Secção de Divulgação das Culturas Lusófonas da AAC

Secção de Divulgação das Culturas Lusófonas da AAC SECÇÃO DE DIVULGAÇÃO DAS CULTURAS LUSOFONAS DA AAC - INFORMAÇÕES DIÁRIAS SOBRE O TEU PAÍS, A TUA ASSOCIAÇÃO, A TUA UNIVERSIDADE - JUNTA-TE A NÓS !

SECÇÃO DE DIVULGAÇÃO DAS CULTURAS LUSOFONAS DA AAC

Esta secção foi fundada em 1997 por estudantes de Coimbra oriundos de alguns dos países que constituem a CPLP e que se sentiram na necessidade de sensibilizar a Academia para a Culturas Lusófonas. Então o que vem a ser a Lusofonia? É o conjunto de identidades culturais existentes em países, regiões, estados ou cidades falantes da língua portugues

a ou das suas derivações; da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa fazem parte Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A Lusofonia vai ainda mais além: ela está presente nas diásporas de todos estes países e ainda nas regiões onde a língua portuguesa esteve de passagem, como Macau, Goa ou outros locais do globo, mais inusitados até, como o Japão ou a Indonésia. Hoje somos mais de 250 milhões de falantes do português, sendo a 5ª língua mais falada no mundo. Aos Descobrimentos, que se iniciaram no século XV, se deve a causa de tal expansão cultural, linguística e religiosa por quase toda a extensão do globo, mas que foi tudo menos pacífica e respeitadora do “outro”. Como a herança do nosso passado não se constitui apenas pelas partes positivas, não podemos de forma alguma esquecer o colonialismo português, que foi violento, invasor, castrante e dominador, impondo uma língua, uma religião e costumes num puro etnocentrismo europeísta. Volvidos 6 séculos, restou, ironicamente ou não, isto da Lusofonia, um fio condutor destes 8 lindos países. Qual o papel dos jovens hoje perante o desafio de compreender a História mas também de melhorar as ligações entre os países lusófonos? Hoje em dia entre os países lusófonos mantêm-se relações privilegiadas a nível estatal, bem como no plano da cooperação política e económica; verificamos semelhanças na gastronomia e sentimo-nos em casa quando lemos um livro escrito na nossa língua mãe, seja ele escrito por um Pepetela ou um Luandino Vieira, por um José Craveirinha ou um Mia Couto, por um Jorge Amado ou um Paulo Coelho, por um Fernando Pessoa ou uma Sophia de Mello Breyner. Que tens tu a dizer sobre a tua língua materna? O que é para ti ser lusófono? Como queres dá-lo a conhecer ao mundo? Precisamos da tua visão! Junta-te a nós! ;)

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05/04/2019



O conto da ilha desconhecida, de José Saramago, com edição exclusiva de apoio a Moçambique

05 Abril 2019

"Iniciativa da Porto Editora e Fundação José Saramago, com apoio das Livrarias Bertrand, FNAC e várias livrarias independentes, pretende angariar fundos para a operação “Embondeiro”, da Cruz Vermelha Portuguesa. Tudo em solidariedade para com as vitimas do ciclone Idai, que deixou rastros de destruição com cerca de cinco centenas de mortos contabilizados pelas autoridades locais

Para a fonte referida, esta é uma iniciativa conjunta da Porto Editora, da Fundação José Saramago e herdeiras do Escritor, que envolve também as Livrarias Bertrand, a FNAC e várias livrarias independentes, sendo que todas as receitas e direitos de autor relativos à venda deste livro serão doadas a favor daquela instituição."

: https://www.asemana.publ.cv/?O-conto-da-ilha-desconhecida-de-Jose-Saramago-com-edicao-exclusiva-de-apoio-a&ak=1

04/04/2019

Cidade completa 470 anos revelando seus caminhos secretos de rotas de fuga, esconderijos de escravos e locais onde o patrimônio religioso era guardado.

01/04/2019

Alfama é o mais antigo e um dos mais típicos bairros da cidade de Lisboa, este bairro medieval (que já foi uma judiaria e uma comunidade piscatór

30/03/2019

A Bertrand do Chiado é a mais antiga livraria do mundo   Quantas histórias guarda a livraria mais antiga do mundo? Ninguém sabe, nem pode saber. Porque são incontáveis as memórias d

Dança Tradicional de Timor-Leste
10/11/2018

Dança Tradicional de Timor-Leste

Selma UamusseVoz "Moçambicana a viver em Portugal desde 1988, a decisão de se lançar a solo não foi tão repentina e óbvi...
17/09/2018

Selma Uamusse
Voz

"Moçambicana a viver em Portugal desde 1988, a decisão de se lançar a solo não foi tão repentina e óbvia quanto muitas vezes acontece. Vinda de uma família onde o canto e a dança eram encarados com toda a naturalidade, a entrada mais “séria” na vida musical aconteceu quando foi desafiada a entrar num grupo de gospel. Cinco anos depois, estava a participar no disco dos Wraygunn como integrante do coro que participou no álbum Ecclesiastes 1.11. Depois foi convidada para integrar a banda e a partir daí os convites para participar noutros projectos foram surgindo naturalmente. A estudar paralelamente engenharia, imaginava que o seu percurso passaria por “ser engenheira e (pensei) que voltaria para Moçambique para fazer desenvolvimento urbano” (entrevista ao Público, 2016). Ser mãe foi o acontecimento marcante que a levou a escolher entre a música e a engenharia, e a decisão já sabemos qual foi, caso contrário não estaria Selma hoje neste palco. Depois de escolher a maternidade e a carreira musical, começou a pensar no que queria realmente fazer, o que queria comunicar ao mundo e qual a canção que tinha dentro do seu coração. Simultaneamente, foi desafiada por Alcides Nascimento a programar no B. Leza, algo que a convidou a explorar profundamente as suas raízes. Aí apercebeu-se do seu lado “terra” que incutia à música, transversal aos projectos em que participava: fossem eles os tributos a Nina Simone ou as homenagens a Miriam Makeba, o gospel e até os Wraygunn. Estudou música no Hot Club, criou uma banda de soul (Soul Divers) e um ensemble jazz onde cantou Billie Holiday e Nina Simone. Foi ao Festival de Músicas do Mundo, em Sines, e deixou o público todo a dançar, contagiado pela energia das suas canções. Colaborou com Samuel Úria na homenagem a António Variações e participou no disco mais recente de Rodrigo Leão, um projecto em que esteve ao lado da Orquestra e Coro Gulbenkian."

2016


Confira a suave voz em: Selma Uamusse | EA LIVE Sessions (full session)

http://ealive.com.pt/ Alinhamento: #01 Mati (00:00) #02 Mozambique (04:57) #03 Ngono Utana Vuna (10:40) #04 Monica (16:00) Selma Uamusse tem soul, rock, gosp...

17/09/2018

O rapper guineense, Pansau Natchanda (N’Pans) é a identidade cultural da Guiné-Bissau na Rússia, país onde vive desde os seus nove anos de idade. N’Pans, um miúdo de Bissau que chegou a solo russo em 1985, para mais tarde superar várias dificuldades e brilhar na capital russa, Moscovo. A f...

23/08/2018

"Tenho uma espécie de dever de sonhar sempre" - Bernardo Soares (Fernando Pessoa) - 'Sonho impossível' de Chico Buarque e Ruy Guerra (versão The impossible dream" de Joe Darion e Mitch Leigh)

25/07/2018

Angolanos e brasileiros pintam “resistência negra”
25 de Julho, 2018

Artistas de Angola e do Brasil participam de 28 deste mês a 2 de Agosto, na criação de novas pinturas na Serra da Leba, a iniciativa visa promover o intercâmbio cultural entre os dois povos.

" A actividade faz parte do projecto “África e a Diáspora - Novas Conexões”, lançado no Brasil, conta com a presença de grafiteiros do estado da Bahia, Annie Ganzala, Ananda Santana e Eder Muniz, e dos angolanos Thó Simões, Nunes Simões e Manuel Rafa.
O projecto “Murais da Leba” visa relançar o turismo cultural na região sul do país, através de artes plásticas, conta com a participação de dois artistas do Namibe e da Huíla.
Durante cinco dias, os grafiteiros do Estado da Bahia e os angolanos envolvidos no projecto Murais da Leba vão estar a mais de mil metros acima do nível do mar, para projectar e colorir as suas ideias nas paredes da Serra da Leba que tem como foco a ancestralidade e resistência negra em África e na diáspora.
Uma equipa de filmagem, proveniente da Bahia, vai fa-zer a gravação do intercâmbio cultural entre brasileiros e angolanos para um documentário, a exemplo do que aconteceu na primeira fase dos Murais da Leba, com a produção do filme “As Cores da Serpente”, pela mesma equipa.
O projecto “África e a Diáspora - Novas Conexões” é realizado pela Estandarte Produções, Cinepoètyka Filmes e Colectivo Murais da Leba, com o apoio financeiro do Estado da Bahia. A iniciativa prevê a realização de um debate sobre racismo e movimentos de resistência negra, com a participação de especialistas brasileiros e angolanos, no dia 3 de Agosto, no Centro Cultural Brasil - Angola, em Luanda.
Um dia depois, os grafiteiros de Bahia juntam-se a artistas angolanos para pintar um mural na capital do país. O Murais da Leba é um projecto lançado em 2015, por ocasião do 40º aniversário da Independência Nacional, com o propósito de transformar as pinturas da Serra da Leba na maior obra de arte a céu aberto em África. "


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