Menos F5, mais F1

Menos F5, mais F1 os maconheiro da ufes pesando o DCE pelego

F1 F**A, F5 SAÍ! Juntos somos mais fortes!!
02/04/2017

F1 F**A, F5 SAÍ!

Juntos somos mais fortes!!

em meio ao caos no estado, gostaria de utilizar a minha memória de maconheiro para relembrar dessa reportagem da gazeta....
08/02/2017

em meio ao caos no estado, gostaria de utilizar a minha memória de maconheiro para relembrar dessa reportagem da gazeta. a mesma mídia que se submete a paulo hartung promove o dce da ufes. dce que fez oposição as reivindicações estudantis contra o teto dos gastos públicos. hoje o governador do estado disse ao vivo que não poderiam atender as reivindicações da polícia militar sob argumento engessado de que a lei de responsabilidade fiscal não permite.

o paulo hartung de amanhã pode está aqui ocupando o dce da ufes hoje. PH, tv gazeta, f5 fazem parte da mesma patota.

"O cientista político Fernando Pignaton, que também fez parte da geração de Hartung no DCE, considera que há certo erro de foco de estudantes. “Essa juventude me parece pouco equipada em termos de imaginação para compreender a complexidade política, os novos momentos no Brasil e mundo. O compromisso tem que ser maior com a democracia, com alternância de poder, a diversidade de ideias, menos apego ao poder e mais foco na sociedade.”

NÃO PASSARÃO!

http://gazetaonline.com.br/_conteudo/2016/11/noticias/politica/3999941-berco-de-antigas-liderancas-conheca-as-novas-caras-do-movimento-estudantil-capixaba.html

Estudantes trilham os primeiros passos na política no DCE

O DCE da UFRJ perguntou onde está o DCE da Ufes. Hoje milhares estudantes do país inteiro foram fazer frente aos golpist...
30/11/2016

O DCE da UFRJ perguntou onde está o DCE da Ufes. Hoje milhares estudantes do país inteiro foram fazer frente aos golpistas, nenhum deles era da F5.

Só fumando um pra aguentar esse DCE pelego. Taca fogo em tudo!

24/11/2016

Desculpe o transtorno, precisamos falar sobre a unificação das chapas de esquerda na Ufes.

Completamos um mês de Ocupa Ufes e de construção do movimento estudantil autônomo e unificado. O movimento de ocupação é constituído por pensamentos e posições plurais, mas com o mesmo objetivo de defender um projeto de universidade que de fato seja publica e de transforma-la num polo de resistência as ações antidemocráticas. Ocupar não tem sido uma tarefa fácil. Não contamos com o apoio do principal instrumento de luta estudantil e precisamos reconquista-lo. O DCE não pode continuar pelego diante do maior ataque a sociedade brasileira e a educação pública.

Também podemos perceber o fortalecimento dos grupos de direita na Ufes e, nós, da f1, apostamos na potência inventiva do movimento estudantil para enfrentar o crescimento da onda conservadora dentro da universidade. A união da esquerda se coloca como modo de sobrevivência do pensamento ético dentro da universidade.

Agora mais do que nunca, maconheiros e maconheiras da Ufes, UNI-VOS.

Ora ora temos um DCE antidemocrático aqui.Crédito/ Linneker Almeida
22/11/2016

Ora ora temos um DCE antidemocrático aqui.

Crédito/ Linneker Almeida

13/11/2016

Nota de apoio às ocupantes do CCS:

Semana passada soubemos que o principal prédio do Campus Maruípe foi ocupado por dois dias. O que para muitos é um fato extraordinário que causou ódio, agressões físicas e psicológicas às ocupantes, para nós é um acontecimento que expõe o atual estado das coisas na universidade brasileira, em especial a Ufes. Nossas companheiras que ocupavam foram vítimas da principal expressão que mata as mulheres no Espirito Santo : a misoginia.

O processo de desocupação movido pela pressão de um grupo de estudantes majoritariamente de Medicina, com apoio das chapas F5 e Opção não desqualifica, não diminui, tampouco enfraquece as ocupações, apenas explicita a tentativa de esmagar, aos poucos, a luta política das estudantes pela existência da saúde e educação pública e da recusa em consentir com autoritarismos e arbitrariedades da política nacional. Mas não só: escancara o amor à cultura do castigo que sempre se inicia por gestos minúsculos de uma força estúpida. Não desconhecemos nem ignoramos que ninguém pesquisa, trabalha, produz ou se relaciona apartado do modo como toca na vida. Portando, não desconsideramos que os mesmo agressores estarão exercendo atividades profissionais que devem priorizar a vida.

Não cessamos de aprender e descobrir com as ocupações há mais de duas semanas. A leveza contundente e a delicadeza firme de viver coletivamente é raro e generoso para que exercemos práticas de cuidado com quem convivemos na universidade. Acompanhamos a ocupação de Maruípe por algumas horas e conversamos com as ocupantes, um salve pra galera que resiste e apresenta caminhos diferentes a PEC 55, com o vigor imprescindível que não se imiscui nem se confunde com trajetórias e itinerários dos que primam pelos registros regulamentares e se opõem ao Movimento Estudantil autônomo. Como é possível que estudantes sejam agredidas fisicamente por outros alunos com a justificativa de não concordar com a ocupação?

Desnecessário expor aqui o quanto as ocupações tem sido decisivas para o país, já formamos uma rede com mais de 221 universidades ocupadas e mais de 50 escolas ocupadas no nosso estado. Ocupamos e falamos francamente sob o risco que o setor público brasileiro está correndo. Longe de ser um elemento de conservação ou preservação, ocupamos para dá vida às relações dos diferentes numa democracia que não se quer refém do princípio republicano da lei.

Assim, aplicar práticas de violações de direitos fundamentais como a tentativa de impedir entrada de alimento no prédio, exposição de vídeos com s**o explicito como forma de agressão psicológica e ameaças é revoltante para nós. Pouco importa os termos da acusação e os procedimentos instaurados para atribuição de culpa ou inocência. É um acontecimento que revela a estupidez na qual a universidade se afunda e da necessidade de uma formação mais humanizada. Outros processos (dentro e fora de Maruípe) poderiam ser lembrados, mas no momento nos interessa este. Ele nos diz quanto a produção de luta se tornou intolerável na universidade supostamente tolerante.

Ressaltamos que não queremos rotular ou categorizar todos os estudantes do curso de Medicina da Ufes, sabemos da diversidade que um curso comporta. Nos dirigimos ao grupo que se fez presente na entrada do prédio e aqueles que divulgaram notas e vídeos em favor a desocupação.

Falácia 1: ~danificaram o patrimônio~ Nenhum patrimônio público foi danificado durante a ocupação, isso foi garantido e dito pela própria Polícia Militar que apareceu para conter os estudantes que tentavam desocupar o prédio.

Falácia 2: ~os ratos vão morrer de fome~ Os técnicos responsáveis por laboratórios tinham acesso ao prédio, nenhum animal que está sendo tratado como objeto de pesquisa sofreu outro tipo de violação além de ser objeto de pesquisa.

Aos que cometeram agressões tenham a grandeza ou o gesto simples de reconhecer que jamais deveriam ter iniciado qualquer gesto punitivo ou discriminatório. Esperemos que esses atos sejam episódicos, embora ele jamais pudesse ter acontecido. É preocupante imaginar que muitos dos agressores se intitulam como "salvadores de vidas".

Fechamos com as ocupações e não há movimento desocupa que nos pare.



Greve aprovada na ADUFES! Cadê a F5 pra dizer que não tem legitimidade?! Cadê minha urna?! K*k Chora F5, recua direita! ...
11/11/2016

Greve aprovada na ADUFES! Cadê a F5 pra dizer que não tem legitimidade?! Cadê minha urna?! K*k Chora F5, recua direita! Maconheiros construíram a greve geral da Ufes, aceitem! Desce uma caixa de Xixa e 1kg de MACONHA que hoje é dia!!! A luta continua, temos muito pra fazer pela frente! E tinha gente que dizia que ocupar não mudaria nada... TOMA ESSA! Mete o pé que aqui não é Open Bar não, p***a! Um salve à todas ocupações, principalmente as da UFES! Greeeeeeeveeeee Geraaaaaal! Queeeeima Babilônia!!!

10/11/2016

Olha o que encontramos pelas paredes do IC2! Já lançaram um FORA F5 na parede, sem cartaz nem nada. Pixa, ocupa e queima...
02/11/2016

Olha o que encontramos pelas paredes do IC2! Já lançaram um FORA F5 na parede, sem cartaz nem nada. Pixa, ocupa e queima a Babilônia!

(enviem mais colaborações por inbox)

25/10/2016

Enquanto a Ufes transborda fortes ocupações nos Cemunis, Ic’s e Ed’s, a F5 criou um acampamento fictício na Reitoria cujas pessoas não dá pra contar nem nos dedos de uma mão. Realizado com prazo pra acabar e com o aval da própria Reitoria e do digníssimo Reitor que, enquanto estamos fumando pau podre, está comendo massa na Itália. Não adianta o DCE ocupar com quantidade mínima de pessoas e não dialogar com os estudantes. Esse é um movimento que não nos representa e que se recusa a lutar verdadeiramente contra um dos maiores ataques que a Ufes já viu, a PEC 241.
Nesta noite mais de vinte pessoas dormiram na UFES e, enquanto isso, o DCE protagoniza um teatro deplorável.
Na F5 o processo é lento, na F1 o bagulho é doido! Ocupa Babilônia!

25/10/2016

Quando eu acendo uma baga nas mesinhas dos ICs aparece mais gente do que nessa ocupação pelega da F5 na reitoria!

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Vitória, ES

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