia possibilitaram análises históricas que vão além da percepção de “decadência”, até então atribuída ao período (Silva, 2001, p. 68).

A respeito dessas novas abordagens, Machado (2015, p. 93-95) apresenta um balanço historiográfico amparado em estudos de etnogênese, dados arqueológicos e releituras de fontes escritas que permite ir além de uma visão simplificadora das “invasões bárbaras”. Dentre as conclusões que obtém, demonstra a necessidade de problematizar vocábulos como “romano”, “franco” e “vândalo”, cujo conteúdo foi construído pelos autores antigos à luz da suposta superioridade romana, exprimindo assim o olhar dos romanos sobre os não romanos.

Por outro lado, do ponto de vista sociopolítico, é possível perceber que, a partir do século III, houve uma tendência progressiva de incorporação dos grupos “bárbaros” às forças do Império Romano, na condição de tropas auxiliares e mesmo de foederati. Durante o século IV, os líderes desses destacamentos militares passaram a alçar cargos de prestígio na estrutura militar romana, exercendo cada vez mais poder na cena política, num movimento que, em última instância, resultou na consolidação das lideranças “bárbaras” em territórios antes pertencente ao Império, a exemplo do monarca franco Clóvis (Geary, 1999, p. 115). Importa mencionar que a relação entre o poder imperial, a aristocracia romana e as lideranças “bárbaras” não se restringiu ao conflito permanente ou a uma dualidade intransponível, mas comportou também uma constante negociação entre os agentes históricos.

A partir do século V, a formação dos reinos germânicos no antigo território do Império Romano do Ocidente não representou uma ruptura completa com os valores e as instituições romanas. Nesse sentido, cabe ressaltar a ação das realezas recém-fundadas na elaboração de códigos amparados no Direito Romano, porém, adaptados à sua própria realidade, a exemplo da Lei Sálica, no período merovíngio (Silva; Mazetto, 2006, p. 108-109). Dentre outras expressões de continuidade entre o antigo Império Romano e os reinos germânicos, pode-se destacar a adoção do cristianismo niceno, como vemos ocorrer no reino visigodo, no século VI, tornando-se os monarcas, assim como os bispos, os principais artífices da consolidação do cristianismo niceno na sociedade medieval, em formação (Frighetto, 2010, p. 116).

Com base em estudos de caso que busquem reavaliar a participação dos “bárbaros” nos eventos históricos característicos do período tardo-antigo, apresentamos à comunidade acadêmica a presente chamada, a fim de que os interessados possam submeter à revista suas contribuições.

Detalhes sobre a submissão em: https://periodicos.ufes.br/romanitas

Prazo de submissão dos originais: 04 de agosto de 2025

Entre os dias 26 e 28 de novembro de 2024, ocorreu nosso IV Colóquio de Estudos Greco-Romanos. Agradecemos a todos os pa...
01/12/2024

Entre os dias 26 e 28 de novembro de 2024, ocorreu nosso IV Colóquio de Estudos Greco-Romanos. Agradecemos a todos os palestrantes e ouvintes que participaram! As fotos do evento podem ser acessadas pelo link: https://linktr.ee/leir.repertorium

No dia 25 de novembro de 2024 ocorrerá, no campus da Ufes, em Goiabeiras, o Workshop gratuito "História e Arqueologia: p...
07/11/2024

No dia 25 de novembro de 2024 ocorrerá, no campus da Ufes, em Goiabeiras, o Workshop gratuito "História e Arqueologia: perspectivas, objetos e abordagens de pesquisa".

As atividades do Workshop terão lugar na sala de Seminários do PPGHIS, andar superior do IC-III, Centro de Ciências Humanas e Naturais. Na oportunidade, contaremos com a presença, na condição de conferencistas, das professoras Maria Cristina Kormikiari Passos (MAE/USP), Helena Amália Papa (Unimontes) e Carolina Coelho Fortes (UFF).

📃Certificados

Aqueles que participarem da atividade terão certificação de ouvinte, com carga horária de 3 horas. Os certificados serão enviados por e-mail e não há a necessidade de inscrição prévia.

A Romanitas está recebendo artigos para o dossiê "Sofistas, filósofos e rétores no Mundo Antigo", organizado pela doutor...
19/09/2024

A Romanitas está recebendo artigos para o dossiê "Sofistas, filósofos e rétores no Mundo Antigo", organizado pela doutoranda Esdra Erlacher (Ufes).

Desde o final do século XX, o tema da sofística, filosofia e retórica no Mundo Antigo tem ganhado a atenção de diversos pesquisadores, muito embora, na historiografia brasileira, ainda observemos pouco destaque a essa questão.

No Mundo Antigo, era comum encontrar filósofos, sofistas e rétores circulando pelas cidades. Dentre as atividades executadas por esses indivíduos, contavam-se: discursar em público; mediar conflitos entre as cidades e destas com a administração imperial; escrever sobre o passado das póleis e civitates; participar de embaixadas; e, além disso, instruir os habitantes a se comportar da maneira considerada ideal por esses agentes (Guarinello, 2014, p. 144).

Gostaríamos de registrar, de antemão, que há grande dificuldade em se classificar um indivíduo como sofista, filósofo ou rétor, pelo menos para o caso de Roma e de seu Império (Stanton, 1973, p. 350). Bowersock (1969) e Jones (1978) afirmam que, na época imperial, um orador poderia desempenhar ambos os papéis. Praticantes da sofística e da filosofia detinham, em muitos casos, a mesma formação, podendo realizar performances públicas e ensinar. Os sofistas tinham competência para organizar disputas filosóficas, ao passo que os filósofos podiam declamar composições, embora a primeira função coubesse mais a um filósofo e, a segunda, a um sofista (Silva, 2014, p. 176). Era comum que os indivíduos estudassem tanto filosofia quanto retórica e se dedicassem às duas disciplinas de modo similar (Anderson, 1993, p. 134).

De todo modo, filósofos, sofistas e rétores eram indivíduos importantes no Mundo Antigo, o que é atestado pela presença de diversas escolas de retórica nas cidades, do século V a.C. ao V d.C. (Bowersock, 1969, p. 2-3). Não podemos nos esquecer de que, de Antonio Pio a Justiniano, todas as civitates e póleis integrantes do orbis Romanorum eram encorajadas a erguer escolas de retórica com fundos públicos. Os mestres, por sua vez, eram isentos do pagamento de impostos às suas respectivas curia ou boulé (Carvalho, 2010, p. 28).

No Principado, os referidos indivíduos desempenharam um papel fundamental na dinâmica política, uma vez que gozavam de uma posição privilegiada em suas respectivas cidades, tanto econômica como socialmente. Não é raro encontrá-los ocupando cargos na administração municipal e provincial, além de manterem relações próximas com os imperadores (Silva, 2014, p. 172). Atuavam, portanto, como uma espécie de liderança para o restante da população. Seu ofício estava associado à instrução das coletividades urbanas, o que era feito por intermédio de declamações públicas nas quais os ouvintes eram convidados a refletir sobre as ideias expostas pelo locutor. A enorme popularidade que tinham, as redes de amizade que construíam nos meios urbanos, as inúmeras viagens que faziam, sem contar sua proximidade com o governo imperial, eram, sem dúvida, suas marcas principais.

Os rétores, sofistas e filósofos atuaram amiúde como porta-vozes de suas comunidades perante o poder central, motivo pelo qual poderiam ser agraciados com honrarias cívicas, a exemplo de estátuas. De fato, tais agentes eram considerados os mais aptos a falar em nome de suas cidades perante o imperador ou seus representantes (governadores de província, comandantes do exército, dentre outros), exercendo, assim, a função de embaixadores, além de ocuparem cargos administrativos em função de seu treinamento em retórica e filosofia (Browning, 1998, p. 97-98; Silva, 2013, p. 8).

Não podemos nos esquecer de que, na Roma imperial, floresceu, também, a retórica cristã. O cristianismo, conforme ressalta Guarinello (2014, p. 147), deu origem a uma literatura própria, baseada nas Escrituras, que, embora mantendo contato com as literaturas grega e latina, desenvolveu-se segundo linhas próprias. Apesar disso, é digno de nota observar que muitos cristãos do século IV estudaram e aprimoraram, junto com seus colegas pagãos, a arte da retórica, assim como prepararam-se em escolas filosóficas célebres, como a Escola de Atenas, visando ao aperfeiçoamento de seus discursos. A retórica tardia, então, despontou em todo o Império, de modo que os seus praticantes, assim como outrora, desempenharam um papel relevante na sociedade. Os retóres e professores de gramática ensinavam a retórica como a arte da linguagem necessária para a preparação daqueles que ocupariam o tribunal, os altos cargos administrativos e aqueles que tinham chances de chegar ao cargo de imperador (Carvalho, 2010, p. 28).

Feitas estas considerações, pretendemos, com este dossiê, examinar o papel desempenhado por sofistas, filósofos e rétores na Antiguidade, destacando suas funções, estratégias discursivas, embates teóricos, interesses sociais, dentre outras questões que envolvam a atuação destes indivíduos. Portanto, convocamos pesquisadores interessados na temática a enviarem seus textos para compor o dossiê, sobretudo porque o tema ainda carece de maior aprofundamento.

Referências

ANDERSON, G. The Second Sophistic: a cultural phenomenon in the Roman Empire. London: Routledge, 1993.

BOWERSOCK, G. W. Greek sophists in the Roman Empire. Oxford: Clarendon, 1969.

BROWNING, R. O professor. In: CAVALLO, G. (org.). O homem bizantino. Lisboa: Presença, 1998, p. 95-113.

CARVALHO, M. M. Paideia e retórica no séc. IV d.C.: a construção da imagem do imperador Juliano segundo Gregório Nazianzeno. São Paulo: Annablume, 2010.

GUARINELLO, N. L. Ensaios sobre História Antiga. 2014. Tese (Livre-docência em História Antiga) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.

JONES, C. P. The roman world of Dio Chrysostom. Cambridge: Cambridge University, 1978.

SILVA, G. V. A condição social dos professores na Antiguidade Tardia: um estudo com base no Didaskaleion de Libânio. Notandum, v. 32, n. 1, p. 1-19, 2013.

SILVA. S. C. O Império Romano do sofista grego Filóstrato nas viagens da ‘Vida de Apolônio de Tiana’ (século III d.C.). 2014. Tese (Doutorado em História) – Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Franca, 2014.

STANTON, G. R. Sophists and philosophers: problems of classification. The American Journal of Philology, v. 94, n. 4, p. 350-364, 1973.

Prazo de submissão: 01 de março de 2025.

Convidamos os interessados a conferir os detalhes da chamada em: https://periodicos.ufes.br/romanitas (link na bio).

Esta obra encerra, em seus capítulos, uma proposta de análise sobre a interação entre espaço, poder e representação na s...
06/09/2024

Esta obra encerra, em seus capítulos, uma proposta de análise sobre a interação entre espaço, poder e representação na sociedade romana, enfatizando como essas categorias moldaram e foram moldadas pelas dinâmicas sociais, culturais e políticas.

Contando com a colaboração de historiadores e arqueólogos, a coletânea investiga a maneira como os romanos – tanto os residentes da Urbs quando os provinciais – construíram e se apropriaram dos espaços urbanos e rurais em termos materiais e simbólicos. Os textos aqui reunidos abordam ainda a configuração dos espaços púbicos e privados, lançando luz sobre como esses ambientes poderiam exprimir e reforçar as hierarquias e o controle social de determinados grupos.

A coletânea também explora a interseção entre práticas e representações culturais, cuja apreensão é indispensável quando se trata de explicar a formação das identidades étnicas, religiosas e políticas sob o Império Romano, demonstrando como os arranjos espaciais encontravam-se intimamente ligados às dinâmicas do poder e da cultura.

A obra está disponível em: https://leir.ufes.br/colecao-lux-antiquitatis

Boa leitura a todos!

É com satisfação que apresentamos duas novas publicações de nossa coleção Lux Antiquitatis, ambas organizadas pelos prof...
06/09/2024

É com satisfação que apresentamos duas novas publicações de nossa coleção Lux Antiquitatis, ambas organizadas pelos professores Gilvan Ventura da Silva e João Carlos Furlani.
A primeira delas, sobre a qual se trata este post, é "A Cidade Antiga entre a História e a Arqueologia".

Esta obra oferece um olhar multifacetado sobre a vida urbana na Antiguidade, com ênfase nas sociedades grega e romana. Mediante a colaboração de romanistas, helenistas e arqueólogos clássicos, a coletânea tem como eixo a maneira pela qual os antigos construíram, reconstruíram e ocuparam suas cidades, explorando ainda aspectos materiais e simbólicos do cotidiano.

Os capítulos abordam usos, costumes, valores e concepções associadas ao urbanismo antigo, bem como o aparato material que o caracterizava, a exemplo de edificações públicas e residenciais, monumentos e espaços de uso coletivo, nos quais transcorria uma pletora de atividades ordinárias e extraordinárias de natureza econômica, cultural, política e religiosa. Além de compartilhar o resultado de suas pesquisas, os autores têm como propósito inspirar novas reflexões sobre a cidade antiga, assunto que vem despertando, nas últimas décadas, crescente interesse acadêmico. Nesse sentido, a coletânea é mais um exemplo da importância que têm assumido os estudos referentes à cidade antiga no cenário acadêmico nacional e internacional.

A obra está disponível em: https://leir.ufes.br/colecao-lux-antiquitatis

Boa leitura a todos!

Uma nova edição de Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos foi publicada!Trata-se do número 23, organizado pelo dout...
10/07/2024

Uma nova edição de Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos foi publicada!

Trata-se do número 23, organizado pelo doutorando Edjalma Nepomoceno Pina (UFES) e que conta com o dossiê "Vertentes da linguagem visual nas sociedades clássica e pós-clássica".
Este número reuniu artigos que discutem o uso de fontes visuais, em suas diversas plataformas, para o estudo da Antiguidade. Por essa razão, a edição conta com uma entrevista realizada com um especialista no assunto: Jaś Elsner, professor de História da Arte Tardo-Antiga na Universidade de Oxford.

Disponível em: https://periodicos.ufes.br/romanitas

Boa leitura a todos!

Claudia Beltrão da Rosa é Professora Associada de História Antiga do Departamento de História da Universidade Federal do...
03/06/2024

Claudia Beltrão da Rosa é Professora Associada de História Antiga do Departamento de História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), desde 1997, onde atua no ensino e no desenvolvimento de pesquisas sobre a vida intelectual e política na República romana tardia, com ênfase no estudo da religião romana.

Em 2016, entrevistamos a professora sobre a pesquisa e o ensino de História Antiga no Brasil.

Confira a entrevista em: https://periodicos.ufes.br/romanitas/article/view/15162

Endereço

Avenida Fernando Ferrari, N. 514, Campus De Goiabeiras, Ed. Wallace Corradi, Sala 208
Vitória, ES
29075-910

Site

https://leir.ufes.br/

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