13/07/2026
Na passada sexta-feira, estive presente nas comemorações do 22.º aniversário da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, um dos projetos mais reconhecidos e bem-sucedidos da Universidade de Aveiro.
Instalada no edifício da antiga Companhia Aveirense de Moagens, a Fábrica soube preservar e valorizar uma parte importante do património industrial da cidade, transformando-a num espaço vivo de aprendizagem, descoberta e aproximação entre a ciência e a sociedade. Foi, aliás, o primeiro Centro Ciência Viva a nascer a partir de uma universidade.
No último ano, a Fábrica envolveu cerca de 55 mil pessoas nas suas atividades. Por meio de exposições interativas, laboratórios, oficinas, projetos educativos e iniciativas desenvolvidas com escolas, municípios e outras instituições, tem contribuído para despertar, desde cedo, a curiosidade, o interesse e a paixão pela ciência.
A estreita ligação à Universidade de Aveiro constitui uma das suas maiores forças, permitindo levar o conhecimento produzido na academia até à comunidade e desenvolver conteúdos inovadores e únicos no panorama nacional. Mas a ação da Fábrica vai muito além do seu edifício: chega às escolas, aos municípios e a diferentes públicos, tornando a ciência mais próxima, acessível e presente na vida das pessoas.
As comemorações ficaram ainda marcadas pela inauguração da exposição do CESAM “Da Atmosfera ao Mar Profundo: Ciência a Cuidar do Futuro”, num ano em que assinalamos também os 30 anos da Ciência Viva.
Parabéns à Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, ao seu Diretor, Pedro Pombo, e a toda a equipa pelo trabalho desenvolvido ao longo destes 22 anos. Que continuem a levar a ciência cada vez mais longe, sem nunca perder a capacidade de valorizar o que está próximo.