01/06/2017
A Lista D, vencedora das eleições do passado dia 25 de maio, que toma hoje posse para os órgãos sociais da AAIPCA vem, por este meio, clarif**ar o que tem sido dito nos últimos dias.
A Lista D, tal como a sua lista concorrente, apresentou-se a sufrágio, submetendo-se à análise e apreciação da Comissão Eleitoral, que verificou a regularidade e a legalidade de todo o processo.
Uma vez que a composição de toda a Lista D respeitava os parâmetros impostos pelos estatutos e regulamentos, foi admitida à referida eleição, tal como aconteceu com a sua lista opositora.
No dia 25 de Maio, a eleição decorreu normalmente e foram contabilizados os votos, tendo a Lista D saído vitoriosa. Refira-se que a outra lista não colocou nenhum problema, mostrou aceitar plenamente a decisão dos estudantes, como era o seu dever, e, no entender de todos os membros da Lista D, tudo tinha acontecido de forma pacíf**a e civilizada.
No entanto, e deparando-se com algumas publicações efetuadas e sabendo de comentários que foram sendo feitos, a Lista D não se pode eximir de esclarecer todos os estudantes, uma vez que mantê-los informado é o seu único interesse.
Tendo a Comissão Eleitoral admitido a Lista D, em toda a sua composição, à eleição de dia 25 de maio, todos os atos de cariz eleitoral decorreram dentro da legalidade. A data de aferição dessa mesma regularidade é a da apresentação das listas e não qualquer data posterior.
Nessa data, todos os membros da Lista D constavam como alunos do IPCA e eram sócios efectivos da AAIPCA, tal como é exigido para ser candidato a um órgão social da mesma.
O que sucede, e o que está aqui em causa, é uma tentativa de deturpar algo que é muito simples: um dos membros da Lista D, com propinas pagas no presente ano letivo e até data posterior à das eleições, inscrito como aluno do IPCA e sócio efetivo da AAIPCA no momento da apresentação das listas, com capacidade de ser eleito para qualquer órgão social da mesma, foi efetivamente eleito.
O facto de ter, em data subsequente à da apresentação das listas, recebido a carta de curso e de ter deixado de constar nos registos do IPCA enquanto aluno em nada poderia obstar a que fosse candidato a qualquer dos órgãos e em nada pode obstar à sua tomada de posse, uma vez que foi tão eleito como qualquer um dos outros.
Ressalve-se que não é o facto de, há uns dias, ter saído dos registos oficiais do IPCA que deixa de ser parte da Academia ou que será menos capaz de representar todos os estudantes.
Para além disso, tendo este membro sido eleito total e completamente dentro da legalidade, seria uma tremenda injustiça colocar isso em causa por interesses que não são os dos estudantes, os da AAIPCA e os de toda a Academia.
Apresentada uma impugnação à Comissão Eleitoral, esta, como órgão competente para apreciar este tipo de circunstâncias, não a considerou válida por, de facto, terem sido observados e cumpridos todos os regulamentos e disposições estatutárias da AAIPCA.
Como tal, resulta claro que a Lista D se apresentou, validamente e regularmente a eleições, venceu do mesmo modo, dentro da legalidade e de forma limpa e tomará hoje posse com o orgulho e a consciência tranquila de quem foi escolhido para representar os seus pares e que o fará sempre da melhor forma que souber, pelos interesses deles e nunca misturando interesses próprios ou jogos de bastidores que prejudiquem o IPCA ou a AAIPCA.
A Lista D reprova e lamenta todos os comportamentos menos esclarecedores que têm vindo a público com o único objetivo de gerar discórdia e de desvalorizar uma vitória que é de todos.
A lista concorrente à Lista D, e que saiu derrotada nas eleições do dia 25, não se deveria rever neste tipo de atos que em nada dignif**am aquilo que fizeram ao longo do período eleitoral e que em nada honram o resultado que tiveram.
Juntos hoje e juntos sempre, por um IPCA melhor e uma AAIPCA mais forte.