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14/10/2026

Arqueólogos descobrem em Jerusalém uma estrutura feita para multidões entrarem na água e que poderia estar ligada aos 3 mil batismos de Atos 2.

Em setembro de 2026, a Universidade Hebraica de Jerusalém apresentou um complexo de purificação ritual escavado no Ofel, ao sul do antigo complexo do Templo, a cerca de 50 metros da Porta Tripla. No período do Segundo Templo, essa era uma das principais entradas dos peregrinos.

O conjunto ocupa cerca de 280 m² e inclui um pátio pavimentado e um edifício com quatro salas, três delas identificadas como mikvaot. Mikvê (plural mikvaot) é o banho de imersão usado no judaísmo para restaurar a pureza ritual.

Os tanques têm furos de escoamento no fundo, detalhe pouco comum que permitia trocar a água. Para o arqueólogo U*i Leibner, isso indica uma fonte permanente de água corrente, possivelmente ligada ao aqueduto que abastecia o Templo.

Por baixo, a equipe encontrou um mikvê público anterior, provavelmente do século I a.C. O local foi usado até 70 d.C., quando os romanos destruíram Jerusalém.

Atos 2 narra que, no Pentecostes (Shavuot), depois do discurso de Pedro, “foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas” (Atos 2:41, ARC). O texto não diz onde.

Alguns estudiosos propõem que os banhos rituais ao sul do Templo seriam o lugar mais provável. Os arqueólogos da escavação não fizeram essa associação, e não há como saber se este complexo foi usado naquele dia.

O que ele mostra é que, a poucos metros de uma das entradas do Templo, havia uma estrutura pensada para receber multidões na água.

Siga a para mais descobertas arqueológicas e histórias que a arqueologia está revelando sobre a Bíblia.

Créditos nas imagens:
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12/10/2026

O significado das 12 tribos de Israel.

Cada tribo carrega um símbolo que revela um chamado, uma maneira de caminhar no mundo.

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10/10/2026

Quando os irmãos brigam, alguém de fora percebe a oportunidade.

Em 63 a.C., a Judeia vivia uma disputa pelo poder entre dois irmãos da dinastia hasmoneia: Hircano II e Aristóbulo II.

Roma já expandia sua influência pelo Mediterrâneo oriental. Quando o conflito interno chegou a um impasse, o general Pompeu interveio.

O resultado mudaria a história da região.
Pompeu tomou Jerusalém e a Judeia entrou definitivamente na esfera de influência romana.

Nas décadas seguintes, essa relação assumiria diferentes formas de governo, incluindo o reinado de Herodes, o Grande, como rei cliente de Roma, e mais tarde a administração direta de autoridades romanas, como Pôncio Pilatos.

Mas Roma não foi a primeira potência interessada nessa terra.

Muito antes dos romanos, egípcios, assírios, babilônios e outros impérios já haviam disputado essa região. Sua posição no corredor entre o Egito e a Síria-Mesopotâmia, conectada às rotas do Mediterrâneo, fazia dela um território estratégico para comércio, circulação e controle militar.

A geografia ajuda a explicar por que tantos impérios passaram por essa pequena faixa de terra.

Siga para conhecer a história, a arqueologia e o contexto do mundo bíblico.

08/10/2026

A Bíblia diz que a Babilônia queimou todas as casas de Jerusalém. Arqueólogos encontraram casas de 2.600 anos com sinais dessa destruição.

Em 2017, a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) anunciou o resultado de escavações na encosta leste da antiga Jerusalém, dirigidas pelos arqueólogos Ortal Chalaf e Joe U*iel.

Sob camadas de pedras desabadas, a equipe encontrou uma fileira de estruturas com mais de 2.600 anos. Entre os escombros havia madeira carbonizada, sementes de uva, cerâmica, escamas e ossos de peixe.

O achado mais significativo foram dezenas de jarros usados para armazenar grãos e líquidos.

Algumas alças tinham um selo com uma roseta, uma flor de pétalas.

Segundo os diretores da escavação, esse selo é característico do fim do período do Primeiro Templo e fazia parte do sistema administrativo que controlava a coleta e o armazenamento das colheitas no reino de Judá.

Ele substituiu o selo anterior, que trazia a inscrição "Para o rei" (lmlk, em hebraico).

Também apareceu uma pequena estatueta de marfim de uma figura feminina, com penteado ou peruca de estilo egípcio. A qualidade do entalhe indica a riqueza de parte dos moradores da cidade.

Os pesquisadores observaram ainda que Jerusalém já havia crescido para além da muralha oriental antes de ser destruída.

O relato bíblico está em 2 Reis 25. No 19º ano de Nabucodonosor, Nebuzaradã, chefe da guarda babilônica, chegou a Jerusalém: "E queimou a Casa do SENHOR, e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém, e todas as casas dos grandes queimou" (2 Reis 25:9, ARC).

O anúncio foi feito na véspera do Tishá BeAv, o dia de jejum em que a tradição judaica lembra a destruição do templo e lê o livro de Lamentações, o lamento pela queda de Jerusalém.

Siga a para mais descobertas arqueológicas, achados e histórias que a arqueologia está revelando sobre a Bíblia.

Créditos das imagens:

07/10/2026

A Bíblia diz que a Babilônia queimou todas as casas de Jerusalém. Arqueólogos encontraram casas de 2.600 anos com sinais dessa destruição.

Em 2017, a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) anunciou o resultado de escavações na encosta leste da antiga Jerusalém, dirigidas pelos arqueólogos Ortal Chalaf e Joe U*iel.

Sob camadas de pedras desabadas, a equipe encontrou uma fileira de estruturas com mais de 2.600 anos. Entre os escombros havia madeira carbonizada, sementes de uva, cerâmica, escamas e ossos de peixe.

O achado mais significativo foram dezenas de jarros usados para armazenar grãos e líquidos.

Algumas alças tinham um selo com uma roseta, uma flor de pétalas.

Segundo os diretores da escavação, esse selo é característico do fim do período do Primeiro Templo e fazia parte do sistema administrativo que controlava a coleta e o armazenamento das colheitas no reino de Judá.

Ele substituiu o selo anterior, que trazia a inscrição "Para o rei" (lmlk, em hebraico).

Também apareceu uma pequena estatueta de marfim de uma figura feminina, com penteado ou peruca de estilo egípcio. A qualidade do entalhe indica a riqueza de parte dos moradores da cidade.

Os pesquisadores observaram ainda que Jerusalém já havia crescido para além da muralha oriental antes de ser destruída.

O relato bíblico está em 2 Reis 25. No 19º ano de Nabucodonosor, Nebuzaradã, chefe da guarda babilônica, chegou a Jerusalém: "E queimou a Casa do SENHOR, e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém, e todas as casas dos grandes queimou" (2 Reis 25:9, ARC).

O anúncio foi feito na véspera do Tishá BeAv, o dia de jejum em que a tradição judaica lembra a destruição do templo e lê o livro de Lamentações, o lamento pela queda de Jerusalém.

Siga a para mais descobertas arqueológicas, achados e histórias que a arqueologia está revelando sobre a Bíblia.

Créditos das imagens:

A parábola que Jesus contou para corrigir os seus discípulosE você, provavelmente, nunca pensou que fosse assim.Comparti...
06/10/2026

A parábola que Jesus contou para corrigir os seus discípulos

E você, provavelmente, nunca pensou que fosse assim.

Compartilhe esse conteúdo.

Você conhece a parábola do filho pródigo.Mas provavelmente nunca percebeu esse detalhe.A parábola do filho pródigo é fam...
04/10/2026

Você conhece a parábola do filho pródigo.

Mas provavelmente nunca percebeu esse detalhe.

A parábola do filho pródigo é famosa pela história do filho que voltou, mas Jesus a terminou com o filho que ficou do lado de fora, e com uma pergunta que não foi respondida dentro do texto.

Talvez porque essa seja exatamente a pergunta que cada leitor precisa responder por si mesmo.

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02/10/2026

Por que a Bíblia manda morar sete dias em uma cabana?

Levítico 23 situa Sucot no décimo quinto dia do sétimo mês, depois da colheita, e ordena que os israelitas habitem em cabanas durante sete dias.

O próprio texto explica o motivo: "Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito" (Levítico 23:43).

Deuteronômio 16 acrescenta a ordem de celebrar a festa com alegria. Até hoje, famílias judaicas constroem a sucá para fazer as refeições e receber familiares e amigos.

Pela tradição dos ushpizín, "hóspedes" em aramaico, sete figuras bíblicas também são convidadas simbolicamente, uma a cada dia.

Se você pudesse convidar alguém para a sua sucá, real ou simbólica, um personagem bíblico ou não, quem escolheria?

Conte nos comentários.

01/10/2026

A última festa descrita em Levítico 23 é celebrada até hoje.

Na Festa dos Tabernáculos, chamada em hebraico de Sucot, judeus observantes seguram quatro espécies de plantas e as agitam em seis direções.

O costume parte de Levítico 23:40, que pede o fruto de uma árvore formosa, ramos de palmeira, ramos de árvores frondosas e salgueiros.

A tradição judaica identificou essas plantas como o etrog, o lulav, a murta e o salgueiro.
Um antigo midrash, o Vayikra Rabbah, compara cada espécie a um tipo de pessoa.

Nessa leitura, o sabor representa o estudo da Torá e o aroma, as boas ações. O etrog tem os dois, e o salgueiro, nenhum.

Ainda assim, segundo a tradição rabínica, se faltar uma das quatro espécies, o mandamento não está cumprido. O salgueiro precisa estar lá.

Você já conhecia o significado desse costume? Conte nos comentários.

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30/09/2026

Muitos perfis estão afirmando que a Arca de Noé foi encontrada. A investigação é real, mas a conclusão ainda não existe.

A formação de Durupınar, no leste da Turquia, lembra um barco quando vista de cima e está sendo examinada por uma equipe liderada por um arqueólogo de uma universidade turca, em parceria com um grupo que há anos defende essa hipótese.

O radar detectou sinais no subsolo que alguns interpretam como possíveis divisões internas, e novas amostras estão em análise.

Só que um sinal de radar não é a imagem de um compartimento, e uma diferença na composição da terra não demonstra que havia madeira ali.

Um estudo geológico examinou materiais apresentados em investigações anteriores como possíveis partes da embarcação e identificou rocha e mineral natural, além de explicar como processos geológicos podem ter dado esse formato ao local.

Vale lembrar que Gênesis 8:4 diz que a arca repousou "sobre os montes de Ararate", uma região, sem indicar um ponto exato.

A arqueologia já oferece descobertas comprovadas que dialogam com o texto bíblico. Tratar como prova uma pesquisa em andamento enfraquece justamente esse trabalho.

Siga a para mais descobertas arqueológicas, achados e histórias que a arqueologia está revelando sobre a Bíblia.

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